quinta-feira, 19 de abril de 2018

Você especula ou enxerga o relevante?

"Concentre-se no que as pessoas fazem em vez de ficar especulando sobre o que as motiva. O modo como se comportam é que é relevante.  Elas ficarão na defensiva - e com razão - se você julgá-las de maneira mais subjetiva."

Observar ações e comportamentos é muito importante. Os motivos são um pouco duvidosos porque, como dizem, o inferno está cheio de boas intenções.  Se formos atentos, começaremos a enxergar as ações e não julgaremos de forma subjetiva.  O quarto fundamento de Levine é comunicação em todos os níveis,  portanto o bom profissional comunica quando age. Suas ações definem quem é,  não suas explicações.  As pessoas de lábia usam muitas explicações bonitas. As pessoas efetivas agem de forma efetiva e correta. Com certeza o bom profissional não quer criar uma realidade falsa,  baseada em conversa,  ele mostra ações.

O julgamento subjetivo é perigoso porque,  como foi dito, cada um interpreta de uma forma e a possibilidade de estarmos enganados é gigantesca.  Por isso,  devemos sempre admitir essa possibilidade.  Nossas percepções são enganosas, devemos sempre duvidar das nossas conclusões.  Devemos sempre questionar nossos pensamentos e tornarmos-nos gerenciadores de nossos pensamentos ao invés de sermos induzidos pelo piloto automático.

No nosso estudo de caso Sra Drama chegava a ser engraçada,  pois todas as interpretações dela eram subjetivas e ela realmente parecia acreditar em seus pensamentos.  A colega se perguntava várias vezes que mecanismo era aquele, um tanto inusitado,  pois poucas pessoas apresentam essa característica de forma tão acentuada. É normal vez ou outra as pessoas serem enganadas por seus pensamentos e julgar de maneira subjetiva.  No caso da Sra Drama era demais, por isso havia tanto mal entendido.  O barulho dentro da sua mente era grande demais para ela entender o que de fato ocorria. Ela era tão convicta que chegava a ser engraçado mesmo. Como pode distorcer a realidade de tal maneira?  Não importa o que dizia a realidade,  Sra Drama continuava a repetir a realidade dela. A colega não duvida que mesmo depois do laudo Sra Drama seguiu com a ladainha que ela era louca.

Como Sra Drama invertia, dizendo que era a colega que distorcia, a colega até tentou colocar um material de estudo para Sra Drama.  Foi um curso preparatório que teve assim que ingressou no cargo. A colega, além de seus estudos próprios por gostar do tema, também havia sido instruída na instituição sobre as percepções e sobre comunicação.  Sra Drama de fato necessitava daquele material. A colega pediu juntada disso porque auxiliaria também o terceiro imparcial.  Tudo passava de mal entendido e de julgamento subjetivo. Ele só teria que juntar as peças e descobrir quem distorcia.

Agora vamos às ações da colega.  Sra Drama não tinha nada contra a colega, a não ser 3 mal entendidos. Portanto,  o que teria feito de mal?  Exatamente três frases.  Portanto, o terceiro imparcial tinha três frases que tiravam a paz da Sra Drama. Na real, é bastante subjetivo que três frases tirem a paz de alguém, pois esse era o motivo para ela fazer a maldade com a colega. O motivo era bem esquisito.

Agora vamos às ações da Sra Drama. Uma representação bem maldosa por causa de três frases. Diz a Sra Drama que o motivo da colega era a loucura,  porque obviamente não havia motivo.

A colega provou que não era louca. Então não havia motivos para a colega fazer algo contra a Sra Drama e as três frases ficavam mais esquisitas ainda.

Segundo round.
Ação da colega: analisar o que ocorreu.  Não fez nada de mais a não ser escrever e guardar consigo numa sala ďistante e privada. Na época a sala da colega era apenas dela,  não compartilhava com outros, uma sala bem no fundo do imóvel,  mesmo quem ia à cozinha que era o último cômodo e paralelo à sala da colega não tinha visão da mesa da colega, muito menos das gavetas.  E não era uma sala frequentada, pois a colega é bem discreta e seu trabalho exige concentração. A colega tinha o direito de pensar que a atitude da Sra Drama não foi boa e discordar. Afinal, a colega nada teria analisado se não houvesse o que analisar.  Isto é, se Sra Drama não tivesse feito a primeira maldade. Motivo da colega: a primeira maldade. Outra ação da colega: pedir perícia,  pois já qu tinha conseguido tirar a falácia do Red herring,  isto é,  que era louca, estava na hora de se concentrar no principal.  Motivo da colega: focar no principal,  agora que já tinha tirado parte da fumaça que a Sra Drama tinha colocado para confundir e tirar a atenção do foco.

