"É o trabalho que deve ser desenvolvido para que o aluno consiga a meta. É o aprender fazendo. O ciclo pode ser descrito da seguinte forma: fazer sozinho algo novo, buscando uma meta. Essa forma de fazer normalmente leva a erros que, vistos criticamente, transformam-se em fontes de aprendizado para o empreendedor."
Todos que tem uma meta devem estar cientes de que se ainda não conseguiu é porque seus hábitos atuais não favoreceram essa meta. É preciso a decisão de deixar o velho padrão para trás. É preciso buscar o novo, as novas habilidades que favorecerão obter o que almeja.
É preciso desenvolver um trabalho. É preciso aprender algo novo e para isso é preciso fazer. Nessa busca, muito deve ser feito sozinho. É impossível ter sempre alguém para fazer por nós ou para nos guiar o tempo todo. Mesmo porque aprendemos melhor quando realmente conseguimos fazer sozinhos, é nossa própria experiência com o objeto.
É nesse processo de fazer sozinho que obtemos novas habilidades. Não sabíamos e passamos a saber fazer algo. Para adquirir uma habilidade vamos passar por erros. Ao invés de lamentarmos, devemos passar a enxergar que foi preciso errar para ter uma nova habilidade. Enxergamos que dificilmente adquirimos uma habilidade sem errar. Todos erraram um dia na vida, mas o conhecimento que obtiveram com os erros são o alicerce para habilidades que adquiriram.
Se tivermos medo do erro, não vamos adquirir habilidades. Quando crianças, caímos muito até conseguirmos ser hábeis a andar. Começamos falando errado até que adquirimos a habilidade de falar fluentemente. No nosso primeiro dia de trabalho fomos desastrados, desajeitados até que conseguimos uma habilidade tal que tudo é fácil. Faz parte.
Para uma nova meta, será necessário uma nova habilidade, temos que descobrir qual é e desenvolver o trabalho para adquirirmos. Fazendo, errando, aperfeiçoando e principalmente respeitando o processo, sem ansiedade.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Estamos dispostos a deixar nosso padrão habitual?
"Os passos importantes em sua vida são dados quando você deixa de lado seu padrão habitual, seja por necessidade ou por opção." Stanley M. Herman.
Dolabela cita Herman e eu não poderia deixar de concordar. Ao invés de assumirmos a postura de vítimas, o melhor que temos a fazer se quisermos mesmo uma mudança, é assumir a responsabilidade. Nós somos responsáveis pela nossa vida, nossas ações que produziram os resultados que estamos vivendo, bons ou ruins.
Sei que parece duro em relação aos nossos resultados ruins, queremos encontrar diversos culpados. É uma tendência natural que não leva à mudança. Todos nós fazemos isso, é um esforço a mais sair da tendência natural. É um esforço sair do nosso padrão habitual. No início será meio estranho, começamos apenas prestando atenção nos resultados que não nos favorecem e nas ações que levam a esses resultados. Mudar é um processo, não precisa ser rápido, não precisamos ser tão ansiosos.
Eu estou nesse processo. Detectei um padrão habitual e estou tentando. Comecei em agosto e sigo persistindo. O importante é a consciência, saber que eu criei um resultado que não queria devido a hábitos. Quando conseguir mudar esse padrão, vou eleger um novo e seguir avançando. O mais importante é avançar. Entre ficar parado com medo de não conseguir ou avançar, mesmo que aos poucos, prefiro o avanço. Pode ser mais rápido, depende da intensidade com que se trabalha a mudança do padrão e o objetivo da pessoa. E é importante saber que sempre podemos melhorar alguma coisa. Eu faço por desafio, gosto de desafios. Por isso, sempre mantenho um desafio novo. Às vezes mais de um, mantém-me motivada. Não importa a razão, cada um pode fazer esse trabalho de melhoria contínua em qualquer área. Por exemplo, quer ler a Bíblia em um ano e não conseguiu. Que ações impedem de deixar ao menos 15 minutos ao dia? Que padrão habitual tenho que deixar para conseguir?
