"Ouviste o que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno."
No Sermão do Monte Jesus aborda o assassinato. No entanto, ele ensina que as pessoas devem prestar atenção muito antes. A atenção aos pensamentos deve começar quando alguém se encolerizar. Quantas pessoas não se encolerizam sem motivo algum? É só ver as brigas de trânsito, de torcedores de futebol, enfim, essas pessoas não estão dando atenção aos seus pensamentos, pois são os pensamentos que criaram o grande mal que tantas vezes ocorreu entre motoristas e torcedores de futebol. No dia a dia, nas coisas mais pequenas, têm pessoas se encolerizando. E se dizem cristãos.
Chamar alguém de louco também foi condenado por Jesus. Um cristão não pode acusar o outro de louco sem motivo. Não pode xingá-lo sem motivo. Um cristão deve prestar atenção no que está pensando. O mesmo deve fazer aquele que quer evitar grandes males em sua vida, deve pensar antes de sentir raiva. Por que tantos sentem raiva sem motivo? Porque dão lugar ao inimigo. É ele que veio matar, roubar e destruir. É ele que quer roubar a sua paz.
A Bíblia explica em Levítico que Deus abençoa quem obedece. A obediência de uma pessoa que se diz cristã é muito importante, pois é o que lhe dará acesso às bênçãos e às promessas de Deus. Quem obedece recebe prosperidade e paz de Deus. Se um cristão quer paz, Deus só pede obediência à sua Palavra.
No nosso estudo de caso, a pretensa cristã Sra Drama chamou a colega de louca por diversas vezes. Durante vários anos a chamou de louca sem motivo, só porque a colega tinha passado em 1o lugar no curso e estava cursando. Passar em 1o lugar não foi resultado de acordar inspirada, é causa e consequência. A colega estudou muito mesmo, abdicou de vários meses estudando para simplesmente a Sra Drama achar que isso a atrapalhava, que a colega estava brilhando demais. Todos podem conseguir passar bem em algo, ninguém é mais inteligente que o outro, mas o que muda é o esforço. Mas a colega abriu mão, e mesmo assim a Sra Drama continuou. A colega calma nesses anos todos com a Sra Drama. Não dava atenção a isso, não cobrava, não tirava satisfação. A única coisa que a colega fez foi resistir, continuar por um tempo com o curso contra a vontade da Sra Drama, afinal tinha se esforçado tanto, como a Sra Drama pode fazer um mal desses? Achar que os outros devem desistir de seus esforços só porque ela se incomodava? Era apenas opinião da Sra Drama e boatos que ela espalhava. A Sra Drama não conteve o pensamento, ela foi alimentando durante esses anos a ira, mesmo tendo a colega desistido do curso. Ela sentiu também porque as duas chefias anteriores não fizeram o desejo dela. Ambos disseram que a colega era boa funcionária. Ao invés de expulsar o inimigo, Sra Drama deixava-o dominar seus pensamentos.
A colega fez um trabalho com repercussão nacional, muito elogiado. Dessa vez chamaram a colega de louca de uma maneira um pouco mais direta, não nas costas, como estava acontecendo, e a colega fingindo que não via para não ter que discutir. O estagiário que trabalhara apenas um ano pegou dois meses de férias. Isso em janeiro daquele ano. Voltou em março e nesse dia ocorreram coisas estranhas. Ele passou um pen drive para a colega e pediu para ela ler um livro. Depois a colega voltou do almoço e o equipamento dela estava quebrado. Isso atrapalhou o serviço. Ela leu o livro e verificou que o livro tratava de loucura. Achou estranhas as coincidências e usou técnicas de entrevista para extrair do estagiário o que ocorrera. Ele deixou escapar que não fora ele, foi um es... referindo-se ao equipamento. A colega não insistiu, mas ficou muito triste que tenham quebrado o equipamento para obriga-la a ler o livro e a chamar de louca usando esse livro. Foi uma atitude muito infantil e pouco esclarecida, já que ninguém tinha conhecimento psiquiátrico lá, não importam as intenções. Além disso, a colega é focada no serviço, qual o direito de brincar até com o equipamento?
Quando a Sra Drama fez a representação, usou o aconteceu com a colega para acusá-la. Na representação havia várias menções a supostas loucuras, de forma mais direta, mas ainda assim não falando com todas as letras. Sra Drama afirmava enfaticamente que a colega não tinha direito algum de suspeitar, que não havia nada suspeito nisso e que era impossível o equipamento ter sido quebrado intencionalmente, que era só por força divina que daria problema no equipamento. Ela a acusava por suspeitar e ficar triste, já que a colega não fez nada contra a Sra Drama.
Foi por isso que a colega fez questão que a Sra Drama falasse. E fez questão que primeiro fosse esclarecida a questão da suposta loucura. Sra Drama teve que admitir diretamente que achava a colega louca. Ela não admitiu que influenciou todos, mas lógico que todos estavam influenciados ou falaram o que ela quis para ficar livres das garras da amiga do chefe, que àquela altura já era outro, não mais os outros dois que tinham dito que a colega era boa funcionária.
Com certeza Sra Drama trouxe um grande mal para si mesma quando chamou a colega de louca sem motivo. Não é o que Jesus ordena, é o contrário. Isso traz maldição para a pessoa, pois o inimigo é o que tira a paz, quem não está protegido por Deus, está aberto para o destruidor. Mas o mais importante na mensagem de Jesus é o arrependimento, não o erro. É escolha de cada um trazer para si bênçãos pela obediência ou maldições pela rebeldia.
E não podemos ver como vê o homem. Assim que se arrepender, Deus pode fazer uma grande obra na vida dela. Por isso devemos sempre perdoar. Jesus é descendente de Judá, o leãozinho, o mesmo que vendeu José. Judá também tinha feito algo que muitos teriam julgado muito mal, mas foi assim que nasceu Perez, ascendente de Jesus. O homem teria feito um julgamento, mas Deus viu o arrependimento de Judá e o colocou acima de Rúben, Simeão e Levi, que eram mais velhos que ele. Os três praticaram maus atos e não se arrependeram. Eis a diferença. Se Judá não escolhesse se arrepender, também ele seria rejeitado e seria escolhido o próximo mais velho para ser ascendente de Jesus.
Minha oração é que a Sra Drama faça como Judá e seja abençoada. Assim podemos fazer com todas as pessoas que fazem aquilo que não compreendemos e que não aprovamos, pois a aprovação deve vir de Deus, não do homem que é limitado.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Temos um verdadeiro compromisso?
"Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim para destruí-los, mas para cumpri-los. Em verdade vos digo que até que os céus e e a terra passem, nem um jota ou til se omitira da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer um que violar um desses pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e os ensinar será chamado grande no reino dos céus. Pois vos digo que se a vossa justiça não exceder a dos escribas e dos fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus."
Jesus explica que a Bíblia não é um livro distante, um livro que promete e não cumpre. Devemos ser diligentes e detalhistas no cumprimento da lei. O reino do céus tem uma lógica diferente para qualificar as pessoas entre pequenas e grandes. Admite-se como grandes pessoas aqueles que cumprem a Palavra, em todos os mandamentos, mesmo aqueles pequeninos. Não se pode violar. Quem viola mesmo que um pequeno mandamento é pequeno, mesmo que na Terra tenha sido uma pessoa bem sucedida. Portanto, Deus não vê como vê o homem, os critérios são diferentes.
Um exemplo de grande homem é José. Ele era amado pelo seu pai, era um grande sonhador e tinha ganhado uma túnica especial do pai, que o diferenciava dos demais. José brilhava, ele era luz do mundo e sal da terra. Esse brilho de José causou a inveja dos irmãos. Eles queriam matá-lo, pois não conseguiam falar com José PACIFICAMENTE. Rubem não gostou da idéia e tentou salvá-lo da maldade dos irmãos. Judá teve outra idéia, ao invés de matá-lo poderiam vendê-lo. Resolveram por vendê-lo como escravo para o Egito. Para seu pai, levaram a túnica rasgada com sangue de um cabrito, perguntando se ele reconhecia a túnica. Mesmo assim, José continuou a brilhar como escravo. Ele tinha o favor de Potifar, que havia comprado José, mas a esposa de Potifar o desejou e começou a assedia-lo. O brilho de José o impedia de trair o seu senhor e ele evitava a esposa de Potifar, até que um dia ela tentou forçá-lo e ele fugiu. Ela então disse ter ocorrido o contrário, então José foi preso. Na prisão ele continuou a brilhar e interpretou sonhos. Tempos depois, faraó teve um sonho que tirou sua PAZ, consultou todos os sábios mas ninguém soube interpretar. Lembraram de José na prisão e o trouxeram até o faraó. José lembrou faraó que era Deus que trazia PAZ a ele. Interpretou o sonho e foi posto como governador. Mais tarde, seus irmãos precisaram dele.
