Sem dúvida, a maioria dos empreendedores precisam fazer compras. Então temos no quadro: característica - acuidade; competência - negociação, saber conter-se nos próprios limites, conhecer profundamente o tema e ter flexibilidade para permitir que todos ganhem; aprendizagens - diagnóstico do setor e pesquisa de compras.
Devemos aprender a desenvolver a acuidade. Ser precisos nos dados que precisamos nos ajuda a controlar melhor. É preciso saber exatamente onde é melhor comprar, qual o melhor produto em termos de custo/benefícios, qual o melhor fornecedor, como adquirir o produto, enfim, quanto mais conseguimos ser precisos no que estamos fazendo melhor.
Aprender a negociar é fundamental. Como comecei como aprendiz, aprendo muito com as próprias clientes. Algumas têm uma grande habilidade de negociação. Sabem conseguir prazos, sabem melhorar os preços sem desprestigiar o trabalho ou o produto. Eu observo muito, pois tenho mesmo que aprender. Algumas clientes são empreendedoras e por vezes as observo como fazem na negociação das mercadorias delas. É um grande aprendizado, pois nunca fui boa em negociação.
Conter-se nos limites é algo que para mim é fácil. Nunca comprei nada que estivesse acima do meu orçamento e facilmente aplico isso aos meus negócios. Compro apenas se posso e devo. Eu sei meu limite e não o ultrapasso. Nunca fiquei em apuros financeiros por causa disso. Acredito mesmo que essa competência ajuda muito.
Vejo nas clientes empreendedoras que elas conhecem muito bem o ramo delas. Estou pouco a pouco conhecendo o ramo no qual decidi atuar. Faço meus testes aqui e acolá. Vou aprendendo. E hoje que tenho mais experiência vejo o quanto poderia ter feito melhor. Não lamento o passado, apenas aprendi e cresci com minhas experiências e comprovei o quanto é importante conhecer o ramo.
Como compradores, também temos que ser respeitosos. Já recebi propostas de clientes que eram impossíveis. Talvez elas não calcularam, talvez desconheciam meu ramo, mas claro que ninguém paga para trabalhar. Sei que não tiveram intenção de ofender, mas a negociação tem que ser justa sempre. Aliás, eu desconfio do muito barato. Algo está estranho quando alguém consegue diminuir muito algum preço. Não é possível estabelecer relação custo/benefício em alguns casos.
Por isso, precisamos fazer um bom diagnóstico do setor e fazer pesquisas de compras. Afinal, só podemos oferecer as melhores condições para o cliente se conseguirmos ter feito uma boa compra. Caso contrário, no final das contas, alguém vai sair perdendo, ou o cliente ou o próprio empreendedor.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Como realizar visões?
De acordo com Dolabela, precisamos ter como características a diligência e a constância. Como competência, a ação. E as aprendizagens são saber obter informações para realizar reajustes contínuos, retroalimentacao.
A diligência é contrária à preguiça. O livro de Provérbios comenta constantemente sobre a diligência e sobre a vantagem que os diligentes tem na vida. A diligência é saber se virar ao invés de esperar que alguém traga tudo pronto. É o aprender a pescar a esperar que alguém nos traga o alimento na boca. Quem é diligente certamente terá muito mais na vida e o melhor, terá a satisfação de saber que conquistou. Se eu tenho uma visão e não sou diligente, será apenas um sonho distante. Com a diligência uma visão se transforma em realidade.
A constância ou tenacidade é fundamental para se chegar a um resultado. A tartaruga venceu a lebre por causa da constância. Não precisamos de grandes habilidades, podemos ir com o que temos, e chegaremos lá, independente de habilidade. A pessoa constante pode até chegar antes do habilidoso que não é diligente. Como no exemplo da lebre, ela tinha a habilidade nata da velocidade, mas sua falta de diligência a fez dormir. Assim, a tartaruga chegou antes dela que tinha tudo para vencer. Não estou incentivando a competição, mas essa história nos ensina que podemos nos dispor a fazer algo impossível se tivermos diligência e constância. Para a lógica, impossível a tartaruga vencer a lebre, mas as variáveis eram que a lebre não foi constante nem diligente.