Já mudei padrão por necessidade, já mudei por opção. Melhor é que mudemos por opção, mas as lições da vida são sempre preciosas. Alguma situação que nos obriga a mudar um padrão habitual pode ser um presente de Deus. E esses presentes vem quando não estamos dispostos. O importante quando vem por necessidade é que reconheçamos a necessidade de mudar e possamos agradecer por ter sido obrigados a mudar e avançar um patamar.
Existe alguma situação precisando de melhora? Observe quais ações levam a esses resultados e esteja disposto a mudar seu hábito.
Dolabela cita Herman e eu não poderia deixar de concordar. Ao invés de assumirmos a postura de vítimas, o melhor que temos a fazer se quisermos mesmo uma mudança, é assumir a responsabilidade. Nós somos responsáveis pela nossa vida, nossas ações que produziram os resultados que estamos vivendo, bons ou ruins.
Sei que parece duro em relação aos nossos resultados ruins, queremos encontrar diversos culpados. É uma tendência natural que não leva à mudança. Todos nós fazemos isso, é um esforço a mais sair da tendência natural. É um esforço sair do nosso padrão habitual. No início será meio estranho, começamos apenas prestando atenção nos resultados que não nos favorecem e nas ações que levam a esses resultados. Mudar é um processo, não precisa ser rápido, não precisamos ser tão ansiosos.
Eu estou nesse processo. Detectei um padrão habitual e estou tentando. Comecei em agosto e sigo persistindo. O importante é a consciência, saber que eu criei um resultado que não queria devido a hábitos. Quando conseguir mudar esse padrão, vou eleger um novo e seguir avançando. O mais importante é avançar. Entre ficar parado com medo de não conseguir ou avançar, mesmo que aos poucos, prefiro o avanço. Pode ser mais rápido, depende da intensidade com que se trabalha a mudança do padrão e o objetivo da pessoa. E é importante saber que sempre podemos melhorar alguma coisa. Eu faço por desafio, gosto de desafios. Por isso, sempre mantenho um desafio novo. Às vezes mais de um, mantém-me motivada. Não importa a razão, cada um pode fazer esse trabalho de melhoria contínua em qualquer área. Por exemplo, quer ler a Bíblia em um ano e não conseguiu. Que ações impedem de deixar ao menos 15 minutos ao dia? Que padrão habitual tenho que deixar para conseguir?
Já mudei padrão por necessidade, já mudei por opção. Melhor é que mudemos por opção, mas as lições da vida são sempre preciosas. Alguma situação que nos obriga a mudar um padrão habitual pode ser um presente de Deus. E esses presentes vem quando não estamos dispostos. O importante quando vem por necessidade é que reconheçamos a necessidade de mudar e possamos agradecer por ter sido obrigados a mudar e avançar um patamar.
Existe alguma situação precisando de melhora? Observe quais ações levam a esses resultados e esteja disposto a mudar seu hábito.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Quais outras crenças limitantes da criatividade?
Seguindo a lista de Von Oech: "É proibido errar"; "Brincar é falta de seriedade"; "Isso não é da minha área"; "Não seja bobo"; "Eu não sou criativo".
Limitamos nossa criatividade quando temos a crença de que não podemos errar. Com medo de errar, fazemos tudo igual, não mudamos nada. E sem alterar nada, não há como ser criativo. Claro que devemos medir a probabilidade de erro e tentar evitá-lo, mas pensar em proibido errar é muito forte. Na escola aprendemos que não podemos errar, mas na prática aprendemos muita coisa errando. E o excesso de medo faz com que não tenhamos a experiência necessária para a próxima etapa criativa.
Desenvolver a criatividade por vezes envolve algo lúdico, portanto não é falta de seriedade brincar. Devemos saber que tudo tem sua hora, entretanto horas de descontração são as melhores para desenvolver a criatividade.
Fazer diferentes atividades desenvolve a criatividade, portanto quando temos a crença de que não devemos fazer nada fora da nossa área, nos fechamos às possibilidades criativas. Se queremos ser criativos, devemos pensar o contrário, devemos tentar fazer o máximo de atividades fora de nossa área para ampliar nossa visão. Eu mesma já atuei em diversas áreas e gosto de diversidade. Aprendi desde cedo que a criatividade se desenvolve com diversidade. Muitas pessoas pensam que não há lógica em eu atuar em vendas, mas as vantagens vão muito além do que estão enxergando. Até no aumento da criatividade é uma vantagem eu atuar fora de minha área.
