Os sintomas, de acordo com o autor, são: "Perda de vista das metas. Erro é repetido. Feedback é ignorado ou negado. Mesma rotina -crises idênticas às anteriores. Falta de disposição para mudar a maneira de fazer as coisas. Não se pergunta: 'O que temos aprendido com base em nossa experiência?'". A cura é: "Melhore os objetivos com base no aprendizado pela experiência. Estabeleça pontos de controle e reavalie periodicamente. Documente ao fim de um projeto, plano, benchmark e cursos as novidades. Pergunte-se: 'O que aprendemos?' Seja flexível diante dos imprevistos. Um novo negócio é cheio de surpresas. Concentre-se na produção de resultados, e não nos relatórios."
Finalmente, terminando as reflexões sobre o livro Oficina do Empreendedor, de Fernando Dolabela, há a cura para aprendermos com a experiência. Muitas vezes achamos que o imprevisto é ruim e queremos parar tudo. Pelo contrário, podemos mudar o modo de ver, quando acontece um imprevisto há uma experiência, um aprendizado. Ele não é sinônimo de fracasso. É apenas mais uma OPORTUNIDADE de aprender e avançar.
A primeira pílula dada pelo autor é melhorar o objetivo. Aconteceu algo? Então vamos mudar o objetivo. Quando fui assediada, aprendi muito. Hoje processo muito melhor porque não fugi da situação, encarei-a de frente, tentando compreendê-la. Hoje tenho objetivos diferentes do daquele tempo e agradeço muito por isso, foi uma ótima decisão mudar meus objetivos. Eu consegui reavaliar a situação é dimensionar se um modo diferente. Nunca mais me sacrifiquei ou dei demais.
Documemtei. Escrevi muito acerca daquela fase. Talvez meus pensamentos estivessem meio confusos e não escolhi os melhores pensamentos, mas isso foi ótimo para eu aprender a selecionar melhor. Cresci muito. Pesquisei e entendi muito. Expus minha fragilidade e está bem, não tenho que ser perfeita, apenas tenho que evoluir.
O que mais aprendi é que não posso esperar de ninguém, só tenho controle sobre minhas próprias reações aos acontecimentos e que por mais que fosse assediada, eu teria mais escolhas. A assediadora só mudaria se quisesse, só teria consciência da conduta se quisesse e ela não queria, pois no ponto de vista dela, deveria ser adorada e revenciada por ser amiga íntima do chefe, portanto todos deveriam fazer as vontades dela, mesmo que sejam contrárias ao bom senso e não tivessem relação com o trabalho e sim com assédio a outros que não a adoraram. Eu não assediei quem ela quis e houve represália. A assediadora queria um cargo e achava que o fato de eu estudar e ela não, a atrapalhava. Ela não pode ver diferente, no ponto de vista dela, viajar com o chefe era suficiente para conseguir um cargo. E não foi, por ser tratar de coisa pública. Aprendi que o ponto de vista dela é inflexível. Aprendi muito sobre me defender e falar o que é preciso. Não fui tão mal assim, embora tenha sido muito otimista em relação ao mundinho onde o chefe reinava. Fora daquele mundo, o bom senso reinou. Naquele mundo, todos sabiam que ela era amiga íntima dele e deixaram acontecer do jeito dela. Aprendi que muitos vão fazer vista grossa, que o certo não é certo e e errado não é errado quando se trata de amiga íntima do chefe.
Aprendi também que há muitas surpresas. E que a surpreendi quando me defendi. Ela achou que não teria coragem de me manifestar e a deixaria reinar sem falar nada. Aprendi que vale a pena se defender e exigir que nossos direitos sejam respeitadas. Aprendi que vale a pena exigir respeito. Ela me chamou de louca e eu pedi o exame com um psiquiatra. Bem objetiva, não deixei reinar a falácia. Ela não tem validade como psiquiatra. Ser amiga íntima do chefe não a valida como médica. E isso incentivou-me a a aprender sobre comportamento humano e mente, pois nunca vi uma mente como a dela antes. Surpreendi-a quando constataram que a solicitação dela era totalmente descabida e arquivaram o requerimento dela.