José não violou nem um pequenino mandamento mesmo passando por provações, mesmo injustiçado. Como coaching, alguns já revelaram que tem uma meta espiritual. Imagina ser como José? Muitos pensam que é algo bem distante, apenas uma história bíblica. No entanto, precisamos aprender a tornar essa Palavra viva em nossas vidas. Se José pôde, nós também podemos. E se nossa meta fosse não violar nem um desses pequeninos mandamentos? Todo que se diz cristão, que não é da boca para fora como os escribas, deveriam ter essa meta. Jesus não está brincando.
A Palavra é viva e eficaz. O exemplo de José traz um tema muito importante que é a inveja. Os irmãos de José não brilhavam, porque não cortaram esse sentimento negativo. A inveja é tão cruel, capaz de matar, de vender o próprio irmão. Quem duvida que isso acontece nos nossos dias? Em vez de descobrirem como brilhar, eles preferir dar espaço para o inimigo. O tema da paz também aparece, os irmãos não conseguiam ter paz com José, não porque José tivesse feito algo errado, mas porque José brilhava e eles tinham inveja. A inveja tira a paz das pessoas.
Além de invejosos, os irmãos de José eram gananciosos. Venderam o irmão por 20 ciclos de prata. Outro sentimento negativo que eles não contiveram. Geralmente quem dá espaço para o inimigo, não fica com apenas uma característica negativa, o inimigo domina as pessoas sem que elas percebam. A ganância faz com que as pessoas ajam de forma irracional, tira todo o brilho da pessoa.
Além de invejosos e gananciosos eram dissimulados. Simularam uma prova de que José havia morrido. A túnica era a prova deles. Certamente se naquela época houvesse perícia, seria constatado que aquele não era o sangue de José e que os rasgos na túnica não eram compatíveis com os dentes e garras de uma fera, a mentira e dissimulação seriam descobertas. Outro vício humano terrível.
A esposa de Potifar era muito voltada aos prazeres da carne. Com certeza não amava o esposo, casou por dinheiro. Quem ama, não trai. Quem brilha, não trai. Outra pessoa escura, que já tinha dado espaço para o inimigo. Ela que fez o impróprio e inverteu a situação, disse que foi José que fez isso. Mentiu e todos sabemos quem é o pai da mentira. Mentiu para prejudica-lo pela frustração e rejeição que sentia. Se se calasse, com certeza José não a denunciaria, mas ela não tinha PAZ até saciar seu desejo e como isso era impossível, resolveu por vingar-se, não porque José tinha feito algo errado, mas porque ela se sentia sem paz por José ter ferido seu orgulho, sua vaidade, seu poder. Também foi dissimulada e trouxe uma prova falsa. Quando ela agarrou José e ele fugiu ela ficou com a roupa dele. Disse que isso era a prova de que ele a assediou. Ele estava fazendo o certo e foi condenado e preso. Mais vícios humanos e pessoas que não cumprem os mandamentos, embora cada uma dessas pessoas pudesse jurar com os lábios que eram tementes a Deus. Quem já não foi injustiçado porque o malfeitor inverteu a situação?
Enfim, graças a Deus que a minoria das pessoas chega a extremos assim. A maioria viola os pequenos mandamentos, mas voltam atrás, corrigem seus erros e se arrependem.
A Bíblia se cumprirá integralmente, portanto devemos ouvir agora a Palavra e cumpri-la, pois há muitas promessas de bênçãos, como José que foi abençoado, qualquer um que cumprir também será, mesmo passando em provações, porque como bem disse José a faraó, a PAZ é Deus quem dá. E a paz de Deus traz tranquilidade, não mais tormentas como dessas pessoas que se deixaram usar pelo inimigo. Toda vez que se der ouvidos ao inimigo, é o próprio inimigo que vai tirar a paz dessas pessoas. Não foi José que tirou a paz delas.
Assim, se um leitor passa por qualquer provação como ser vítima da inveja, ambição, dissimulação, mentira, assédio de todo tipo, fique com a paz de Deus. Não deixe que o inimigo tire sua paz e não dê espaço para o inimigo. O inimigo quer tirar o seu brilho com esses sentimentos negativos.
A Bíblia deixou esses exemplos para confortar as pessoas nas aflições. Quando tiver passando por aflições lembre-se de José. Ele teve oportunidades de vingança quando se tornou governador do Egito, mas não voltou para se vingar da esposa de Potifar nem dos seus irmãos. Ele escolheu o perdão. A vida nos possibilita várias escolhas, que não sejamos como os irmãos de José nem como a esposa de Potifar. Que sejamos como José e brilhemos.
As escolhas dos sem brilho os levarão a ser pequenos diante de Deus. Que Deus nos livre do mal. Que ele nos livre de tentação de ceder ao inimigo. Que possamos dar ouvido a Jesus. Ele ensinou o melhor a nós. E que possamos seguir até no jota ou til, não como os escribas que falam da boca para fora e não agem de acordo.
Jesus explica que a Bíblia não é um livro distante, um livro que promete e não cumpre. Devemos ser diligentes e detalhistas no cumprimento da lei. O reino do céus tem uma lógica diferente para qualificar as pessoas entre pequenas e grandes. Admite-se como grandes pessoas aqueles que cumprem a Palavra, em todos os mandamentos, mesmo aqueles pequeninos. Não se pode violar. Quem viola mesmo que um pequeno mandamento é pequeno, mesmo que na Terra tenha sido uma pessoa bem sucedida. Portanto, Deus não vê como vê o homem, os critérios são diferentes.
Um exemplo de grande homem é José. Ele era amado pelo seu pai, era um grande sonhador e tinha ganhado uma túnica especial do pai, que o diferenciava dos demais. José brilhava, ele era luz do mundo e sal da terra. Esse brilho de José causou a inveja dos irmãos. Eles queriam matá-lo, pois não conseguiam falar com José PACIFICAMENTE. Rubem não gostou da idéia e tentou salvá-lo da maldade dos irmãos. Judá teve outra idéia, ao invés de matá-lo poderiam vendê-lo. Resolveram por vendê-lo como escravo para o Egito. Para seu pai, levaram a túnica rasgada com sangue de um cabrito, perguntando se ele reconhecia a túnica. Mesmo assim, José continuou a brilhar como escravo. Ele tinha o favor de Potifar, que havia comprado José, mas a esposa de Potifar o desejou e começou a assedia-lo. O brilho de José o impedia de trair o seu senhor e ele evitava a esposa de Potifar, até que um dia ela tentou forçá-lo e ele fugiu. Ela então disse ter ocorrido o contrário, então José foi preso. Na prisão ele continuou a brilhar e interpretou sonhos. Tempos depois, faraó teve um sonho que tirou sua PAZ, consultou todos os sábios mas ninguém soube interpretar. Lembraram de José na prisão e o trouxeram até o faraó. José lembrou faraó que era Deus que trazia PAZ a ele. Interpretou o sonho e foi posto como governador. Mais tarde, seus irmãos precisaram dele.
José não violou nem um pequenino mandamento mesmo passando por provações, mesmo injustiçado. Como coaching, alguns já revelaram que tem uma meta espiritual. Imagina ser como José? Muitos pensam que é algo bem distante, apenas uma história bíblica. No entanto, precisamos aprender a tornar essa Palavra viva em nossas vidas. Se José pôde, nós também podemos. E se nossa meta fosse não violar nem um desses pequeninos mandamentos? Todo que se diz cristão, que não é da boca para fora como os escribas, deveriam ter essa meta. Jesus não está brincando.
A Palavra é viva e eficaz. O exemplo de José traz um tema muito importante que é a inveja. Os irmãos de José não brilhavam, porque não cortaram esse sentimento negativo. A inveja é tão cruel, capaz de matar, de vender o próprio irmão. Quem duvida que isso acontece nos nossos dias? Em vez de descobrirem como brilhar, eles preferir dar espaço para o inimigo. O tema da paz também aparece, os irmãos não conseguiam ter paz com José, não porque José tivesse feito algo errado, mas porque José brilhava e eles tinham inveja. A inveja tira a paz das pessoas.
Além de invejosos, os irmãos de José eram gananciosos. Venderam o irmão por 20 ciclos de prata. Outro sentimento negativo que eles não contiveram. Geralmente quem dá espaço para o inimigo, não fica com apenas uma característica negativa, o inimigo domina as pessoas sem que elas percebam. A ganância faz com que as pessoas ajam de forma irracional, tira todo o brilho da pessoa.
Além de invejosos e gananciosos eram dissimulados. Simularam uma prova de que José havia morrido. A túnica era a prova deles. Certamente se naquela época houvesse perícia, seria constatado que aquele não era o sangue de José e que os rasgos na túnica não eram compatíveis com os dentes e garras de uma fera, a mentira e dissimulação seriam descobertas. Outro vício humano terrível.