A crença de que certas atividades são bobas e nos fazem uns bobos também limitam nossa criatividade. Gosto muito de Tim Ferriss, autor do livro "Trabalhe 4 horas por semana", tanto que já refleti sobre esse livro aqui no Blog. Ele sugere fazer coisas bobas e até coisas que fariam com que passássemos vergonha. É tão libertador fazer algo bobo que realmente libera a criatividade. Quanto mais não tenho coragem de fazer, tanto mais deveria enfrentar e fazer, não importa o quanto a sociedade ache bobo. De fato liberta. Eu já tentei várias e não morri por isso. Agora vejo como um desafio. E se foi sugerido por Tim Ferriss nem discuto. Minha parte lógica não quer discutir com gênios, mesmo que pareça ilógico.
A crença de que não somos criativos coloca uma barreira. Devemos escolher pensar que somos criativos, somos capazes de fazer algo extraordinário, algo que ninguém pensou antes. E podemos começar bem do princípio. Com um lampejo que seja de criatividade. Saindo aos poucos dos nossos limites. Ficando confortável de novo. Depois saindo mais um pouco. É assim que a largamos limites.
Limitamos nossa criatividade quando temos a crença de que não podemos errar. Com medo de errar, fazemos tudo igual, não mudamos nada. E sem alterar nada, não há como ser criativo. Claro que devemos medir a probabilidade de erro e tentar evitá-lo, mas pensar em proibido errar é muito forte. Na escola aprendemos que não podemos errar, mas na prática aprendemos muita coisa errando. E o excesso de medo faz com que não tenhamos a experiência necessária para a próxima etapa criativa.
Desenvolver a criatividade por vezes envolve algo lúdico, portanto não é falta de seriedade brincar. Devemos saber que tudo tem sua hora, entretanto horas de descontração são as melhores para desenvolver a criatividade.
Fazer diferentes atividades desenvolve a criatividade, portanto quando temos a crença de que não devemos fazer nada fora da nossa área, nos fechamos às possibilidades criativas. Se queremos ser criativos, devemos pensar o contrário, devemos tentar fazer o máximo de atividades fora de nossa área para ampliar nossa visão. Eu mesma já atuei em diversas áreas e gosto de diversidade. Aprendi desde cedo que a criatividade se desenvolve com diversidade. Muitas pessoas pensam que não há lógica em eu atuar em vendas, mas as vantagens vão muito além do que estão enxergando. Até no aumento da criatividade é uma vantagem eu atuar fora de minha área.
A crença de que certas atividades são bobas e nos fazem uns bobos também limitam nossa criatividade. Gosto muito de Tim Ferriss, autor do livro "Trabalhe 4 horas por semana", tanto que já refleti sobre esse livro aqui no Blog. Ele sugere fazer coisas bobas e até coisas que fariam com que passássemos vergonha. É tão libertador fazer algo bobo que realmente libera a criatividade. Quanto mais não tenho coragem de fazer, tanto mais deveria enfrentar e fazer, não importa o quanto a sociedade ache bobo. De fato liberta. Eu já tentei várias e não morri por isso. Agora vejo como um desafio. E se foi sugerido por Tim Ferriss nem discuto. Minha parte lógica não quer discutir com gênios, mesmo que pareça ilógico.
A crença de que não somos criativos coloca uma barreira. Devemos escolher pensar que somos criativos, somos capazes de fazer algo extraordinário, algo que ninguém pensou antes. E podemos começar bem do princípio. Com um lampejo que seja de criatividade. Saindo aos poucos dos nossos limites. Ficando confortável de novo. Depois saindo mais um pouco. É assim que a largamos limites.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
O que bloqueia a criatividade?
"Roger Von Oech diz que a criatividade é inibida porque criamos bloqueios mentais que classifica segundo as expressões: 1. A resposta certa; 2. Isso não tem lógica; 3. Siga as normas; 4. Seja prático; 5. Evite ambiguidades."
Dolabela cita Oech acerca dos bloqueios da criatividade. Quando somos crianças, não temos esses tipos de bloqueios, mas à medida que nos tornamos adultos, passamos a cultivar certos bloqueios. Ter consciência deles pode nos ajudar a liberar a criatividade.
