"Princípio 1 - Deus é fonte de abundância. Esse primeiro princípio está na contra mão dos conceitos mundanos que controlam a vida dos ímpios. Eles acreditam que posse e dinheiro são resultado apenas de habilidades e realizações. Já aqueles que fizeram de Cristo seu Senhor absoluto em sua vida sabem que por mais que tenhamos talento, perspicácia, valorizemos oportunidades e negociemos com inteligência, tudo que auferimos nessa terra pertence ao Senhor e veio dEle, para servir aos Seus propósitos e não a nossa vontade" Aprenda a ser próspero. Fábio Q. Lucas
O autor é teólogo, bacharel em Administração de empresas, advogado e personal coach. Tendo encerrado a reflexão sobre os tímidos, vamos a uma segunda ferramenta para quem é ou foi assediado. A liberdade financeira é essencial para todas as pessoas, mas os que são assediados precisam muito ser livres.
Não é minha intenção abandonar a saga dos israelitas. Amei essa leitura que estou fazendo da Bíblia e o importante para nós é aprender como aplicar as Escrituras no nosso dia a dia. A Palavra é viva e eficaz. Ela deve estar presente em nossa vida. E uma habilidade que muitos encontraram é tirar sua fonte de sabedoria da Bíblia. Ela tem resposta para nós. Sobre tudo que possa estar acontecendo em nossa vida. Basta apenas saber tirar água dessa fonte e se saciar.
Como podemos aplicar a liberdade financeira ao caso dos israelitas? Eles eram escravos, isso simboliza nossa condição como escravos de nossa vida financeira desbalanceada. Eles tiveram que passar pelo deserto para chegar à terra que mana leite e mel. A terra simboliza nossa liberdade financeira e o deserto nossa transição entre o ponto A e B. O autor é coach. Ele está acostumado a conduzir pessoas de um ponto para o outro. Foi o mesmo que Moisés fez. Conduziu o povo da escravidão para a terra próspera. A diferença é que Moisés foi um mentor e o coach faz perguntas poderosas que levam o cliente a encontrar respostas dentro de si, portanto cada um toma uma direção diferente.
Como podemos aplicar a liberdade financeira como ajuda aos assediados? Ao invés de pessoas assim se sentirem vítimas, elas devem se fortalecer. Deus permitiu isso por algum motivo e não nos cabe questionar. No caso da colega ela foi responsável. Tinha a opção de adorar a Sra Drama e fazer seus caprichos. Qualquer pessoa sensata sabendo da índole da Sra Drama e do poder que o verdadeiro chefe atribuía a ela, teria obedecido e se curvado perante Sra Drama.
Mas o amor a Jesus, fazê-lo Senhor absoluto de suas vidas não produz pessoas sensatas. Produz pessoas apaixonadas, com o coração sempre ardendo pelo seu Senhor. Pedro foi crucificado, Paulo foi decaptado. E a sensatez pedia que eles simplesmente negassem seu Senhor. Era fácil. Pessoas que amam seu Senhor acima de tudo não querem o fácil. E Jesus avisou o quanto seus discípulos seriam perseguidos por causa do seu nome. Haveria um grande galardão no céu. Eles seriam salvos e desfrutariam de riquezas imateriais.
Só que é equilíbrio também viver nessa terra. E não viver fracassado. Diante de uma determinação de desobediência à lei de Deus o servo do Senhor tem duas opções: obedecer a lei de Deus ou obedecer ao ímpio. Se o ímpio tem poder de te prejudicar, como obedecer a Deus? Aí está a resposta. Muita dependência financeira dificultará a fidelidade do servo fiel. É preciso encontrar a sua liberdade financeira. Não chegará de uma hora para outra. Será necessário paciência para atravessar o deserto.
Deus quer que vivamos em abundância? Vejamos o que passou a Moisés: "Servireis ao Senhor vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água. Tirarei do meio de vós as enfermidades. Não farás aliança alguma com eles, nem com seus deuses. Na tua terra não habitarão, para que não te façam pecar contra mim, porque se servires aos seus deuses, isso te será por laço." Êxodo 23:25 e 32-33. Assim, o servo do Senhor terá abundância, mas não deverá fazer aliança com os ímpios, pois isso será uma armadilha, o ímpio fará com que o servo do Senhor peque contra Ele. O povo no deserto prometeu fazer o que Deus falou. Êxodo 24:3
E assim somos nós. Dizemos a nós mesmos que seguiremos os preceitos de Deus. Mas no primeiro teste... Quando dependemos financeiramente... aí fica difícil. E sério, concordo que fica difícil. A pessoa tem seus compromissos, dívidas, família, tem que comer, beber, vestir, morar... Não estou de maneira alguma incitando uma revolta. Pelo contrário, devemos ter muita paciência, mas seguir em frente. Nos fortalecendo em todas as frentes possíveis: psicológica, financeira, habilidades, conhecimentos.
E o mais importante é saber que Deus é a fonte da abundância, que tudo é dele. Tanto o que ele nos dará no futuro, como o que já está em nossas mãos. E é para a glória dele, para os propósitos dele. Não podemos achar que é para nós, para nossos propósitos egoístas. O primeiro desafio de quem quer ser próspero é reconhecer que tudo é de Deus.
O segundo desafio é estar disposto a atravessar o deserto. O povo reclamava que estava melhor no Egito. De alguma forma alguns não estavam dispostos. Querer a terra de Canaã é louvável, o segundo passo é estar disposto a caminhar no deserto. Nem todos vão querer e não há o que fazer, é uma escolha pessoal. Deus quer nos ver do outro lado, mas a disposição tem que ser nossa. A decisão é nossa.
E como não se corromper e não servir as riquezas nesse trajeto? Lembrando-se que esta terra é uma cópia da principal, está longe da glória da principal e o inimigo já plantou joio nesta. A terra que realmente importa, a que vem em primeiro lugar, é a celestial. Há duas dimensões, a material e a espiritual. A mais importante é a espiritual, todas as riquezas da terra não se comparam às riquezas que Deus tem preparado para os salvos. E é essa que buscamos em primeiro lugar, o reino de Deus. O resto é apenas sombra.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Vivemos o dilema exterior versus interior?
"Convoque seu sábio - apele para seu sábio interior, a parte mais sensata que todos nós temos dentro de nós mesmos. Reconheça que você está enfrentando um problema e deixe que seu sábio ajude-o a se lembrar de um outro momento que você tenha sido bem sucedido ao lidar com uma situação semelhante. Recorde como se sentiu e mergulhe nessa sensação. É como se vestir de autoconfiança. Quanto mais você contar com seu sábio interior, mais poderá ter confiança de que ele estará lá quando você precisar. (E lembre-se de que, se você ignorar um problema ou negar sua existência, ele não desaparecerá. Costuma piorar). A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
Mesmo que tudo exteriormente parece ruim, se observarmos nossa história de vida, vamos perceber que houve momentos em que achamos o mesmo. Mas passou, superamos. Temos muita força interior e podemos contar com ela.
O importante é encarar de frente nosso problema, sem ignorá-lo. Ele existe, não podemos negar. Podemos ser muito honestos conosco mesmos quando o diálogo é interno, não precisamos vestir máscaras, nem enganar a nós mesmos. "Nossa vida melhora só quando nos arriscamos - e o primeiro e maior risco é ser honestos conosco mesmos." Walter Anderson
No nosso estudo de caso, Sra Drama tinha um problema. E o negou. Achou que vinha de fora, mas o que nos traz problema é o que procede do coração, somos nós mesmos que causamos problemas a nós mesmos e culpamos o outro. Sra Drama de maneira alguma admitiu que o problema era ego. Suas necessidades e expectativas pessoais não foram preenchidas. Estava frustrada. A colega não a adorava. Incomodava-lhe a idéia que algumas pessoas não se inclinavam perante ela, não faziam todas as suas vontades. Enquanto Sra Drama não for honesta consigo mesma e perceber que nem todos vão adora-la, vai continuar sem paz. É impossível que todos a adorem.