A esposa de Potifar era muito voltada aos prazeres da carne. Com certeza não amava o esposo, casou por dinheiro. Quem ama, não trai. Quem brilha, não trai. Outra pessoa escura, que já tinha dado espaço para o inimigo. Ela que fez o impróprio e inverteu a situação, disse que foi José que fez isso. Mentiu e todos sabemos quem é o pai da mentira. Mentiu para prejudica-lo pela frustração e rejeição que sentia. Se se calasse, com certeza José não a denunciaria, mas ela não tinha PAZ até saciar seu desejo e como isso era impossível, resolveu por vingar-se, não porque José tinha feito algo errado, mas porque ela se sentia sem paz por José ter ferido seu orgulho, sua vaidade, seu poder. Também foi dissimulada e trouxe uma prova falsa. Quando ela agarrou José e ele fugiu ela ficou com a roupa dele. Disse que isso era a prova de que ele a assediou. Ele estava fazendo o certo e foi condenado e preso. Mais vícios humanos e pessoas que não cumprem os mandamentos, embora cada uma dessas pessoas pudesse jurar com os lábios que eram tementes a Deus. Quem já não foi injustiçado porque o malfeitor inverteu a situação?
Enfim, graças a Deus que a minoria das pessoas chega a extremos assim. A maioria viola os pequenos mandamentos, mas voltam atrás, corrigem seus erros e se arrependem.
A Bíblia se cumprirá integralmente, portanto devemos ouvir agora a Palavra e cumpri-la, pois há muitas promessas de bênçãos, como José que foi abençoado, qualquer um que cumprir também será, mesmo passando em provações, porque como bem disse José a faraó, a PAZ é Deus quem dá. E a paz de Deus traz tranquilidade, não mais tormentas como dessas pessoas que se deixaram usar pelo inimigo. Toda vez que se der ouvidos ao inimigo, é o próprio inimigo que vai tirar a paz dessas pessoas. Não foi José que tirou a paz delas.
Assim, se um leitor passa por qualquer provação como ser vítima da inveja, ambição, dissimulação, mentira, assédio de todo tipo, fique com a paz de Deus. Não deixe que o inimigo tire sua paz e não dê espaço para o inimigo. O inimigo quer tirar o seu brilho com esses sentimentos negativos.
A Bíblia deixou esses exemplos para confortar as pessoas nas aflições. Quando tiver passando por aflições lembre-se de José. Ele teve oportunidades de vingança quando se tornou governador do Egito, mas não voltou para se vingar da esposa de Potifar nem dos seus irmãos. Ele escolheu o perdão. A vida nos possibilita várias escolhas, que não sejamos como os irmãos de José nem como a esposa de Potifar. Que sejamos como José e brilhemos.
As escolhas dos sem brilho os levarão a ser pequenos diante de Deus. Que Deus nos livre do mal. Que ele nos livre de tentação de ceder ao inimigo. Que possamos dar ouvido a Jesus. Ele ensinou o melhor a nós. E que possamos seguir até no jota ou til, não como os escribas que falam da boca para fora e não agem de acordo.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Seus valores te fazem brilhar?
"Vós sois o sal da terra. Mas se o sal se tornar insípido, com que se há de salgar? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte. Nem se acende uma lâmpada e se coloca debaixo de uma vasilha, mas no candelabro, e ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas Boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus." Mateus 5:13-16
Jesus classificou seus discípulos como sal da terra e luz do mundo. Outros são insípidos e sem luz. E como saber? Se as obras são boas e glorificam a Deus. Portanto, Jesus quer que as pessoas brilhem, mas repudia a vaidade, que é dar glórias a si mesmo. As boas obras são todas aquelas que seguem os valores de Jesus e da bíblia.
Assim, quem segue esses valores brilha. Mesmo aqueles que não são afeitos à espiritualidade podem ver os efeitos práticos dos valores. Quando a pessoa tem valores para seguir, ela não tem preço. Isto é, nada as compra. Ela também gasta menos energia e tempo em tomadas de decisão. Isso deixa energia e tempo para decidir sobre outros aspectos. Quanto menos tempo e energia gastamos, mais podemos nos focar no importante.
O brilho também tem relação com o espírito Santo de Deus. Ele testifica. Quando Jesus foi ao Pai não deixou os discípulos sozinhos. Ele deixou a paz dele e o consolador, que é o espírito Santo de Deus. Então quem tem a paz verdadeira brilha e não se dá a vaidades, mas glorifica a Deus, pois assim o Espírito Santo orienta e guia dentro dos valores bíblicos.
No exemplo de estudo de caso, a colega teve que persistir para obter uma copia do que foi produzido. Foi enviada uma copia de tudo para a Sra Drama, a acusadora, e a colega teve que insistir muito para conseguir essa copia. O mais normal é que a defesa possa ter copia para se defender, mas deram mais subsídios para quem estava acusando. A colega não se importou. Ela se adiantou na defesa. O terceiro imparcial deve ter se surpreendido pois sem ler nada e sem saber o que cada um disse, a colega praticamente sabia o que havia lá. Sabia quem era quem.
E como aconteceu isso? Pelos valores e pelo brilho de cada um. Com duas pessoas ela nem se importou porque eram pessoas de valor, não de discurso, mas pequenas ações no dia a dia mostravam o valor dessas pessoas. Elas até podiam estar enganadas pela falácia de Sra Drama e falar aproximadamente o que ela quis, quem não o faria? quem não temeria a pessoa que recebia o chefe em casa e que ele fez até o outro chefe pedir desculpas para Sra Drama na outra cidade onde trabalharam anteriormente?
Outra pessoa infelizmente tinha preço. Como a colega sabia? Porque o projeto que seria arquivado foi condenado exatamente por essa pessoa. Ela mentiu para a chefe, dizendo que deveria arquivar. Depois chegou na colega e pediu para confirmar. Como não era verdade, a colega não perdeu muito tempo, pensando se ela ficaria chateada, se revidaria, se... enfim, seja qual for o se. A colega toma decisões com base na Bíblia. Ter um guia de valores ajuda muito na tomada de decisões. Jesus apoiaria mentir para obter uma vantagem? Não. Então infelizmente ninguém é senhor sobre a colega, que trabalha com a verdade, mesmo que a verdade seja menos vantajosa. Essa pessoa se vendeu por muito pouco. A colega tem valores, não preço. Pedido dessa pessoa negado e continuidade do projeto, mesmo que a colega o assuma sozinho. A colega informou o terceiro imparcial sobre o ocorrido, supondo que poderia ter alguma influência. Infelizmente essa pessoa não era luz, era insípida.
Outra pessoa era o estagiário, que estava na dúvida entre valor e preço. Ele até concedeu parte do que Sra Drama queria, mas contou qual foi o real problema, embora com alterações deu para entender que não era o que Sra Drama afirmava, , muito menos o que a outra dizia. Com uma perícia ou alguém que soubesse um pouco do assunto confirmaria o que faltava de informação. E também contou que nunca presenciou a colega contra a Sra Drama, mas presenciou o incômodo da Sra Drama contra a colega. Não é de se impressionar que foi o único que fez essas duas revelações. Ele era estagiário e já estava saindo, tanto que na segunda oitava ele nem mais estava no local, já tinha saído. Ele era o único que sairia das garras da Sra Drama e podia revelar um pouco mais.
Como sem ler nada, sem ter acesso a nada foi possível saber quem apoiaria a Sra Drama no principal? O Espírito Santo que dá a paz deixada por Jesus não engana, deixa ver a luz ou as trevas nas pessoas. É provável que o terceiro imparcial tenha ficado impressionado, pois ele conversou com cada cada um, sentiu quem estava constrangido, tinha o valor de não prejudicar o outro; e quem estava à vontade, compartilhava os mesmos valores da Sra Drama.
E isso também se relaciona à paz. Quem tem preço não tem a paz deixada por Jesus. Quem tem valor tem a paz deixada por Jesus.
É provável que as pessoas que se sentiram constrangidas pela Sra Drama não prejudicaram a colega exatamente porque queriam dormir com a consciência tranquila, queriam paz, embora tivessem que também garantir a sobrevivência no serviço. Aquelas como a Sra Drama que compartilham o valor de prejudicar e não dormem em paz enquanto não prejudicarem quem ofendeu sua vaidade, essas não encontram a paz verdadeira, mas pensam estar em paz. O terceiro imparcial também pode ter uma definição diferente da Sra Drama do que seja paz. Ele cometeria uma injustiça e dormiria intranquilo ou cavaria até encontrar mais informação? Ele foi cavando sobre a construção sobre a areia da Sra Drama.
No final das contas, tudo é questão de valor. Uns brilham perante Jesus, outros tem um brilho enganoso e vaidoso diante do mundo. Brilho passageiro que não traz paz de verdade. Continuam transtornados e sem paz.
Qual paz deveremos escolher? Baseada em valores ou em vaidade?
Jesus classificou seus discípulos como sal da terra e luz do mundo. Outros são insípidos e sem luz. E como saber? Se as obras são boas e glorificam a Deus. Portanto, Jesus quer que as pessoas brilhem, mas repudia a vaidade, que é dar glórias a si mesmo. As boas obras são todas aquelas que seguem os valores de Jesus e da bíblia.