Ação da Sra Drama: ir sorrateiramente na sala da colega na sua ausência e vasculhar tudo. Motivo da Sra Drama: buscar algo para jogar mais fumaça e tirar o foco da segunda perícia.  Como os escritos já estavam lá há bastante tempo, pois a colega vinha analisando a situação e a Sra Drama usou os escritos para a segunda maldade só após a colega pedir a perícia,  a colega acredita que ela mentiu que a sala era pública e vista por todos por um motivo: impedir a perícia e disfarçar a má conduta de ir sorrateiramente na sala dos outros, invadindo o espaço alheio,  de alguém contra quem fez uma grande maldade. Esquisito ela estar frequentando essa sala na ausência da colega.

Bom, especular sobre os motivos talvez não leve a nada. Mas com certeza quando se coloca na balança as duas ações de cada uma, verifica-se a maldade da Sra Drama. É como se as ações da colega fossem uma mosca e as ações da Sra Drama como um machado na cabeça da colega para matar essa mosca.

E com certeza muitas pessoas já passaram por isso.  Claro que temos que perdoar as Sras Dramas da vida. Mas é importante que os órgãos tenham ações para inibir tais comportamentos, pois assim se matou muito bom funcionário público,  assim muitos foram jogados para a mediocridade e perderam seus sonhos. Ainda acredito que a imparcialidade pode acontecer na prática.  Ainda acredito que há possibilidade de ações preventivas uma vez que se saiba como é o modus operandi dos matadores dos bons funcionários. Afinal, temos que confiar que nossos impostos serão usados adequadamente.  Como cidadãos nos resta alertar e esperar que ações preventivas e educativas aconteçam.  Eu acredito muito na educação. A colega não comentou nada e nem comenta pois não quer castigo,  acredita em ações preventivas e educativas.  Eu também, não isso faço esse estudo de caso. Podemos ajudar as vítimas das Sras Dramas da vida.





quarta-feira, 18 de abril de 2018

Você usa opiniões, fatos ou boatos?

"Se ainda assim ela vir as coisas de forma diferente,  você pode explicar porque o seu ponto de vista faz mais sentido.  Use fatos para embasar suas opiniões e seja específico.  Se mesmo assim vocês discordam,  a pessoa com maior autoridade deve tomar a decisão.  Se for você, atenue o fato de estar se sobrepondo a outra pessoa admitindo que não há certo ou errado,  mas que,  como é o responsável pela decisão,  precisa usar o bom senso. Peça-lhe para apoiar sua decisão.  Se for o oposto, ceda e ofereça a ela o seu apoio."

As percepções são diferentes,  cada pessoa enxerga o mundo a sua maneira, dependendo muito de seu background,  isto é,  de sua vivência e experiências.  Outro fator que pode interferir é como se sente, as emoções interferem na nossa percepção.  Portanto, duas pessoas podem ter visões completamente diferentes de um mesmo assunto e isso é saudável.

Algo que pode fazer a diferença quando há visões conflitantes são os fatos. Opinião cada um pode ter uma, somos livres.  Os boatos são sempre doentios,  devemos evitar participar deles. Os fatos podem fazer a diferença.  E ter dados seguros,  isentos de opiniões e boatos é o que diferencia o bom profissional. A pessoa que toma decisões deve estar atenta a isso.  Deve saber diferenciar opinião,  boato e fato. Muitas vezes é difícil,  por causa das emoções.  É possível que as emoções nos façam confundir o que é fato, boato e opinião.

No estudo de caso, a Sra Drama era a pessoa da opinião e do boato. A colega gostava de fatos. Sra Drama tentava convencer os outros pela emoção.  A colega usava argumentos.

A percepção é inerente a quem recebe a informação.  A perícia que a colega solicitou com o psiquiatra seria baseada em fatos,  ele é um especialista,  não alguém que dá opinião sem ter estudado nem alguém sujeito a boatos e fofocas. Por ser um terceiro que a Sra Drama não pode controlar, nem prejudicar posteriormente com a influência que tem sobre o amigo íntimo,  podemos dizer que também é um terceiro imparcial. Portanto,  natural que ele decidisse sobre a alegada loucura. 

Ontem disse que a Sra Drama foi humilhada com a constatação de que a colega não era louca. Esse é um bom exemplo de percepção.  Como assim humilhada?  Um leitor atento perguntaria ao invés de formar uma opinião.  Um leitor no piloto automático faria inferências de acordo com sua história de vida. Alguém que tem orientação para o externo poderia interpretar que a colega foi apresentar o laudo para a Sra Drama, fazendo graça com ela, ou que tenha dito a todos sobre o laudo. Um leitor com  orientação interna poderia ter interpretado que a Sra Drama foi humilhada perante ela mesma,  ao saber que foi contrariada,  ou humilhada perante a todos que leram.

