O autor exemplifica com o pânico. Se a pessoa fizer a mesa redonda do "eu", vai criticar, repensar, questionar o pânico com seriedade. Fará perguntas como: qual a lógica do meu pânico? Quando começou? Por que sou escrava dele? Eu exijo ser livre.
Muitas vezes nosso medo é infundado. Ter medo é bom para a preservação das pessoas. Entretanto podemos nos perguntar seriamente se há fundamento no nosso medo. Fomos criados em uma cultura onde nos ensinaram uma submissão muito grande. Respeito é muito importante. No entanto nem sempre a outra parte nos respeita. Então, devemos rever nossos medos. Em nossa cultura também aprendemos a temer tudo, como se todo nosso futuro fosse assombroso se sairmos da nossa zona de conforto. Será mesmo que um futuro assombroso nos espera caso mudemos algo? Sem experimentar algo novo, jamais saberemos o que o nosso futuro nos reserva. E muitas vezes estamos perdendo ótimas oportunidades por medo do desconhecido.
Antes de me cadastrar na Mary Kay tive medo. Fui assim mesmo. Risco calculado. Nada radical. Continuo com minha atividade principal e não mudei meus horários. Não me mato de trabalhar, não aumentei minha carga e nem pretendo por enquanto. Claro que minhas expectativas são realistas. Não espero o mesmo resultado de quem se dedica integralmente. Não espero milagres nem resultados extraordinários. Simplesmente dei um primeiro passo e os resultados são bem satisfatórios. Tanto que fiz meu cadastro também como empreendedora da Polishop.
Se deixasse meu medo dominar, simplesmente não faria nada e teria perdido ótimas oportunidades. Se acreditasse que ficaria sem tempo só por entrar na Mary Kay não teria a constatação de que é possível dedicar uma pequena parte do meu tempo e ter resultados. Nós acreditamos em muitos mitos criados pelo nosso medo. E por isso deixamos as oportunidades passarem. Minha vida melhorou muito desde que comecei em Mary Kay e Polishop. Ao contrário do que reza o mito, aumentei minha qualidade de vida. As pessoas acham que perderão qualidade de vida. E o fato é que continuam tendo os mesmos resultados quando poderiam melhorá-los. Nem que seja 10%, o importante é dar um passo a frente.
Debata com esse medo de que fracassará. Dificilmente alguém dedicado fracassa. Nem que seja por uma hora, essa dedicação garantirá resultado e melhoria de qualidade de vida. Se pensar em longo prazo, os resultados podem ser maravilhosos. O medo nos paralisa e impede que realizemos nossos sonhos. Nem que seja um em nossa lista de sonhos. Nós conseguimos quando mandamos embora o medo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
A mesa redonda do eu - grau de sabedoria e maturidade de uma pessoa não é dado pelo quanto tem de cultura acadêmica
O autor prossegue ensinando que o estudo ou sucesso empresarial ou social não indica sabedoria ou maturidade. Isso é conseguido pela capacidade e frequência em fazer a mesa redonda do "eu", de questionar seus pensamentos e emoções, de criticar suas verdades, de repensar sua vida, de refazer caminhos. De que adiantam vários cursos superiores se a pessoa não consegue auto dialogar e se repensar? O ser humano deve aprender a se interiorizar, caminhar nas trajetórias do próprio ser, não se deprimir quando está sozinho, saber ser companheiro de si mesmo. O autor afirma que a mesa redonda do "eu" é um passo além da técnica D.C.D.
Ninguem aqui está dizendo que não devemos estudar, muito pelo contrário, eu amo estudar e o faço porque realmente gosto, não porque teria qualquer vantagem com isso. Todas as coisas que fazemos por amor prosperam. Não adianta estudar para pegar um diploma, se a finalidade é a vantagem em si de nada vale. A finalidade tem que ser a trajetória em si, estudar porque quero de fato aprender, não trapacear nos testes e trabalhos em grupo. Enfim, posto isso, que ninguém está desencorajando o estudo, vamos a essência do tema.