Qual o resultado que eu queria? Não compartilhar de um ambiente daqueles. E hoje tenho um ambiente saudável, com pessoas normais. Onde ninguém é amiga íntima do chefe e acha que por isso pode ser até médica. Outra coisa que aprendi é que quando vejo alguém com características semelhantes a dela, afasto-me completamente, pois agora sei do que certas pessoas são capazes. Eu realmente acreditava que ela não iria tão longe. Fui muito inocente e talvez faltou-me precaução. Hoje sou muito mais esperta. Embora nem tanto, mas estou aprendendo.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Qual a cura para a incapacidade de revisar metas e objetivos?
Dolabela mostra os sintomas: "O plano nunca muda, falta flexibilidade ou teimosia diante de mudanças apontadas por feedback. Não procura ajuda quando necessário. Tempo perdido em tarefas improdutivas. As atividades não atendem às metas prioritárias." E fornece a cura: "Faça uma revisão periódica das metas, em conjunto. Mude o enfoque ou a ênfase apropriadamente. Crie um clima tolerante às más notícias e incite críticas construtivas e feedback."
Não há problema algum em mudar, pelo contrário, só conseguimos resultados diferentes com mudanças. A mudança é muito boa, não é atemorizante, não é um terror. Agora que estou estudando sobre cérebro, há um motivo a mais para mudança. Ela desperta o cérebro, possibilita mais conexões neurais e ajuda na fabricação dos nutrientes do cérebro.
Como seres humanos que somos, temos a tendência a fugir de tudo que não é nossa rotina. Temos que nos conscientizar que isso nos empaca. Ficamos presos a uma situação e não testamos novos métodos ou novas maneiras de fazer algo. Sair da zona de conforto é aumentar nosso mundo. O nosso mundo é aquilo que somos capazes de enxergar e há infinitas possibilidades que ainda não vimos.
Assim, devemos mudar nossas metas e objetivos se nossa revisão nos mostrar isso. Às vezes a mudança pode ser pequena, apenas numa submeta, em como estamos fazendo algo. Devemos saber que quanto maior nosso poder de escolha, melhor. Então podemos escolher fazer um pouco diferente o que iniciamos.
Se nosso caminho traçado não nos levou ao objetivo, existem vários diferentes caminhos, ou outros meios de transporte. Por vezes, a pessoa está tentando sair do Brasil e chegar ao Japão de bicicleta, usando uma comparação com o nosso ponto A e ponto B e o meio de chegar lá. Não vai funcionar, e tenho que saber que devo tentar outra maneira. Talvez seja uma má notícia saber que a bicicleta não vai rolar, já que usei parte do meu tempo andando de bicicleta, mas tenho que ser tolerante com isso e enxergar o progresso. Saí do lugar, tomei uma atitude e descobri que esse não era o meio. Portanto, estou a frente de quem sequer pegou a bicicleta.
Precisamos sempre do outro, precisamos das críticas construtivas e feedback. O que na nossa cabeça está bom, nem sempre é o melhor caminho para chegar no nosso objetivo, que é o ponto B. Quem é teimoso vai insistir em chegar ao Japão de bicicleta, quem é flexível sabe que tem que revisar. E essa consciência já é um grande passo. Precisamos saber ouvir mais, sem preconceito, sem achar que isso nos diminui. A vida é uma grande professora. Que possamos estar atentos e flexíveis. Pois só vamos chegar onde queremos se aprendermos a revisar o plano.
Não há problema algum em mudar, pelo contrário, só conseguimos resultados diferentes com mudanças. A mudança é muito boa, não é atemorizante, não é um terror. Agora que estou estudando sobre cérebro, há um motivo a mais para mudança. Ela desperta o cérebro, possibilita mais conexões neurais e ajuda na fabricação dos nutrientes do cérebro.
Como seres humanos que somos, temos a tendência a fugir de tudo que não é nossa rotina. Temos que nos conscientizar que isso nos empaca. Ficamos presos a uma situação e não testamos novos métodos ou novas maneiras de fazer algo. Sair da zona de conforto é aumentar nosso mundo. O nosso mundo é aquilo que somos capazes de enxergar e há infinitas possibilidades que ainda não vimos.