Assim, quem segue esses valores brilha. Mesmo aqueles que não são afeitos à espiritualidade podem ver os efeitos práticos dos valores. Quando a pessoa tem valores para seguir, ela não tem preço. Isto é, nada as compra. Ela também gasta menos energia e tempo em tomadas de decisão. Isso deixa energia e tempo para decidir sobre outros aspectos. Quanto menos tempo e energia gastamos, mais podemos nos focar no importante.
O brilho também tem relação com o espírito Santo de Deus. Ele testifica. Quando Jesus foi ao Pai não deixou os discípulos sozinhos. Ele deixou a paz dele e o consolador, que é o espírito Santo de Deus. Então quem tem a paz verdadeira brilha e não se dá a vaidades, mas glorifica a Deus, pois assim o Espírito Santo orienta e guia dentro dos valores bíblicos.
No exemplo de estudo de caso, a colega teve que persistir para obter uma copia do que foi produzido. Foi enviada uma copia de tudo para a Sra Drama, a acusadora, e a colega teve que insistir muito para conseguir essa copia. O mais normal é que a defesa possa ter copia para se defender, mas deram mais subsídios para quem estava acusando. A colega não se importou. Ela se adiantou na defesa. O terceiro imparcial deve ter se surpreendido pois sem ler nada e sem saber o que cada um disse, a colega praticamente sabia o que havia lá. Sabia quem era quem.
E como aconteceu isso? Pelos valores e pelo brilho de cada um. Com duas pessoas ela nem se importou porque eram pessoas de valor, não de discurso, mas pequenas ações no dia a dia mostravam o valor dessas pessoas. Elas até podiam estar enganadas pela falácia de Sra Drama e falar aproximadamente o que ela quis, quem não o faria? quem não temeria a pessoa que recebia o chefe em casa e que ele fez até o outro chefe pedir desculpas para Sra Drama na outra cidade onde trabalharam anteriormente?
Outra pessoa infelizmente tinha preço. Como a colega sabia? Porque o projeto que seria arquivado foi condenado exatamente por essa pessoa. Ela mentiu para a chefe, dizendo que deveria arquivar. Depois chegou na colega e pediu para confirmar. Como não era verdade, a colega não perdeu muito tempo, pensando se ela ficaria chateada, se revidaria, se... enfim, seja qual for o se. A colega toma decisões com base na Bíblia. Ter um guia de valores ajuda muito na tomada de decisões. Jesus apoiaria mentir para obter uma vantagem? Não. Então infelizmente ninguém é senhor sobre a colega, que trabalha com a verdade, mesmo que a verdade seja menos vantajosa. Essa pessoa se vendeu por muito pouco. A colega tem valores, não preço. Pedido dessa pessoa negado e continuidade do projeto, mesmo que a colega o assuma sozinho. A colega informou o terceiro imparcial sobre o ocorrido, supondo que poderia ter alguma influência. Infelizmente essa pessoa não era luz, era insípida.
Outra pessoa era o estagiário, que estava na dúvida entre valor e preço. Ele até concedeu parte do que Sra Drama queria, mas contou qual foi o real problema, embora com alterações deu para entender que não era o que Sra Drama afirmava, , muito menos o que a outra dizia. Com uma perícia ou alguém que soubesse um pouco do assunto confirmaria o que faltava de informação. E também contou que nunca presenciou a colega contra a Sra Drama, mas presenciou o incômodo da Sra Drama contra a colega. Não é de se impressionar que foi o único que fez essas duas revelações. Ele era estagiário e já estava saindo, tanto que na segunda oitava ele nem mais estava no local, já tinha saído. Ele era o único que sairia das garras da Sra Drama e podia revelar um pouco mais.
Como sem ler nada, sem ter acesso a nada foi possível saber quem apoiaria a Sra Drama no principal? O Espírito Santo que dá a paz deixada por Jesus não engana, deixa ver a luz ou as trevas nas pessoas. É provável que o terceiro imparcial tenha ficado impressionado, pois ele conversou com cada cada um, sentiu quem estava constrangido, tinha o valor de não prejudicar o outro; e quem estava à vontade, compartilhava os mesmos valores da Sra Drama.
E isso também se relaciona à paz. Quem tem preço não tem a paz deixada por Jesus. Quem tem valor tem a paz deixada por Jesus.
É provável que as pessoas que se sentiram constrangidas pela Sra Drama não prejudicaram a colega exatamente porque queriam dormir com a consciência tranquila, queriam paz, embora tivessem que também garantir a sobrevivência no serviço. Aquelas como a Sra Drama que compartilham o valor de prejudicar e não dormem em paz enquanto não prejudicarem quem ofendeu sua vaidade, essas não encontram a paz verdadeira, mas pensam estar em paz. O terceiro imparcial também pode ter uma definição diferente da Sra Drama do que seja paz. Ele cometeria uma injustiça e dormiria intranquilo ou cavaria até encontrar mais informação? Ele foi cavando sobre a construção sobre a areia da Sra Drama.
No final das contas, tudo é questão de valor. Uns brilham perante Jesus, outros tem um brilho enganoso e vaidoso diante do mundo. Brilho passageiro que não traz paz de verdade. Continuam transtornados e sem paz.
Qual paz deveremos escolher? Baseada em valores ou em vaidade?
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Como ter um ponto de vista mais otimista?
"Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus. Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Regozijai-vos e alegrai-vos, porque grande é o vosso galardão nos céus, pois assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós."
Estamos continuando com os ensinamentos de Cristo. O mesmo caso pode ser visto sob diferentes pontos de vista. E o quanto mais ampliamos nosso ponto de vista, mais assumimos diferentes perspectivas. Nossa perspectiva se torna ampla. Esse caso poderia ser visto sob o ponto de vista de um psiquiatra, já que trata de comportamento; de um especialista em informática; enfim, quanto mais pessoas com conhecimentos diferentes analisarem, mais ampla nossa perspectiva. Nós, pessoas comuns podemos ver uma rua sob o ponto de vista de um transeunte, de um motociclista, de um carro, de um ciclista, de um helicóptero. Cada um verá essa rua sob uma perspectiva, mas com certeza verá mais amplo quem consegue se colocar em várias perspectivas.
Agora estamos refletindo sob o ponto de vista de Jesus. O que ele diz e como nossa vida pode ganhar mais amplitude quando conseguimos enxergar de maneira espiritual? O coaching visa ampliar perspectivas, pois a pessoa só chegará à sua meta se fizer algo diferente do que faz atualmente. E não conseguirá chegar à solução se não se colocar em diferentes pontos de vista. É uma escolha ampliar ao invés de resistir. Quem se desenvolve espiritualmente tem uma melhor auto estima e consegue se livrar de hábitos negativos.
Desde a queda de Adão, fomos sujeitos aos hábitos negativos. Jesus veio para nos livrarmos desses hábitos e nos dar uma perspectiva mais positiva de vida.
Ele ensina que a misericórdia traz misericórdia. Ensina que não devemos lutar, mas sermos pacificadores, só assim seremos considerados por Deus como filhos. Ele nos ensina que mesmo na perseguição nós temos que nos alegrar, porque teremos um grande galardão nos céus. Enfim, ele ensina hábitos positivos. Assumir esse ponto de vista ajuda em todas as áreas de nossa vida.
Os puros de coração têm a visão espiritual, só vendo sob esse aspecto que veremos a Deus. Jesus ensina que só sendo alegres nas aflições que entraremos no reino dos céus. Que a recompensa não está na terra. Quão bela é essa visão!!!
Assim, no estudo de caso, verificou-se que Sra Drama não sabe ser misericordiosa, mesmo que todos os absurdos fossem verdade, ainda assim o verdadeiro cristão tem pena e pacifica ao invés de declarar guerra. Mesmo que fosse verdade que ela estivesse sendo perseguida, ela deveria se alegrar porque uma grande recompensa dos céus estaria a caminho. Depois de uma grande aflição vem uma grande recompensa para os que crêem. Ela não veria de forma tão negativa.
O que de fato ocorreu é que ela perseguiu, injuriou, mentiu e praticou todo mal contra a colega. Veja que Jesus falou o que ocorre mesmo, algumas pessoas perseguem, injuriam, mentem e fazem mal. Devemos encarar a verdade. Jesus é a verdade. Sei que não é agradável ouvir certas verdades. Que preferimos fechar os olhos e ouvidos para certas situações e verdades inconvenientes. Mas só temos soluções para os grandes problemas do mundo quando encaramos de frente, sem omitir o que de fato ocorre. Que seja apenas um exemplo de como não proceder, pois esse não é um procedimento cristão. A Bíblia não omite o que fizeram, ela encara. Não esconde o que Davi fez. Não esconde o que Pedro fez. Não esconde o que Paulo fez. Mas mostra que apesar de tudo Deus os perdoou e os amou, simplesmente porque reconheceram ao invés de resistir. A Bíblia também mostra o que a esposa do Senhor de José fez, o que Herodias fez, o que os irmãos de José fizeram. São apenas exemplos de procedimentos e como o pecado entrou no mundo trazendo comportamentos negativos, que deveriam ser evitados. E se mudarmos os hábitos negativos pelos ensinamentos de Jesus estará tudo bem novamente, a pessoa terá sua paz, porque Jesus é o castigo que traz a paz. Isso significa que por um homem entrou o mal, por outro as pessoas estão livres de todo o mal e terão paz.