Na verdade há 10 bloqueios segundo Von Oech. Vamos começar com a resposta certa. Esse é um grande problema à criatividade. Somos engessados, na maioria das vezes. Ou é o que acreditamos ser correto, ou não é. Achamos que temos a resposta certa e nos fechamos para o resto. A política é um grande exemplo. Ouvimos tudo que favorece nosso partido favorito. Não ouvimos tudo que é do partido contrário porque achamos que temos a resposta. Isso vale para todo o resto. A abertura é ouvir outros pontos de vista, principalmente se nos contraria. Quanto mais me sinto desconfortável, tanto mais preciso abertura para o assunto.
A crença limitante de que algo não tem lógica nos bloqueia a criatividade porque nem sempre a lógica do grupo é a melhor. Peguemos o exemplo do veículo. Quando as pessoas andavam a cavalo não havia lógica inventar um carro. Henry Ford disse que se perguntasse às pessoas da época, a lógica delas era querer um cavalo mais rápido.
A crença de que devemos seguir normas nos faz cordeiros para o matadouro, por vezes. Muitas vezes as normas favorecem apenas a um grupo, geralmente o dominante, aquele que faz a norma. Devemos prestar muita atenção às normas e aos objetivos dessa norma. Mas pensando em um exemplo mais ameno, a burocracia é exemplo de uma norma engessada. Não se resolveria o problema de muita gente se alguém inventasse algo mais prático e eficiente e tirasse burocracia desnecessária?
A crença de que devemos ser práticos pode inibir bastante a criatividade. É muito mais prático ser assalariado, mas nem sempre mais vantajoso. Por que tanta gente inveja o padrão de vida de seus chefes? Talvez ele pagou um preço e não foi tão prático assim...
A crença de que devemos evitar ambiguidades talvez possa ser transferida para os textos publicitários, aqueles que trazem duplo sentido podem ser engraçados ou levar melhor a mensagem. Em poemas também temos ambiguidades. É uma criatividade com textos. Para a nossa vida real eu não gosto de ambiguidades, gosto de clareza e objetividade.
Enfim, estes foram alguns exemplos de como aplicar os bloqueios de Von Oech, com certeza o leitor pensará em muitas outras formas de interpretá-los e aplicar maneiras de se evitar bloqueios à sua criatividade.
Dolabela cita Oech acerca dos bloqueios da criatividade. Quando somos crianças, não temos esses tipos de bloqueios, mas à medida que nos tornamos adultos, passamos a cultivar certos bloqueios. Ter consciência deles pode nos ajudar a liberar a criatividade.
Na verdade há 10 bloqueios segundo Von Oech. Vamos começar com a resposta certa. Esse é um grande problema à criatividade. Somos engessados, na maioria das vezes. Ou é o que acreditamos ser correto, ou não é. Achamos que temos a resposta certa e nos fechamos para o resto. A política é um grande exemplo. Ouvimos tudo que favorece nosso partido favorito. Não ouvimos tudo que é do partido contrário porque achamos que temos a resposta. Isso vale para todo o resto. A abertura é ouvir outros pontos de vista, principalmente se nos contraria. Quanto mais me sinto desconfortável, tanto mais preciso abertura para o assunto.
A crença limitante de que algo não tem lógica nos bloqueia a criatividade porque nem sempre a lógica do grupo é a melhor. Peguemos o exemplo do veículo. Quando as pessoas andavam a cavalo não havia lógica inventar um carro. Henry Ford disse que se perguntasse às pessoas da época, a lógica delas era querer um cavalo mais rápido.
A crença de que devemos seguir normas nos faz cordeiros para o matadouro, por vezes. Muitas vezes as normas favorecem apenas a um grupo, geralmente o dominante, aquele que faz a norma. Devemos prestar muita atenção às normas e aos objetivos dessa norma. Mas pensando em um exemplo mais ameno, a burocracia é exemplo de uma norma engessada. Não se resolveria o problema de muita gente se alguém inventasse algo mais prático e eficiente e tirasse burocracia desnecessária?
A crença de que devemos ser práticos pode inibir bastante a criatividade. É muito mais prático ser assalariado, mas nem sempre mais vantajoso. Por que tanta gente inveja o padrão de vida de seus chefes? Talvez ele pagou um preço e não foi tão prático assim...