Aqui estamos entre a cultura acadêmica e entre a coragem de praticar o auto diálogo. Diante desses dois, qual é a mais importante? Segundo o autor é praticar a mesa redonda do "eu". Isso exigirá coragem. Isso exige desfazer-se de toda a preguiça. Isso exige desfazer - se de toda a impressão que estamos sempre certos. Isso exige desprendimento. E para as pessoas mais cultas academicamente é mais difícil, porque o fato de terem estudado os faz pensar que estão sempre certos. Que suas convicções e pré conceitos nunca devem ser questionados. Então essas pessoas jamais mudam, pois pensam que estão prontos, que não precisam de nada mais.
Isso aconteceu comigo várias vezes. Por ter contato com pessoas de muita cultura e poder, eles sempre acham que não podem ser questionados, que se disseram ter que ser o que foi dito. Não importa a verdade, importa o que eles crêem ser a verdade. E então eu apenas insisto no que sei ser verdadeiro. Deixo a questão ser decidida por terceiros, e no final das contas, prova-se que eles deveriam ter ouvido mais, ao invés de achar que suas impressões baseadas em não sei o que estão corretas. Eu luto sempre pela verdade transparecer. É um ótimo exercício. Vejo colegas que fingem a verdade deles ser ok apenas para não sofrerem represálias. Engraçado ter que sofrer represália apenas porque insistiu na verdade. Então sei por experiência que quanto mais poder e cultura, menos as pessoas ouvem. Menos as pessoas questionam a si mesmas.
E é por isso mesmo que eu sempre me questiono. Sempre dialogo comigo para ver o que está bom ou ruim. O que me satisfaz ou não. O que tenho que mudar caso não esteja satisfeita. Dizem que viver uma vida toda insatisfeito traz consequência graves tanto emocionais quanto com reflexos na saúde. São pequenas gotas de veneno que tomamos ao longo de uma vida. Nós temos sim o poder de fazer algo para mudar o que nos incomoda. Sem competição, sem trapaças, apenas com a verdade e um pouco de trabalho e esforço. Não podemos querer tudo de mão beijada, mas podemos pedir a Deus orientação para trabalharmos em busca de uma vida digna. Portanto, a mesa redonda do eu serve para estabelecer novas metas. E metas são atingidas com nossa ação e trabalho. Não serve para pedir que algo caia do céu, ou que nossos amiguinhos nos dêem de graça porque puxamos o saco. Eu definitivamente sou uma executora, não nasci para politicagem e nem para puxar o saco. E gosto de pessoas executoras, que trabalham e conseguem por mérito próprio, sem competição nem trapaça. Sei que o mundo é dos espertos, mas também são dos que se esforçam. E creio mesmo que quem se esforça consegue de modo sustentável.
Ninguem aqui está dizendo que não devemos estudar, muito pelo contrário, eu amo estudar e o faço porque realmente gosto, não porque teria qualquer vantagem com isso. Todas as coisas que fazemos por amor prosperam. Não adianta estudar para pegar um diploma, se a finalidade é a vantagem em si de nada vale. A finalidade tem que ser a trajetória em si, estudar porque quero de fato aprender, não trapacear nos testes e trabalhos em grupo. Enfim, posto isso, que ninguém está desencorajando o estudo, vamos a essência do tema.
Aqui estamos entre a cultura acadêmica e entre a coragem de praticar o auto diálogo. Diante desses dois, qual é a mais importante? Segundo o autor é praticar a mesa redonda do "eu". Isso exigirá coragem. Isso exige desfazer-se de toda a preguiça. Isso exige desfazer - se de toda a impressão que estamos sempre certos. Isso exige desprendimento. E para as pessoas mais cultas academicamente é mais difícil, porque o fato de terem estudado os faz pensar que estão sempre certos. Que suas convicções e pré conceitos nunca devem ser questionados. Então essas pessoas jamais mudam, pois pensam que estão prontos, que não precisam de nada mais.