O primeiro e maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvaras a elas nem as servirás; pois eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso." (Êxodo 20:3-5) Essa idolatria era mais rudimentar, atualmente os leitores da Bíblia tem plena consciência de que não se deve adorar imagens.
Na época de Jesus, a idolatria dessa espécie já não existia em Israel. O povo já tinha sofrido muito por causa da idolatria. Foram 400 anos de influência idólatra no Egito. Quando entraram na terra prometida foram influenciados pelos povos daquela terra e voltaram a idolatrar. Ficaram mais 70 anos no exílio na Babilônia, onde havia idolatria. Aprenderam a lição. No entanto, a idolatria assumiu outro aspecto. O povo estava servindo às riquezas. No Sermão do Monte Jesus alertou que ninguém pode servir a dois senhores. Ou servirá a Deus ou a riquezas.
Atualmente a idolatria assumiu outras formas. Há quem adore as riquezas ainda. Mas também celebridades, pessoas, influenciadores digitais, cantores, jogadores de futebol, familiares, chefes, colegas. Há quem adore objetos, times, livros, estudos. O excesso deve ser sempre tomado com cautela. Há quem adore comida, cigarro, bebida, vícios em geral, compras, consumo. Tudo que colocamos acima de Deus e de sua lei é adoração. Se há algo que nos afasta da lei de Deus, então temos outro Senhor, estamos servindo outro.
Esse é o mandamento pelo qual Deus mais zela. O principal. Jesus também o parafraseou como: "Buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Em Gálatas 5 há uma lista das obras da carne. E dentre elas está a idolatria.
Portanto idolatria constitui obra da carne e se contrapõe ao espírito. O Espírito Santo é o que nos guia a toda verdade. Jesus o enviou para morar dentro de nós. Quando damos lugar à carne, dentro de nós haverá carne. Quando damos lugar ao Espírito Santo, ele morará dentro de nós.
Assim, o nosso sábio interior, como define a autora, anela pelas coisas espirituais. Quanto mais formos honestos conosco mesmos, sem máscaras, damos lugar ao Espírito, porque passaremos a admitir quando sentimos inveja, frustração, ódio, rancor, raiva, despeito. Passaremos a nos responsabilizar e buscar internamente respostas para nossos conflitos, sem culpar os outros. E se ignorarmos uma inveja, ela vai aumentar. É preciso admitir que ela existe. E aí tomar medidas não contra o objeto da inveja, mas contra a inveja que habita em nós. Se admitirmos que sentimos despeito, ele não se transformará em raiva, pois tomaremos medidas contra esse tipo de pensamento que acha que todos devem seguir nossas expectativas. Se admitirmos que queremos um aumento e não sabemos esperar, isso não se transformará em ambição desmedida, a ponto de prejudicar o outro. Podemos lidar melhor pensando em maneiras de lidar com a ansiedade.
Enfim, nossa maior batalha é contra nós mesmos. Contra nossa carne. Contra nossas vontades. Contra nosso ego.
E sob o ponto de vista da idolatria, a colega não tinha que odiar quem a Sra Drama odiava. Ela mesma já tinha perdoado pessoas que fizeram coisas piores para ela. A colega não tinha que ir contra ou maldizer junto com Sra Drama as pessoas que ela não gostava. Esse tipo de facção é obra da carne. E a colega servia a Deus, não negaria sua fé e agiria de modo que não era autêntico dela só porque Sra Drama a convidou duas vezes para ir à sua casa. Vender-se por isso é ser muito barata. Servir aos desejos e caprichos da Sra Drama que iam contra a Lei de Deus é servir a outro que não Deus. Não há nada que compre a eternidade. Não precisamos quebrar nossas convicções só porque alguém se acha no direito de comprar sua alma. Não podemos nos envolver no que o mundo faz. Não precisamos ouvir o conselho dos ímpios. O Salmo 1 adverte contra o conselho do ímpio. Não precisamos mudar nosso ser porque o ímpio ficará chateado porque não seguimos os conselhos deles de ódio, inimizades e facções. Não precisamos entrar nas disputas deles.
O único digno de nossa verdadeira adoração é Deus. Ninguém tem o direito de nos impor algo contra a lei de Deus. E se nos imporem, podemos sempre invocar a Deus e sermos assertivos acerca de nossa adoração primeira a Deus.
Mesmo que tudo exteriormente parece ruim, se observarmos nossa história de vida, vamos perceber que houve momentos em que achamos o mesmo. Mas passou, superamos. Temos muita força interior e podemos contar com ela.
O importante é encarar de frente nosso problema, sem ignorá-lo. Ele existe, não podemos negar. Podemos ser muito honestos conosco mesmos quando o diálogo é interno, não precisamos vestir máscaras, nem enganar a nós mesmos. "Nossa vida melhora só quando nos arriscamos - e o primeiro e maior risco é ser honestos conosco mesmos." Walter Anderson
No nosso estudo de caso, Sra Drama tinha um problema. E o negou. Achou que vinha de fora, mas o que nos traz problema é o que procede do coração, somos nós mesmos que causamos problemas a nós mesmos e culpamos o outro. Sra Drama de maneira alguma admitiu que o problema era ego. Suas necessidades e expectativas pessoais não foram preenchidas. Estava frustrada. A colega não a adorava. Incomodava-lhe a idéia que algumas pessoas não se inclinavam perante ela, não faziam todas as suas vontades. Enquanto Sra Drama não for honesta consigo mesma e perceber que nem todos vão adora-la, vai continuar sem paz. É impossível que todos a adorem.
O primeiro e maior mandamento é amar a Deus sobre todas as coisas: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvaras a elas nem as servirás; pois eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso." (Êxodo 20:3-5) Essa idolatria era mais rudimentar, atualmente os leitores da Bíblia tem plena consciência de que não se deve adorar imagens.
Na época de Jesus, a idolatria dessa espécie já não existia em Israel. O povo já tinha sofrido muito por causa da idolatria. Foram 400 anos de influência idólatra no Egito. Quando entraram na terra prometida foram influenciados pelos povos daquela terra e voltaram a idolatrar. Ficaram mais 70 anos no exílio na Babilônia, onde havia idolatria. Aprenderam a lição. No entanto, a idolatria assumiu outro aspecto. O povo estava servindo às riquezas. No Sermão do Monte Jesus alertou que ninguém pode servir a dois senhores. Ou servirá a Deus ou a riquezas.
Atualmente a idolatria assumiu outras formas. Há quem adore as riquezas ainda. Mas também celebridades, pessoas, influenciadores digitais, cantores, jogadores de futebol, familiares, chefes, colegas. Há quem adore objetos, times, livros, estudos. O excesso deve ser sempre tomado com cautela. Há quem adore comida, cigarro, bebida, vícios em geral, compras, consumo. Tudo que colocamos acima de Deus e de sua lei é adoração. Se há algo que nos afasta da lei de Deus, então temos outro Senhor, estamos servindo outro.
Esse é o mandamento pelo qual Deus mais zela. O principal. Jesus também o parafraseou como: "Buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Em Gálatas 5 há uma lista das obras da carne. E dentre elas está a idolatria.
Portanto idolatria constitui obra da carne e se contrapõe ao espírito. O Espírito Santo é o que nos guia a toda verdade. Jesus o enviou para morar dentro de nós. Quando damos lugar à carne, dentro de nós haverá carne. Quando damos lugar ao Espírito Santo, ele morará dentro de nós.