Devemos ser competentes em agir para realizar visões. O exemplo da lebre e da tartaruga é bem adequado para o agir. Mesmo na sua baixa velocidade a tartaruga foi competente em agir. Não importa a velocidade, importa chegar, porque sem agir estaremos no mesmo lugar daqui a alguns anos. Agindo, mesmo com uma baixa velocidade, estamos avançando constantemente. Agindo, mesmo com pouca habilidade, avançamos.
E devemos aprender a fazer ajustes. Não precisa ser perfeito logo de início. Tudo na vida precisa de pequenos reparos ao longo do caminho. O mais difícil é saber parar e identificar quais são os reparos, por isso precisamos saber buscar essa informação. Por isso também não existe fracasso, existem aprendizados, momentos em que paramos e verificamos que é preciso fazer um ajuste. Faz parte, é normal. O anormal é uma perfeição.
A diligência é contrária à preguiça. O livro de Provérbios comenta constantemente sobre a diligência e sobre a vantagem que os diligentes tem na vida. A diligência é saber se virar ao invés de esperar que alguém traga tudo pronto. É o aprender a pescar a esperar que alguém nos traga o alimento na boca. Quem é diligente certamente terá muito mais na vida e o melhor, terá a satisfação de saber que conquistou. Se eu tenho uma visão e não sou diligente, será apenas um sonho distante. Com a diligência uma visão se transforma em realidade.
A constância ou tenacidade é fundamental para se chegar a um resultado. A tartaruga venceu a lebre por causa da constância. Não precisamos de grandes habilidades, podemos ir com o que temos, e chegaremos lá, independente de habilidade. A pessoa constante pode até chegar antes do habilidoso que não é diligente. Como no exemplo da lebre, ela tinha a habilidade nata da velocidade, mas sua falta de diligência a fez dormir. Assim, a tartaruga chegou antes dela que tinha tudo para vencer. Não estou incentivando a competição, mas essa história nos ensina que podemos nos dispor a fazer algo impossível se tivermos diligência e constância. Para a lógica, impossível a tartaruga vencer a lebre, mas as variáveis eram que a lebre não foi constante nem diligente.
Devemos ser competentes em agir para realizar visões. O exemplo da lebre e da tartaruga é bem adequado para o agir. Mesmo na sua baixa velocidade a tartaruga foi competente em agir. Não importa a velocidade, importa chegar, porque sem agir estaremos no mesmo lugar daqui a alguns anos. Agindo, mesmo com uma baixa velocidade, estamos avançando constantemente. Agindo, mesmo com pouca habilidade, avançamos.
E devemos aprender a fazer ajustes. Não precisa ser perfeito logo de início. Tudo na vida precisa de pequenos reparos ao longo do caminho. O mais difícil é saber parar e identificar quais são os reparos, por isso precisamos saber buscar essa informação. Por isso também não existe fracasso, existem aprendizados, momentos em que paramos e verificamos que é preciso fazer um ajuste. Faz parte, é normal. O anormal é uma perfeição.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Como tomar decisões?
No quadro do livro, quem toma decisões tem como característica julgamento e prudência. A competência é visão. As aprendizagens são obter informações e saber minimizar o risco.
Portanto, para se preparar para tomar decisões, precisamos melhorar o julgamento e ser prudentes. Essas características nem sempre são fáceis de se adquirir, porque por vezes ficamos na dúvida qual o tipo de julgamento é o certo, ou como ser prudente ao mesmo tempo que tomamos um risco.
Eu tenho como principal ensinamento para julgamento e prudência o livro de Provérbios da Bíblia Sagrada. Todos os dias leio um capítulo do livro de provérbios. Aprendi no livro "Salomao, o homem mais rico que existiu". De acordo com o autor, ele mesmo obteve bons resultados por causa dessa leitura de Provérbios. Eu acredito que os ensinamentos são ótimos, independente de religião. Outras partes da Bíblia são ensinamentos universais. Creio que se conseguíssemos seguir a Bíblia, a sociedade seria muito melhor. As pessoas teriam melhores julgamentos e prudência e tomariam decisões melhores.
Eu preciso da competência da visão para tomar decisão porque se não sei para onde quero ir, qualquer caminho serve. Por outro lado, se já tenho a visão do que quero, tomar a decisão será mais fácil, pois será algo que me leve mais próxima da visão. Eu tomo decisão com base no destino ao qual quero chegar.