Isso aconteceu comigo várias vezes. Por ter contato com pessoas de muita cultura e poder, eles sempre acham que não podem ser questionados, que se disseram ter que ser o que foi dito. Não importa a verdade, importa o que eles crêem ser a verdade. E então eu apenas insisto no que sei ser verdadeiro. Deixo a questão ser decidida por terceiros, e no final das contas, prova-se que eles deveriam ter ouvido mais, ao invés de achar que suas impressões baseadas em não sei o que estão corretas. Eu luto sempre pela verdade transparecer. É um ótimo exercício. Vejo colegas que fingem a verdade deles ser ok apenas para não sofrerem represálias. Engraçado ter que sofrer represália apenas porque insistiu na verdade. Então sei por experiência que quanto mais poder e cultura, menos as pessoas ouvem. Menos as pessoas questionam a si mesmas.
E é por isso mesmo que eu sempre me questiono. Sempre dialogo comigo para ver o que está bom ou ruim. O que me satisfaz ou não. O que tenho que mudar caso não esteja satisfeita. Dizem que viver uma vida toda insatisfeito traz consequência graves tanto emocionais quanto com reflexos na saúde. São pequenas gotas de veneno que tomamos ao longo de uma vida. Nós temos sim o poder de fazer algo para mudar o que nos incomoda. Sem competição, sem trapaças, apenas com a verdade e um pouco de trabalho e esforço. Não podemos querer tudo de mão beijada, mas podemos pedir a Deus orientação para trabalharmos em busca de uma vida digna. Portanto, a mesa redonda do eu serve para estabelecer novas metas. E metas são atingidas com nossa ação e trabalho. Não serve para pedir que algo caia do céu, ou que nossos amiguinhos nos dêem de graça porque puxamos o saco. Eu definitivamente sou uma executora, não nasci para politicagem e nem para puxar o saco. E gosto de pessoas executoras, que trabalham e conseguem por mérito próprio, sem competição nem trapaça. Sei que o mundo é dos espertos, mas também são dos que se esforçam. E creio mesmo que quem se esforça consegue de modo sustentável.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Nona lei de qualidade de vida - a arte do autodialogo, a mesa redonda do eu
Esse é um debate lúcido, aberto e silencioso que o "eu" faz do seu próprio ser. Uma intervenção direta em nossos traumas, conflitos, dificuldades e temores. Uma revisão de metas, uma reavaliação de postura de vida. O exercício pleno da capacidade de decidir, questionar e dirigir a própria história. Percorrer as trajetória do próprio ser e tornar-se um grande amigo de si mesmo. Aquietar os pensamentos e apaziguar as emoções.
Essas dicas acima de Augusto Cury para a nona lei de qualidade de vida nos mostra o quanto estamos distantes de dialogar conosco mesmos. Não há nada de errado em fazer uma mesa redonda conosco. Pelo contrário, o autor recomenda. Dedicar uns minutos do dia para debater com o próprio ser aumentará o auto conhecimento. Fará com que a pessoa pare um pouco para refletir sobre seus conflitos. Fará com que a pessoa busque novas alternativas, mude um pouco o rumo de sua vida. Sem reflexão, a tendência é que a pessoa continue no mesmo, esperando resultados diferentes. Com reflexão, podemos nos desafiar a ter metas para conseguir resultados melhores. Sem reflexão, podemos ser manipulados por qualquer um; com reflexão, percebemos as intenções escondidas, questionamos e podemos ser autores de nossa vida. Fazemos nossas próprias escolhas sabendo exatamente o que queremos ao invés de servir de instrumentos para o que os outros querem.
Ser manipulado é servir as intenções dos outros, diferente de ser guiado por um líder, que nos guiará para um futuro melhor. Manipular é diferente de guiar. O manipulador quer o sucesso dele apenas. O líder busca o sucesso do outro, porque o sucesso do outro é o sucesso dele. O manipulador cresce sozinho a custa do outro. O líder cresce se o outro crescer. É por isso que devemos respeitar os líderes e desprezar o manipulador. Mas se não fizermos a mesa redonda do eu, dificilmente teremos o questionamento que fará com que essa diferença seja perceptível. É muito importante sair do piloto automático e passarmos para o mundo do questionamento.