Assim, o nosso sábio interior, como define a autora, anela pelas coisas espirituais. Quanto mais formos honestos conosco mesmos, sem máscaras, damos lugar ao Espírito, porque passaremos a admitir quando sentimos inveja, frustração, ódio, rancor, raiva, despeito. Passaremos a nos responsabilizar e buscar internamente respostas para nossos conflitos, sem culpar os outros. E se ignorarmos uma inveja, ela vai aumentar. É preciso admitir que ela existe. E aí tomar medidas não contra o objeto da inveja, mas contra a inveja que habita em nós. Se admitirmos que sentimos despeito, ele não se transformará em raiva, pois tomaremos medidas contra esse tipo de pensamento que acha que todos devem seguir nossas expectativas. Se admitirmos que queremos um aumento e não sabemos esperar, isso não se transformará em ambição desmedida, a ponto de prejudicar o outro. Podemos lidar melhor pensando em maneiras de lidar com a ansiedade.
Enfim, nossa maior batalha é contra nós mesmos. Contra nossa carne. Contra nossas vontades. Contra nosso ego.
E sob o ponto de vista da idolatria, a colega não tinha que odiar quem a Sra Drama odiava. Ela mesma já tinha perdoado pessoas que fizeram coisas piores para ela. A colega não tinha que ir contra ou maldizer junto com Sra Drama as pessoas que ela não gostava. Esse tipo de facção é obra da carne. E a colega servia a Deus, não negaria sua fé e agiria de modo que não era autêntico dela só porque Sra Drama a convidou duas vezes para ir à sua casa. Vender-se por isso é ser muito barata. Servir aos desejos e caprichos da Sra Drama que iam contra a Lei de Deus é servir a outro que não Deus. Não há nada que compre a eternidade. Não precisamos quebrar nossas convicções só porque alguém se acha no direito de comprar sua alma. Não podemos nos envolver no que o mundo faz. Não precisamos ouvir o conselho dos ímpios. O Salmo 1 adverte contra o conselho do ímpio. Não precisamos mudar nosso ser porque o ímpio ficará chateado porque não seguimos os conselhos deles de ódio, inimizades e facções. Não precisamos entrar nas disputas deles.
O único digno de nossa verdadeira adoração é Deus. Ninguém tem o direito de nos impor algo contra a lei de Deus. E se nos imporem, podemos sempre invocar a Deus e sermos assertivos acerca de nossa adoração primeira a Deus.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Você julga rápido demais?
"Observe o caráter único da situação - quando estamos conscientes e despertos, percebemos que cada situação é diferente da outra. No entanto, o cérebro gosta de agrupar experiências e, depois, fazer julgamentos rápidos, liberando apressadamente uma solução padronizada para o problema em uma tentativa de reduzir nossa ansiedade. Então, em vez de imediatamente enquadrar uma experiência em uma categoria conhecida - por exemplo: 'Ai, minha mulher está me criticando de novo', -aguarde um momento e observe como essa situação é única: 'Minha mulher se preocupa comigo. Sua voz não soa a crítica; talvez ela esteja tentando me ajudar com seu comentário'. Agora você poderá agir adequadamente à situação." A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
A vantagem do tímido quando faz esse tipo de pré julgamento é que não sairá por aí espalhando suas conclusões. Veja que a realidade é relativa. Depende muito mais de interpretação e filtros perceptivos. Supondo que esse homem acredite em seus pensamentos negativos e passe a reclamar de sua mulher para todos, fazendo-se de vítima. Dependendo de sua habilidade de convencer os outros, mesmo a mulher tendo a melhor das intenções, as pessoas ao redor pensarão que a esposa dele é crítica, que não dá suporte para ele. E tudo foi apenas uma criação da mente desse homem. E esse homem levou várias pessoas a acreditarem naquilo.
Há aqueles que são facilmente sugestionaveis e acreditam não nas suas próprias conclusões, mas nas conclusões dos outros. Shakespeare versou sobre esse drama humano. Otelo era extremamente bem sucedido profissionalmente. Hiago sentia inveja mas não conseguia atingi-lo no serviço. Otelo era realmente bom. Então maliciosamente Hiago sugeriu que a esposa de Otelo estava traindo-o, resolveu atacá- lo pela vida pessoal. Otelo julgou apressadamente, não questionou Hiago nem tampouco verificou mais minuciosamente. Acabou em tragédia e o malicioso Hiago que nunca dissera diretamente sobre uma traição conseguiu eliminar o objeto de sua inveja.
Por saber como o ser humano julga rápido e é sugestionavel, Deus incluiu nos 10 mandamentos: "Não dirás falso testtestemunho contra o teu próximo" (Êxodo 20:16) Deus conhece sua criatura. Um motivo há para Deus pedir cuidado com o falso testemunho. E acrescenta: "Não espalharas notícias falsas, nem darás mão ao ímpio, para serdes testemunha maliciosa. Não seguiras a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda deporas, acompanhando a maioria para torcer o direito. Da falsa acusação te guardarás, e não matarás o inocente e o justo, pois não justificarei o ímpio. Também suborno não aceitaras, pois o suborno cega os que tem vista, e perverte a palavra dos justos." (Êxodo 23:1-2 e 7-8). Deus conhece o coração do homem e sabe o quão pode se inclinar para o falso testemunho. Há vários motivos já estudados nas reflexões anteriores para um falso testemunho.
Jesus reforçou o repúdio ao falso testemunho quando os fariseus e saduceus queriam armar uma armadilha contra ele. Os fariseus usaram bastante o Sábado para tentar armar ciladas e desta vez falavam sobre tradição que os discípulos não seguiam. Jesus enfatizou que o que vem de dentro, do coração é que contamina o homem. Hiago no exemplo de Shakespeare estava totalmente contaminado por dentro. E muitas pessoas não percebem o quanto seus corações podem estar contaminados.
Jesus Cristo pediu para tomar cuidado com o que sai da boca, reforçando os mandamentos de Deus na época de Moisés: "Mas o que sai da boca, procede do coração, e é isso que contamina o homem. Pois do coração procedem maus pensamentos, assassínio, adultério, prostituição, furto, FALSO TESTEMUNHO, blasfêmia."
Não podemos julgar rapidamente, pois isso vai interferir nas nossas emoções, vai entrar no nosso coração e então vai nos contaminar.
No caso do homem que resolve achar que sua esposa o critica, ele vai deixar que isso entre para o coração, então ficará contaminado.
Cuidado com a contaminação que criamos em nossos julgamentos rápidos. Temos que pausar, perguntar, verificar, verificar de novo. Ter muita certeza e só então concluir algo. Temos que ser humildes de assumir que por vezes precisamos de um especialista, que não temos conhecimento suficiente para emitir um julgamento. E pedir ajuda de quem conhece do assunto.
A autora é psicoterapeuta e se deparou com certeza várias vezes com casos assim. Pessoas tiram conclusões rápidas e acreditam naquilo. E pior que podem até ser testemunhas de algo que imaginaram em seu coração, prejudicando outros.
Se a pessoa conclui mal e guardou para si menos mal. Mas quando alguém se dá ao direito de prejudicar outro, aí temos um caso grave de lesão do direito do outro. Por isso, testemunhas são sempre seres não muito confiáveis, porque o ser humano julga muito rápido.
A vantagem do tímido quando faz esse tipo de pré julgamento é que não sairá por aí espalhando suas conclusões. Veja que a realidade é relativa. Depende muito mais de interpretação e filtros perceptivos. Supondo que esse homem acredite em seus pensamentos negativos e passe a reclamar de sua mulher para todos, fazendo-se de vítima. Dependendo de sua habilidade de convencer os outros, mesmo a mulher tendo a melhor das intenções, as pessoas ao redor pensarão que a esposa dele é crítica, que não dá suporte para ele. E tudo foi apenas uma criação da mente desse homem. E esse homem levou várias pessoas a acreditarem naquilo.
Há aqueles que são facilmente sugestionaveis e acreditam não nas suas próprias conclusões, mas nas conclusões dos outros. Shakespeare versou sobre esse drama humano. Otelo era extremamente bem sucedido profissionalmente. Hiago sentia inveja mas não conseguia atingi-lo no serviço. Otelo era realmente bom. Então maliciosamente Hiago sugeriu que a esposa de Otelo estava traindo-o, resolveu atacá- lo pela vida pessoal. Otelo julgou apressadamente, não questionou Hiago nem tampouco verificou mais minuciosamente. Acabou em tragédia e o malicioso Hiago que nunca dissera diretamente sobre uma traição conseguiu eliminar o objeto de sua inveja.