Enfim, a certeza mesmo, isenta de opiniões,  teria o que perguntasse e esclaresse.  A colega não apresentou o laudo a ninguém,  não fez comentário,  sequer falou com a Sra Drama ou outras pessoas.  A Sra Drama foi humilhada porque para ela é muito importante estar certa. É muito importante que todos façam o que ela quer. E o psiquiatra não fez o que ela queria. Ele teve como base seus anos de medicina,  não a opinião da Sra Drama, nem os boatos.

Obviamente que a colega não pediria uma perícia dessas se a Sra Drama tivesse continuado apenas a emitir opiniões e fazer boatos. A colega sabia que há anos ela fazia isso.  A colega ignorava isso porque é apenas opinião e boato. Só se importou quando a Sra drama fez uma representação,  foi a Sra Drama que colocou isso na prioridade da colega,  pois opinião e boato nunca foi prioridade para a colega, ela não é pessoa de gastar energia e tempo com isso.  Portanto, foi a Sra Drama mesma que pediu para ser humilhada,  quando colocou isso por escrito para prejudicar a colega. Causa e efeito. Uma lei que a Sra Drama parece não entender. A Sra Drama precisava ter aprendido que o que fez foi sério,  não se diz que alguém é louco assim. E a colega nem ligava, mesmo se a Sra Drama tivesse escrito e colocado em suas gavetas, pois também está fora do código de ética da colega invadir mesa e gavetas. A colega não gasta tempo e energia com mesas e gavetas alheias.

Novamente,  a segunda perícia tinha como objetivo fazer essa separação.  Fato, boato ou opinião?  Opinião e boato é fácil criar. Difícil trabalhar com fatos embasados e específicos.  E de terceiros imparciais fora das garras da Sra Drama. Bons profissionais são imparciais e embasam em fatos.

Agora vamos para as posições de autoridade. A autoridade que Sra Drama alegou na representação de chefe dos funcionários foi derrubada por ela mesma, quando juntou o ofício de pedido para coordenar os terceirizados.  Portanto a próxima autoridade era o amigo íntimo dela, cujas percepções estavam esfumaçadas pela emoção.  Havia mais duas autoridades a favor da colega. Havia o terceiro imparcial que foi justo mas não conseguiu falar um "não" para o amigo íntimo dela.  Mas também não poderia deixar de mostrar qual era o problema.  E houve finalmente outro terceiro imparcial que inocentou a colega.  Quatro autoridades contra uma. Se for contar o o psiquiatra teríamos cinco. Se fosse feita a perícia e contasse o especialista, seis.

Por que?  Talvez a Sra Drama não enxergou que havia muito boato e opinião,  a colega foi a única que insistiu nos fatos. Bons profissionais preferem fatos, repudiam boatos e são cautelosos com opiniões.



terça-feira, 17 de abril de 2018

Você é aberto a outros pontos de vista?

"Quando uma pessoa vê as coisas de uma forma diferente de você,  considere a possibilidade de ela estar certa.  Ao abrir-se para novas possibilidades,  você se livra da humilhação de ter sido intransigente se for constatado que você estava errado. Isso também estimula a troca respeitosa de idéias (...) Quando você discorda de uma pessoa,  é importante que ela saiba como você se se sente.  Também é importante que você fale de forma a não fechar as portas para as opiniões dela. Diga "eu tenho uma visão diferente" e não apenas "discordo", pois isso significa que você acha que a outra pessoa está errada.  "Eu tenho uma visão diferente" dá a idéia de que "você pode estar certo, mas deixe-me dizer o que acho". Fazendo isso,  você permanece aberto para o ponto de vista dela."

Ainda sobre o quarto fundamento, Levine insiste na flexibilidade,  na abertura para outros pontos de vista. O profissional de sucesso não se sente absoluto, o outro pode estar certo e isso  está ok e não mexe nem um pouco com sua auto estima. É importante saber perder, mas muitas pessoas não aprenderam a perder e deslocam esse comportamento para a vida profissional. Isso passa a impressão de péssimo profissional.  Temos que admitir nossos erros ao invés de tentar cubri-los com Desculpas.  A racionalização é uma inimiga do bom profissional.  A responsabilização é uma amiga do bom profissional.  É uma questão de valores.  Racionalizar ou responsabilizar-se?  Quem tem valores firmes não explica o erro, muito menos o esconde.

Voltando ao estudo de caso, a pretendente a chefe deu a certeza absoluta que a colega era louca. Manipulou todos que pôde para testemunharem assim,  usando os métodos já abordados.  Ela não admitia outra possibilidade,  ela achava mesmo que tinha formação psiquiátrica. Achar todos podem, mas é preciso dar abertura para que possa estar errada,  ela não deu nenhuma, fazendo inclusive quesitos para o psiquiatra pensando que iria manipulá-lo também. Obviamente que ele que estudou comportamento não seria manipulado.  Como disse, nos escritos ela deixou parte do mindset dela. As atitudes e comportamentos dela estavam ali. Tanto o psiquiatra como a psicóloga concordaram que o comportamento da Sra Drama foi inapropriado. E ela passou humilhação por ter sido intransigente.