É difícil mesmo de acreditar que Sra Drama tenha usado de inverdades para acusar e prejudicar. É muita ousadia. Na fala do dia a dia, a colega já tinha percebido isso. Acontecia C e Sra Drama dizia que aconteceu O; acontecia F e Sra Drama dizia que ocorreu E. Até aí tudo bem, acrescentou um pouco, não era exatamente o que ocorreu, mas não fez mal direto a ninguém, pode até ser considerado injúria mas pode apenas ser mal entendido. Outras vezes acontecia C e Sra Drama dizia que ocorreu Z. Isso era mudar tudo, muito estranho mesmo. Outras vezes acontecia a minúsculo e Sra Drama dizia que ocorreu A maiúsculo, tinha aumentado e exagerado tudo, era estranho, no mínimo. Outra vezes não tinha ocorrido nada e Sra Drama dizia que ocorreu Y. Não se sabia de onde tinha tirado aquilo. E sua representação era isso. Tantos focos de fumaça que a colega nem sabia qual priorizar, qual foco limpar. E o principal assunto só mais alguma coisa no meio de tudo. Confundia, mas dois tiveram uma visão clara: o psiquiatra e o terceiro imparcial focaram o assunto principal, apesar de tanta fumaça. Ela é especialista em acender vários focos de fumaça para tirar a atenção do principal.
A colega tinha que tirar alguns focos de fumaça. Um deles conseguiu. Ela escreveu que a colega tinha dito a ela vários absurdos. Ora, era mentira. Modificou tudo o que aconteceu no que ela chama de conversa, mas que na realidade foi uma briga dela para com a colega, pois esta obedeceu, calou a boca como foi ordenado. Sra drama gritou, estava descontrolada, foi ela que disse um monte de absurdo para a colega que nem abriu a boca, desnecessário ter pedido para calar a boca. Lógico que a colega fez questão que ela falasse nos autos, embora fugiu, a colega insistiu pois sabia que ela entrava em contradição e quando foi ouvida pelo amigo íntimo dela, ela confessou que a colega não tinha dito nada diretamente a ela, não se lembrou do que havia escrito na representação por ter passado um tempo e por não ser verdade. O amigo também não lembrou, pois tinha muita coisa. A colega também provou em relação ao apartamento. Duas mentiras. Mas havia mais mentiras e modificações. Só não era possível dar conta de tanto foco de fumaça. Teria que ser uma acareação. Impediram pois sabiam que Sra Drama entrava em contradição.
A sala também é incontestável. Não era de maneira alguma pública. A forma como aconteceu o principal também deveria ser apurado. Não deveria fugir nem jogar fumaça para tirar a atenção do foco. Construiu na areia e sabia que quanto mais fundo fosse, mais desmoronaria, por isso fugiu de ser ouvida igual diabo da cruz. Foram duas tentativas de fuga e a persistência da colega que fez com que fosse ouvida. A colega errou um pouco ao ficar triste com a situação, a irritação não foi de maneira alguma ir até a Sra Drama, tudo ocorreu na sala da colega, a Sra Drama que ia até lá. Foi um erro ter ficado triste quando Jesus disse que deveria ter se alegrado, ter um ponto de vista positivo.
Por isso, Jesus muito bem nos ensina a alegramos na perseguição. Quando a colega fez um bom trabalho, que envolvia corrupção em hospital público, fez para Jesus, pois Ele disse que tudo que for feito para um pequenino é feito Ele. Ser perseguida por um trabalho feito por pessoas que jamais vão agradecer, pois não conhecem e nunca vão conhecer a colega, portanto para Jesus, é motivo de alegria. Agora a colega reconhece o erro. Não deveria ter ficado triste como ficou na época, deveria ter tido um ponto de vista positivo.
Estamos continuando com os ensinamentos de Cristo. O mesmo caso pode ser visto sob diferentes pontos de vista. E o quanto mais ampliamos nosso ponto de vista, mais assumimos diferentes perspectivas. Nossa perspectiva se torna ampla. Esse caso poderia ser visto sob o ponto de vista de um psiquiatra, já que trata de comportamento; de um especialista em informática; enfim, quanto mais pessoas com conhecimentos diferentes analisarem, mais ampla nossa perspectiva. Nós, pessoas comuns podemos ver uma rua sob o ponto de vista de um transeunte, de um motociclista, de um carro, de um ciclista, de um helicóptero. Cada um verá essa rua sob uma perspectiva, mas com certeza verá mais amplo quem consegue se colocar em várias perspectivas.
Agora estamos refletindo sob o ponto de vista de Jesus. O que ele diz e como nossa vida pode ganhar mais amplitude quando conseguimos enxergar de maneira espiritual? O coaching visa ampliar perspectivas, pois a pessoa só chegará à sua meta se fizer algo diferente do que faz atualmente. E não conseguirá chegar à solução se não se colocar em diferentes pontos de vista. É uma escolha ampliar ao invés de resistir. Quem se desenvolve espiritualmente tem uma melhor auto estima e consegue se livrar de hábitos negativos.
Desde a queda de Adão, fomos sujeitos aos hábitos negativos. Jesus veio para nos livrarmos desses hábitos e nos dar uma perspectiva mais positiva de vida.
Ele ensina que a misericórdia traz misericórdia. Ensina que não devemos lutar, mas sermos pacificadores, só assim seremos considerados por Deus como filhos. Ele nos ensina que mesmo na perseguição nós temos que nos alegrar, porque teremos um grande galardão nos céus. Enfim, ele ensina hábitos positivos. Assumir esse ponto de vista ajuda em todas as áreas de nossa vida.
Os puros de coração têm a visão espiritual, só vendo sob esse aspecto que veremos a Deus. Jesus ensina que só sendo alegres nas aflições que entraremos no reino dos céus. Que a recompensa não está na terra. Quão bela é essa visão!!!
Assim, no estudo de caso, verificou-se que Sra Drama não sabe ser misericordiosa, mesmo que todos os absurdos fossem verdade, ainda assim o verdadeiro cristão tem pena e pacifica ao invés de declarar guerra. Mesmo que fosse verdade que ela estivesse sendo perseguida, ela deveria se alegrar porque uma grande recompensa dos céus estaria a caminho. Depois de uma grande aflição vem uma grande recompensa para os que crêem. Ela não veria de forma tão negativa.
O que de fato ocorreu é que ela perseguiu, injuriou, mentiu e praticou todo mal contra a colega. Veja que Jesus falou o que ocorre mesmo, algumas pessoas perseguem, injuriam, mentem e fazem mal. Devemos encarar a verdade. Jesus é a verdade. Sei que não é agradável ouvir certas verdades. Que preferimos fechar os olhos e ouvidos para certas situações e verdades inconvenientes. Mas só temos soluções para os grandes problemas do mundo quando encaramos de frente, sem omitir o que de fato ocorre. Que seja apenas um exemplo de como não proceder, pois esse não é um procedimento cristão. A Bíblia não omite o que fizeram, ela encara. Não esconde o que Davi fez. Não esconde o que Pedro fez. Não esconde o que Paulo fez. Mas mostra que apesar de tudo Deus os perdoou e os amou, simplesmente porque reconheceram ao invés de resistir. A Bíblia também mostra o que a esposa do Senhor de José fez, o que Herodias fez, o que os irmãos de José fizeram. São apenas exemplos de procedimentos e como o pecado entrou no mundo trazendo comportamentos negativos, que deveriam ser evitados. E se mudarmos os hábitos negativos pelos ensinamentos de Jesus estará tudo bem novamente, a pessoa terá sua paz, porque Jesus é o castigo que traz a paz. Isso significa que por um homem entrou o mal, por outro as pessoas estão livres de todo o mal e terão paz.
É difícil mesmo de acreditar que Sra Drama tenha usado de inverdades para acusar e prejudicar. É muita ousadia. Na fala do dia a dia, a colega já tinha percebido isso. Acontecia C e Sra Drama dizia que aconteceu O; acontecia F e Sra Drama dizia que ocorreu E. Até aí tudo bem, acrescentou um pouco, não era exatamente o que ocorreu, mas não fez mal direto a ninguém, pode até ser considerado injúria mas pode apenas ser mal entendido. Outras vezes acontecia C e Sra Drama dizia que ocorreu Z. Isso era mudar tudo, muito estranho mesmo. Outras vezes acontecia a minúsculo e Sra Drama dizia que ocorreu A maiúsculo, tinha aumentado e exagerado tudo, era estranho, no mínimo. Outra vezes não tinha ocorrido nada e Sra Drama dizia que ocorreu Y. Não se sabia de onde tinha tirado aquilo. E sua representação era isso. Tantos focos de fumaça que a colega nem sabia qual priorizar, qual foco limpar. E o principal assunto só mais alguma coisa no meio de tudo. Confundia, mas dois tiveram uma visão clara: o psiquiatra e o terceiro imparcial focaram o assunto principal, apesar de tanta fumaça. Ela é especialista em acender vários focos de fumaça para tirar a atenção do principal.