Por saber como o ser humano julga rápido e é sugestionavel, Deus incluiu nos 10 mandamentos: "Não dirás falso testtestemunho contra o teu próximo" (Êxodo 20:16) Deus conhece sua criatura. Um motivo há para Deus pedir cuidado com o falso testemunho. E acrescenta: "Não espalharas notícias falsas, nem darás mão ao ímpio, para serdes testemunha maliciosa. Não seguiras a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda deporas, acompanhando a maioria para torcer o direito. Da falsa acusação te guardarás, e não matarás o inocente e o justo, pois não justificarei o ímpio. Também suborno não aceitaras, pois o suborno cega os que tem vista, e perverte a palavra dos justos." (Êxodo 23:1-2 e 7-8). Deus conhece o coração do homem e sabe o quão pode se inclinar para o falso testemunho. Há vários motivos já estudados nas reflexões anteriores para um falso testemunho.
Jesus reforçou o repúdio ao falso testemunho quando os fariseus e saduceus queriam armar uma armadilha contra ele. Os fariseus usaram bastante o Sábado para tentar armar ciladas e desta vez falavam sobre tradição que os discípulos não seguiam. Jesus enfatizou que o que vem de dentro, do coração é que contamina o homem. Hiago no exemplo de Shakespeare estava totalmente contaminado por dentro. E muitas pessoas não percebem o quanto seus corações podem estar contaminados.
Jesus Cristo pediu para tomar cuidado com o que sai da boca, reforçando os mandamentos de Deus na época de Moisés: "Mas o que sai da boca, procede do coração, e é isso que contamina o homem. Pois do coração procedem maus pensamentos, assassínio, adultério, prostituição, furto, FALSO TESTEMUNHO, blasfêmia."
Não podemos julgar rapidamente, pois isso vai interferir nas nossas emoções, vai entrar no nosso coração e então vai nos contaminar.
No caso do homem que resolve achar que sua esposa o critica, ele vai deixar que isso entre para o coração, então ficará contaminado.
Cuidado com a contaminação que criamos em nossos julgamentos rápidos. Temos que pausar, perguntar, verificar, verificar de novo. Ter muita certeza e só então concluir algo. Temos que ser humildes de assumir que por vezes precisamos de um especialista, que não temos conhecimento suficiente para emitir um julgamento. E pedir ajuda de quem conhece do assunto.
A autora é psicoterapeuta e se deparou com certeza várias vezes com casos assim. Pessoas tiram conclusões rápidas e acreditam naquilo. E pior que podem até ser testemunhas de algo que imaginaram em seu coração, prejudicando outros.
Se a pessoa conclui mal e guardou para si menos mal. Mas quando alguém se dá ao direito de prejudicar outro, aí temos um caso grave de lesão do direito do outro. Por isso, testemunhas são sempre seres não muito confiáveis, porque o ser humano julga muito rápido.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Você reserva tempo de descanso de qualidade?
"Agora, quando sair em processo de extroversão, você pode dar apenas uma olhadinha em seu livro ou, então, ver um saldo altíssimo. Esse grande saldo é um lembrete constante de que você tem capacidade de trabalhar pelo que deseja e de que pode contar consigo mesmo. Você tem poder de recuperação. Pode pedir ajuda se precisar e pode se recuperar depois de enfrentar um obstáculo ou uma decepção." A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
Moisés foi capaz de ter um saldo alto em seu livro de auto confiança. No entanto, teve que sair de sua zona de conforto. Ele não queria no início sair dessa zona. Só saiu porque Deus o fez sair. Assim é com cada um de nós pobres mortais. Nós não queremos sair de nossas zonas de conforto. Deus certamente quer que superemos limites. Nós é que somos teimosos em ficar no conforto. Mas no conforto nosso livro de auto estima não fica com um saldo alto.
Temos que sempre fazer algo novo, superar algum limite, procurar algo difícil, que nos traga um pouco de desconforto. Foi o que fiz com Mary Kay e Polishop. Certamente não tenho as qualidades necessárias, mas é esse o desafio. É só assim que podemos ir depositando moedas em nosso livro de auto confiança. As vezes nos vemos colocando notas. Para mim foi como um curso e tenho aprendido até hoje.
Moisés ficou tão auto confiante que se empolgou demais. Aquela pessoa que estava com receio de falar com o povo estava atuando como juiz. Falando com todo o povo! Que superação! Mas Moisés não deixou de ser introvertido. Acabou de esquecendo da esposa e filhos de tanto que se concentrou no trabalho. Moisés não sofreu de solidão. Einstein também se trancava no quarto e esquecia da vida lá dentro. Antes de vir com a lei da relatividade sumiu por alguns dias, estava só no meio do mato. Introvertidos tem alto poder de concentração e por isso devem tomar cuidado para não trabalhar demais. Moisés foi o grande legislador de Israel. Einstein foi um grande gênio. Ambos introvertidos. Portanto, os introvertidos não são para serem eliminados. Eles apenas complementam. Não há razão para um luta contra o introvertido, mas só entender a complementaridade.
A colega também se concentrava tanto que se esquecia da vida! Ela juntou o que fez. Não disse apenas que trabalhou bastante. Tirou foto da quantidade de material e deu o número de onde era possível encontrar o restante do trabalho. Seria possível a cada terceiro imparcial que fosse olhar o que foi produzido e decidir quem estava priorizando o trabalho. Não é questão de opinião. É questão de ver realmente o que a colega fez! E a colega não fez tanto trabalho para irritar Sra Drama. Nós introvertidos temos tendência ao foco.
Como legislador, Moisés trouxe os 10 mandamentos de Deus para o povo. E Deus ordena descanso! Pensemos bem. Apenas 10 mandamentos para Deus resumir o que é importante para o homem, sua criação. E Deus ordena descanso. Isso quer dizer que Jetro estava certo. Moisés estava se excedendo. A colega estava igualmente se excedendo. Por isso, é importante o homem observar as leis de Deus. O criador sabe o que temos a fazer para viver a melhor vida possível. E ele quer a melhor vida possível para nós. Nós é que muitas vezes somos teimosos e excedemos limites da maneira errada.
Também não estou falando de ócio. A proporção ensinada por Deus foi 6 para 1. Deus trabalhou 6 dias e descansou no sétimo. Não estou em absoluto falando em guardar Sábados. É o princípio, não a letra da lei. Precisamos de tempo de descanso de qualidade. Precisamos equilíbrio. Por exemplo, essa proporção é bem interessante em horas. A cada uma hora de trabalho (60 minutos) poderia ser muito mais eficiente descansar 10 minutos, ter qualidade nesses 10 minutos. E então nossa produtividade cresce. Uma pessoa descansada consegue produzir mais e melhor que uma pessoa cansada e estressada.
Então, que possamos pensar em lazer de qualidade. Aquele que fará com que nossa saúde e energia fiquem melhores.
Moisés foi capaz de ter um saldo alto em seu livro de auto confiança. No entanto, teve que sair de sua zona de conforto. Ele não queria no início sair dessa zona. Só saiu porque Deus o fez sair. Assim é com cada um de nós pobres mortais. Nós não queremos sair de nossas zonas de conforto. Deus certamente quer que superemos limites. Nós é que somos teimosos em ficar no conforto. Mas no conforto nosso livro de auto estima não fica com um saldo alto.
Temos que sempre fazer algo novo, superar algum limite, procurar algo difícil, que nos traga um pouco de desconforto. Foi o que fiz com Mary Kay e Polishop. Certamente não tenho as qualidades necessárias, mas é esse o desafio. É só assim que podemos ir depositando moedas em nosso livro de auto confiança. As vezes nos vemos colocando notas. Para mim foi como um curso e tenho aprendido até hoje.