A colega não afirmou que não era louca. Ela deu essa abertura,  simplesmente respondeu que só acreditaria naquilo quando um médico atestasse,  que a Sra Drama não tinha autoridade para tal diagnóstico.  A colega não passou a humilhação e se o psiquiatra atestasse também estava ok,  pois ela deu essa abertura de ter a visão diferente,  de achar que a outra não podia diagnosticar nada, mas se fosse confirmado por um profissional da área ela aceitaria o diagnóstico da Sra Drama. Uma foi intransigente e se achava absolutamente certa numa área desconhecida para ela. A outra deu abertura. Quem teria mais conhecimento nessa área?  A colega estudou comportamento na pós graduação e gostava do assunto,  fazia anos que acompanhava o site do psych central. Mesmo assim não se julgou autoridade.

Quanto ao segundo assunto de perícia,  a colega tinha feito um curso correlato,  ou ao menos iniciou, tendo um pouco de conhecimento.  E a pós graduação também tratou um pouco disso, já que sua pós graduação é em perícia criminal. Mesmo assim a colega não deu certeza alguma,  deu a abertura, mostrou apenas que não compartilhava da idéia da Sra Drama. Apenas pediu que um especialista na área falasse, que ela estava disposta a ouvir. A Sra Drama, por sua vez, deu certeza absoluta. Mesmo após juntados documentos e a  testemunha principal ter confirmado qual foi o problema,  ela continuou a afirmar categoricamente.  Não quis ouvir um especialista,  provavelmente porque passaria a segunda humilhação por ter sido intransigente. E por isso impediu a perícia.

Mesmo na vida pessoal da Sra Drama, ajudaria muito se ela não se achasse absoluta,  se ela considerasse a possibilidade de ela estar errada. Com certeza, ela sofreria muito menos com os dramas. Ajudaria muito se ela confessasse, pelo menos para si, seus erros do passado.  Ajudaria muito se diante da descoberta de sua intransigência,  passasse a escolher abrir-se a outras possibilidades e a dar opinião apenas como uma visão diferente,  não como uma verdade absoluta.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Você pergunta a equipe o que eles acham?

"No dia a dia há ocasiões em que você não tem tempo para pedir a opinião de quem trabalha com você.  Mas arrume um tempo para colocar a inteligência deles em prol do processo.  Sempre vale a pena. Se você fizer a sua parte e der a eles uma visão geral dos acontecimentos,  os comentários poderão apontar coisas que talvez você não perceba,  como obstáculos à implementação e oportunidades para otimizar as relações existentes."

Ainda no fundamento de comunicar-se bem em todas as direções,  Levine orienta a buscar por feedback para otimizar o trabalho. As pessoas têm idéias extraordinárias,  por isso os coaches não costumam dizer o que cada um deve fazer.  Eles ajudam as pessoas a encontrar seus verdadeiros anseios e os incentivam a fazer com que se tornem realidade.  As respostas geralmente estão dentro das pessoas.  Mas é lógico que muitas pessoas pensando juntas aumenta o campo de visão e traz um grande benefício para o todo.

Napoleon Hill chamou de Master mind essas várias  mentes para um objetivo.  Por isso,  quem tem quer crescer não deve ser absoluto, pelo contrário,  deve estar disposto a crescer com o próximo, pois ele tem visões que não estamos percebendo. Ninguém é absoluto, perfeito e bom em tudo, somente uma equipe é que agrega valor ao todo.

Alguns perguntam, mas se ofendem com a resposta,  por isso os líderes autoritários tendem a receber de resposta só o que lhes agradam, não algo que realmente agrega valor se é diferente da opinião deles. Essa abertura pode ser treinada.  Temos que praticar ouvir e aceitar idéias diferentes das nossas. É exatamente isso que nos faz crescer. Só mudo se faço algo novo, mais do mesmo dá o mesmo resultado.

No nosso exemplo de caso, a pessoa não admitia nada que contrariasse a verdade dela.  As evidências poderiam estar clarissimas,  mas ela negava. Foi o caso da perícia.  Talvez nem precisasse, pois já havia evidência suficiente,  mesmo tendo uma segunda oportunidade, com documentos juntados, ela continuou negando. Ficou claro para alguns, como para o terceiro imparcial. Não ficou claro para o amigo íntimo dela, ou ele não quisquis ver? Depois do que ela fez para impedir a perícia,  ele também seguiu o que quis o amigo íntimo dela, mas deixou claro que ela estava equivocada, porque ele tinha entendido tudo. Ele explicou o problema, para bom entendedor o implícito era que ela se equivocava ao não mudar a posição. Qualquer um com um mínimo de conhecimento chegaria a mesma conclusão, que a negativa enfática dela ficava muito feia,  estranha até,  por não ter voltado atrás.