A colega tinha que tirar alguns focos de fumaça. Um deles conseguiu. Ela escreveu que a colega tinha dito a ela vários absurdos. Ora, era mentira. Modificou tudo o que aconteceu no que ela chama de conversa, mas que na realidade foi uma briga dela para com a colega, pois esta obedeceu, calou a boca como foi ordenado. Sra drama gritou, estava descontrolada, foi ela que disse um monte de absurdo para a colega que nem abriu a boca, desnecessário ter pedido para calar a boca. Lógico que a colega fez questão que ela falasse nos autos, embora fugiu, a colega insistiu pois sabia que ela entrava em contradição e quando foi ouvida pelo amigo íntimo dela, ela confessou que a colega não tinha dito nada diretamente a ela, não se lembrou do que havia escrito na representação por ter passado um tempo e por não ser verdade. O amigo também não lembrou, pois tinha muita coisa. A colega também provou em relação ao apartamento. Duas mentiras. Mas havia mais mentiras e modificações. Só não era possível dar conta de tanto foco de fumaça. Teria que ser uma acareação. Impediram pois sabiam que Sra Drama entrava em contradição.
A sala também é incontestável. Não era de maneira alguma pública. A forma como aconteceu o principal também deveria ser apurado. Não deveria fugir nem jogar fumaça para tirar a atenção do foco. Construiu na areia e sabia que quanto mais fundo fosse, mais desmoronaria, por isso fugiu de ser ouvida igual diabo da cruz. Foram duas tentativas de fuga e a persistência da colega que fez com que fosse ouvida. A colega errou um pouco ao ficar triste com a situação, a irritação não foi de maneira alguma ir até a Sra Drama, tudo ocorreu na sala da colega, a Sra Drama que ia até lá. Foi um erro ter ficado triste quando Jesus disse que deveria ter se alegrado, ter um ponto de vista positivo.
Por isso, Jesus muito bem nos ensina a alegramos na perseguição. Quando a colega fez um bom trabalho, que envolvia corrupção em hospital público, fez para Jesus, pois Ele disse que tudo que for feito para um pequenino é feito Ele. Ser perseguida por um trabalho feito por pessoas que jamais vão agradecer, pois não conhecem e nunca vão conhecer a colega, portanto para Jesus, é motivo de alegria. Agora a colega reconhece o erro. Não deveria ter ficado triste como ficou na época, deveria ter tido um ponto de vista positivo.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Onde buscar a paz e a felicidade?
"Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra. Bem aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque eles serão fartos" (Mateus 5:3-6)
Quem é o Príncipe da Paz? Jesus Cristo, por isso, ouvir as suas palavras e segui-las nos traz paz. O trecho citado é do Sermão da Montanha, o Mestre estava ensinando seus discípulos. Atualmente, todos aqueles que se dizem cristãos são discípulos de Cristo, por isso há vários motivos para ouvir esse Sermão.
Quem não é cristão também ganha muito ao ouvir Jesus. Ele não é uma religião, não é uma igreja A ou B. Ele é a Verdade, o Caminho e a Vida. Portanto, não se trata de religiosidade, trata-se de seguir a Bíblia e aquele que não falha. Todos nós falhamos, mas não Deus.
Ele nos traz Paz porque sempre podemos contar com Ele, ainda que todos nos abandonem Ele está lá para nos amparar. As Bem aventuranças ensinam como devemos proceder para receber bênçãos. Essas bênçãos são todas intangíveis. Jesus nos mostrou que bênçãos intangíveis trazem mais paz do que as tangíveis. Portanto, não ligue para o exterior, pense que pertencer ao reino dos céus, ser consolado, herdar a terra e ser farto espiritualmente é uma bênção maior.
No nosso estudo de caso, Sra Drama também se incomodava porque a colega tinha plena confiança em Deus. A colega nem respondia nem revidava às suas provocações pois acreditava que Deus era seu protetor, que ela não precisava fazer nada, Deus fazia por ela. Mesmo que o amigo íntimo de Sra Drama cobrisse suas mentiras e arredondasse tudo para Sra Drama, ainda assim a colega confiava que quem a protegia era maior. Colocando na balança: Sra Drama protegida por seu amigo íntimo; colega protegida por Deus. A quem a colega temeria? Não é Deus superior a tudo e todos?
O incômodo da Sra Drama foi tanto em relação à espiritualidade da colega, que até nisso queria competir. Ao fazer a segunda maldade disse também ser cristã. Portanto, os argumentos de Cristo tem autoridade sobre Sra Drama, que deveria segui-los se o que disse fosse verdade, se realmente fosse cristã.
A começar por ser pobre de espírito, a Sra Drama não confiou ser Deus seu senhor. Confiou mais no seu poder de influência e no poder do amigo íntimo que cobria tudo que ela fazia.
Quanto ao choro ninguém engana a Deus, ele sabe o que são lágrimas de crocodilo e o que é exagero exibicionista, o sermão da Montanha é sobre arrependimento. Jesus diz que quem volta a Deus é consolado, por mais que tenha errado. Ele perdoa as falhas de quem confessa e deixa o mal. Sra Drama em nenhum momento mostrou arrependimento, por isso não foi consolada por Deus e continua a sua tormenta. Davi foi consolado por Deus por voltar atrás, o mesmo ocorreu com Pedro. A questão é muito menos o erro, mas o arrependimento.
Sra Drama não é mansa, pelo contrário, é pilhada. Ela enganosamente quis dar a impressão que a colega era irritada. De forma alguma, e todas as testemunhas confirmaram que a colega é mansa. Esse é o o padrão da colega. Sra Drama provocou e usou a exceção. Colocando na balança: Sra Drama é uma pilha e a colega é mansa. Não devemos nos enganar com exceções, somos o nosso padrão, o nosso dia a dia. O enganador é o diabo, é ele que usa dessas artimanhas.
A colega tem fome e sede da justiça de Deus. E tem desejo espiritual, sede espiritual e está em busca de plenitude espiritual, deixando essas picuinhas da Sra Drama de lado. Sra Drama, pelo contrário, quer sua justiça própria, é rancorosa, vingativa, exatamente por não acreditar na justiça divina. Sra Drama se envolve com coisas carnais como picuinhas, fofocas, boatos, vaidades, quer o reconhecimento humano ao invés de crescimento espiritual. Aliás, suas atitudes não tem nada de espiritual.
Enfim, Jesus não veio para condenar, mas alertar onde é nosso ponto cego, aquilo que estamos fazendo e que nos traz dor. Ele tomou sobre si as nossas dores e conhece a mente humana muito melhor do que nós mesmos. Jesus está apenas dizendo que Sra Drama teria paz se praticasse confiar em Deus para resolver seus problemas, se se arrependesse e confessasse seus erros ao invés de tentar escondê-los, se fosse mansa e se tivesse fome e sede espirituais, não sede de acabar com o próximo.
Exige certa consciência monitorar nossos pensamentos para seguir o que Jesus ensina, mas vale nossa paz, que é o mais importante.
Quem é o Príncipe da Paz? Jesus Cristo, por isso, ouvir as suas palavras e segui-las nos traz paz. O trecho citado é do Sermão da Montanha, o Mestre estava ensinando seus discípulos. Atualmente, todos aqueles que se dizem cristãos são discípulos de Cristo, por isso há vários motivos para ouvir esse Sermão.
Quem não é cristão também ganha muito ao ouvir Jesus. Ele não é uma religião, não é uma igreja A ou B. Ele é a Verdade, o Caminho e a Vida. Portanto, não se trata de religiosidade, trata-se de seguir a Bíblia e aquele que não falha. Todos nós falhamos, mas não Deus.
Ele nos traz Paz porque sempre podemos contar com Ele, ainda que todos nos abandonem Ele está lá para nos amparar. As Bem aventuranças ensinam como devemos proceder para receber bênçãos. Essas bênçãos são todas intangíveis. Jesus nos mostrou que bênçãos intangíveis trazem mais paz do que as tangíveis. Portanto, não ligue para o exterior, pense que pertencer ao reino dos céus, ser consolado, herdar a terra e ser farto espiritualmente é uma bênção maior.
No nosso estudo de caso, Sra Drama também se incomodava porque a colega tinha plena confiança em Deus. A colega nem respondia nem revidava às suas provocações pois acreditava que Deus era seu protetor, que ela não precisava fazer nada, Deus fazia por ela. Mesmo que o amigo íntimo de Sra Drama cobrisse suas mentiras e arredondasse tudo para Sra Drama, ainda assim a colega confiava que quem a protegia era maior. Colocando na balança: Sra Drama protegida por seu amigo íntimo; colega protegida por Deus. A quem a colega temeria? Não é Deus superior a tudo e todos?