Eu tenho que aprender a obter informações porque a decisão será embasada. Não adianta tomar decisão sem ter todas as informações necessárias, porque a probabilidade de ser uma decisão errada aumenta. Preciso aprender também a minimizar o risco. Assim, as decisões são tomadas de uma forma que os riscos são gerenciados e gerenciáveis.
Portanto, para se preparar para tomar decisões, precisamos melhorar o julgamento e ser prudentes. Essas características nem sempre são fáceis de se adquirir, porque por vezes ficamos na dúvida qual o tipo de julgamento é o certo, ou como ser prudente ao mesmo tempo que tomamos um risco.
Eu tenho como principal ensinamento para julgamento e prudência o livro de Provérbios da Bíblia Sagrada. Todos os dias leio um capítulo do livro de provérbios. Aprendi no livro "Salomao, o homem mais rico que existiu". De acordo com o autor, ele mesmo obteve bons resultados por causa dessa leitura de Provérbios. Eu acredito que os ensinamentos são ótimos, independente de religião. Outras partes da Bíblia são ensinamentos universais. Creio que se conseguíssemos seguir a Bíblia, a sociedade seria muito melhor. As pessoas teriam melhores julgamentos e prudência e tomariam decisões melhores.
Eu preciso da competência da visão para tomar decisão porque se não sei para onde quero ir, qualquer caminho serve. Por outro lado, se já tenho a visão do que quero, tomar a decisão será mais fácil, pois será algo que me leve mais próxima da visão. Eu tomo decisão com base no destino ao qual quero chegar.
Eu tenho que aprender a obter informações porque a decisão será embasada. Não adianta tomar decisão sem ter todas as informações necessárias, porque a probabilidade de ser uma decisão errada aumenta. Preciso aprender também a minimizar o risco. Assim, as decisões são tomadas de uma forma que os riscos são gerenciados e gerenciáveis.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Como descobrir oportunidades?
No livro "Oficina do empreendedor há um quadro com as atividades, características, competências e aprendizagens do empreendedor. Para descobrir oportunidades, a característica necessária é o faro e a intuição. As competências necessárias são pragmatismo, bom senso, capacidade de reconhecer o que é útil e dá resultados. As aprendizagens necessárias são análise setorial, conhecer as características do setor, o cliente e o concorrente líder.
Fui descobrindo que faro e intuição tem relação estreita com experiência. Quanto mais experiente, mais bom faro e intuição a pessoa terá. Por exemplo, algumas pessoas são extremamente honestas ao pagar as contas, mas como ter faro e intuição para distinguir? Fazendo observações, alguns padrões se repetem. Não estou me referindo a pessoas que pedem um prazo maior ou quando ocorre um imprevisto. Felizmente não é a maioria da população, mas sempre tem aquele que já inicia algo com a má intenção, com intenção de enganar o outro, pois o padrão dele é ganha/perde, em que ele ganha e a outra pessoa perde. De alguma forma, com experiências diversas fui desenvolvendo esse faro e intuição, quase que podia prever que alguma pessoa iria deixar de pagar e hoje sigo melhor minha intuição.
O pragmatismo é a objetividade. As oportunidades tem que ser observadas de maneira objetiva. Sem emoções. Precisamos de bom senso para não cair em conto de vigário. Muitas vezes as pessoas se sentem enganadas pois deixaram o bom senso ao ver a oportunidade. Isso ocorre muito na oportunidade do marketing de rede, as pessoas são levadas pela emoção e acham que tudo vem fácil e rápido. O pragmático vai duvidar que seja assim tão fácil e rápido. Ele terá os pés no chão para saber que leva um tempo e até nem pode acontecer. Mas sabe colher as vantagens da oportunidade, reconhecendo o que é útil e dá resultados. Sempre há algo útil na oportunidade, saber detectar é descobrir algo muito bom. O que dá resultados? Essa resposta também levará a pessoa a caminhar um caminho de boas oportunidades.