Assim, devemos mudar nossas metas e objetivos se nossa revisão nos mostrar isso. Às vezes a mudança pode ser pequena, apenas numa submeta, em como estamos fazendo algo. Devemos saber que quanto maior nosso poder de escolha, melhor. Então podemos escolher fazer um pouco diferente o que iniciamos.
Se nosso caminho traçado não nos levou ao objetivo, existem vários diferentes caminhos, ou outros meios de transporte. Por vezes, a pessoa está tentando sair do Brasil e chegar ao Japão de bicicleta, usando uma comparação com o nosso ponto A e ponto B e o meio de chegar lá. Não vai funcionar, e tenho que saber que devo tentar outra maneira. Talvez seja uma má notícia saber que a bicicleta não vai rolar, já que usei parte do meu tempo andando de bicicleta, mas tenho que ser tolerante com isso e enxergar o progresso. Saí do lugar, tomei uma atitude e descobri que esse não era o meio. Portanto, estou a frente de quem sequer pegou a bicicleta.
Precisamos sempre do outro, precisamos das críticas construtivas e feedback. O que na nossa cabeça está bom, nem sempre é o melhor caminho para chegar no nosso objetivo, que é o ponto B. Quem é teimoso vai insistir em chegar ao Japão de bicicleta, quem é flexível sabe que tem que revisar. E essa consciência já é um grande passo. Precisamos saber ouvir mais, sem preconceito, sem achar que isso nos diminui. A vida é uma grande professora. Que possamos estar atentos e flexíveis. Pois só vamos chegar onde queremos se aprendermos a revisar o plano.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Qual a cura para falta de compromisso?
Dolabela mostra os sintomas: "'Eu disse que não iria dar certo - não era meu plano'. Adiamentos. Foco nas rotinas diárias. Incapacidade de atingir as metas e cumprir prazos. Não comparecimento a reuniões e compromissos". Também mostra a cura: "Negocie e trabalhe sempre em conjunto: metas, avaliações e informações, dados e compromissos. Reúna-se periodicamente e analise o andamento. Encoraje discussões informais com a equipe, para testar e renovar o comprometimento. Mantenha a equipe informada sobre os resultados obtidos. Reconheça e recompense o desempenho de alto nível."
Nem sempre a falta de compromisso do outro é como o nosso. Outras vezes, estamos insatisfeitos com o nosso próprio compromisso. Sabemos que poderíamos ser mais comprometidos com nossa meta.
Em uma empresa, onde diferentes pessoas estão trabalhando juntas, pode haver uma insatisfação com o outro. Dolabela ensina a negociar e trabalhar em conjunto. Aquilo que é imposto não se torna um compromisso para o outro. É importante se reunir e discutir. É importante que a pessoa se sinta comprometida com o resultado. No contexto da empresa, também é importante recompensar o alto nível.
E quando não se trata de outros? E se quisermos ter um compromisso conosco mesmos e com nossas metas? Então temos que nos entender como compostos de várias partes. Há uma parte nossa que quer se comprometer, outra que tem a doença da falta de compromisso. Podemos fazer o mesmo. Integrar nossas partes. Negociar com nossas partes as metas e integrá-las. Uma parte quer descansar, outra tem sede de fazer. Então qual é o equilíbrio, qual o meio termo para todas as partes estarem bem satisfeitas? Devemos reunir periodicamente com nossas partes para ver o andamento. O que nós conseguimos até então? O que aprendemos? O que podemos modificar para fazer mais com menos? Com o que podemos nos comprometer? Reconheça e compense-se por um alto nível. Como você pode se mimar pelo que conseguiu de comprometimento?
Quando trabalho com Mary Kay e Polishop trabalho partes. Há uma parte de mim que quer mais tempo de qualidade. Há outra parte que quer aprender com o negócio. Como eu integro as partes? Reservando apenas pouco tempo por dia. Eu consigo me comprometer com esse pouco tempo. Comecei com duas horas, teve uma parte de mim que achou demais. Depois diminuí para uma hora. Agora faço menos que uma hora por dia. As partes estão todas satisfeitas com o compromisso assumido. Claro que depende do objetivo. E deve haver um compromisso maior se o objetivo for diferente de aprender com o negócio, se for diferente de um hobby. O que importa é essa negociação onde todas as partes estão satisfeitas.