A crença de que devemos evitar ambiguidades talvez possa ser transferida para os textos publicitários, aqueles que trazem duplo sentido podem ser engraçados ou levar melhor a mensagem. Em poemas também temos ambiguidades. É uma criatividade com textos. Para a nossa vida real eu não gosto de ambiguidades, gosto de clareza e objetividade.
Enfim, estes foram alguns exemplos de como aplicar os bloqueios de Von Oech, com certeza o leitor pensará em muitas outras formas de interpretá-los e aplicar maneiras de se evitar bloqueios à sua criatividade.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Quais os ingredientes da criatividade?
"Segundo Simon, ninguém alcança nível mundial sem antes dedicar dez anos ou mais de intenso esforço para adquirir conhecimento e habilidade na sua especialidade e sem que tenha vivenciado 50 mil pedaços (chunks) de experiência. Para ele, a criatividade é coisa reservada aos especialistas e não aos amadores, indicando que trabalho e persistência representam grande parte dos ingredientes da criatividade. Não nos devemos surpreender ao constatar que muitas das pessoas criativas são viciadas no trabalho"
Dolabela citou Simon acerca da criatividade. Os ingredientes são trabalho e persistência. Eu gosto muito do conceito de pedaços de experiência, totalizando 50 mil. Quando era professora de inglês, costumavam perguntar em quanto tempo se consegue fluência no idioma. Isso depende dos pedaços de experiência, não de anos. Uma pessoa vivendo num país onde se fala inglês vivencia tantos pedaços de experiência que aprende em pouco tempo. Mesmo alunos que começaram no mesmo dia e tinham conhecimento igual podem se diferenciar ao longo do tempo, pois um pode ter estudado só nas aulas, outro vivenciado mais pedaços de experiência, assistiu a mais filmes, ouviu mais música, fez revisões, exercícios, praticou o line, enfim, no final das contas vale nosso contato intenso.
Muitas vezes queremos resultados rápidos e esquecemos dessa experiência que ainda temos que adquirir. Sinto-me amadora na minha segunda atividade, pois meus pedaços de experiência são poucos, visto que não dedico muitas horas. Tudo depende do objetivo. Quem quer um resultado de alto nível precisa de uma dedicação intensa. Não há milagres.
De qualquer forma, melhor progredir do que ficar parado no lugar. Então, não podemos nos assustar se agora é impossível ter 50 mil pedaços de experiência. Temos que focar em quantos pedaços posso ter hoje. Amanhã foco nos pedaços de amanhã. Saber que no final deverei ter 50 mil pedaços me ajuda a ter uma expectativa real. Se estou com mil pedaços, sei em que ponto estou da trajetória, não é preciso ter pressa quando não se tem o tempo necessário. Progredir é sempre melhor do que ficar parado. Não posso deixar de dar um passo só porque no momento não consigo dar 50 mil. Posso escolher dar 10 passos hoje, 10 amanhã e assim ter uma visão realista de quanto tempo necessito. Quando tiver mais tempo, dou 20, 40 passos... ou se estiver precisando de um descanso, reduzo para 5 passos por dia. Estarei melhor dando um passo por dia em relação àquele que não dá passo algum.
Então é isso, trabalho e persistência para ter a idéia.
Dolabela citou Simon acerca da criatividade. Os ingredientes são trabalho e persistência. Eu gosto muito do conceito de pedaços de experiência, totalizando 50 mil. Quando era professora de inglês, costumavam perguntar em quanto tempo se consegue fluência no idioma. Isso depende dos pedaços de experiência, não de anos. Uma pessoa vivendo num país onde se fala inglês vivencia tantos pedaços de experiência que aprende em pouco tempo. Mesmo alunos que começaram no mesmo dia e tinham conhecimento igual podem se diferenciar ao longo do tempo, pois um pode ter estudado só nas aulas, outro vivenciado mais pedaços de experiência, assistiu a mais filmes, ouviu mais música, fez revisões, exercícios, praticou o line, enfim, no final das contas vale nosso contato intenso.