Uma ótima pergunta que encontrei em meus estudos, agora não sei precisar quem sugeriu, é: "O que fiz essa semana que terei que parar de fazer?". Outra: "O que tenho que fazer para parar com isso?" Essas perguntas ajudam a descobrir o que é inútil e não dá resultados. Fazemos muitas coisas inúteis, mas não percebemos devido ao piloto automático. "O que tenho que começar a fazer que será útil e trará resultados?" "Como consigo introduzir na minha rotina algo útil e que dá resultados?" Outras perguntas que ajudam na competência de descoberta de oportunidades. Talvez a descoberta de que podemos, se quisermos mesmo, tirar algo inútil e substituir pelo útil, seja uma das mais eficazes. Nunca é questão de falta de tempo, é falta de prioridade para o que dá resultado. Então continuamos a fazer o que não dá resultado. Um exemplo é a TV, se substituirmos 15 minutos de TV por 15 minutos de pesquisa para descobrir oportunidades, com certeza estaremos substituindo inútil por útil.
As aprendizagens sobre a área de atuação dispensam comentários. É óbvio que a oportunidade se amplia se aumentarmos esse conhecimento.
Fui descobrindo que faro e intuição tem relação estreita com experiência. Quanto mais experiente, mais bom faro e intuição a pessoa terá. Por exemplo, algumas pessoas são extremamente honestas ao pagar as contas, mas como ter faro e intuição para distinguir? Fazendo observações, alguns padrões se repetem. Não estou me referindo a pessoas que pedem um prazo maior ou quando ocorre um imprevisto. Felizmente não é a maioria da população, mas sempre tem aquele que já inicia algo com a má intenção, com intenção de enganar o outro, pois o padrão dele é ganha/perde, em que ele ganha e a outra pessoa perde. De alguma forma, com experiências diversas fui desenvolvendo esse faro e intuição, quase que podia prever que alguma pessoa iria deixar de pagar e hoje sigo melhor minha intuição.
O pragmatismo é a objetividade. As oportunidades tem que ser observadas de maneira objetiva. Sem emoções. Precisamos de bom senso para não cair em conto de vigário. Muitas vezes as pessoas se sentem enganadas pois deixaram o bom senso ao ver a oportunidade. Isso ocorre muito na oportunidade do marketing de rede, as pessoas são levadas pela emoção e acham que tudo vem fácil e rápido. O pragmático vai duvidar que seja assim tão fácil e rápido. Ele terá os pés no chão para saber que leva um tempo e até nem pode acontecer. Mas sabe colher as vantagens da oportunidade, reconhecendo o que é útil e dá resultados. Sempre há algo útil na oportunidade, saber detectar é descobrir algo muito bom. O que dá resultados? Essa resposta também levará a pessoa a caminhar um caminho de boas oportunidades.
Uma ótima pergunta que encontrei em meus estudos, agora não sei precisar quem sugeriu, é: "O que fiz essa semana que terei que parar de fazer?". Outra: "O que tenho que fazer para parar com isso?" Essas perguntas ajudam a descobrir o que é inútil e não dá resultados. Fazemos muitas coisas inúteis, mas não percebemos devido ao piloto automático. "O que tenho que começar a fazer que será útil e trará resultados?" "Como consigo introduzir na minha rotina algo útil e que dá resultados?" Outras perguntas que ajudam na competência de descoberta de oportunidades. Talvez a descoberta de que podemos, se quisermos mesmo, tirar algo inútil e substituir pelo útil, seja uma das mais eficazes. Nunca é questão de falta de tempo, é falta de prioridade para o que dá resultado. Então continuamos a fazer o que não dá resultado. Um exemplo é a TV, se substituirmos 15 minutos de TV por 15 minutos de pesquisa para descobrir oportunidades, com certeza estaremos substituindo inútil por útil.
As aprendizagens sobre a área de atuação dispensam comentários. É óbvio que a oportunidade se amplia se aumentarmos esse conhecimento.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Você consegue detectar oportunidades?
Dolabela colocou mais uma característica do empreendedor: "Mantém um alto nível de consciência do ambiente em que vive, usando-a para detectar oportunidades de negócios".
Como observamos o ambiente em que vivemos? Cada um o vê de maneira diferente, pois o nível de consciência é diferente. Uns estão no piloto automático, outros estão com a atenção plena. Como ter esse alto nível de consciência? Acredito que parando. O movimento por si só não é eficaz, por isso parar e observar a si mesmo e ao ambiente é essencial. Quando planejamos, estamos parando. O trabalho mental é uma parada necessária. Quando fazemos reflexões estamos parando e colocando em ordem nossos pensamentos. Quando fazemos coaching estamos parando.