Quem questiona consegue ser amigo de si mesmo. Quem não questiona, é inimigo de si mesmo e de faz somente as vontades do manipulador.
A mesa redonda do eu também ajuda a entender as emoções e assim apazigua-las. Tentemos dialogar mais com essa pessoa importante que é você mesmo. Entenda essa pessoa. Deixe-a manifestar livremente. Ouça as reais necessidades. De-se a importância que de fato você tem, mas que tem negligenciado. Quem não consegue se valorizar, não consegue valorizar o outro.
Essas dicas acima de Augusto Cury para a nona lei de qualidade de vida nos mostra o quanto estamos distantes de dialogar conosco mesmos. Não há nada de errado em fazer uma mesa redonda conosco. Pelo contrário, o autor recomenda. Dedicar uns minutos do dia para debater com o próprio ser aumentará o auto conhecimento. Fará com que a pessoa pare um pouco para refletir sobre seus conflitos. Fará com que a pessoa busque novas alternativas, mude um pouco o rumo de sua vida. Sem reflexão, a tendência é que a pessoa continue no mesmo, esperando resultados diferentes. Com reflexão, podemos nos desafiar a ter metas para conseguir resultados melhores. Sem reflexão, podemos ser manipulados por qualquer um; com reflexão, percebemos as intenções escondidas, questionamos e podemos ser autores de nossa vida. Fazemos nossas próprias escolhas sabendo exatamente o que queremos ao invés de servir de instrumentos para o que os outros querem.
Ser manipulado é servir as intenções dos outros, diferente de ser guiado por um líder, que nos guiará para um futuro melhor. Manipular é diferente de guiar. O manipulador quer o sucesso dele apenas. O líder busca o sucesso do outro, porque o sucesso do outro é o sucesso dele. O manipulador cresce sozinho a custa do outro. O líder cresce se o outro crescer. É por isso que devemos respeitar os líderes e desprezar o manipulador. Mas se não fizermos a mesa redonda do eu, dificilmente teremos o questionamento que fará com que essa diferença seja perceptível. É muito importante sair do piloto automático e passarmos para o mundo do questionamento.
Quem questiona consegue ser amigo de si mesmo. Quem não questiona, é inimigo de si mesmo e de faz somente as vontades do manipulador.
A mesa redonda do eu também ajuda a entender as emoções e assim apazigua-las. Tentemos dialogar mais com essa pessoa importante que é você mesmo. Entenda essa pessoa. Deixe-a manifestar livremente. Ouça as reais necessidades. De-se a importância que de fato você tem, mas que tem negligenciado. Quem não consegue se valorizar, não consegue valorizar o outro.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
A arte de dialogar - Não gravite em torno do que as pessoas pensam e falam de você
Para encerrar com essa lei de qualidade de vida, devemos estar livres de pesos como a opinião alheia. Devemos respeitar o ponto de vista dos outros e saber que as pessoas pensam diferente e que atingir unanimidade é impossível. Então haverá opiniões diferentes e será impossível agradar a todos. Jesus é perfeito e mesmo assim desagradou a muitos. Foi crucificado junto com ladrões. Imagina nós que somos imperfeitos. Não conseguiremos nunca fugir de opiniões e falas contrárias.
Assim, a qualidade de vida também é conseguida quando nos libertamos do cárcere da opinião. Nunca queira unanimidade, porque a unanimidade é burra. Além disso, é bom ouvir opiniões contrárias, pois contribui com nossa visão. Por vezes conseguimos enxergar apenas uma parte do todo e quanto mais ideias diferentes, melhor para o quadro geral. Entretanto, não podemos deixar que opiniões alheias nos derrubem. Elas devem nos construir. Por isso a importância de não gravitarmos em torno de opiniões e falas alheias.