Muitas vezes queremos resultados rápidos e esquecemos dessa experiência que ainda temos que adquirir. Sinto-me amadora na minha segunda atividade, pois meus pedaços de experiência são poucos, visto que não dedico muitas horas. Tudo depende do objetivo. Quem quer um resultado de alto nível precisa de uma dedicação intensa. Não há milagres.
De qualquer forma, melhor progredir do que ficar parado no lugar. Então, não podemos nos assustar se agora é impossível ter 50 mil pedaços de experiência. Temos que focar em quantos pedaços posso ter hoje. Amanhã foco nos pedaços de amanhã. Saber que no final deverei ter 50 mil pedaços me ajuda a ter uma expectativa real. Se estou com mil pedaços, sei em que ponto estou da trajetória, não é preciso ter pressa quando não se tem o tempo necessário. Progredir é sempre melhor do que ficar parado. Não posso deixar de dar um passo só porque no momento não consigo dar 50 mil. Posso escolher dar 10 passos hoje, 10 amanhã e assim ter uma visão realista de quanto tempo necessito. Quando tiver mais tempo, dou 20, 40 passos... ou se estiver precisando de um descanso, reduzo para 5 passos por dia. Estarei melhor dando um passo por dia em relação àquele que não dá passo algum.
Então é isso, trabalho e persistência para ter a idéia.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Como desenvolver a criatividade?
"Existem técnicas e exercícios para desenvolver um comportamento criativo. Parece que este vem do hábito de tentar encontrar novas idéias, novas formas de apresentar idéias antigas, de identificar problemas e inconsistências nos produtos e serviços oferecidos. Tudo indica que a criatividade é melhorada através de muito trabalho em que a intuição deve ser desenvolvida."
Para encontrar a oportunidade é preciso ser criativo. Então como ser criativo é nossa próxima questão. Podemos usar diversas técnicas, pesquisar e praticar os exercícios que desenvolvem a criatividade que pouco a pouco estaremos pensando de forma mais criativa e aberta. Li muito tempo atrás que a criatividade vem ao desenvolver diversas áreas do cérebro fazendo o maior número de diferentes atividades possíveis e aprendendo assuntos variados, isto é, sendo curioso para o novo.
Talvez aqui também cabem as perguntas certas. Como encontrar novas idéias? Como posso partir de uma idéia antiga e apresentá-la de outra forma? Como identificar problemas e inconsistências nos produtos oferecidos?
E se tivéssemos um tempo de pensamento criativo marcado na agenda? Nesta vida tão corrida e acelerada, seria bom dar uma parada, pausar para o ócio criativo. Às vezes tenho ótimas idéias enquanto estou fazendo Yoga. Atualmente consigo fazer a posição e respirar, antes só conseguia concentrar na posição e olha lá, pois até isso era difícil. Esse respirar profundamente e com consciência oxigena o cérebro. Há posições como as invertidas que levam um grande fluxo de sangue para o cérebro. De alguma forma, sinto-me mais criativa após ter iniciado o Yoga. O mesmo ocorre quando caminho, tenho idéias. Então apoio completamente não tentar forçar a idéia, faça algo diferente do que faz habitualmente e espere as idéias surgirem. Talvez artesanato, tocar um instrumento musical, aprender uma língua estrangeira... e que tal orar e pedir a Deus a idéia? As pausas são sempre bem vindas e precisamos delas.
Para encontrar a oportunidade é preciso ser criativo. Então como ser criativo é nossa próxima questão. Podemos usar diversas técnicas, pesquisar e praticar os exercícios que desenvolvem a criatividade que pouco a pouco estaremos pensando de forma mais criativa e aberta. Li muito tempo atrás que a criatividade vem ao desenvolver diversas áreas do cérebro fazendo o maior número de diferentes atividades possíveis e aprendendo assuntos variados, isto é, sendo curioso para o novo.
Talvez aqui também cabem as perguntas certas. Como encontrar novas idéias? Como posso partir de uma idéia antiga e apresentá-la de outra forma? Como identificar problemas e inconsistências nos produtos oferecidos?