Ela não aceitou de maneira alguma algo diferente do que ela havia dito, punindo ao invés de voltar atrás.  A punição foi uma maneira de esconder.  Por que esconder? 

Ela errava ao querer que todos dessem opinião que confirmava seus erros.  Por isso ninguém ousava dar uma opinião diferente, a não ser a colega.  Mas a opinião diferente era para o bem da missão e do propósito da instituição. Não podemos ser mesquinhos ao querer que a opinião de todos confirmem e apóiem um desejo pessoal. Temos que ouvir e pedir opinião por um propósito, para a missão da instituição,  nada deve ser pessoal e pequeno. Devemos transcender,  procurar algo maior que nossos próprios desejos e necessidades.

E a missão da instituição ou qualquer outra missão é cumprida com os diferentes,  pois ele sempre agrega mais do que os iguais. Se temos um grupo onde todos são bons em contas,  mas péssimo em relacionamentos é um grupo igual, mas ruim. Talvez nem todos consigam se relacionar tão bem, mas pelo menos um é preciso para lidar com as relações públicas da instituição.  Se todos forem bons em relacionamentos e ruins em conta numa empresa, essa empresa vai à falência.  Pelo menos um deve ter habilidade em contas. Um grupo forte não é um grupo de pessoas perfeitas,  mas um grupo que tem pessoas com pontos fortes em pontos chaves. E os pontos fortes dificilmente estarão numa pessoa só,  por isso a necessidade do grupo e das diferenças.

Sra Drama não aceitava diferenças,  então ao invés de fortalecer, ela enfraquecia o grupo. Precisamos de pessoas com pontos fortes diferentes dos nossos. Se sou péssima comunicadora,  preciso de um sócio bom nisso,  enquanto também posso me fortalecer tentando melhorar essa habilidade.  Enquanto não sou, preciso ouvir quem é bom nisso.  E preciso aceitar o que diz quem é bom nisso.  Sra Drama não aceitou nada do que disse o especialista,  achando que só ela era boa em algo que nem sabia.  E impediu que um especialista na área falasse na perícia,  achando que bastava ela afirmar com veemência para enganar a todos. É preciso aceitar a opinião de quem sabe.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Qual o quarto fundamento do sucesso profissional?

"Quando decidir que vale a pena lutar,  tome cuidado para não estragar relações antigas nem deixar que a disputa se torne uma questão pessoal. Essa conduta é anti profissional,  mesmo que o colega parta para um ataque pessoal. Você está trabalhando e não começando uma guerra.  Evite a abordagem de ganhar a qualquer custo.  Seja educado e convença pelo embasamento de seus argumentos."

Levine ensina que o quarto fundamento é comunicar-se bem em todas as direções. Escolher uma batalha exige certa reflexão,  não podemos simplesmente sair brigando. Então sempre teremos que ter claros os nossos valores.  Pelo que vale a pena lutar?  Esquecer contra quem vale a pena lutar, porque isso é pessoal e Levine coloca magistralmente que levar para o lado pessoal é anti profissional. 

Então podemos eleger batalhas.  Isso traz propósito à vida e pessoas com propósito são muito mais felizes e satisfeitas.  Pessoas com propósito estão contentes apesar das dificuldades,  isso porque já elegeram suas batalhas. A batalha pode ser contra o assédio moral,  contra o abuso de poder,  contra a criminalidade, contra a injustiça social,  contra a miséria,  contra a fome,  contra a corrupção, pelo estabelecimento do reino de Deus.  Não se pode confundir a causa com o causador.  Não se pode levar para o lado pessoal. Fico muito contente por ter propósitos na vida, mesmo que isso por vezes me prejudicou.  A causa sempre foi mais importante.  Eu saber porque estava lutando era sempre acalentador,  apesar de tudo. O que é sofrer contente?  É saber que existe um propósito.

Mesmo se seu propósito for lindo, como a erradicação da fome, você não poderá atacar os exploradores,  não é uma causa a qualquer custo. Os fins não podem justificar os meios. Precisar lutar com argumentos,  não com armas que massacram.

No nosso estudo de caso,  a pretendente a chefe estava lutando pelo seu cargo. Uma colega fazer um curso poderia chamar a atenção de alguém lá,  ele poderia pensar, por que estou lutando por ela sozinho enquanto ela não se esforça em nada?  Em que vou basear meu pedido se ela não ajuda em nada? Pode ser que isso passou pela cabeça da sra Drama, mas dificilmente pela cabeça do amigo dela. Ele parecia contente em lutar sozinho,  em fazer por ele mesmo sem esforço algum dela.