Moisés ficou tão auto confiante que se empolgou demais. Aquela pessoa que estava com receio de falar com o povo estava atuando como juiz. Falando com todo o povo! Que superação! Mas Moisés não deixou de ser introvertido. Acabou de esquecendo da esposa e filhos de tanto que se concentrou no trabalho. Moisés não sofreu de solidão. Einstein também se trancava no quarto e esquecia da vida lá dentro. Antes de vir com a lei da relatividade sumiu por alguns dias, estava só no meio do mato. Introvertidos tem alto poder de concentração e por isso devem tomar cuidado para não trabalhar demais. Moisés foi o grande legislador de Israel. Einstein foi um grande gênio. Ambos introvertidos. Portanto, os introvertidos não são para serem eliminados. Eles apenas complementam. Não há razão para um luta contra o introvertido, mas só entender a complementaridade.
A colega também se concentrava tanto que se esquecia da vida! Ela juntou o que fez. Não disse apenas que trabalhou bastante. Tirou foto da quantidade de material e deu o número de onde era possível encontrar o restante do trabalho. Seria possível a cada terceiro imparcial que fosse olhar o que foi produzido e decidir quem estava priorizando o trabalho. Não é questão de opinião. É questão de ver realmente o que a colega fez! E a colega não fez tanto trabalho para irritar Sra Drama. Nós introvertidos temos tendência ao foco.
Como legislador, Moisés trouxe os 10 mandamentos de Deus para o povo. E Deus ordena descanso! Pensemos bem. Apenas 10 mandamentos para Deus resumir o que é importante para o homem, sua criação. E Deus ordena descanso. Isso quer dizer que Jetro estava certo. Moisés estava se excedendo. A colega estava igualmente se excedendo. Por isso, é importante o homem observar as leis de Deus. O criador sabe o que temos a fazer para viver a melhor vida possível. E ele quer a melhor vida possível para nós. Nós é que muitas vezes somos teimosos e excedemos limites da maneira errada.
Também não estou falando de ócio. A proporção ensinada por Deus foi 6 para 1. Deus trabalhou 6 dias e descansou no sétimo. Não estou em absoluto falando em guardar Sábados. É o princípio, não a letra da lei. Precisamos de tempo de descanso de qualidade. Precisamos equilíbrio. Por exemplo, essa proporção é bem interessante em horas. A cada uma hora de trabalho (60 minutos) poderia ser muito mais eficiente descansar 10 minutos, ter qualidade nesses 10 minutos. E então nossa produtividade cresce. Uma pessoa descansada consegue produzir mais e melhor que uma pessoa cansada e estressada.
Então, que possamos pensar em lazer de qualidade. Aquele que fará com que nossa saúde e energia fiquem melhores.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Autoconfiança demais atrapalha?
"Se alguém criticá-lo e você for capaz de considerar os argumentos de forma objetiva, sem supervaloriza-los (eles estão certos, fui desprezível ao fazer aquilo) nem subestimá-los (eles não sabem de nada, eu estou certo), deposite algumas moedas de autoconfiança em sua conta. Depois de resolver como responder à crítica: 'Entendo seu ponto de vista, mas acho que você me entendeu mal; eu queria dizer...', faça mais um depósito. Sempre que se sentir esperançoso, coloque mais moedas de autoconfiança. Se sofrer uma decepção - você não conseguiu aquele emprego que desejava -, permita-se ficar triste e desestimulado por alguns dias. Lembre a si mesmo que era apenas um emprego e, então, deposite um maço de notas em sua conta quando enviar novamente seu currículo." A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
Não é apenas o tímido que sofre de falta de autoconfiança, embora sua autoconfiança seja mais facilmente minada por não ser entendido e por sofrer mais bullying. No nosso estudo de caso, Sra Drama é uma extrovertida e está no lado de quem pratica bullying com tudo que está acima da sua compreensão. Mas o outro lado da moeda é que o bully no fundo é um inseguro. Portanto, sem autoconfiança. Esta aparente confiança só esconde a fragilidade do bully.
Sra Drama é incapaz de ver o ponto de vista alheio. Se não bate com sua visão de mundo, tem que ser eliminado. A sua frase é: "Eles não sabem de nada, eu estou certa". E isto ficou claro na representação. O psiquiatra não sabe de nada, ela está certa. O especialista no problema em tela não sabia de nada, tinha que prevalecer o que ela tinha dito. O terceiro imparcial viu isso. É falta de auto confiança teimar em estar certo. Aliás, quem até prejudica o outro para se provar certo tem problema de caráter. É nobre quem admite seu erro.
Sra Drama é incapaz de explicar o que disse. Prefere negar que tenha dito. Qual a dificuldade de dizer: "Você me entendeu mal, o que eu queria dizer...". Não precisa negar e chamar o outro de louco, dizer que nunca disse aquilo. Negar e mentir além de ser falta de responsabilidade é falta de auto confiança. Se ela tem confiança no que diz, por que negar? A não ser que haja má intenção mesmo...
Sra Drama é incapaz de lidar com frustrações. Estava impaciente que o cargo de chefia não vinha. E eu acredito firmemente que foi ela que estourou a oportunidade dela quando teimou com o rapaz que tinha vindo de São Paulo para treina-la. Ele foi ao interior só para treiná-la e ela foi obstinada: "Ele não sabe de nada, eu estou certa". Ela teve um atrito com ele. E ele era muito bom mesmo. Fiquei impressionada com os conhecimentos dele. Ele realmente estava no cargo que Sra Drama queria por merecimento, ele tinha conhecimento, com certeza não ganhou o cargo porque levou o chefe para casa, nem porque deu bebida para ele ou preencheu qualquer necessidade básica do ego de alguém. E ela teve a chance de ser treinado pelo expert da área. Sua obstinação atrasou sua bênção. E então, quando mostrou-se agressiva com a colega, embora o discurso tenha sido de coitada, já tinha passado mais de dois anos que o rapaz tinha tentado treiná-la. Ela ainda continuava na fase de experiência. E estava cansada de esperar. E não tinha idéia que não bastava apenas levar o chefe para casa. Em São Paulo esse motivo era bem fraco. Aliás, se soubessem, creio que aí sim que não teria chefia alguma. Eu acredito ainda na lei de Pareto, nos 80% muitos bons da instituição. Nos 80% de elevado moral da instituição.
Voltando ao nosso paralelo com Moisés. Deus não escolheu Moisés porque ele preenchia seu ego, porque Moisés era puxa saco de Deus. No capítulo 18 de Êxodo, vemos que Moisés atuava como juiz do povo de Israel. Sua característica de querer justiça foi um dos motivos que fizeram Deus escolher Moisés para liderar o povo no deserto. O povo ainda tinha que aprender muito para herdar a terra prometida. A terra prometida pode ser interpretada como aquele cargo tão almejado, aquela promoção... enfim, ela simbolizava fim da escravidão e início de abundância e bênçãos.
Jesus mesmo disse no Sermão do Monte: "bem aventurados os que têm fome e sede de justiça". Moisés era bem aventurado porque queria justiça. Não para si, não para seus motivos egoístas. Moisés não ganhava nada para atuar como Juiz do povo. Trabalhava exaustivamente só para servir ao povo. Tanto que quando seu sogro Jetro foi visitá-lo e trazer a esposa e filhos de Moisés, não achou correto a maneira como Moisés estava se sobrecarregando. Jetro mostrou que era necessário equilíbrio entre trabalho e família. Sugeriu que Moisés delegasse. E que escolhesse homens de moral para ajudá-lo. Moisés acatou a sugestão de Jetro.