Ouvir e ponderar é o melhor. Eu gosto de ouvir várias pessoas. Sempre faço isso e aprecio cada um dos conselhos. Ao final, eu mesma tomo a decisão final. Não deixo que outros decidam por mim. E também me responsabilizo pelos meus atos. Claro que não seguirei cada um dos conselhos, já que consulto muitas pessoas. Mas com certeza cada pessoa com quem dialogo me fornece uma perspectiva nova. Cada pessoa possui uma riqueza de conhecimento diferente. Umas com experiência prática de vida, outras com teorias, outras cultas, outras sábias sem estudo formal. Todas com uma sabedoria diferente da minha e assim formo um todo melhor. Vejo opiniões alheias como contribuições, não como algo definitivo, ou com que tenha que me chatear se não é igual ao que penso. Pelo contrário, aprecio a diversidade.
Assim, a qualidade de vida também é conseguida quando nos libertamos do cárcere da opinião. Nunca queira unanimidade, porque a unanimidade é burra. Além disso, é bom ouvir opiniões contrárias, pois contribui com nossa visão. Por vezes conseguimos enxergar apenas uma parte do todo e quanto mais ideias diferentes, melhor para o quadro geral. Entretanto, não podemos deixar que opiniões alheias nos derrubem. Elas devem nos construir. Por isso a importância de não gravitarmos em torno de opiniões e falas alheias.
Ouvir e ponderar é o melhor. Eu gosto de ouvir várias pessoas. Sempre faço isso e aprecio cada um dos conselhos. Ao final, eu mesma tomo a decisão final. Não deixo que outros decidam por mim. E também me responsabilizo pelos meus atos. Claro que não seguirei cada um dos conselhos, já que consulto muitas pessoas. Mas com certeza cada pessoa com quem dialogo me fornece uma perspectiva nova. Cada pessoa possui uma riqueza de conhecimento diferente. Umas com experiência prática de vida, outras com teorias, outras cultas, outras sábias sem estudo formal. Todas com uma sabedoria diferente da minha e assim formo um todo melhor. Vejo opiniões alheias como contribuições, não como algo definitivo, ou com que tenha que me chatear se não é igual ao que penso. Pelo contrário, aprecio a diversidade.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
A arte de dialogar - menos TV, mais reunião em família
O autor sugere que a família desligue a TV pelo menos uma vez por semana para dialogar.
Fiquei pensando porque ele citou justamente a TV como exemplo. Acredito que esse aparelho pode ter tanto bom como mau conteúdo e que os bons conteúdos são mais raros. Infelizmente a maioria da população tem sua fonte de informação prioritariamente do vêem na TV, então a informação pode vir enviesada. Eu mesma já fiz vários testes. Vi a mesma informação em diferentes emissoras e cada uma focou seu ponto de vista. A informação em si, na sua forma pura, é algo muito difícil a se alcançar. É bom que tenhamos acesso a diferentes pontos de vista. É mais importante ainda a consciência de que esses pontos são enviesados. Então a TV também pode ser uma forma de alienação popular. Algo a se atentar.
Informação até que é um conteúdo bom, apesar do vies. Tem muita besteira que nem vale a pena ver. Creio ser esse o motivo pelo qual o autor pede para abrir mão de um pouco de tempo de TV. Trocar algo com conteúdo duvidoso por uma interação familiar saudável. Se o texto fosse mais moderno, talvez ele pedisse para trocar tempo de whatsapp e Facebook por uma conversa.
Qualidade de vida também é trocar um pouco de hábito não saudável por outro saudável.
Fiquei pensando porque ele citou justamente a TV como exemplo. Acredito que esse aparelho pode ter tanto bom como mau conteúdo e que os bons conteúdos são mais raros. Infelizmente a maioria da população tem sua fonte de informação prioritariamente do vêem na TV, então a informação pode vir enviesada. Eu mesma já fiz vários testes. Vi a mesma informação em diferentes emissoras e cada uma focou seu ponto de vista. A informação em si, na sua forma pura, é algo muito difícil a se alcançar. É bom que tenhamos acesso a diferentes pontos de vista. É mais importante ainda a consciência de que esses pontos são enviesados. Então a TV também pode ser uma forma de alienação popular. Algo a se atentar.