Enfim,  se o custo seria fazer com que a colega parasse,  então ela achou um preço bom.  A colega, por sua vez, resistiu no início,  até tentou, por achar que valia a pena lutar pelo curso. Nunca foi uma luta contra ela. A colega não reclamava dela, não era pessoal. Mas a resistência a obedecer a ela tornou tudo mais custoso. Portanto, a pretendente a chefe travou uma guerra.  Lutava sozinha, pois a colega simplesmente ignorava tudo.  A colega só argumentou enquanto pôde, nunca fazendo nada pessoal. 

A sra Drama escolheu uma batalha pessoal,  ao invés de escolher e colocar energias e força numa luta por um propósito.  E acharia propósito e paz se lutasse com disciplina, planejando se e preparando-se em conhecimento e ações.  Planejando o que estudar para melhorar o desempenho,  se preparando para incluir itens interesses no seu argumento de pedido de aumento de salário.  Fazendo algo relevante para apresentar.

A comunicação na direção certa seria falar com as pessoas que decidiam sobre o cargo. Falar numa linguagem que eles entendiam. Embasar o pedido em tempo de serviço era uma linguagem estranha,  pois já existe adicional por tempo de serviço.  A batalha dela seria melhor direcionada à causa, não contra alguém que supostamente atrapalharia. 

E a linguagem da sra Drama é ganhar a qualquer custo. Não importa o quanto massacra alguém.  Não importa se tem que fazer uma crueldade para impedir uma perícia.  Sra Drama não usa de argumentação,  mas de emoção,  pois chora copiosamente. Quando é chamada a argumentos,  ela foge.  Tampouco ouve os argumentos da outra parte,  pelo contrário,  tenta fazer uma nuvem de fumaça para que os argumentos da outra parte não sejam ouvidos.

E vamos continuar nossa luta por transparência,  por condutas profissionais,  por condições dignas a todos,  não apenas a alguns favorecidos.  Que nunca seja uma luta pessoal. 

Vamos continuar a luta para que mais pessoas sejam bem sucedidas de maneira íntegra.  Vamos continuar a luta por condutas sérias.  Vamos continuar a luta para ensinar mais opções de escolha. Vamos continuar a luta para que pessoas vençam por merecimento, não por esperteza,  malandragem.


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Qual o terceiro fundamento do sucesso?

Levine ensina que é investir nas relações.  "Dizer a mesma coisa repetidas vezes e esperar uma resposta diferente só trará frustração.  Se você tem tem um colega ou um funcionário que nunca cumpre uma promessa,  pare de esperar.  Se a pessoa trabalhar para você,  tome as medidas adequadas.  Se ele for um profissional do mesmo nível que o seu, diminua sua dependência dele.  Você coloca em risco o seu próprio desempenho ao esperar que os outros se comportem de forma diferente da que estão acostumadas a proceder."

As relações são tão importantes que um dos  dizeres mais importantes quando queremos mudanças é: "Você será a mesma pessoa daqui a 5 anos a não ser pelos livros que lê e pessoas com quem convive". Outra frase é: "Você é a média das 5 pessoas com quem mais convive". Portanto,  selecionar bem o seu círculo de amizades é essencial.  Que resultados você quer? Esteja entre aqueles que já conseguiram esse resultado.

Levine cita as pessoas tóxicas ou inconvenientes das quais temos que nos afastar.  Isto é muito importante.  Não precisamos ter convívio com quem nos faz mal de alguma forma. Se as pessoas não agregam valor ou nesse caso que é sucesso profissional, não nos ajuda a crescer, pelo contrário,  nos faz pior profissionais,  então é correto um certo afastamento.

Vejamos nosso estudo de caso. Ela investia em relações e era muito boa nisso.  Ponto para ela, por ser pessoa de relações.  No entanto,  ela não conseguia extrair o modelo mental das pessoas com as quais convivia. O amigo íntimo dela tinha passado num concurso bem difícil. Se ela pudesse aprender com ele como ele fez, quais foram as estratégias de modo que isso provocasse uma mudança nela, então estaria no rumo certo. O importante em relações é aprendermos com elas e nos transformarmos em outra pessoa que somos,  um nível acima, claro.  As relações não são para serem exploradas,  para que elas façam por nós o trabalho. Não tem relação com nos aproveitarmos,  mas sim com mudanças internas em nós. 

Já citei exemplo de um rapaz que era amigo do chefe.  Ele estava no rumo  certo, pois jamais usou a relação como uma forma de se sobrepor aos outros,  de ser chefe sobre os outros ou de controlar os outros.  Ele respeita a todos como iguais. Não se sente maior por causa da relação,  tampouco exige nada. Não tenho detalhes da relação,  mas creio que é o caso da frase que eu citei. Conviver com pessoas um nível acima de nós nos faz transformar.  A palavra chave é transformação,  nunca exploração. Ele se esforça e consegue por meios próprios, não exige que o outro dê para ele numa bandeja de ouro. Eis a diferença e o que é relação saudável e desinteressada.

