No livro "Oficina do empreendedor há um quadro com as atividades, características, competências e aprendizagens do empreendedor. Para descobrir oportunidades, a característica necessária é o faro e a intuição. As competências necessárias são pragmatismo, bom senso, capacidade de reconhecer o que é útil e dá resultados. As aprendizagens necessárias são análise setorial, conhecer as características do setor, o cliente e o concorrente líder.
Fui descobrindo que faro e intuição tem relação estreita com experiência. Quanto mais experiente, mais bom faro e intuição a pessoa terá. Por exemplo, algumas pessoas são extremamente honestas ao pagar as contas, mas como ter faro e intuição para distinguir? Fazendo observações, alguns padrões se repetem. Não estou me referindo a pessoas que pedem um prazo maior ou quando ocorre um imprevisto. Felizmente não é a maioria da população, mas sempre tem aquele que já inicia algo com a má intenção, com intenção de enganar o outro, pois o padrão dele é ganha/perde, em que ele ganha e a outra pessoa perde. De alguma forma, com experiências diversas fui desenvolvendo esse faro e intuição, quase que podia prever que alguma pessoa iria deixar de pagar e hoje sigo melhor minha intuição.
O pragmatismo é a objetividade. As oportunidades tem que ser observadas de maneira objetiva. Sem emoções. Precisamos de bom senso para não cair em conto de vigário. Muitas vezes as pessoas se sentem enganadas pois deixaram o bom senso ao ver a oportunidade. Isso ocorre muito na oportunidade do marketing de rede, as pessoas são levadas pela emoção e acham que tudo vem fácil e rápido. O pragmático vai duvidar que seja assim tão fácil e rápido. Ele terá os pés no chão para saber que leva um tempo e até nem pode acontecer. Mas sabe colher as vantagens da oportunidade, reconhecendo o que é útil e dá resultados. Sempre há algo útil na oportunidade, saber detectar é descobrir algo muito bom. O que dá resultados? Essa resposta também levará a pessoa a caminhar um caminho de boas oportunidades.
Uma ótima pergunta que encontrei em meus estudos, agora não sei precisar quem sugeriu, é: "O que fiz essa semana que terei que parar de fazer?". Outra: "O que tenho que fazer para parar com isso?" Essas perguntas ajudam a descobrir o que é inútil e não dá resultados. Fazemos muitas coisas inúteis, mas não percebemos devido ao piloto automático. "O que tenho que começar a fazer que será útil e trará resultados?" "Como consigo introduzir na minha rotina algo útil e que dá resultados?" Outras perguntas que ajudam na competência de descoberta de oportunidades. Talvez a descoberta de que podemos, se quisermos mesmo, tirar algo inútil e substituir pelo útil, seja uma das mais eficazes. Nunca é questão de falta de tempo, é falta de prioridade para o que dá resultado. Então continuamos a fazer o que não dá resultado. Um exemplo é a TV, se substituirmos 15 minutos de TV por 15 minutos de pesquisa para descobrir oportunidades, com certeza estaremos substituindo inútil por útil.
As aprendizagens sobre a área de atuação dispensam comentários. É óbvio que a oportunidade se amplia se aumentarmos esse conhecimento.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Você consegue detectar oportunidades?
Dolabela colocou mais uma característica do empreendedor: "Mantém um alto nível de consciência do ambiente em que vive, usando-a para detectar oportunidades de negócios".
Como observamos o ambiente em que vivemos? Cada um o vê de maneira diferente, pois o nível de consciência é diferente. Uns estão no piloto automático, outros estão com a atenção plena. Como ter esse alto nível de consciência? Acredito que parando. O movimento por si só não é eficaz, por isso parar e observar a si mesmo e ao ambiente é essencial. Quando planejamos, estamos parando. O trabalho mental é uma parada necessária. Quando fazemos reflexões estamos parando e colocando em ordem nossos pensamentos. Quando fazemos coaching estamos parando.
Há muitas oportunidades no nosso dia a dia. Só observar. Só estar focado. Quem tem foco consegue enxergar a oportunidade que outro deixaria passar. Acredito que os empreendedores são focados. Por isso que conseguem enxergar a oportunidade que outros não enxergam.
