"Somente por hoje, exercitarei minha alma de três maneiras: prestarei um bom serviço a alguém sem que ninguém saiba. Farei, pelo menos duas coisas que não deseje fazer, como William James sugere, apenas como exercício."
Carnegie ensinou a evitar preocupação cuidando da mente, ele pede para cuidar da alma, também. O ser humano é um todo. As preocupações podem vir de vários fatores e podemos combatê-las com várias medidas. Tanto mais combatemos, melhor.
Temos diversas formas de prestar um bom serviço. Que tal aderir a uma causa? Dos necessitados e sem voz, pessoas sem moradia, sem as refeições diárias, sem condições de ao menos estarem empregadas porque ninguém dá oportunidade a alguém faminto, sem boa aparência, sem condições de ao menos pegar uma condução para entregar um currículo. Dos animais. Dos assediados moralmente. Dos que sofreram lesão ao consumidor. Há várias formas de ajudar, se não é possível financeiramente, é possível de outras formas, como disseminando conhecimento, dando incentivo, levando pessoas a ação.
Gosto de ajudar minhas parceiras. É uma maneira de cuidar da minha própria alma. Não podemos pensar que só precisamos de retorno. A relação sempre é ganha/ganha quando sabemos encontrar o precioso tesouro que é ter satisfação em ajudar.
Quanto fazer o que não queremos, essa é sensacional. É uma das melhores. Isso é o que realmente nos leva a sair da zona de conforto. Por exemplo, gosto de vendas, é um hobby, uma distração, uma forma de forçar minha mente. E o que dizer que está também fortalecendo o espírito? Isso ocorre quando tenho que fazer algumas atividades que não gosto. Sempre terá. Faz parte do conjunto todo. Não gosto de fazer cobranças, mas faz parte. Quem não pode comprar, simplesmente deve se controlar. Então a cobrança faz parte do meu hobby. O mesmo ocorre com quem goste de cozinhar, talvez não goste de lavar as louças, mas faz parte. Ou talvez não goste de lavar e picar os ingredientes. Sempre tem algo, mas é sempre bom para nossa alma contrariar nossas tendências carnais. Esse era o paradoxo de Paulo. Mas a medida que treinamos, melhor ficamos em depurar nossa alma.
Estou odiando ter que cobrar a Polishop, mas vou fazê-lo até receber minha encomenda ou o dinheiro de volta. Faz parte de não ser capacho, idiota. Todo cidadão consciente deve exigir seu direito. Não tenho culpa que extraviaram, agora alguém tem que assumir a responsabilidade, não adianta o jogo de empurra. A luta continua, pois eles assumiram uma postura horrível. Continuam mandando emails que entregaram. Supostamente entregaram no dia 8 e no dia 12, mais recentes desse mês, fora todos os emails anteriores com supostas outras entregas em outras datas. Não entendi até agora a finalidade disso. Se entregassem, teriam um comprovante de entrega, não precisariam ficar inventando entregas em um monte de datas diferentes do mesmo produto. Eles firmariam num dia só e teriam o comprovante. Simples assim. Pensam que cliente não pensa. Chocada. Tenho que sair da minha zona de conforto para persistir, mas vou fazê-lo, será um belo exercício. E que exercício!!! Sairei dessa mais forte, bem informada e mais auto confiante, como acontece quando eu exercito a persistência.
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