Há muitas oportunidades no nosso dia a dia. Só observar. Só estar focado. Quem tem foco consegue enxergar a oportunidade que outro deixaria passar. Acredito que os empreendedores são focados. Por isso que conseguem enxergar a oportunidade que outros não enxergam.
Quantas vezes deixamos a oportunidade passar? Quantas oportunidades já deixamos passar ao longo da vida? Por que deixamos as oportunidades passar? O que nos impede de aproveitar a oportunidade?
Como observamos o ambiente em que vivemos? Cada um o vê de maneira diferente, pois o nível de consciência é diferente. Uns estão no piloto automático, outros estão com a atenção plena. Como ter esse alto nível de consciência? Acredito que parando. O movimento por si só não é eficaz, por isso parar e observar a si mesmo e ao ambiente é essencial. Quando planejamos, estamos parando. O trabalho mental é uma parada necessária. Quando fazemos reflexões estamos parando e colocando em ordem nossos pensamentos. Quando fazemos coaching estamos parando.
Há muitas oportunidades no nosso dia a dia. Só observar. Só estar focado. Quem tem foco consegue enxergar a oportunidade que outro deixaria passar. Acredito que os empreendedores são focados. Por isso que conseguem enxergar a oportunidade que outros não enxergam.
Quantas vezes deixamos a oportunidade passar? Quantas oportunidades já deixamos passar ao longo da vida? Por que deixamos as oportunidades passar? O que nos impede de aproveitar a oportunidade?
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Você assume riscos moderados?
Dolabela ensina que o empreendedor assume riscos moderados, gosta do risco, mas faz tudo para minimizá-lo. Sem dúvida é o risco que nos faz sair do lugar. Muitas vezes os empregados reclamam dos patrões, dos donos de negócios, mas qual o risco que o empreendedor tomou? Qual o risco do empregado? Obviamente que o dono ganha mais, é proporcional ao risco que tomou.
O risco deve ser moderado e esse moderado varia de pessoa para pessoa, por isso precisamos de auto conhecimento. Um risco moderado para um grande empreendedor não é igual um risco moderado para mim. Com auto conhecimento sei exatamente qual o meu tamanho e o tamanho do risco que posso correr. Quem sabe qual o seu risco moderado? Apenas você, porque apenas você é detentor de todas as suas contas e todos os seus gastos e necessidades. Ninguém pode dar um número exato, ou o tamanho exato do risco que você pode correr.
Mas quem quer sair do lugar precisa gostar do risco. Nem que seja um pequeno risco, aprenda a apreciar a insegurança, a incerteza... quantas vezes fizemos algo que deu muito certo mas que no início não saberíamos como seria? Para toda nova etapa há um risco. Quando aprendemos a andar, corremos o risco de cair, mas insistimos e hoje é algo natural. As crianças não tem medo do risco, elas gostam do risco, por isso aprendem tanto. Chega uma hora em nossa vida que desaprendemos o amor ao risco. E deixamos de aprender e viver algo novo.
Gostar do risco é totalmente diferente de irresponsabilidade. Quando falo em risco de empreendedores, estou falando de etica, moral, legal... Obviamente que devemos avaliar e não aceitar nada que seja contra o que é correto. E mesmo que seja moral, ético, legal, precisa também ser risco minimizado. Por isso é importante cada um saber o seu tamanho. O que é risco mínimo para um, pode não ser risco mínimo para mim. Cada um deve fazer uma análise minuciosa e responsável.
O risco deve ser moderado e esse moderado varia de pessoa para pessoa, por isso precisamos de auto conhecimento. Um risco moderado para um grande empreendedor não é igual um risco moderado para mim. Com auto conhecimento sei exatamente qual o meu tamanho e o tamanho do risco que posso correr. Quem sabe qual o seu risco moderado? Apenas você, porque apenas você é detentor de todas as suas contas e todos os seus gastos e necessidades. Ninguém pode dar um número exato, ou o tamanho exato do risco que você pode correr.