O incômodo da Sra Drama foi tanto em relação à espiritualidade da colega, que até nisso queria competir. Ao fazer a segunda maldade disse também ser cristã. Portanto, os argumentos de Cristo tem autoridade sobre Sra Drama, que deveria segui-los se o que disse fosse verdade, se realmente fosse cristã.
A começar por ser pobre de espírito, a Sra Drama não confiou ser Deus seu senhor. Confiou mais no seu poder de influência e no poder do amigo íntimo que cobria tudo que ela fazia.
Quanto ao choro ninguém engana a Deus, ele sabe o que são lágrimas de crocodilo e o que é exagero exibicionista, o sermão da Montanha é sobre arrependimento. Jesus diz que quem volta a Deus é consolado, por mais que tenha errado. Ele perdoa as falhas de quem confessa e deixa o mal. Sra Drama em nenhum momento mostrou arrependimento, por isso não foi consolada por Deus e continua a sua tormenta. Davi foi consolado por Deus por voltar atrás, o mesmo ocorreu com Pedro. A questão é muito menos o erro, mas o arrependimento.
Sra Drama não é mansa, pelo contrário, é pilhada. Ela enganosamente quis dar a impressão que a colega era irritada. De forma alguma, e todas as testemunhas confirmaram que a colega é mansa. Esse é o o padrão da colega. Sra Drama provocou e usou a exceção. Colocando na balança: Sra Drama é uma pilha e a colega é mansa. Não devemos nos enganar com exceções, somos o nosso padrão, o nosso dia a dia. O enganador é o diabo, é ele que usa dessas artimanhas.
A colega tem fome e sede da justiça de Deus. E tem desejo espiritual, sede espiritual e está em busca de plenitude espiritual, deixando essas picuinhas da Sra Drama de lado. Sra Drama, pelo contrário, quer sua justiça própria, é rancorosa, vingativa, exatamente por não acreditar na justiça divina. Sra Drama se envolve com coisas carnais como picuinhas, fofocas, boatos, vaidades, quer o reconhecimento humano ao invés de crescimento espiritual. Aliás, suas atitudes não tem nada de espiritual.
Enfim, Jesus não veio para condenar, mas alertar onde é nosso ponto cego, aquilo que estamos fazendo e que nos traz dor. Ele tomou sobre si as nossas dores e conhece a mente humana muito melhor do que nós mesmos. Jesus está apenas dizendo que Sra Drama teria paz se praticasse confiar em Deus para resolver seus problemas, se se arrependesse e confessasse seus erros ao invés de tentar escondê-los, se fosse mansa e se tivesse fome e sede espirituais, não sede de acabar com o próximo.
Exige certa consciência monitorar nossos pensamentos para seguir o que Jesus ensina, mas vale nossa paz, que é o mais importante.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Você amplia sua perspectiva de vida?
O sexto fundamento para o sucesso profissional de Levine é ampliar a perspectiva de vida: "Não deixe que os desejos sejam um mistério para você. Escreva seus objetivos e estabeleça um plano de ação para alcançá-los. Isso deixará claro o seu raciocínio e o tornará responsável por si mesmo. Pegue uma pilha de fichas e sente-se numa mesa grande. Em cada ficha, escreva algo que você deseja ter em sua vida nos próximos cinco anos. Deseja passar mais tempo com seus filhos? Tirar férias exóticas? Aposentar-se mais cedo? Escreva todas elas - uma por ficha. Faça um inventário completo, não se imponha limites. Em seguida, no canto superior direito, escreva um número de um a seis em cada ficha, em ordem crescente de importância. Tire os cinco e o seis e coloque-os na sua frente. Leia-os do princípio ao fim. Agora escolha os três mais importantes. Desses três, escolha o que é inegociável, aquele do qual você desistiria de tudo para ter. Coloque essa ficha no topo da pilha. Na frente de cada um dessas fichas mais importantes, escreva uma frase que descreva como se parece a conquista desse objetivo. No verso, escreva quatro medidas que você tomará este ano para seguir rumo a essa visão. Esses objetivos principais, sua definição de sucesso e as medidas de ação serão a base do seu plano. Transfira-os para um documento de uma página e mantenha-o sempre com você. Reveja-o e ajuste-o a cada ano. Seus objetivos e prioridades mudarão com o tempo. Sempre mantenha seus objetivos atuais em uma única folha de papel com você. Isso desmistifica o futuro e ajudará você a manter-se nos trilhos e obter o que deseja."
Ampliar a perspectiva de vida é poder ver a vida com uma visão mais ampla. É fazer uma auto análise, é se conhecer. Quantos não vagam por aí sem o maior milagre do mundo? O que podemos fazer para ajudar as pessoas a encontrarem o que realmente as fazem realizadas? Quantos não anseiam por algo e suas ações as direcionam para exatamente o contrário do que desejam?
Isso ocorre por falta de pausa. Sim, é necessário parar e refletir, meditar na vida. Sair dessa correria louca, desse piloto automático e ir mais profundamente dentro de nós mesmos. Saber o que realmente queremos e escrever as quatro medidas que nos levam para realizar isso dá um rumo para quem está desorientado. Muitas vezes descobrimos que estamos percorrendo o caminho que nos leva longe do que queremos. Não estamos nos aproximando dos nossos objetivos, estamos nos afastando deles. Não é uma pena? Não poderíamos usar melhor nosso tempo e energia?
Voltando ao nosso estudo de caso, a Sra Drama não sabia exatamente o que queria, rumava totalmente ao contrário, se afastava. Como vimos, ela não seguiu os princípios do sucesso profissional, embora quisesse um aumento de salário. Talvez faltasse apenas isso: escrever os objetivos e escrever as medidas que tomaria.
Ela queria paz, mas suas ações não eram de paz, eram de guerra. Ela certamente estava rumando no contrário, conseguiu brigar com uma pessoa extremamente calma, que nem falava.
Claro que só procuraria coaching se detectasse que precisava, mas as ações dela eram se afastar dos objetivos dela, então certamente não contrataria. Hipoteticamente, supondo que ela contratasse, as primeiras atitudes para ajudar a Sra Drama seria fazê-la entender o que é necessário para o sucesso profissional e que ela teria que sair da zona de conforto e tentar seguir um dos fundamentos, só para começar. Ela só atingiria um dos objetivos se fizesse algo diferente do que estava fazendo e se responsabilizasse, deixando de querer que algo fosse entregue numa bandeja de ouro sem mudança nenhuma nela. É preciso uma mudança nela, não nos outros, para conseguir um objetivo que ainda não conseguiu. Mas ela perdia tempo olhando para a outra.
A segunda ação para ajudá-la seria fazê-la entender que não se acha paz atacando o outro. Isso é afastar-se do objetivo. Imagine escrito no verso do cartão da paz: destruir minha colega de trabalho, pois não quero crescer, quero que ela diminua; não quero brilhar, quero apagar a luz dela. Claro que eram medidas equivocadas. Claro que levavam à intranquilidade. Como se consegue paz? Vamos refletir na nova série de reflexões, já que estamos nos despedindo de Levine.
Ampliar a perspectiva de vida é poder ver a vida com uma visão mais ampla. É fazer uma auto análise, é se conhecer. Quantos não vagam por aí sem o maior milagre do mundo? O que podemos fazer para ajudar as pessoas a encontrarem o que realmente as fazem realizadas? Quantos não anseiam por algo e suas ações as direcionam para exatamente o contrário do que desejam?
Isso ocorre por falta de pausa. Sim, é necessário parar e refletir, meditar na vida. Sair dessa correria louca, desse piloto automático e ir mais profundamente dentro de nós mesmos. Saber o que realmente queremos e escrever as quatro medidas que nos levam para realizar isso dá um rumo para quem está desorientado. Muitas vezes descobrimos que estamos percorrendo o caminho que nos leva longe do que queremos. Não estamos nos aproximando dos nossos objetivos, estamos nos afastando deles. Não é uma pena? Não poderíamos usar melhor nosso tempo e energia?
Voltando ao nosso estudo de caso, a Sra Drama não sabia exatamente o que queria, rumava totalmente ao contrário, se afastava. Como vimos, ela não seguiu os princípios do sucesso profissional, embora quisesse um aumento de salário. Talvez faltasse apenas isso: escrever os objetivos e escrever as medidas que tomaria.
Ela queria paz, mas suas ações não eram de paz, eram de guerra. Ela certamente estava rumando no contrário, conseguiu brigar com uma pessoa extremamente calma, que nem falava.
Claro que só procuraria coaching se detectasse que precisava, mas as ações dela eram se afastar dos objetivos dela, então certamente não contrataria. Hipoteticamente, supondo que ela contratasse, as primeiras atitudes para ajudar a Sra Drama seria fazê-la entender o que é necessário para o sucesso profissional e que ela teria que sair da zona de conforto e tentar seguir um dos fundamentos, só para começar. Ela só atingiria um dos objetivos se fizesse algo diferente do que estava fazendo e se responsabilizasse, deixando de querer que algo fosse entregue numa bandeja de ouro sem mudança nenhuma nela. É preciso uma mudança nela, não nos outros, para conseguir um objetivo que ainda não conseguiu. Mas ela perdia tempo olhando para a outra.