Nem sempre a falta de compromisso do outro é como o nosso. Outras vezes, estamos insatisfeitos com o nosso próprio compromisso. Sabemos que poderíamos ser mais comprometidos com nossa meta.
Em uma empresa, onde diferentes pessoas estão trabalhando juntas, pode haver uma insatisfação com o outro. Dolabela ensina a negociar e trabalhar em conjunto. Aquilo que é imposto não se torna um compromisso para o outro. É importante se reunir e discutir. É importante que a pessoa se sinta comprometida com o resultado. No contexto da empresa, também é importante recompensar o alto nível.
E quando não se trata de outros? E se quisermos ter um compromisso conosco mesmos e com nossas metas? Então temos que nos entender como compostos de várias partes. Há uma parte nossa que quer se comprometer, outra que tem a doença da falta de compromisso. Podemos fazer o mesmo. Integrar nossas partes. Negociar com nossas partes as metas e integrá-las. Uma parte quer descansar, outra tem sede de fazer. Então qual é o equilíbrio, qual o meio termo para todas as partes estarem bem satisfeitas? Devemos reunir periodicamente com nossas partes para ver o andamento. O que nós conseguimos até então? O que aprendemos? O que podemos modificar para fazer mais com menos? Com o que podemos nos comprometer? Reconheça e compense-se por um alto nível. Como você pode se mimar pelo que conseguiu de comprometimento?
Quando trabalho com Mary Kay e Polishop trabalho partes. Há uma parte de mim que quer mais tempo de qualidade. Há outra parte que quer aprender com o negócio. Como eu integro as partes? Reservando apenas pouco tempo por dia. Eu consigo me comprometer com esse pouco tempo. Comecei com duas horas, teve uma parte de mim que achou demais. Depois diminuí para uma hora. Agora faço menos que uma hora por dia. As partes estão todas satisfeitas com o compromisso assumido. Claro que depende do objetivo. E deve haver um compromisso maior se o objetivo for diferente de aprender com o negócio, se for diferente de um hobby. O que importa é essa negociação onde todas as partes estão satisfeitas.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Como curar a falta de controle?
Dolabela ensina que precisamos de pontos de controle, de indicadores e de acompanhamento da evolução do negócio. Os sintomas que não estamos fazendo isso são: "Dizer que isso pode esperar. Dizer que controla isso de cabeça. Dizer que saberá como está indo quando chegar lá - que está tocando de ouvido. Não sabe realmente como está indo. Orientação para o curto prazo. Nenhuma revisão recente do plano." Ele mostra a cura: "Estabeleça indicadores e datas de avaliação da evolução do negocio. Reveja-as quanto necessário. Pergunte-se cada dia: 'o que aprendi que poderá me ajudar a progredir mais rapidamente?'"
Novamente vou sair do contexto de empresas, porque o empreendedorismo pode ser usado para qualquer área de nossa vida. Precisamos empreender nossa vida, tratá-la como algo em constante melhoria.
Vamos utilizar como exemplo nossa independência financeira. O ideal seria que todos fossem independentes financeiramente, que ninguém passasse por sufoco econômico. Que trabalhassemos porque amamos o que fazemos, não como algo ruim que só garante nosso sustento. Trabalho tinha que ser sinônimo de realização pessoal.
Uma planilha de gastos é uma mostra se a pessoa está doente financeiramente. Se ela está esperando para começar a preencher a planilha, se está controlando os gastos de cabeça, se nem sabe o quanto ganha e o quanto gasta, se não tem paciência para o longo prazo, se não faz revisão dos gastos e do que recebe, então então tem os sintomas de problemas financeiros.
Para se curar, é preciso ter indicadores. A planilha é um bom indicador. Ela vai nos ajudar a entender nossos gastos e ganhos e a evolução deles. O segundo remédio é rever tanto os gastos como as entradas. Como podemos diminuir os gastos? Como podemos aumentar nossos ganhos? E o que aprendemos com tudo isso? O que temos que aprender acerca de diminuir gastos e aumentar os rendimentos? Como podemos nos planejar para o longo prazo? O que tenho que aprender sobre rendimento a longo prazo?
Novamente vou sair do contexto de empresas, porque o empreendedorismo pode ser usado para qualquer área de nossa vida. Precisamos empreender nossa vida, tratá-la como algo em constante melhoria.
