Gostei muito desse livro. Ele trata de uma história de um homem muito rico e caridoso que tinha herdado pergaminhos que indicavam a maneira de fazer negócios. Quando estava para morrer, tinha que escolher outra pessoa para deixar os pergaminhos. Desde então os pergaminhos não precisavam mais ser mantidos em segredo, eles poderiam ser divulgados para ajudar outros vendedores. A pessoa escolhida provou ser uma boa pessoa, que colocava a caridade acima dos ganhos financeiros.
São dez pergaminhos que vão indicando hábitos, atitudes e maneiras de pensar. Acredito que são úteis para todas as pessoas, não apenas vendedores, pois contém ensinamentos gerais para a vida. Ele ensina um hábito bem interessante que é ler cada pergaminho por um mês seguido de manhã, depois do almoço e à noite. Esse hábito ajuda no compromisso. Não é fácil se comprometer a tal hábito. Eu que me considero bem disciplinada não consegui ler três vezes ao dia todos os dias, mas pelo menos lia todos os dias. Terminei os dez meses e gostei tanto que recomecei o ciclo, voltei ao primeiro pergaminho. Vale muito a leitura completa do livro.
No pergaminho número um há várias lições. A primeira já começa na primeira linha: "Hoje começo uma nova vida". Tudo que nos dedicamos a fazer é uma nova vida. Ele coloca que a pele velha sofreu o fracasso e a mediocridade. Essa nova vida inclui deixar para trás o fracasso e também o desempenho médio. Muitas vezes estamos felizes com um desempenho médio. Mas será que a nossa nova vida não tem mais para nós?
Ele fala sobre uma vinha onde há frutas para todos nessa nova vida. Muitas pessoas tem a mentalidade perde/ganha. Quando um ganha necessariamente o outro tem que perder, então perdem muito, porque há frutas para todos. O padrão mental ensinado é ganha/ganha. Nessa nova vida todos ganham.
De fato é assim que vejo o processo de vendas. Engana - se quem pensa que tem que ganhar sobre o cliente, ser esperto. Hoje mesmo ocorreu isso comigo, quiseram ser espertos. Vou fazer o que querem, mas nunca mais me terão como clientes. Jamais usarei os serviços daquele local porque deram uma de espertos, tampouco indicarei. O verdadeiro processo de venda é quando você indica um excelente produto. Quando a pessoa ganha como consumidor, sai feliz. Aí acontece a fidelização. Porque todos ganham. Não é preciso um ganha/perde. Muitas pessoas tem esse padrão mental e coitadas, o que roubam com um cliente aqui, amanhã perdem ali, seja com uma doença, com um desastre, sei lá.
O importante é o cliente sair ganhando e isso não significa pagar barato. Tanto a Mary Kay como a Polishop têm produtos de qualidade e que não são baratos, mas a qualidade é sensacional, há realmente o custo benefício. Você sabe que não comprou algo para encostar em seguida. Ou para perder em seguida pois deixou de funcionar ou não funciona adequadamente.
Ganha/ganha nessa nova vida é uma das primeiras lições lindas desse livro.
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