Assim como há relações que nos leva a um nível acima,  há aquelas que nos puxam um nível abaixo. As pessoas têm hábitos,  nós não mudamos isso.  A pretendente a chefe tinha mania de grandeza. Achava-se superior a todos, chamá-la para os limites seria frustrante, por isso a colega acabou desistindo do curso. Não adianta insistir.  Desistiu dela também.  Afastar-se nesses casos é a melhor solução.  A pretende a chefe não gostava de ser questionada, fazer qualquer pergunta seria frustrante,  pois ela não responderia, só choraria para fugir de pergunta que não era conveniente responder.  É um hábito.  E foi por isso que nos escritos que deixou repetiu os mesmos padrões. Quase todos os padrões mentais dela estão ali.

Então,  se queremos melhores padrões mentais, precisamos nos aproximar de quem tem melhores padrões mentais e investir nessas relações.  Elas são bem sucedidas porque têm justamente esses hábitos mentais, por estarem acostumadas a proceder de uma forma bem sucedida.  Se eu me aproximar de um  grupo de viciados em drogas,  provavelmente com o tempo, seria uma. Se me aproximasse de pessoas que tem estilo de vida saudável,  seria uma delas. Se eu quero engordar, preciso me aproximar de pessoas gordas, se quero emagrecer, preciso me aproximar de pessoas magras. Pessoas magras e gordas tem padrões mentais diferentes.  Pessoas bem sucedidas profissionalmente e mal sucedidas tem padrões mentais diferentes. Mas é preciso flexibilidade.  Se me achar certo e achar que os outros devem se adaptar ao meu padrão mental, não vou mudar, e consequentemente,  terei os mesmos resultados.  O problema da pretendente a chefe era a inflexibilidade,  enquanto ela não mudar,  terá os mesmos resultados.

Então é isso: aproximar-se dos bem sucedidos com a mente aberta, disposto a aprender e mudar. Só assim teremos resultados diferentes. Só assim para chegar no próximo nível.  Jamais pense em investir em relações como um sanguesanguessuga, pensando que o outro fará por você sem esforço algum da sua parte.  Isso é péssimo profissionalmente.  E foi isso que a sra Drama se mostrou, aproveitadora.





quarta-feira, 11 de abril de 2018

O que é respeito sincero?

"O respeito sincero se baseia na convicção de que os pensamentos e o tempo das outras pessoas tem tanto valor quanto os seus.  Tratá-las dessa forma faz de você uma pessoa melhor".

Para finalizar o segundo fundamento, Levine menciona o respeito sincero.  Assim, devemos respeitar os pensamentos das outras pessoas,  mesmo que sejam diferentes.  Eu posso discordar,  mas jamais forçar alguém a fazer ou pensar da maneira como eu quero que seja. O mesmo ocorre com o tempo, no trabalho não podemos forçar os outros a usar o tempo da maneira que queremos ou usarmos o tempo dos outros inadequadamente.

A pessoa do estudo de caso não entendia nada que fosse fora do padrão mental dela. As pessoas tinham que seguir o roteiro dela. Ela tinha tanta necessidade de controlar que achava que tudo que fugia aos seus padrões deveria ser eliminado.  Ela não entendia a discrição da colega.  Ela achava que a colega devia contar sua vida a ela. Ai se não contasse.  Deixou por escrito esse incômodo,  como se a colega fizesse algo errado por não compartilhar tudo com ela. Ela ultrapassava os limites da privacidade dos outros.  São vários comentários que deixou por escrito que mostram invasão.  Um leitor atento e que também tenha um padrão discreto deve ter visto o mesmo absurdo.  Não é obrigação de ninguém contar toda a vida a ela. E o desrespeito à privacidade é claro. E houve algo que ela escreveu que foi maldoso,  pessoas com um mínimo de filtro para esse tipo de coisa teria percebido a impertinência.  Para que?

Havia também nos escritos evidências de comportamento de intriga. O principal foi baseado em disse que disse. E ainda ela escreveu que estava com mais duas pessoas supondo o que tinha acontecido no passado. Qual a pertinência disso e não seria fazer intriga? Meios realmente profissionais não gostam de intrigas.  Ambientes sérios não admitem intrigas, fofocas, disse-que-disse.  Um leitor sério a esse respeito também teria visto não respeito a esse fundamento segundo. A colega nem pestanejou,  pediu abertura de tudo.

Ela também nunca respeitou o tempo da colega. Fazia diversas interrupções por dia para falar da pessoa que não gostava. Nem todos gostam deste tipo de conversa e a colega demonstrou incômodo,  pois de fato começou a se sentir constrangida.  No início a colega sentiu pena dela, mas com o tempo, viu que aquele suposto algoz não lhe fazia mal algum, o que tornava pior os comentários.  A colega orientou-a a resolver o problema diretamente com ele. Ninguém é obrigado a ouvir outra pessoa falando de um terceiro que não estava presente para se defender. A pretendente a chefe tomou essa orientação como ofensiva. Ela não entendeu que as pessoas não precisam odiar quem ela odeia, que as pessoas pensam diferente e não querem participar dos seus dramas. Além disso, interrompia para falar da vida de outros,  sem respeito às escolhas de cada pessoa.  Ela criticou praticamente todos do local, por não fazerem como ela achava que deveria.