Vamos utilizar como exemplo nossa independência financeira. O ideal seria que todos fossem independentes financeiramente, que ninguém passasse por sufoco econômico. Que trabalhassemos porque amamos o que fazemos, não como algo ruim que só garante nosso sustento. Trabalho tinha que ser sinônimo de realização pessoal.
Uma planilha de gastos é uma mostra se a pessoa está doente financeiramente. Se ela está esperando para começar a preencher a planilha, se está controlando os gastos de cabeça, se nem sabe o quanto ganha e o quanto gasta, se não tem paciência para o longo prazo, se não faz revisão dos gastos e do que recebe, então então tem os sintomas de problemas financeiros.
Para se curar, é preciso ter indicadores. A planilha é um bom indicador. Ela vai nos ajudar a entender nossos gastos e ganhos e a evolução deles. O segundo remédio é rever tanto os gastos como as entradas. Como podemos diminuir os gastos? Como podemos aumentar nossos ganhos? E o que aprendemos com tudo isso? O que temos que aprender acerca de diminuir gastos e aumentar os rendimentos? Como podemos nos planejar para o longo prazo? O que tenho que aprender sobre rendimento a longo prazo?
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Como curar a incapacidade de antever obstáculos?
Dolabela mostra os sintomas: "Otimismo excessivo. Falta de estratégias alternativas. Conflitos não identificados. 'Não se preocupe, eu pensei sobre isso'. Fracasso no cumprimento de prazos. Não procura apoio quando precisa. Crises prevalecem". Ele também mostra a cura: "Seja flexível no planejamento e na antecipação de obstáculos e na forma de superá-los. Enfrente os obstáculos não previstos com confiança, eles sempre existirão. Peça a alguém para fazer brainstorming com você. O que pode dar errado e ser um obstáculo? O realismo é a chave."
Tudo na vida tem altos e baixos. Querer apenas estar nos "altos" da vida é uma fórmula para ser frustrado. Algo que deve estar bem claro para quem busca uma meta é que haverá obstáculos. E é precaução antever esses obstáculos. Antever não para desistir, mas para estar preparado caso surjam.
A primeira dica de Dolabela é a flexibilidade. Por que nos prender rigidamente a um plano? Se algo saiu de forma inesperada, precisamos pensar em diferentes formas de colocar tudo no trilho de novo. Há sempre um caminho, talvez não o mais óbvio. A fé dos amigos do paralítico que foi curado por Jesus mostra essa flexibilidade. Não era possível acessar Jesus pelo meio convencional, havia uma multidão. Eles poderiam desistir, mas usaram a cabeça. Se não podia ir pelo jeito convencional, então foram pelo teto. Trouxeram o paralítico até Jesus por cima. Quantos de nós pensaríamos numa solução dessas? Será que eles pensaram anteriormente acerca desse obstáculo que era a multidão? Onde encontraram uma escada, ferramentas para tirar a telha, para içar e baixar o paralítico? Foi preciso flexibilidade para essa solução.
Os amigos do paralítico tinham fé, confiança? Claro que sim, porque se fossem pessimistas teriam se lamentado de fazer viagem perdida. Lembre-se que naquela época era a pé ou no lombo de um animal. Ou poderiam ter pensado que não valeria a pena ir pelo teto, que aconteceria um acidente, que mesmo que conseguissem, Jesus poderia não atendê-los. Mas não. Mostraram muita fé e confiança.
Dolabela aconselha a pedir ajuda de alguém. O paralítico sozinho teria conseguido? Obviamente que não. Nem pela maneira óbvia por causa da multidão, muito menos pelo teto. Estar cercado de pessoas de confiança nos ajuda muito. Eles podem nos ajudar a enxergar o obstáculo para que possamos ter um bom plano B. Ou um plano de prevenção. O plano B deles foi ir pelo teto. E nós? Costumamos ter planos B? Costumamos ter precaução? Sabemos que haverá obstáculos ou somos otimistas?
A diferença dos amigos do paralítico é um otimismo real. Eles não disseram que não haveria multidão. Eles consideraram a multidão e foram otimistas em achar a solução apesar do obstáculo. Os grandes como eles conseguem APESAR DE. Temos que pegá-los como exemplos. Saber que existem obstáculos e fazer APESAR DE. Ir em frente APESAR DE.