Informação até que é um conteúdo bom, apesar do vies. Tem muita besteira que nem vale a pena ver. Creio ser esse o motivo pelo qual o autor pede para abrir mão de um pouco de tempo de TV. Trocar algo com conteúdo duvidoso por uma interação familiar saudável. Se o texto fosse mais moderno, talvez ele pedisse para trocar tempo de whatsapp e Facebook por uma conversa.
Qualidade de vida também é trocar um pouco de hábito não saudável por outro saudável.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
A arte de dialogar: por uma sociedade não superficial
O autor aponta que a sociedade é superficial, abortou a arte de ouvir e dialogar. As pessoas representam.
A sociedade em geral não consegue dialogar num nível profundo. Existem várias exceções. As pessoas que conseguem dialogar, aceitar vários pontos de vista e discutir ideias sem personalizar conseguem um avanço em qualidade de vida. Digamos que chegaram a outro patamar. Portanto, dialogar em nível profundo deveria ser uma meta a ser alcançada para desfrutar de qualidade de vida.
Um dos motivos de desentendimentos é a dificuldade em ouvir. Treinar ouvir o outro, exatamente o que diz, sem deixar passar pelos nossos filtros é algo que nos faz diferente, já que o comum é ouvirmos o que queremos ouvir. As pessoas seriam tão mais felizes, tão mais tolerantes, aceitariam as diferenças sem preconceitos.
Talvez o motivo para tanta representação e tantas máscaras seja exatamente a falta de entendimento. Se a experiência da maioria das pessoas é ruim no diálogo profundo, fica mais fácil representar, fazer o que o outro quer que faça e falar o que o outro quer ouvir, já que há desentendimentos. As vezes nem é por facilidade, é para evitar mal entendidos ou mesmo brigas.
Quando a pessoa fala claramente e de maneira transparente abre-se uma possibilidade excelente para o diálogo profundo.
Pessoalmente, eu admiro muito as pessoas profundas. Pessoas rasas não conseguem chegar no âmago das questões. Não conseguem ver prós e contras, não conseguem entrar numa discussão saudável. Portanto, brigam e não discutem saudavelmente. Discussões construtivas aumentam o nível de ambas as partes. Você aprende, acrescenta novos conhecimentos. Enfim, aumenta sua qualidade de vida.
A sociedade em geral não consegue dialogar num nível profundo. Existem várias exceções. As pessoas que conseguem dialogar, aceitar vários pontos de vista e discutir ideias sem personalizar conseguem um avanço em qualidade de vida. Digamos que chegaram a outro patamar. Portanto, dialogar em nível profundo deveria ser uma meta a ser alcançada para desfrutar de qualidade de vida.
Um dos motivos de desentendimentos é a dificuldade em ouvir. Treinar ouvir o outro, exatamente o que diz, sem deixar passar pelos nossos filtros é algo que nos faz diferente, já que o comum é ouvirmos o que queremos ouvir. As pessoas seriam tão mais felizes, tão mais tolerantes, aceitariam as diferenças sem preconceitos.
Talvez o motivo para tanta representação e tantas máscaras seja exatamente a falta de entendimento. Se a experiência da maioria das pessoas é ruim no diálogo profundo, fica mais fácil representar, fazer o que o outro quer que faça e falar o que o outro quer ouvir, já que há desentendimentos. As vezes nem é por facilidade, é para evitar mal entendidos ou mesmo brigas.
Quando a pessoa fala claramente e de maneira transparente abre-se uma possibilidade excelente para o diálogo profundo.