Mas quem quer sair do lugar precisa gostar do risco. Nem que seja um pequeno risco, aprenda a apreciar a insegurança, a incerteza... quantas vezes fizemos algo que deu muito certo mas que no início não saberíamos como seria? Para toda nova etapa há um risco. Quando aprendemos a andar, corremos o risco de cair, mas insistimos e hoje é algo natural. As crianças não tem medo do risco, elas gostam do risco, por isso aprendem tanto. Chega uma hora em nossa vida que desaprendemos o amor ao risco. E deixamos de aprender e viver algo novo.
Gostar do risco é totalmente diferente de irresponsabilidade. Quando falo em risco de empreendedores, estou falando de etica, moral, legal... Obviamente que devemos avaliar e não aceitar nada que seja contra o que é correto. E mesmo que seja moral, ético, legal, precisa também ser risco minimizado. Por isso é importante cada um saber o seu tamanho. O que é risco mínimo para um, pode não ser risco mínimo para mim. Cada um deve fazer uma análise minuciosa e responsável.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Você já criou seu próprio método de aprendizagem?
Dolabela ensina que o empreendedor "cria seu próprio método de aprendizagem: aprende a partir do que faz; emoção e afeto são determinantes para explicar seu interesse. Aprende indefinidamente."
Não tem definição para aprender. Não tem limite para aprender. Não podemos pensar que aprenderemos até que algo ocorra. O aprendizado deve ser constante. Esse aprendizado independente de faculdade, cursos, palestras... Pode incluir tudo isso, mas não precisa ser assim.
Criar o próprio método de aprendizagem é fazer de seu jeito, não como alguém impôs. As pessoas podem sugerir maneiras de se aprender, mas isso não pode ser imposto. Cada um tem seu estilo próprio. O empreendedor aprende na prática, o interesse dele é constante porque faz com emoção e afeto, isto é, ele ama o que faz. Se a pessoa não gosta do que faz, estudar se torna um martírio.
Eu sempre amei estudar e vivia me perguntando como pode as pessoas em geral relacionarem estudo a algo ruim. Talvez porque não amassem o conteúdo do que estavam estudando, e se desenvolvessem seu próprio método passariam a gostar da aprendizagem.
Mary Kay para mim foi um curso. Eu iniciei para aprender, dentre outros motivos. Um método de aprender na prática. Podemos escolher fazer algo e utilizar como aprendizagem, como um curso para nós. É um método. Claro que meu método não consiste apenas em praticar, coloco em teste várias hipóteses e tenho um repertório de aprendizagem que eu criei. Isso é uma escolha. Cada um pode fazer sua escolha de aprendizagem. Mas uma coisa é certa. Sem aprendizagem estamos fadados a ficar exatamente no mesmo lugar. Estaremos sentados na mesma cadeira daqui a 10, 30 anos, sem nada ter modificado.
Não tem definição para aprender. Não tem limite para aprender. Não podemos pensar que aprenderemos até que algo ocorra. O aprendizado deve ser constante. Esse aprendizado independente de faculdade, cursos, palestras... Pode incluir tudo isso, mas não precisa ser assim.
Criar o próprio método de aprendizagem é fazer de seu jeito, não como alguém impôs. As pessoas podem sugerir maneiras de se aprender, mas isso não pode ser imposto. Cada um tem seu estilo próprio. O empreendedor aprende na prática, o interesse dele é constante porque faz com emoção e afeto, isto é, ele ama o que faz. Se a pessoa não gosta do que faz, estudar se torna um martírio.
Eu sempre amei estudar e vivia me perguntando como pode as pessoas em geral relacionarem estudo a algo ruim. Talvez porque não amassem o conteúdo do que estavam estudando, e se desenvolvessem seu próprio método passariam a gostar da aprendizagem.
Mary Kay para mim foi um curso. Eu iniciei para aprender, dentre outros motivos. Um método de aprender na prática. Podemos escolher fazer algo e utilizar como aprendizagem, como um curso para nós. É um método. Claro que meu método não consiste apenas em praticar, coloco em teste várias hipóteses e tenho um repertório de aprendizagem que eu criei. Isso é uma escolha. Cada um pode fazer sua escolha de aprendizagem. Mas uma coisa é certa. Sem aprendizagem estamos fadados a ficar exatamente no mesmo lugar. Estaremos sentados na mesma cadeira daqui a 10, 30 anos, sem nada ter modificado.
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