Tudo na vida tem altos e baixos. Querer apenas estar nos "altos" da vida é uma fórmula para ser frustrado. Algo que deve estar bem claro para quem busca uma meta é que haverá obstáculos. E é precaução antever esses obstáculos. Antever não para desistir, mas para estar preparado caso surjam.
A primeira dica de Dolabela é a flexibilidade. Por que nos prender rigidamente a um plano? Se algo saiu de forma inesperada, precisamos pensar em diferentes formas de colocar tudo no trilho de novo. Há sempre um caminho, talvez não o mais óbvio. A fé dos amigos do paralítico que foi curado por Jesus mostra essa flexibilidade. Não era possível acessar Jesus pelo meio convencional, havia uma multidão. Eles poderiam desistir, mas usaram a cabeça. Se não podia ir pelo jeito convencional, então foram pelo teto. Trouxeram o paralítico até Jesus por cima. Quantos de nós pensaríamos numa solução dessas? Será que eles pensaram anteriormente acerca desse obstáculo que era a multidão? Onde encontraram uma escada, ferramentas para tirar a telha, para içar e baixar o paralítico? Foi preciso flexibilidade para essa solução.
Os amigos do paralítico tinham fé, confiança? Claro que sim, porque se fossem pessimistas teriam se lamentado de fazer viagem perdida. Lembre-se que naquela época era a pé ou no lombo de um animal. Ou poderiam ter pensado que não valeria a pena ir pelo teto, que aconteceria um acidente, que mesmo que conseguissem, Jesus poderia não atendê-los. Mas não. Mostraram muita fé e confiança.
Dolabela aconselha a pedir ajuda de alguém. O paralítico sozinho teria conseguido? Obviamente que não. Nem pela maneira óbvia por causa da multidão, muito menos pelo teto. Estar cercado de pessoas de confiança nos ajuda muito. Eles podem nos ajudar a enxergar o obstáculo para que possamos ter um bom plano B. Ou um plano de prevenção. O plano B deles foi ir pelo teto. E nós? Costumamos ter planos B? Costumamos ter precaução? Sabemos que haverá obstáculos ou somos otimistas?
A diferença dos amigos do paralítico é um otimismo real. Eles não disseram que não haveria multidão. Eles consideraram a multidão e foram otimistas em achar a solução apesar do obstáculo. Os grandes como eles conseguem APESAR DE. Temos que pegá-los como exemplos. Saber que existem obstáculos e fazer APESAR DE. Ir em frente APESAR DE.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Qual a cura para uma meta irreal?
Dolabela apresenta em seu livro um quadro com doenças, sintomas e curas. Se a doença é meta irreal, os sintomas são os descritos a seguir: "Metas vagas, gerais. Não são específicas, mensuráveis ou vinculadas a prazos. Falta de submetas e passos para a ação. Orientada para a atividade, não para resultados." Para obter a cura para metas irreais, devemos: "Estabelecer metas específicas, com prazos, submetas e passos para a ação. Não perca de vista o objetivo final. Seja oportunista ao perseguir as metas."
Muitas vezes a frustração ocorre por buscarmos metas irreais, no entanto quando pensamos em termos específicos e com prazos, somos obrigados a sermos mais realistas.
Saindo novamente do contexto do empreendedorismo, podemos usar como exemplo passar num concurso público. É uma meta irreal se pararmos aí. Temos que delimitar mais. Qual o concurso? Até quando? Sabendo que não é fácil, pois é muito disputado, a pessoa não pode simplesmente dizer que quer passar em um ano. Sendo realista, ela fará uma programação de três anos ou mais. Saberá também que não passará no primeiro concurso que tentará. Quase todos os concursados não passaram no primeiro e persistiram. Se a pessoa quiser ser diferente dessa maioria, está com uma meta irreal.
Passar num concurso público deve ter submetas como estudar. Ninguém passou sem estudar. Se a pessoa quer passar sem observar que todos os concursados estudaram, e muito, ela também está com uma meta irreal. Então deve ter como submeta estudar tudo o que deve saber para o concurso em específico que escolheu. Deve buscar editais anteriores, provas anteriores para ter uma idéia do que tem pela frente e quais as ações necessárias.