Quantas vezes deixamos a oportunidade passar? Quantas oportunidades já deixamos passar ao longo da vida? Por que deixamos as oportunidades passar? O que nos impede de aproveitar a oportunidade?
Como observamos o ambiente em que vivemos? Cada um o vê de maneira diferente, pois o nível de consciência é diferente. Uns estão no piloto automático, outros estão com a atenção plena. Como ter esse alto nível de consciência? Acredito que parando. O movimento por si só não é eficaz, por isso parar e observar a si mesmo e ao ambiente é essencial. Quando planejamos, estamos parando. O trabalho mental é uma parada necessária. Quando fazemos reflexões estamos parando e colocando em ordem nossos pensamentos. Quando fazemos coaching estamos parando.
Há muitas oportunidades no nosso dia a dia. Só observar. Só estar focado. Quem tem foco consegue enxergar a oportunidade que outro deixaria passar. Acredito que os empreendedores são focados. Por isso que conseguem enxergar a oportunidade que outros não enxergam.
Quantas vezes deixamos a oportunidade passar? Quantas oportunidades já deixamos passar ao longo da vida? Por que deixamos as oportunidades passar? O que nos impede de aproveitar a oportunidade?
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Você assume riscos moderados?
Dolabela ensina que o empreendedor assume riscos moderados, gosta do risco, mas faz tudo para minimizá-lo. Sem dúvida é o risco que nos faz sair do lugar. Muitas vezes os empregados reclamam dos patrões, dos donos de negócios, mas qual o risco que o empreendedor tomou? Qual o risco do empregado? Obviamente que o dono ganha mais, é proporcional ao risco que tomou.
O risco deve ser moderado e esse moderado varia de pessoa para pessoa, por isso precisamos de auto conhecimento. Um risco moderado para um grande empreendedor não é igual um risco moderado para mim. Com auto conhecimento sei exatamente qual o meu tamanho e o tamanho do risco que posso correr. Quem sabe qual o seu risco moderado? Apenas você, porque apenas você é detentor de todas as suas contas e todos os seus gastos e necessidades. Ninguém pode dar um número exato, ou o tamanho exato do risco que você pode correr.
Mas quem quer sair do lugar precisa gostar do risco. Nem que seja um pequeno risco, aprenda a apreciar a insegurança, a incerteza... quantas vezes fizemos algo que deu muito certo mas que no início não saberíamos como seria? Para toda nova etapa há um risco. Quando aprendemos a andar, corremos o risco de cair, mas insistimos e hoje é algo natural. As crianças não tem medo do risco, elas gostam do risco, por isso aprendem tanto. Chega uma hora em nossa vida que desaprendemos o amor ao risco. E deixamos de aprender e viver algo novo.
Gostar do risco é totalmente diferente de irresponsabilidade. Quando falo em risco de empreendedores, estou falando de etica, moral, legal... Obviamente que devemos avaliar e não aceitar nada que seja contra o que é correto. E mesmo que seja moral, ético, legal, precisa também ser risco minimizado. Por isso é importante cada um saber o seu tamanho. O que é risco mínimo para um, pode não ser risco mínimo para mim. Cada um deve fazer uma análise minuciosa e responsável.
O risco deve ser moderado e esse moderado varia de pessoa para pessoa, por isso precisamos de auto conhecimento. Um risco moderado para um grande empreendedor não é igual um risco moderado para mim. Com auto conhecimento sei exatamente qual o meu tamanho e o tamanho do risco que posso correr. Quem sabe qual o seu risco moderado? Apenas você, porque apenas você é detentor de todas as suas contas e todos os seus gastos e necessidades. Ninguém pode dar um número exato, ou o tamanho exato do risco que você pode correr.
Mas quem quer sair do lugar precisa gostar do risco. Nem que seja um pequeno risco, aprenda a apreciar a insegurança, a incerteza... quantas vezes fizemos algo que deu muito certo mas que no início não saberíamos como seria? Para toda nova etapa há um risco. Quando aprendemos a andar, corremos o risco de cair, mas insistimos e hoje é algo natural. As crianças não tem medo do risco, elas gostam do risco, por isso aprendem tanto. Chega uma hora em nossa vida que desaprendemos o amor ao risco. E deixamos de aprender e viver algo novo.