Pessoalmente, eu admiro muito as pessoas profundas. Pessoas rasas não conseguem chegar no âmago das questões. Não conseguem ver prós e contras, não conseguem entrar numa discussão saudável. Portanto, brigam e não discutem saudavelmente. Discussões construtivas aumentam o nível de ambas as partes. Você aprende, acrescenta novos conhecimentos. Enfim, aumenta sua qualidade de vida.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
A arte de dialogar é respeitar os limites e os conflitos dos outros
O autor pede para respeitarmos os outros e não darmos respostas superficiais. Acredito que até hoje não me conformo com a atitude da amiguinha do chefe porque eu a respeitei. O fato de eu ter desistido do curso por causa dela não me fez desrespeitá-la em momento algum. Eu simplesmente fiquei quieta, apesar de discordar. Entendi os limites e os conflitos dela. Não fiquei comentando nada. Simplesmente continuei a trabalhar normalmente.
Não sei o que ela fez. Mas pelo que ela escreveu na representação, estava fazendo inferno. Ela chega a escrever que os dois chefes anteriores ao amigo dela falaram que eu era exemplar. Não consigo imaginar porque alguém diria isso a ela do nada. Me parece óbvio que essa foi uma resposta a um inferninho que ela foi fazer. Eu nunca ouvi de nenhum deles que ela era exemplar, imagino que se fosse falar mal dela para algum deles, eles teriam o mesmo tipo de reação. O fato de eu ter me portado com dignidade fez com que eu não ouvisse esse tipo de comentário. E pelo que eu entendi na representação, era o fato de me acharem boa que a torturava. Se ela tão somente ficasse quieta não teria ouvido que eu era exemplar. Portanto, não teria com o que se torturar.
E esse comentário que ela fez na representação que os dois anteriores tinham me elogiado me pareceu que foi para que o amiguinho dela não fizesse o mesmo. Era uma maneira de dizer a ele que ela não aceitaria esse tipo de resposta que os dois anteriores deram. Então ele aceitou o absurdo. Então eu não aceitei o absurdo. Eu que tinha ficado quieta, sem reclamar, achei absurdo usarem um bullying que praticaram contra mim para embasar uma representação contra mim. Isso já era desrespeito demais. Eu tinha aceitado os limites e conflitos dela até então. Era a hora de dar limites a ela.
Acredito muito em ser paciente, mas tem uma hora em que limites têm que ser colocados. Saber até que ponto aceitar abusos é uma arte, mas com certeza ninguém tem qualidade de vida sofrendo abusos desse tipo. A não aceitação do curso foi um limite aceitável. A representação foi um ato inaceitável. Pelo que sinto, jamais vou aceitar.
Não sei o que ela fez. Mas pelo que ela escreveu na representação, estava fazendo inferno. Ela chega a escrever que os dois chefes anteriores ao amigo dela falaram que eu era exemplar. Não consigo imaginar porque alguém diria isso a ela do nada. Me parece óbvio que essa foi uma resposta a um inferninho que ela foi fazer. Eu nunca ouvi de nenhum deles que ela era exemplar, imagino que se fosse falar mal dela para algum deles, eles teriam o mesmo tipo de reação. O fato de eu ter me portado com dignidade fez com que eu não ouvisse esse tipo de comentário. E pelo que eu entendi na representação, era o fato de me acharem boa que a torturava. Se ela tão somente ficasse quieta não teria ouvido que eu era exemplar. Portanto, não teria com o que se torturar.
E esse comentário que ela fez na representação que os dois anteriores tinham me elogiado me pareceu que foi para que o amiguinho dela não fizesse o mesmo. Era uma maneira de dizer a ele que ela não aceitaria esse tipo de resposta que os dois anteriores deram. Então ele aceitou o absurdo. Então eu não aceitei o absurdo. Eu que tinha ficado quieta, sem reclamar, achei absurdo usarem um bullying que praticaram contra mim para embasar uma representação contra mim. Isso já era desrespeito demais. Eu tinha aceitado os limites e conflitos dela até então. Era a hora de dar limites a ela.
Acredito muito em ser paciente, mas tem uma hora em que limites têm que ser colocados. Saber até que ponto aceitar abusos é uma arte, mas com certeza ninguém tem qualidade de vida sofrendo abusos desse tipo. A não aceitação do curso foi um limite aceitável. A representação foi um ato inaceitável. Pelo que sinto, jamais vou aceitar.
Assinar:
Postagens (Atom)