Poderia ter se insurgido contra o sogro: "ele não sabe de nada, estou certo, como ousa criticar meu trabalho? Quem é que fala direto com Deus?" Moisés não fez isso. O RH de Deus é perfeito. Sabia o quanto traria para si de problema se escolhesse um líder teimoso e que se acha certo, melhor do que especialistas na área. Moisés estava aberto para sugestões. E só cresce quem está aberto. Se fechar tentando se provar certo não leva para um próximo nível. Talvez Sra Drama fosse boa para o cargo dela, mas teria que aprender mais para chegar à chefia, não pode ser assim tão aleatório e sem profissionalismo, não pode ser amador. Sem mudança, continuamos na mesma. E não adianta reclamar.
Moisés era um líder servidor. Ele estava servindo o povo. Sra Drama se disse cristã, e Cristo também foi um líder servidor, ele lavou os pés dos discípulos e ensinou que o maior deve servir o menor. Se Sra Drama estava se achando tão chefe assim, tão importante assim e se dizia cristã, então se tivesse coerência e conhecimento sobre liderança seria servidora e não carrasca e agressiva.
Sra Drama é uma servidora pública só no nome, não com atitudes, pois acha que deve ser servida. E tantos outros servidores agem da mesma forma, por isso temos esse caos de serviço público. Pelo menos para os cargos de confiança, deveriam fazer exames de admissão, para que pessoas como Sra Drama entendam o que é necessário e quais os critérios. Ela achava que o mundo devia para ela. Totalmente longe do que ensinam os clássicos de liderança. Esses exames de admissão deveriam cobrar direito administrativo, principalmente o que é falta administrativa para evitar que carrascos usem mal os processos administrativos, com a intenção de punir quem eles acham que ameaçam seus egos. Deveriam cobrar cursos de liderança ou ao menos literatura de clássicos como "O monge e o executivo". Deveria cobrar atitude perante fofoca com casos hipotéticos. Deveria cobrar gestão de tempo, prioridades, administração de pessoal, enfim, pessoas despreparadas tem piorado as condições dos serviços públicos porque não sabem servir. Acham que estão lá para ser servidos e para seus propósitos e interesses. É bem lamentável. E quem as coloca muitas vezes usam critérios amadores. Os exames não prejudicariam em nada os bons. O rapaz que veio treinar Sra Drama e tinha cargo de confiança passaria com facilidade num teste desses.
E autoconfiança demais atrapalha quando está pautada em tirar a liberdade dos outros. No caso de Moisés, ele precisava mais autoconfiança para poder exercer o que era necessário. Se a autoconfiança excedesse a ponto de achar que o povo tinha que servi-lo, então teríamos um grande problema de ego. É preciso buscar um equilíbrio.
Não é apenas o tímido que sofre de falta de autoconfiança, embora sua autoconfiança seja mais facilmente minada por não ser entendido e por sofrer mais bullying. No nosso estudo de caso, Sra Drama é uma extrovertida e está no lado de quem pratica bullying com tudo que está acima da sua compreensão. Mas o outro lado da moeda é que o bully no fundo é um inseguro. Portanto, sem autoconfiança. Esta aparente confiança só esconde a fragilidade do bully.
Sra Drama é incapaz de ver o ponto de vista alheio. Se não bate com sua visão de mundo, tem que ser eliminado. A sua frase é: "Eles não sabem de nada, eu estou certa". E isto ficou claro na representação. O psiquiatra não sabe de nada, ela está certa. O especialista no problema em tela não sabia de nada, tinha que prevalecer o que ela tinha dito. O terceiro imparcial viu isso. É falta de auto confiança teimar em estar certo. Aliás, quem até prejudica o outro para se provar certo tem problema de caráter. É nobre quem admite seu erro.
Sra Drama é incapaz de explicar o que disse. Prefere negar que tenha dito. Qual a dificuldade de dizer: "Você me entendeu mal, o que eu queria dizer...". Não precisa negar e chamar o outro de louco, dizer que nunca disse aquilo. Negar e mentir além de ser falta de responsabilidade é falta de auto confiança. Se ela tem confiança no que diz, por que negar? A não ser que haja má intenção mesmo...
Sra Drama é incapaz de lidar com frustrações. Estava impaciente que o cargo de chefia não vinha. E eu acredito firmemente que foi ela que estourou a oportunidade dela quando teimou com o rapaz que tinha vindo de São Paulo para treina-la. Ele foi ao interior só para treiná-la e ela foi obstinada: "Ele não sabe de nada, eu estou certa". Ela teve um atrito com ele. E ele era muito bom mesmo. Fiquei impressionada com os conhecimentos dele. Ele realmente estava no cargo que Sra Drama queria por merecimento, ele tinha conhecimento, com certeza não ganhou o cargo porque levou o chefe para casa, nem porque deu bebida para ele ou preencheu qualquer necessidade básica do ego de alguém. E ela teve a chance de ser treinado pelo expert da área. Sua obstinação atrasou sua bênção. E então, quando mostrou-se agressiva com a colega, embora o discurso tenha sido de coitada, já tinha passado mais de dois anos que o rapaz tinha tentado treiná-la. Ela ainda continuava na fase de experiência. E estava cansada de esperar. E não tinha idéia que não bastava apenas levar o chefe para casa. Em São Paulo esse motivo era bem fraco. Aliás, se soubessem, creio que aí sim que não teria chefia alguma. Eu acredito ainda na lei de Pareto, nos 80% muitos bons da instituição. Nos 80% de elevado moral da instituição.
Voltando ao nosso paralelo com Moisés. Deus não escolheu Moisés porque ele preenchia seu ego, porque Moisés era puxa saco de Deus. No capítulo 18 de Êxodo, vemos que Moisés atuava como juiz do povo de Israel. Sua característica de querer justiça foi um dos motivos que fizeram Deus escolher Moisés para liderar o povo no deserto. O povo ainda tinha que aprender muito para herdar a terra prometida. A terra prometida pode ser interpretada como aquele cargo tão almejado, aquela promoção... enfim, ela simbolizava fim da escravidão e início de abundância e bênçãos.
Jesus mesmo disse no Sermão do Monte: "bem aventurados os que têm fome e sede de justiça". Moisés era bem aventurado porque queria justiça. Não para si, não para seus motivos egoístas. Moisés não ganhava nada para atuar como Juiz do povo. Trabalhava exaustivamente só para servir ao povo. Tanto que quando seu sogro Jetro foi visitá-lo e trazer a esposa e filhos de Moisés, não achou correto a maneira como Moisés estava se sobrecarregando. Jetro mostrou que era necessário equilíbrio entre trabalho e família. Sugeriu que Moisés delegasse. E que escolhesse homens de moral para ajudá-lo. Moisés acatou a sugestão de Jetro.
Poderia ter se insurgido contra o sogro: "ele não sabe de nada, estou certo, como ousa criticar meu trabalho? Quem é que fala direto com Deus?" Moisés não fez isso. O RH de Deus é perfeito. Sabia o quanto traria para si de problema se escolhesse um líder teimoso e que se acha certo, melhor do que especialistas na área. Moisés estava aberto para sugestões. E só cresce quem está aberto. Se fechar tentando se provar certo não leva para um próximo nível. Talvez Sra Drama fosse boa para o cargo dela, mas teria que aprender mais para chegar à chefia, não pode ser assim tão aleatório e sem profissionalismo, não pode ser amador. Sem mudança, continuamos na mesma. E não adianta reclamar.
Moisés era um líder servidor. Ele estava servindo o povo. Sra Drama se disse cristã, e Cristo também foi um líder servidor, ele lavou os pés dos discípulos e ensinou que o maior deve servir o menor. Se Sra Drama estava se achando tão chefe assim, tão importante assim e se dizia cristã, então se tivesse coerência e conhecimento sobre liderança seria servidora e não carrasca e agressiva.