A segunda ação para ajudá-la seria fazê-la entender que não se acha paz atacando o outro. Isso é afastar-se do objetivo. Imagine escrito no verso do cartão da paz: destruir minha colega de trabalho, pois não quero crescer, quero que ela diminua; não quero brilhar, quero apagar a luz dela. Claro que eram medidas equivocadas. Claro que levavam à intranquilidade. Como se consegue paz? Vamos refletir na nova série de reflexões, já que estamos nos despedindo de Levine.
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Qual o quinto fundamento do sucesso profissional?
"Mas, se o projeto não for factível dentro das limitações impostas, seja honesto. Leve a seu chefe um plano realista que dê conta dos objetivos dele. Explique o plano e mostre as especificidades. Enriqueça a conversa com detalhes para evitar que se torne muito teórica. Essa abordagem ajudará você a manter sua carreira no caminho certo e impedir que a empresa desperdice recursos em idéias destinadas ao fracasso. Se ainda assim o seu chefe insistir para você realizar o plano dentro das limitações originais, dê o máximo de si."
Levine apresenta o quinto fundamento para o sucesso profissional, que é saber como apresentar resultados. Ele explica que nem sempre um projeto é factível. Apresentar resultados não significa fazê-lo a qualquer custo. As limitações podem ser tempo, dinheiro, pessoal, conhecimento, enfim. Algo muito importante é saber respeitar os limites, toda vez que nos excedemos, há um desequilíbrio que causará um problema no longo prazo.
Assim, se for exigido algo impossível, o bom profissional deve pensar em uma alternativa e trazer um plano realista. Muitas vezes iniciar algo que não será possível apenas desperdiçará recursos. De qualquer forma, podemos dar o máximo sem sair dos limites humanos. O estresse pode trazer mais prejuízo e ser contraproducente. O profissional perde o rumo e passa ter menos resultados. Portanto, nem tudo que parece trazer mais resultado é bom. Exceder é uma dessas coisas prejudiciais à eficácia.
No nosso estudo de caso, a colega apresentava bons resultados, o último trabalho antes da investida furiosa da Sra Drama tinha sido muito bom mesmo, com repercussão nacional, com uma mala de um milhão de reais apreendida. Só que para evitar o arquivamento desse projeto a colega teve que exceder os limites. Ela deu o máximo de si por iniciativa própria. Ninguém a obrigou, ela acreditava no que estava sendo feito. Errou porque passou dos limites humanos, exigiu muito de si mesma, ficando estressada. Isso causou irritabilidade. É preciso refletir sobre o estresse e como ele causa diversos prejuízos ao organismo. É liberado muito cortisol e as consequências são ruins. É uma discussão ampla se deveria ou não arquivar porque havia um limite. É uma discussão ampla os efeitos do estresse sobre funcionários que vestiram a camisa e depois tiveram as costas viradas quando necessitaram compreensão. De qualquer forma, o ideal é não se estressar, por vezes é necessário sacrificar um projeto, mesmo que ele seja importante para a sociedade.
A Sra Drama tinha dificuldades na apresentação de resultados, mas era esperta e tinha lábia. Aproveitou-se da fragilidade da colega.
No final das contas, o bom profissional não deve se estressar. Não deve admitir que limites sejam excedidos e dar o melhor de si dentro de limites. Dificilmente, por mais que você tenha dado tudo de si, haverá reconhecimento, porque certamente esquecerão dos resultados apresentados durante de um drama. Principalmente de alguém profissional em dramas como a Sra Drama.
Talvez o que ajudou a colega foram justamente os resultados, diante das quatro autoridades. Talvez o que a prejudicou diante de certas pessoas foram justamente os resultados. A Sra Drama estava calma desde que a colega tinha desistido do curso. Coincidência ou não, aconteceu logo depois desse grande trabalho e logo depois de o amigo íntimo dela assumir a "caneta".
Resultados podem ser muito perigosos em certos ambientes onde as Sras Dramas mandam.
De qualquer forma, deve haver um jeito também de ajudar as Sras Dramas da vida. Elas podem aprender melhores alternativas e a própria instituição anos depois implementou um plano de carreira, que ajuda as Sras Dramas a se orientarem sobre o que importa para receberem um aumento. Não se baseia em resultados, mas se baseia em cursos e outros que indiretamente trazem resultados.
Assim fica mais fácil para quem tem objetivos de crescer na instituição. Cada um deve seguir seu objetivo, por isso saber qual é o objetivo ajuda a tomar uma atitude que traga resultado.
Quanto à colega, continua não querendo nada a mais. Não se engaja em nada que evolui na carreira. Agora que tem um plano de carreira se engajará menos ainda. Não está a busca disso, não estava em busca disso pois na época inexistia o plano de carreira. Os objetivos continuam os mesmos daquela época, mas agora respeitando seus limites e evitando todo estresse. Essas coisas passam, e se não puderem ser feitas, paciência. Paciência sempre. Muita paciência.
Levine apresenta o quinto fundamento para o sucesso profissional, que é saber como apresentar resultados. Ele explica que nem sempre um projeto é factível. Apresentar resultados não significa fazê-lo a qualquer custo. As limitações podem ser tempo, dinheiro, pessoal, conhecimento, enfim. Algo muito importante é saber respeitar os limites, toda vez que nos excedemos, há um desequilíbrio que causará um problema no longo prazo.
Assim, se for exigido algo impossível, o bom profissional deve pensar em uma alternativa e trazer um plano realista. Muitas vezes iniciar algo que não será possível apenas desperdiçará recursos. De qualquer forma, podemos dar o máximo sem sair dos limites humanos. O estresse pode trazer mais prejuízo e ser contraproducente. O profissional perde o rumo e passa ter menos resultados. Portanto, nem tudo que parece trazer mais resultado é bom. Exceder é uma dessas coisas prejudiciais à eficácia.
No nosso estudo de caso, a colega apresentava bons resultados, o último trabalho antes da investida furiosa da Sra Drama tinha sido muito bom mesmo, com repercussão nacional, com uma mala de um milhão de reais apreendida. Só que para evitar o arquivamento desse projeto a colega teve que exceder os limites. Ela deu o máximo de si por iniciativa própria. Ninguém a obrigou, ela acreditava no que estava sendo feito. Errou porque passou dos limites humanos, exigiu muito de si mesma, ficando estressada. Isso causou irritabilidade. É preciso refletir sobre o estresse e como ele causa diversos prejuízos ao organismo. É liberado muito cortisol e as consequências são ruins. É uma discussão ampla se deveria ou não arquivar porque havia um limite. É uma discussão ampla os efeitos do estresse sobre funcionários que vestiram a camisa e depois tiveram as costas viradas quando necessitaram compreensão. De qualquer forma, o ideal é não se estressar, por vezes é necessário sacrificar um projeto, mesmo que ele seja importante para a sociedade.
A Sra Drama tinha dificuldades na apresentação de resultados, mas era esperta e tinha lábia. Aproveitou-se da fragilidade da colega.
No final das contas, o bom profissional não deve se estressar. Não deve admitir que limites sejam excedidos e dar o melhor de si dentro de limites. Dificilmente, por mais que você tenha dado tudo de si, haverá reconhecimento, porque certamente esquecerão dos resultados apresentados durante de um drama. Principalmente de alguém profissional em dramas como a Sra Drama.
Talvez o que ajudou a colega foram justamente os resultados, diante das quatro autoridades. Talvez o que a prejudicou diante de certas pessoas foram justamente os resultados. A Sra Drama estava calma desde que a colega tinha desistido do curso. Coincidência ou não, aconteceu logo depois desse grande trabalho e logo depois de o amigo íntimo dela assumir a "caneta".
Resultados podem ser muito perigosos em certos ambientes onde as Sras Dramas mandam.
De qualquer forma, deve haver um jeito também de ajudar as Sras Dramas da vida. Elas podem aprender melhores alternativas e a própria instituição anos depois implementou um plano de carreira, que ajuda as Sras Dramas a se orientarem sobre o que importa para receberem um aumento. Não se baseia em resultados, mas se baseia em cursos e outros que indiretamente trazem resultados.
Assim fica mais fácil para quem tem objetivos de crescer na instituição. Cada um deve seguir seu objetivo, por isso saber qual é o objetivo ajuda a tomar uma atitude que traga resultado.
Quanto à colega, continua não querendo nada a mais. Não se engaja em nada que evolui na carreira. Agora que tem um plano de carreira se engajará menos ainda. Não está a busca disso, não estava em busca disso pois na época inexistia o plano de carreira. Os objetivos continuam os mesmos daquela época, mas agora respeitando seus limites e evitando todo estresse. Essas coisas passam, e se não puderem ser feitas, paciência. Paciência sempre. Muita paciência.
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