Gostar do risco é totalmente diferente de irresponsabilidade. Quando falo em risco de empreendedores, estou falando de etica, moral, legal... Obviamente que devemos avaliar e não aceitar nada que seja contra o que é correto. E mesmo que seja moral, ético, legal, precisa também ser risco minimizado. Por isso é importante cada um saber o seu tamanho. O que é risco mínimo para um, pode não ser risco mínimo para mim. Cada um deve fazer uma análise minuciosa e responsável.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Você já criou seu próprio método de aprendizagem?
Dolabela ensina que o empreendedor "cria seu próprio método de aprendizagem: aprende a partir do que faz; emoção e afeto são determinantes para explicar seu interesse. Aprende indefinidamente."
Não tem definição para aprender. Não tem limite para aprender. Não podemos pensar que aprenderemos até que algo ocorra. O aprendizado deve ser constante. Esse aprendizado independente de faculdade, cursos, palestras... Pode incluir tudo isso, mas não precisa ser assim.
Criar o próprio método de aprendizagem é fazer de seu jeito, não como alguém impôs. As pessoas podem sugerir maneiras de se aprender, mas isso não pode ser imposto. Cada um tem seu estilo próprio. O empreendedor aprende na prática, o interesse dele é constante porque faz com emoção e afeto, isto é, ele ama o que faz. Se a pessoa não gosta do que faz, estudar se torna um martírio.
Eu sempre amei estudar e vivia me perguntando como pode as pessoas em geral relacionarem estudo a algo ruim. Talvez porque não amassem o conteúdo do que estavam estudando, e se desenvolvessem seu próprio método passariam a gostar da aprendizagem.
Mary Kay para mim foi um curso. Eu iniciei para aprender, dentre outros motivos. Um método de aprender na prática. Podemos escolher fazer algo e utilizar como aprendizagem, como um curso para nós. É um método. Claro que meu método não consiste apenas em praticar, coloco em teste várias hipóteses e tenho um repertório de aprendizagem que eu criei. Isso é uma escolha. Cada um pode fazer sua escolha de aprendizagem. Mas uma coisa é certa. Sem aprendizagem estamos fadados a ficar exatamente no mesmo lugar. Estaremos sentados na mesma cadeira daqui a 10, 30 anos, sem nada ter modificado.
Não tem definição para aprender. Não tem limite para aprender. Não podemos pensar que aprenderemos até que algo ocorra. O aprendizado deve ser constante. Esse aprendizado independente de faculdade, cursos, palestras... Pode incluir tudo isso, mas não precisa ser assim.
Criar o próprio método de aprendizagem é fazer de seu jeito, não como alguém impôs. As pessoas podem sugerir maneiras de se aprender, mas isso não pode ser imposto. Cada um tem seu estilo próprio. O empreendedor aprende na prática, o interesse dele é constante porque faz com emoção e afeto, isto é, ele ama o que faz. Se a pessoa não gosta do que faz, estudar se torna um martírio.
Eu sempre amei estudar e vivia me perguntando como pode as pessoas em geral relacionarem estudo a algo ruim. Talvez porque não amassem o conteúdo do que estavam estudando, e se desenvolvessem seu próprio método passariam a gostar da aprendizagem.
Mary Kay para mim foi um curso. Eu iniciei para aprender, dentre outros motivos. Um método de aprender na prática. Podemos escolher fazer algo e utilizar como aprendizagem, como um curso para nós. É um método. Claro que meu método não consiste apenas em praticar, coloco em teste várias hipóteses e tenho um repertório de aprendizagem que eu criei. Isso é uma escolha. Cada um pode fazer sua escolha de aprendizagem. Mas uma coisa é certa. Sem aprendizagem estamos fadados a ficar exatamente no mesmo lugar. Estaremos sentados na mesma cadeira daqui a 10, 30 anos, sem nada ter modificado.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Você busca o conhecimento para atingir o objetivo?
Dolabela cita outra característica do empreendedor: "Define o aprender (a partir do não-definido) para realizar suas visões. É pro-ativo - define o que quer e onde quer chegar, depois busca o conhecimento que lhe permitirá atingir o objetivo."
Essa consciência do espaço entre onde estamos e onde queremos chegar é fundamental para atingir o objetivo. O primeiro passo é ter a visão, saber o que quer para então buscar o conhecimento.