Por exemplo, vai estudar direito administrativo. Então deve observar cada item a ser estudado, são os passos que serão dados. E deve ter prazo para dada um. E assim sucessivamente para cada item e cada matéria.
Não deve perder de vista o objetivo final, portanto deve acompanhar os concursos e efetivamente prestar esses concursos para avaliar. Fazer as provas anteriores para se testar e poder medir o desempenho.
Ser oportunista não está no sentido pejorativo ou ruim. Nesse contexto é usar as oportunidades, não deixar passar. Não veja a dificuldade, veja a oportunidade. O problema é que estamos condicionados a ver dificuldades, não oportunidades. Precisamos mudar esse padrão mental. Muitas vezes a pessoa desiste só de ver o edital, portanto vê a dificuldade, não a oportunidade de ser um funcionário público. Muitas vezes a pessoa desiste só porque não passou no primeiro concurso que prestou, só vê a dificuldade, não a oportunidade de ter aprendido com esse concurso e poder ter uma medida de quanto ainda precisa melhorar. Muitas vezes a pessoa desiste só de ver o quanto é concorrido, não a oportunidade de mostrar a si mesmo que você pode ser tão bom quanto qualquer um dos concorrentes.
Muitas vezes a frustração ocorre por buscarmos metas irreais, no entanto quando pensamos em termos específicos e com prazos, somos obrigados a sermos mais realistas.
Saindo novamente do contexto do empreendedorismo, podemos usar como exemplo passar num concurso público. É uma meta irreal se pararmos aí. Temos que delimitar mais. Qual o concurso? Até quando? Sabendo que não é fácil, pois é muito disputado, a pessoa não pode simplesmente dizer que quer passar em um ano. Sendo realista, ela fará uma programação de três anos ou mais. Saberá também que não passará no primeiro concurso que tentará. Quase todos os concursados não passaram no primeiro e persistiram. Se a pessoa quiser ser diferente dessa maioria, está com uma meta irreal.
Passar num concurso público deve ter submetas como estudar. Ninguém passou sem estudar. Se a pessoa quer passar sem observar que todos os concursados estudaram, e muito, ela também está com uma meta irreal. Então deve ter como submeta estudar tudo o que deve saber para o concurso em específico que escolheu. Deve buscar editais anteriores, provas anteriores para ter uma idéia do que tem pela frente e quais as ações necessárias.
Por exemplo, vai estudar direito administrativo. Então deve observar cada item a ser estudado, são os passos que serão dados. E deve ter prazo para dada um. E assim sucessivamente para cada item e cada matéria.
Não deve perder de vista o objetivo final, portanto deve acompanhar os concursos e efetivamente prestar esses concursos para avaliar. Fazer as provas anteriores para se testar e poder medir o desempenho.
Ser oportunista não está no sentido pejorativo ou ruim. Nesse contexto é usar as oportunidades, não deixar passar. Não veja a dificuldade, veja a oportunidade. O problema é que estamos condicionados a ver dificuldades, não oportunidades. Precisamos mudar esse padrão mental. Muitas vezes a pessoa desiste só de ver o edital, portanto vê a dificuldade, não a oportunidade de ser um funcionário público. Muitas vezes a pessoa desiste só porque não passou no primeiro concurso que prestou, só vê a dificuldade, não a oportunidade de ter aprendido com esse concurso e poder ter uma medida de quanto ainda precisa melhorar. Muitas vezes a pessoa desiste só de ver o quanto é concorrido, não a oportunidade de mostrar a si mesmo que você pode ser tão bom quanto qualquer um dos concorrentes.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
O que fazer depois de listar listar a meta?
Dolabela aconselha a listar as metas reais e atuais e as metas que gostaríamos de realizar na vida em 6 minutos. Depois, devemos classificar em ordem de prioridade. Em seguida, concentrar nas três primeiras metas e fazer uma lista de problemas, obstáculos, inconsistências que vamos encontrar. Devemos também explicar como eliminaremos esses problemas.
Digamos que uma das minhas metas para a vida é estar com o cérebro saudável, funcionando no potencial melhor que posso de acordo com o que Deus me concedeu. Desconfio que deixamos de usar todo o potencial dado por Deus. Digamos que essa seja minha prioridade 3 e estou trabalhando nela.
