terça-feira, 10 de abril de 2018

Qual o segundo fundamento do sucesso profissional?

Levine elenca agir com honestidade na vida profissional e pessoal.  "Quando estamos prestes a tomar uma decisão,  é comum estarmos tão obcecados para obter um resultado específico que às vezes racionalizamos os nossos valores.  Poucas pessoas param e pensam: 'Essas são as minhas opções.  Quais são os meus valores?' Tire uns minutos e escreva as cinco ou seis convicções que mais importam para você,  aqueles inegociáveis que definem quem você é.  Reveja sua lista na próxima vez que sentir um frio na barriga sobre uma decisão,  sinal de que você está tentando a se convencer a fazer algo. Tome uma decisão que seja consistente com suas convicções.  E observe o que acontecerá com sua autoconfiança."

Agir com valores proporciona segurança ao que fazemos. Não há dúvidas,  sempre é um "sim", sim; "não", não.  Por isso,  ter por escrito os valores ajuda na nossa honestidade e congruência.  Pessoas congruentes vivem em paz. Pessoas sem congruência perdem a paz. Deus deixou programado dentro de nós a necessidade de congruência e nosso inconsciente nos cobra essa congruência. É o que alguns chamam de peso na consciência.

Ser honesto na vida pessoal e profissional é o mínimo que podemos fazer.  Nada pode nos comprar,  não podemos ser pessoas com preço.  Se temos um valor,  temos que ser firmes nesse valor. Os valores mudam de pessoa para pessoa.  E os valores variam de pessoa para pessoa.  Por isso, muitas vezes vejo que num conflito ambas as partes podem estar certas, apenas têm pontos de vista e valores diferentes.  No entanto,  como essa questão de ponto de vista é bem relativa, costumo me pautar na Bíblia e na lei,  porque geralmente visões diferentes não estão erradas se estão dentro da lei dos homens e de Deus. E devemos obedecer à lei do homem e de Deus. Jesus mesmo disse que as leis do homem devem ser obedecidas, porque ele trouxe um reino na dimensão espiritual,  que não estava brigando com a lei comum.

Então olhando nosso estudo de caso neste aspecto, podemos verificar que o conflito consistia em pessoas que erraram. Uma errou porque se irritou.  Realmente Jesus ensina a reter a ira logo no inicio,  no próprio sermão do monte. No entanto, até mesmo Jesus se irou, no caso em que vendedores estavam no templo, Jesus pegou um chicote e foi expulsá-los.  Ele foi provocado.  No demais das vezes, Jesus se indignava, mas sentia profunda compaixão,  como no caso da cura do homem da mão ressequida,  os fariseus queriam matá-lo e estavam armando um plano contra ele. Moisés se irou quando o povo idolatrou no deserto. Ele também foi provocado.  A Bíblia ensina que não devemos nos irar, mesmo que provocados. E ensina que devemos irar e não pecar,  e não deixar o sol se por sobre a ira. Portanto,  pode acontecer, desde que isso não traga um ato posterior de pecado e que possamos nos recompor logo. Assim, a colega não deveria ficar irada, embora a provocação anterior está clara. Mesmo assim não foi desonesta,  dessa irritação não sobreveio nenhum pecado.  Nem nada demais,  pois não teve rompantes como bater a porta, pedir para alguém se calar, apontar o dedo,  jogar objetos, etc.

No entanto,  a pretendente a chefe mostrou por escrito que seus valores eram questionáveis. Vamos começar pelo julgamento.  "Não julgueis para não ser julgada, com a mesma medida que julgardes, será julgada." Há muito julgamento nos escritos.  E a lei da colheita explica que após um julgamento se faria outro, ela reclamou que a colega fez uma análise dela e do que ocorreu,  mas é natural que isso ocorreria. Só não devia mentir, pois a sala da colega era distante,  e as análises da colega não eram visíveis ao público,  ela que foi vasculhar a sala da outra,  o que não é certo,  qualquer pessoa decente não vasculha a mesa e as gavetas dos outros.  Então ela deveria pensar antes de fazer um julgamento daqueles,  a colega não estava fazendo julgamento,  eram evidências que a outra tentou apagar. Praticamente ela pediu por essa análise,  pois se tivesse se contido nos julgamentos,  a colega também nada pensaria.