Falando em dramas, essa pessoa também interrompia o trabalho para repetir diversas vezes sobre os traumas de sua vida. Era o ex marido que havia traído ela. Era enteada que não lhe agradecia o suficiente,  afinal as estórias eram que era tão boa para enteada.  Eram os ex-chefes,  aí tinha uma coleção,  inclusive da outra cidade onde trabalhou com o amigo íntimo dela. Ela não gostava desse e contava a todos que até ele teve que pedir desculpas a ela, pois o amigo íntimo dela o obrigou. Ele brigava com os colegas por causa dela.  A colega pensou que deveria ser  desculpas por qualquer bobagem com a qual ela implicou,  como implicava com o da bola da vez, que nunca fez nada para ela.

Mesmo o respeito ao amigo íntimo dela não era sincero. A colega já ouviu que ele bebia demais,  que era mulherengo. Essa de mulher até deu polêmica,  pois tinha outro caso que estava meio pendente. Ela contou que a mulher em questão era amiga do amigo íntimo dela e que eles trocaram emails comprometedores quando ambos trabalhavam na outra cidade. Enfim, todos ficaram sabendo dessa amizade porque ela contou mesmo. Mas ninguém questionou como ela soube dos emails,  bem, nem a colega, pois era capaz dela chorar copiosamente e achar muito ruim. Teria ele contado para ela?  A colega supôs que voluntariamente seria difícil.  Só se o embebedou ou se foi vasculhar o email dele. Parecia ter um fundo de verdade, pois essa mulher foi condenada,  o esquema dela era uma espécie de criar dificuldade para vender a facilidade,  então no curso disso tudo ela disse para a mídia local que era amiga dele. E ele, que também era homem de mídia,  respondeu que não trabalhava mais no núcleo,  o que era estranho,  pois ele estava lá todos os dias.

Outro comentário polêmico da pessoa ocorreu após ele ter feito algo que a contrariou, era uma bobagem, mas ela não gostou e revelou à colega que a irmã dele era dona de auto escola.  A colega não perguntou mais nada. É que quase todas as auto escolas tem o quebra,  e  isso é ilegal.  E considerando o que ele fazia antes... Era um comentário bem maldoso, visto que todos fazem inferências mesmo do não dito, a colega nem quis saber se havia fundo de verdade. Ficou horrorizada e guardou para si.

Sei que é bem desagradável até de ler isso. Causa um impacto ruim. Por isso a colega não repetiu isso.  Mas de fato mostra o que não é respeito sincero.  As pessoas comuns erram, talvez pisem de vez em quando na bola, falam mal de terceiros ausentes, criticam o modo de vida dos outros. Tudo isso acontece de vez em quando, é humano.  Mas na proporção  e maldade como ela fazia era incomum.

A Bíblia não concorda com esses comentários,  o livro de Provérbios é farto de versículos sobre as fofocas,  intrigas,  maledicências,  mulheres rixosas.  De fato não se deve condenar alguém por não participar disso.  Muito pelo contrário,  profissionais sérios não participam desse desrespeito. 

Isso também indica como a pessoa usava o controle.  De um lado,  tentava convencer as pessoas que elas lhe deviam favores. De outro, tentava saber o máximo da vida das pessoas para usar isso contra, se necessário.  A colega foi ameaçada.  Essa pessoa disse que se não fizesse sua vontade, tinha um dossie que a prejudicaria.  A colega não fez a vontade, pois nunca teve medo de dossie,  pelo contrário,  quis até saber o que seria isso.  E era um monte de disse-que-disse e mal entendidos. 

Mesmo assim,  é uma advertência a todos, pois prevenção é melhor que remediar.  Temos que tomar muito cuidado na nossa vida pessoal e profissional,  pois uma pessoa mal intencionada pode usar de muitos meios para forçar o controle. E até nos prejudicar profissionalmente,  ou até nos exigir algum absurdo. A colega foi firme, pois nem devia nada, nem temia nada, pois não tinha feito nada.

E não custa repetir, Deus é misericordioso e ama a todos, dá a chuva a justos e injustos, podemos nos indignar com ações,  mas orar para que seja um filho pródigo que volta a casa do Pai e é perdoado e recebido com festa. Deus ama mesmo assim todas as pessoas.   Deus a ama e quer fazer uma festa a ela.

Esse é um exemplo de falta de respeito,  mas podemos acreditar num milagre.  No maior milagre do mundo.