Sra Drama é uma servidora pública só no nome, não com atitudes, pois acha que deve ser servida. E tantos outros servidores agem da mesma forma, por isso temos esse caos de serviço público. Pelo menos para os cargos de confiança, deveriam fazer exames de admissão, para que pessoas como Sra Drama entendam o que é necessário e quais os critérios. Ela achava que o mundo devia para ela. Totalmente longe do que ensinam os clássicos de liderança. Esses exames de admissão deveriam cobrar direito administrativo, principalmente o que é falta administrativa para evitar que carrascos usem mal os processos administrativos, com a intenção de punir quem eles acham que ameaçam seus egos. Deveriam cobrar cursos de liderança ou ao menos literatura de clássicos como "O monge e o executivo". Deveria cobrar atitude perante fofoca com casos hipotéticos. Deveria cobrar gestão de tempo, prioridades, administração de pessoal, enfim, pessoas despreparadas tem piorado as condições dos serviços públicos porque não sabem servir. Acham que estão lá para ser servidos e para seus propósitos e interesses. É bem lamentável. E quem as coloca muitas vezes usam critérios amadores. Os exames não prejudicariam em nada os bons. O rapaz que veio treinar Sra Drama e tinha cargo de confiança passaria com facilidade num teste desses.
E autoconfiança demais atrapalha quando está pautada em tirar a liberdade dos outros. No caso de Moisés, ele precisava mais autoconfiança para poder exercer o que era necessário. Se a autoconfiança excedesse a ponto de achar que o povo tinha que servi-lo, então teríamos um grande problema de ego. É preciso buscar um equilíbrio.
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Como impulsionar a auto confiança?
"Imagine que você tem uma conta bancária para a auto confiança. Credite sua conta sempre que fizer uma ação que o leve adiante, no caminho em direção ao seu objetivo ou à sua prioridade. Imagine-se depositando algumas 'moedas de autoconfiança' em sua conta. Melhor ainda, mantenha um livro de autoconfiança e registre seus 'depósitos'. Quando você tiver medo, mas, mesmo assim, se sentir capaz de dar um telefonema difícil, faça mais um depósito. Acrescente outra moeda em sua conta sempre que confiar e valorizar seus sentimentos." A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
A autora provavelmente não fez a relação entre Moisés e sua introversão e a estratégia de Deus para Moisés, mas posso afirmar que a estratégia dela para os tímidos vai na mesma linha. A cada vez que Moisés tinha que ir à presença de Faraó para anunciar mais uma praga, era como se estivesse depositando 'moedas de autoconfiança'. Como vemos na Bíblia, quando chegou ao mar vermelho, Moisés já tinha várias moedas e já tinha aumentado sua autoconfiança. Funciona mesmo.
Eu, como introvertida, ministrava aulas sem problema algum. Não deixei de ser introvertida, apenas tinha depositado 'várias moedas' e chegou uma hora em que enfrentar uma sala de aula era normal. Não causava mais tensão. Os primeiros 'depósitos' certamente foram mais difíceis, mas com o tempo se tornou fácil. Por isso que apresentar um trabalho na pós graduação foi simples. Não era a primeira vez que 'dava aula', encarei como apenas mais uma aula. Por isso, palestras não são impossíveis a um introvertido. Depois de 'várias moedas' fica tudo mais fácil. Ficamos 'ricos' em autoconfiança. Pode ser que muitos palestrantes maravilhosos que vemos se destacando são introvertidos muito bem treinados. Eles não deixarão de ter suas dificuldades como introvertidos, mas saberão fazer o que é preciso fazer.
Mesmo treinando habilidades, ainda assim cada um tem seu papel. No caso de Moisés, após as dificuldades com a murmuração do povo, Moisés teve que enfrentar Amaleque que veio atacá-los. Moisés enviou Josué para a batalha e ele subiu ao cume com Arão e outro ancião. Josué estava na peleja e o inimigo prevalecia quando Moisés abaixava o braço. Assim, Moisés teve que ficar muito tempo com o braço erguido. Chegou uma hora que estava muito cansado e teve que ser ajudado pelos dois que o acompanharam.
Com a colaboração de todos, mais umas 'moedas' foram depositadas, eles venceram Amaleque. Moisés se tornou autoconfiante e isso é muito importante num líder. Um líder sem auto confiança projetará isso nos liderados, maltratando-os. Moisés não foi autoritário com o povo, mesmo com as murmurações. Moisés sabia o seu papel, não ficou disputando com o jovem Josué. Não achou que um jovem no pedaço que se destacou ameaçava sua liderança. Moisés não queria a liderança e as vitórias e milagres de Deus não 'subiram para cabeça'.
O mesmo não se pode dizer sobre a liderança de Sra Drama de nosso estudo de caso. Faltava-lhe autoconfiança. Não era chefe de verdade e no seu período de treinamento demonstrou uma fraqueza muito grande. O autoritarismo, a vontade de punir quem se destacou não é atitude de pessoa com autoconfiança. Sentir-se ameaçada por alguém que destaque não é demonstrar autoconfiança. As Desculpas que deu para a maldade e para mostrar quem manda, que se baseavam em disse que disse não demonstram auto confiança. Alegou que comentários a abalaram. Comentários de disse que disse.
A autoconfiança é necessária para todos. Os introvertidos precisam para falar e se defender. Os novos líderes precisam para não serem autoritários pensando que massacre traz respeito ou massageia o ego. Quem tem autoconfiança não tem problema de ego. Problema de ego traz sofrimento para a pessoa.
Portanto, 'depositar moedas de auto confiança' com integridade impulsiona a autoconfiança. Massacrar ou diminuir o outro não aumenta autoconfiança. É apenas aparência e é uma péssima estratégia. Pessoas sem autoconfiança e sem integridade que fazem isso. Quando vêem seu ego ameaçado, diminui o outro pensando que com isso sua estatura aumenta. É lamentável que alguns ainda recorram a essa péssima estratégia, que se baseia apenas em aparência e que não mexe na essência.
O 'depósito de moedas' de forma íntegra traz a autoconfiança interna, é uma construção, não um remendo mal feito.
A autora provavelmente não fez a relação entre Moisés e sua introversão e a estratégia de Deus para Moisés, mas posso afirmar que a estratégia dela para os tímidos vai na mesma linha. A cada vez que Moisés tinha que ir à presença de Faraó para anunciar mais uma praga, era como se estivesse depositando 'moedas de autoconfiança'. Como vemos na Bíblia, quando chegou ao mar vermelho, Moisés já tinha várias moedas e já tinha aumentado sua autoconfiança. Funciona mesmo.
Eu, como introvertida, ministrava aulas sem problema algum. Não deixei de ser introvertida, apenas tinha depositado 'várias moedas' e chegou uma hora em que enfrentar uma sala de aula era normal. Não causava mais tensão. Os primeiros 'depósitos' certamente foram mais difíceis, mas com o tempo se tornou fácil. Por isso que apresentar um trabalho na pós graduação foi simples. Não era a primeira vez que 'dava aula', encarei como apenas mais uma aula. Por isso, palestras não são impossíveis a um introvertido. Depois de 'várias moedas' fica tudo mais fácil. Ficamos 'ricos' em autoconfiança. Pode ser que muitos palestrantes maravilhosos que vemos se destacando são introvertidos muito bem treinados. Eles não deixarão de ter suas dificuldades como introvertidos, mas saberão fazer o que é preciso fazer.
Mesmo treinando habilidades, ainda assim cada um tem seu papel. No caso de Moisés, após as dificuldades com a murmuração do povo, Moisés teve que enfrentar Amaleque que veio atacá-los. Moisés enviou Josué para a batalha e ele subiu ao cume com Arão e outro ancião. Josué estava na peleja e o inimigo prevalecia quando Moisés abaixava o braço. Assim, Moisés teve que ficar muito tempo com o braço erguido. Chegou uma hora que estava muito cansado e teve que ser ajudado pelos dois que o acompanharam.