Jesus usa de exemplos para os ouvintes não seguirem, ele fala dos hipócritas,  gentios, cobradores de impostos e fariseus. Um exemplo deixa muito mais clara a mensagem. Ele não odiava essas pessoas em específico, mas o comportamento deles deveria ser mudado e de fato ele teve um cobrador de impostos como discípulo.  Mateus foi cobrador de imposto. Ele também teve Zaqueu como um dos que se arrependeram após ouvir sua Palavra.  Jesus fala dos hipócritas que proclamam quando dão esmola, oram, jejuam, enfim. Essa pessoa era assim, tinha uma lábia incrível.  E dá mostras desse comportamento quando escreve de supostos favores que fez. Isso é hipocrisia e Jesus pede que a esquerda não saiba o que fez a direita.  Mesmo que fosse verdade, ela não deveria proclamar como os hipócritas.  A colega conseguiu derrubar a alegação de que ajudou a alugar o apartamento. Foi mentira,  confirmada pelo locador.  E ela queria fazer uma pessoa de testemunha,  mas essa pessoa foi honesta e nem foi falar sobre isso. Para que fingir uma bondade? Isso ficou mais feio ainda. Mostra hipocrisia. A colega tinha levado presente e até pago almoço para ela, mas não falou nada nos autos, é um absurdo,  mas não saiba a direita o que faz a esquerda, por isso a colega manteve-se calada na época,  já faz anos do ocorrido.  Mas é preciso dizer isso apenas para apontar como algumas pessoas utilizam de discursos desonestos. E pensam que ninguém percebe... uma pessoa mais atenta e questionadora consegue pegar as sutilezas.  E no dia a dia dessa pessoa é o mesmo. Há várias estórias dela coitada e fazendo muito pelos outros. É o exemplo claro da esquerda sabendo o que fez a direita e que Jesus repudiou.

E os choros sem motivo? Aquele escândalo todo?  Será honesto chorar copiosamente porque pediram para explicar uma frase?  Não estaria isto sendo feito para ser visto pelos homens, para ser glorificada pelos homens?  Sim, é fazer-se de vítima.  E o que Jesus falou sobre isso?  Ele enfatizou que são atos hipócritas sair tocando trombeta pelas ruas para mostrar. Os atos devem ser discretos. Fala direto e secretamente a teu Pai que está nos céus e ele te dará a sua recompensa.  Não precisa de escândalo para ser visto pelos outros.  Isso também ficou registrado, comportamento pouco profissional.

Enfim poderíamos ficar falando de vários outros comportamentos dela. Exemplo do que não deve ser feito,  mas já é suficiente para se ter uma idéia.  Qualquer pessoa com um mínimo de valores estranharia as atitudes dela. Ficou bem claro um ressentimento, uma necessidade de vingança por causa de uns mal entendidos. Isso porque não ficou registrada a ira dela. Reclama da ira da colega e não vê a si mesma,  que grita, aponta o dedo,  pede para calar. Nessas horas, quem tem uma sra Drama da vida, deve estar com um celular para a gravação,  pois é o tipo que nega. E negar parece uma mentira.

Ficaria ela surpresa ao ver a gravação de sua própria ira?  Será que ela apaga isso da memória, por isso que nega?  Que mecanismo é esse? Pois que reclamou de uma pequena irritação perto da dela, a dela foi bem maior.  Pois que fez uso de um processo inadequadamente e desproporcional por causa de umas frases,  mal entendido que provavelmente ela mesma criou. Seria isso honesto? 

E esperar o amigo íntimo assumir a caneta para os "mal entendidos" acontecerem?  Coincidência?  Honestidade?  Com certeza não foi a colega que esperou o amigo íntimo dela assumir. Usar do amigo para conseguir seus intentos?  Não é racionalizar seus valores?  Como se diz muito honesta,  a incongruência é que deve tirar a paz. Obcecada demais?  Sim, clara está no que ficou escrito a obsessão.

Por isso a colega nunca quis fazer justiça, apenas acredita que pode ser um bom exemplo a não seguir.  E algo de alerta porque existem muitas sras dramas por aí.  Portanto,  existem  muitas pessoas que precisam saber identificar e lidar com esses comportamentos. É importante a difusão de conhecimento.  Jesus alertou as pessoas acerca dos hipócritas,  cobradores de impostos,  gentios, fariseus. Não é nada contra cada pessoa em si, mas é importante ter um parâmetro.  E também pensar em uma escolha diferente,  em uma via melhor.  Há sempre melhores escolhas a serem feitas.  E nem sempre está tão claro assim que algumas escolhas não são boas.  Que Deus possa abrir nossa visão e possamos fazer escolhas por valores honestos.


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Você tem planos por escrito?

"Em seguida, pense em como fará para executar esses três objetivos.  Procure formação profissional,  se houver.  Identifique uma pessoa que seja excelente na qualificação que você almeja e peça ajuda.  Se possível,  seja voluntário para fazer parte de uma equipe que tem uma pessoa empreendedora.  Trabalhar com pessoas capacitadas pode ajudar você a se aperfeiçoar.  Descubra formas de ampliar seus conhecimentos dentro e fora do trabalho.  Coloque seu plano por escrito."

O primeiro fundamento para o sucesso profissional de Levine é agregar valor.  Hoje terminaremos de refletir sobre o primeiro fundamento. Não podemos ter muitos objetivos de educação permanente,  senão perdemos o foco. Três é um bom número.  Depois que ficarmos bons o suficiente em algum deles, passamos para um próximo.

Há sempre pessoas qualificadas ao nosso redor e nossa programação mental não deve ser repeli-las achando que elas diminuem nosso valor. Pelo contrário,  elas nos ajudam a crescer.  Podemos aprender muito com quem é mais qualificado no que queremos melhorar.