Quais os problemas que terei que me impedem de usar meu cérebro no potencial melhor possível? Creio que o estresse, se colocar na minha rotina mais atividades do que é aconselhável. Também cair na rotina e assim não sair da minha zona de conforto. Alimentação inadequada (falta de água, nutrientes). Falta de desafios. Não saber o que é bom para desenvolver o cérebro.
Como eliminarei esses problemas? Há várias maneiras de manter baixo nível de cortisol, como exercícios físicos, ioga, respiração, oração, cuidar das emoções, dos pensamentos negativos. Há várias maneiras de sair da rotina e alargar a zona de conforto, como um curso, um hobby, um passatempo, um novo desafio. Há várias maneiras de se alimentar bem, pensando nos nutrientes que mando para o cérebro, e há maneiras de evitar o que faz mal, focando em alimentação. Há várias fontes para entender melhor o funcionamento do cérebro, como livros, sites, vídeos, documentários, revistas, artigos científicos.
Depois Dolabela pede para escrevermos, as tarefas ou ações necessárias para atingir cada meta e como os resultados serão medidos.
Então para a meta manter o cérebro saudável escolho ações para sair da zona de conforto. Escolho um desafio. Meu desafio é apresentar meu produto da Polishop ou Mary Kay para cinco pessoas por dia. Essa ação é fácil de ser medida. Ao final do dia verifico se consegui apresentar o produto para cinco pessoas.
Essa ação também tem problemas, obstáculos, inconsistências. Também posso fazer uma lista. E pensar em maneiras de contornar esse problema. Por exemplo, estarei cansada ao final do dia. Posso ter outros compromissos. Como posso resolver isso? Talvez no dia em que não conseguir ir pessoalmente, fazer uma divulgação por whatsapp, ou outro meio. Posso também acumular para o dia seguinte, se não conseguir em um dia, colocar a meta de divulgar para 10 pessoas no dia seguinte.
Digamos que uma das minhas metas para a vida é estar com o cérebro saudável, funcionando no potencial melhor que posso de acordo com o que Deus me concedeu. Desconfio que deixamos de usar todo o potencial dado por Deus. Digamos que essa seja minha prioridade 3 e estou trabalhando nela.
Quais os problemas que terei que me impedem de usar meu cérebro no potencial melhor possível? Creio que o estresse, se colocar na minha rotina mais atividades do que é aconselhável. Também cair na rotina e assim não sair da minha zona de conforto. Alimentação inadequada (falta de água, nutrientes). Falta de desafios. Não saber o que é bom para desenvolver o cérebro.
Como eliminarei esses problemas? Há várias maneiras de manter baixo nível de cortisol, como exercícios físicos, ioga, respiração, oração, cuidar das emoções, dos pensamentos negativos. Há várias maneiras de sair da rotina e alargar a zona de conforto, como um curso, um hobby, um passatempo, um novo desafio. Há várias maneiras de se alimentar bem, pensando nos nutrientes que mando para o cérebro, e há maneiras de evitar o que faz mal, focando em alimentação. Há várias fontes para entender melhor o funcionamento do cérebro, como livros, sites, vídeos, documentários, revistas, artigos científicos.
Depois Dolabela pede para escrevermos, as tarefas ou ações necessárias para atingir cada meta e como os resultados serão medidos.
Então para a meta manter o cérebro saudável escolho ações para sair da zona de conforto. Escolho um desafio. Meu desafio é apresentar meu produto da Polishop ou Mary Kay para cinco pessoas por dia. Essa ação é fácil de ser medida. Ao final do dia verifico se consegui apresentar o produto para cinco pessoas.
Essa ação também tem problemas, obstáculos, inconsistências. Também posso fazer uma lista. E pensar em maneiras de contornar esse problema. Por exemplo, estarei cansada ao final do dia. Posso ter outros compromissos. Como posso resolver isso? Talvez no dia em que não conseguir ir pessoalmente, fazer uma divulgação por whatsapp, ou outro meio. Posso também acumular para o dia seguinte, se não conseguir em um dia, colocar a meta de divulgar para 10 pessoas no dia seguinte.
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