Com a colaboração de todos, mais umas 'moedas' foram depositadas, eles venceram Amaleque. Moisés se tornou autoconfiante e isso é muito importante num líder. Um líder sem auto confiança projetará isso nos liderados, maltratando-os. Moisés não foi autoritário com o povo, mesmo com as murmurações. Moisés sabia o seu papel, não ficou disputando com o jovem Josué. Não achou que um jovem no pedaço que se destacou ameaçava sua liderança. Moisés não queria a liderança e as vitórias e milagres de Deus não 'subiram para cabeça'.
O mesmo não se pode dizer sobre a liderança de Sra Drama de nosso estudo de caso. Faltava-lhe autoconfiança. Não era chefe de verdade e no seu período de treinamento demonstrou uma fraqueza muito grande. O autoritarismo, a vontade de punir quem se destacou não é atitude de pessoa com autoconfiança. Sentir-se ameaçada por alguém que destaque não é demonstrar autoconfiança. As Desculpas que deu para a maldade e para mostrar quem manda, que se baseavam em disse que disse não demonstram auto confiança. Alegou que comentários a abalaram. Comentários de disse que disse.
A autoconfiança é necessária para todos. Os introvertidos precisam para falar e se defender. Os novos líderes precisam para não serem autoritários pensando que massacre traz respeito ou massageia o ego. Quem tem autoconfiança não tem problema de ego. Problema de ego traz sofrimento para a pessoa.
Portanto, 'depositar moedas de auto confiança' com integridade impulsiona a autoconfiança. Massacrar ou diminuir o outro não aumenta autoconfiança. É apenas aparência e é uma péssima estratégia. Pessoas sem autoconfiança e sem integridade que fazem isso. Quando vêem seu ego ameaçado, diminui o outro pensando que com isso sua estatura aumenta. É lamentável que alguns ainda recorram a essa péssima estratégia, que se baseia apenas em aparência e que não mexe na essência.
O 'depósito de moedas' de forma íntegra traz a autoconfiança interna, é uma construção, não um remendo mal feito.
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Suas características tem valor?
"Veja algumas das vantagens que têm a seu favor: capacidade de se concentrar por longos períodos de tempo, de ser persistentes, de levar diversos fatores em consideração, de dominar novas informações, de batalhar para fazer um bom trabalho, de contemplar e de criar de forma imaginativa. Estas são apenas umas das qualidades de uma lista impressionante, eu poderia acrescentar. Geralmente quando digo aos pacientes alguma das características que vejo neles, eles ficam surpresos. 'Nunca imaginei que estas minhas características tivessem valor', costumam dizer." A vantagem do tímido. Marti Olsen Laney
A autora é psicoterapeuta e ajuda os clientes introvertidos a encontrar seu Valor. Todas as pessoas têm valor, independente de serem introvertidas ou extrovertidas. Precisamos, em nome da auto confiança, encontrar nosso valor. Ele vai ser diferente dos outros. Não há problema. Se Deus ao criar pessoas quisesse que todos fossem iguais não faria essa variedade grande de pessoas. Faria tudo igual. O mesmo Deus fez com animais e plantas. Há uma variedade exatamente porque o criador tem uma capacidade muito maior do que a nossa. Não precisamos entender, basta apreciarmos a beleza da variedade. Por que o ser humano está descontente e quer tudo igual? Por que exigir que as pessoas sejam iguais? Por que assediar os diferentes? Uma inteligência maior criou a diversidade. E quem assedia o diferente está questionando o próprio criador. Está se achando maior e melhor do que o próprio criador.
Moisés também não conseguiu ver seu valor. Focou apenas no que se considerava ruim: sua comunicação. Outro valor de Moisés era ter vivido como escravo, vivido no palácio e vivido no deserto. Ele tinha uma visão bem mais ampla do que os outros. Deus o escolheu por ver valor no fato de ter sido escravo. Ele poderia entender o mundo dos escravos, e até a visão limitada deles, ao reclamar querendo voltar à situação de escravidão. Ele poderia negociar com faraó pois sabia da estrutura interna do palácio. E finalmente, ele poderia guiar o povo no deserto por ter vivido no deserto. O povo logo murmurou por falta de água e comida. Chegou a achar que a vida como escravos era melhor. Moisés conseguiu lidar com isso com a ajuda de Deus.
Assim somos nós. Logo nos comparamos, vendo o que falta em nós, ao invés de ver nosso valor. Está mais do que na hora de focarmos no nosso valor, sem comparações. Talvez nos falte muito, mas ao mesmo tempo, também temos muito. Um peixe não sabe voar, mas nenhum pássaro vai nadar como ele. Talvez não nascemos para passar num concurso, mas temos valor com outra característica que também nos levará a ter sucesso e passar para nosso próximo nível. Não precisa ser igual para todos. Mas com nosso valor, podemos acreditar que alcançaremos o que queremos na vida.
Então a resposta para o título da reflexão de hoje é que nossas características tem valor, muito valor. Só precisamos usá-las para nos impulsionar. Geralmente as pessoas fazem o contrário, ao invés de usar o valor, pensa no que falta, pensa no que considera ruim. Deus na verdade não precisava de um excelente comunicador, Deus precisava de alguém que conduzisse o povo no deserto. Podemos sempre procurar o valor e usá-lo para o bem da sociedade. Sempre podemos ajudar, e não precisa ser da mesma maneira que o outro.
A autora é psicoterapeuta e ajuda os clientes introvertidos a encontrar seu Valor. Todas as pessoas têm valor, independente de serem introvertidas ou extrovertidas. Precisamos, em nome da auto confiança, encontrar nosso valor. Ele vai ser diferente dos outros. Não há problema. Se Deus ao criar pessoas quisesse que todos fossem iguais não faria essa variedade grande de pessoas. Faria tudo igual. O mesmo Deus fez com animais e plantas. Há uma variedade exatamente porque o criador tem uma capacidade muito maior do que a nossa. Não precisamos entender, basta apreciarmos a beleza da variedade. Por que o ser humano está descontente e quer tudo igual? Por que exigir que as pessoas sejam iguais? Por que assediar os diferentes? Uma inteligência maior criou a diversidade. E quem assedia o diferente está questionando o próprio criador. Está se achando maior e melhor do que o próprio criador.
Moisés também não conseguiu ver seu valor. Focou apenas no que se considerava ruim: sua comunicação. Outro valor de Moisés era ter vivido como escravo, vivido no palácio e vivido no deserto. Ele tinha uma visão bem mais ampla do que os outros. Deus o escolheu por ver valor no fato de ter sido escravo. Ele poderia entender o mundo dos escravos, e até a visão limitada deles, ao reclamar querendo voltar à situação de escravidão. Ele poderia negociar com faraó pois sabia da estrutura interna do palácio. E finalmente, ele poderia guiar o povo no deserto por ter vivido no deserto. O povo logo murmurou por falta de água e comida. Chegou a achar que a vida como escravos era melhor. Moisés conseguiu lidar com isso com a ajuda de Deus.
Assim somos nós. Logo nos comparamos, vendo o que falta em nós, ao invés de ver nosso valor. Está mais do que na hora de focarmos no nosso valor, sem comparações. Talvez nos falte muito, mas ao mesmo tempo, também temos muito. Um peixe não sabe voar, mas nenhum pássaro vai nadar como ele. Talvez não nascemos para passar num concurso, mas temos valor com outra característica que também nos levará a ter sucesso e passar para nosso próximo nível. Não precisa ser igual para todos. Mas com nosso valor, podemos acreditar que alcançaremos o que queremos na vida.
Então a resposta para o título da reflexão de hoje é que nossas características tem valor, muito valor. Só precisamos usá-las para nos impulsionar. Geralmente as pessoas fazem o contrário, ao invés de usar o valor, pensa no que falta, pensa no que considera ruim. Deus na verdade não precisava de um excelente comunicador, Deus precisava de alguém que conduzisse o povo no deserto. Podemos sempre procurar o valor e usá-lo para o bem da sociedade. Sempre podemos ajudar, e não precisa ser da mesma maneira que o outro.
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