Estar ciente de que não temos o queremos, porque não temos o conhecimento para estar lá nos leva a chegar a outros patamares. Tudo que não temos, é porque não sabemos.
A ponte entre o que queremos e onde estamos é o conhecimento. Preenchemos esse espaço com conhecimento. A partir do momento que sei, passo a agir com base no meu novo conhecimento. E então ando em direção ao que quero.
Não resolvemos nenhum problema com base nas condições que o criou, alguém já disse. Então temos que mudar essas condições com novos conhecimentos.
E só busca algo novo, só busca conhecer aquele que é pro-ativo, pois o passivo espera que de alguma forma a solução chegue até ele. Ele até acha que resolverá a situação nas mesmas condições onde está, sem fazer nada de diferente. Então ele nunca cria a ponte que o levará ao outro lado. Ele espera que uma ponte surja assim do nada. E assim não é o empreendedor.
Essa consciência do espaço entre onde estamos e onde queremos chegar é fundamental para atingir o objetivo. O primeiro passo é ter a visão, saber o que quer para então buscar o conhecimento.
Estar ciente de que não temos o queremos, porque não temos o conhecimento para estar lá nos leva a chegar a outros patamares. Tudo que não temos, é porque não sabemos.
A ponte entre o que queremos e onde estamos é o conhecimento. Preenchemos esse espaço com conhecimento. A partir do momento que sei, passo a agir com base no meu novo conhecimento. E então ando em direção ao que quero.
Não resolvemos nenhum problema com base nas condições que o criou, alguém já disse. Então temos que mudar essas condições com novos conhecimentos.
E só busca algo novo, só busca conhecer aquele que é pro-ativo, pois o passivo espera que de alguma forma a solução chegue até ele. Ele até acha que resolverá a situação nas mesmas condições onde está, sem fazer nada de diferente. Então ele nunca cria a ponte que o levará ao outro lado. Ele espera que uma ponte surja assim do nada. E assim não é o empreendedor.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Você traduz pensamentos em ação?
Mais uma característica do empreendedor: traduz pensamento em ação. Empreendedor age. Muitas vezes pensamos em muitas ações, fazemos planos, planejamento, mas falhamos em colocar em prática.
Muitas vezes me sinto assim. Penso, planejo, imagino, vejo, mas não coloco em prática. Deixo para amanhã e amanhã nunca chega. Outras vezes eu pratico rapidamente o que planejei. Nós variamos muito em nossas atitudes. E apenas o auto conhecimento pode nos indicar onde estamos falhando em colocar em ação.
Uma vez identificado fica mais fácil. É preciso primeiramente o reconhecimento de que estamos demorando para agir. É preciso reconhecermos que temos planos inacabados. Essa consciência nos ajudará a pensar em como faremos para agir.
Como colocar em ação? Se eu penso em fazer algo que é muito grande, motivo da minha inação, o primeiro passo é escrever como posso dividir em ações menores. Por isso o plano é importante. O plano é o todo. Depois subdividimos em partes gerenciáveis. Minhas ações deverão ficar tão pequenas que será fácil colocar o pensamento em ação. Simplesmente porque é fácil fazer algo pequeno. Não há Desculpas nem racionalização para algo pequeno.
Se planejo algo para dois anos, então divido em duas partes. Tenho as ações para o ano. Depois divido em 12 partes. Tenho ações para o mês. Depois divido em 30 partes. Tenho ação para cada dia. Depois divido de novo. Tenho ação de 15 minutos, ou 30 minutos, ou 1 hora. Foi assim que iniciei em Mary Kay. 2 horas por dia. Nada cansativo, nada impossível. Simples e fácil. Era só executar.
Atualmente tenho várias ações de 15 minutos que fazem uma grande diferença no todo. Ou seja, meu ano todo é mais produtivo. Assim, uma ação de 15 minutos pode ser a tradução daquele pensamento que tinha medo de colocar em ação, pois pensava ser grande demais para mim, difícil demais, demasiado trabalhoso... enfim 15 minutos são apenas 15 minutos, não há razão para não colocar em ação.
Muitas vezes me sinto assim. Penso, planejo, imagino, vejo, mas não coloco em prática. Deixo para amanhã e amanhã nunca chega. Outras vezes eu pratico rapidamente o que planejei. Nós variamos muito em nossas atitudes. E apenas o auto conhecimento pode nos indicar onde estamos falhando em colocar em ação.