E se tivéssemos um tempo de pensamento criativo marcado na agenda? Nesta vida tão corrida e acelerada, seria bom dar uma parada, pausar para o ócio criativo. Às vezes tenho ótimas idéias enquanto estou fazendo Yoga. Atualmente consigo fazer a posição e respirar, antes só conseguia concentrar na posição e olha lá, pois até isso era difícil. Esse respirar profundamente e com consciência oxigena o cérebro. Há posições como as invertidas que levam um grande fluxo de sangue para o cérebro. De alguma forma, sinto-me mais criativa após ter iniciado o Yoga. O mesmo ocorre quando caminho, tenho idéias. Então apoio completamente não tentar forçar a idéia, faça algo diferente do que faz habitualmente e espere as idéias surgirem. Talvez artesanato, tocar um instrumento musical, aprender uma língua estrangeira... e que tal orar e pedir a Deus a idéia? As pausas são sempre bem vindas e precisamos delas.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Você vê a oportunidade ou a calamidade?
"Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade" Winston Churchill. Dolabela fez essa citação no livro que é muito oportuna. Somos otimistas ou pessimistas?
O nosso medo irracional nos faz ser extremamente pessimistas. Pensamos sempre no pior, nossa imaginação é cheia de calamidades.
Dificilmente conseguimos ser otimistas em meio a uma calamidade. É preciso um esforço a mais. É lutar um pouco contra nossa natureza.
Assim, quando iniciei em Mary Kay tive um pensamento um pouco pessimista. Admito ter tido medo de falhar, medo de não dar certo, medo de não vender. Nossa natureza quer nos proteger e ter medo não é de todo ruim. É uma proteção. Mas ao mesmo tempo pesei tudo que seria bom. Vantagem de comprar o produto para mim mesma com desconto, vantagem de aprender e praticar, vantagens do negócio se desse certo e tivesse aptidão. As vantagens superavam as desvantagens. E as vantagens no meu ponto de vista não são as mesmas das vantagens de qualquer outra pessoa.
Assim, julgo sempre bom fazer uma lista de vantagens e desvantagens para tentar o equilíbrio entre prós e contras. E acredite, tudo na vida tem prós e contras. Ao invés de ficar nos extremos, ver somente a calamidade ou ver somente as vantagens, tente fazer una escolha racional.
Para quem é muito pessimista, deve ter a consciência de colocar mais otimismo e lidar com o medo. Para quem é muito otimista, dosar com desvantagens para não cair em oportunidades disfarçadas e no final ser uma furada. Há muitos oportunistas também.
A oportunidade é ética, moral, legal, verdadeira. Não precisamos mentir, não precisamos esconder as falhas ou as desvantagens. Quando se trata de oportunistas há mentiras, enganos, então devemos tomar cuidado e alguém com um perfil extremamente otimista tem que saber dosar.
O nosso medo irracional nos faz ser extremamente pessimistas. Pensamos sempre no pior, nossa imaginação é cheia de calamidades.
Dificilmente conseguimos ser otimistas em meio a uma calamidade. É preciso um esforço a mais. É lutar um pouco contra nossa natureza.
Assim, quando iniciei em Mary Kay tive um pensamento um pouco pessimista. Admito ter tido medo de falhar, medo de não dar certo, medo de não vender. Nossa natureza quer nos proteger e ter medo não é de todo ruim. É uma proteção. Mas ao mesmo tempo pesei tudo que seria bom. Vantagem de comprar o produto para mim mesma com desconto, vantagem de aprender e praticar, vantagens do negócio se desse certo e tivesse aptidão. As vantagens superavam as desvantagens. E as vantagens no meu ponto de vista não são as mesmas das vantagens de qualquer outra pessoa.
Assim, julgo sempre bom fazer uma lista de vantagens e desvantagens para tentar o equilíbrio entre prós e contras. E acredite, tudo na vida tem prós e contras. Ao invés de ficar nos extremos, ver somente a calamidade ou ver somente as vantagens, tente fazer una escolha racional.
Para quem é muito pessimista, deve ter a consciência de colocar mais otimismo e lidar com o medo. Para quem é muito otimista, dosar com desvantagens para não cair em oportunidades disfarçadas e no final ser uma furada. Há muitos oportunistas também.
A oportunidade é ética, moral, legal, verdadeira. Não precisamos mentir, não precisamos esconder as falhas ou as desvantagens. Quando se trata de oportunistas há mentiras, enganos, então devemos tomar cuidado e alguém com um perfil extremamente otimista tem que saber dosar.
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