Uma vez identificado fica mais fácil. É preciso primeiramente o reconhecimento de que estamos demorando para agir. É preciso reconhecermos que temos planos inacabados. Essa consciência nos ajudará a pensar em como faremos para agir.
Como colocar em ação? Se eu penso em fazer algo que é muito grande, motivo da minha inação, o primeiro passo é escrever como posso dividir em ações menores. Por isso o plano é importante. O plano é o todo. Depois subdividimos em partes gerenciáveis. Minhas ações deverão ficar tão pequenas que será fácil colocar o pensamento em ação. Simplesmente porque é fácil fazer algo pequeno. Não há Desculpas nem racionalização para algo pequeno.
Se planejo algo para dois anos, então divido em duas partes. Tenho as ações para o ano. Depois divido em 12 partes. Tenho ações para o mês. Depois divido em 30 partes. Tenho ação para cada dia. Depois divido de novo. Tenho ação de 15 minutos, ou 30 minutos, ou 1 hora. Foi assim que iniciei em Mary Kay. 2 horas por dia. Nada cansativo, nada impossível. Simples e fácil. Era só executar.
Atualmente tenho várias ações de 15 minutos que fazem uma grande diferença no todo. Ou seja, meu ano todo é mais produtivo. Assim, uma ação de 15 minutos pode ser a tradução daquele pensamento que tinha medo de colocar em ação, pois pensava ser grande demais para mim, difícil demais, demasiado trabalhoso... enfim 15 minutos são apenas 15 minutos, não há razão para não colocar em ação.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Você define visões?
Dolabela mostra a característica de cultivar a imaginação e definir visões. Como cultivar a imaginação? Creio que quanto mais diversificado nosso conhecimento, mais imaginação conseguimos ter. Por isso, gosto de pesquisar diferentes areas e fazer o máximo de diferentes atividades. Assim, nossa imaginação pode ir longe. Quando nos prendemos a apenas uma atividade, nossa imaginação se estreita. Quanto mais criativos nos tornamos, mais opções temos ao resolver qualquer problema, pois conseguimos ver de forma mais abrangente.
Com imaginação nossas possibilidades se abrem. Uma pessoa sem imaginação consegue ver apenas uma opção para ela. Outra, com imaginação, consegue ver várias opções, ela não acha que tem apenas uma alternativa. Ela consegue ver um leque de opções e é capaz de exercer a opção de escolha. Com imaginação não somos escolhidos pelas circunstâncias da vida, sabemos que escolhemos dentre muitas opções.
Como definir visões? Eu gosto muito da idéia de imaginar um dia perfeito. Pense num dia perfeito, o que faríamos ao acordar? Ao longo do dia? O que faríamos a noite? Com essa visão, podemos nos posicionar para ter idéia do ponto em que estamos e do ponto que queremos chegar. O mesmo pode ser feito com a visão do empreendimento perfeito. Assim, podemos sempre ter a visão do que queremos e conseguimos enxergar o agora com o desejado.
Quem tem visão sabe onde quer chegar. É totalmente diferente de quem acha que não tem escolhas na vida. Ele sabe qual a sua escolha e pode imaginar o meio de chegar lá.
Com imaginação nossas possibilidades se abrem. Uma pessoa sem imaginação consegue ver apenas uma opção para ela. Outra, com imaginação, consegue ver várias opções, ela não acha que tem apenas uma alternativa. Ela consegue ver um leque de opções e é capaz de exercer a opção de escolha. Com imaginação não somos escolhidos pelas circunstâncias da vida, sabemos que escolhemos dentre muitas opções.
Como definir visões? Eu gosto muito da idéia de imaginar um dia perfeito. Pense num dia perfeito, o que faríamos ao acordar? Ao longo do dia? O que faríamos a noite? Com essa visão, podemos nos posicionar para ter idéia do ponto em que estamos e do ponto que queremos chegar. O mesmo pode ser feito com a visão do empreendimento perfeito. Assim, podemos sempre ter a visão do que queremos e conseguimos enxergar o agora com o desejado.
Quem tem visão sabe onde quer chegar. É totalmente diferente de quem acha que não tem escolhas na vida. Ele sabe qual a sua escolha e pode imaginar o meio de chegar lá.
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