É importantíssimo ter o plano por escrito e avaliar os nossos avanços. Eu tenho meus planos de os avalio semanalmente.  Ajuda muito a focar e notar o progresso.  Talvez ainda não chegamos exatamente no ponto B,  mas ver o progresso é o que nos faz persistir.

Voltando ao nosso estudo de caso. Ela poderia começar com três objetivos de educação continuada: gestão de tempo, direito administrativo e liderança.  Essa é uma sugestão para ela agregar valor, dependendo do objetivo e da área de cada um, os objetivos são diferentes.  Ela queria ser chefe no setor público.  Cada realidade exige diferentes objetivos. Ela teve oportunidade de aprender com um excelente profissional que veio de São Paulo para treina-la.  Foi um fiasco. Ela o repeliu e não quis aprender nada. Julgava que sabia tudo. Foi horrível.  A colega presenciou e achou que foi o cúmulo do absurdo ela perder essa oportunidade.

Quando ela teve oportunidade de mostrar conhecimentos em liderança,  foi um desastre de novo. No fundo,  a colega acha o que fizeram com ela foi um modo de promover a amiga do chefe,  mas foi muito ruim mesmo, de novo. Tudo o que ela mesma produziu por escrito mostra o quão autoritária ela é.  Ela se impõe pela força.  Se não for da maneira como ela idealizou na cabeça dela, o mundo cai. Ela estava preocupada com três vezes em que ocorreram mal entendidos.  E a colega acha mesmo que os mal entendidos foram provocados por ela. Bem, consciente ou inconscientinconscientemente,  é desproporcional o que foi feito. Mal entendido por castigos do tipo exemplo. Se aconteceu com essa funcionária que era quieta, nem abria a boca e era excelente funcionária, exemplar,  imagine com os outros. Que ninguém ouse fazer algo diferente do que ela planeja na cabeça dela, pois o castigo não será razoável,  será desproporcional. 

É claro o autoritarismo, totalmente distante da liderança que  pode ser assertiva,  mas não irrazoavel.  O impróprio é tremendo e ninguém tem coragem de questionar pois sabe que o castigo será enorme. Assim, ela mostrou ignorância sobre a verdadeira liderança,  que não deve ser passiva, como o faz o amigo íntima dela em relação a ela; nem autoritária,  como ela faz em relação aos outros.

A melhor liderança no local foi a que ela descreve como período de paz. Ela buscava a paz e teve um período de paz. Ela não fala quando, mas dá indicações,  que era o que a colega buscou e o terceiro imparcial também.  Muito inteligente da parte dele tentar entender isso. Talvez a colega foi abençoada por ter caído nas mãos dele que não foi preguiçoso e não utilizou de gatilhos mentais. O período de paz foi enorme e coincidiu com uma liderança.  Era uma mulher que tinha um pulso firme,  que dava limites para ela, e embora concedia também por saber da amizade dela com o outro chefe que estava há muito tempo e tinha trazido a amiga de outra cidade.  Eles vieram juntos para o local, então ela tinha consideração por isso. Ela soube exercer uma boa liderança,  ao estilo ganha ganha sem ser autoritária.  Essa chefe era assertiva quanto aos limites. Dava limites à amiga íntima do outro chefe.

Ele, por outro lado,  era por demais passivo quando se tratava da pessoa que trouxe junto com ele. O que ela exigia, ele fazia. Foi a "liderança" dele que a fez assim.  E foi o que lhe deu armas para tamanha ousadia.

Ele não sabia, mas foi ele que causou o que ocorreu. Ele não teve pulso firme,  não foi assertivo com a amiga íntima.  Talvez ela soubesse demais da vida dele, talvez ele deu muita intimidade.  E de alguma forma inconsciente ela preferia a liderança da chefe que deu limites para ela. Foi quando ela teve paz.

O método da amiga íntima do chefe era simples.  Ela convidada para casa dela. A colega já foi. Ela levou um presente para a filha dela que iria casar. Foram outras pessoas. Depois do expediente,  todos já com fome e então ela oferecia bebida.  A colega não bebe, então só observou.  Aí começava com assuntos polêmicos.  As pessoas vão falando, abrindo sobre suas vidas.  Como ela dizia que o chefe frequentava a casa dela, e ela também dizia que ele bebia bastante, com certeza deixou escapar muita coisa que não deveria, o que o tornou extremamente vulnerável a ela. Pensando bem, o que ela escreve como uma cobrança que a colega ia a casa dela e por isso deveria ficar agradecida,  na verdade deve ser voltada a ele, pois a colega só foi duas vezes, sempre levando presentes, portanto não deve nada a ela. Mas, esse chefe deve ter devido alguma coisa a ela, por isso tamanha passividade e obrigação para com ela. A indireta deve ter sido para é se chefe. A colega sabe que os porteiros nunca a reconheceriam como frequentadora da casa dela,  mas ele sim, de acordo com que a pretendente a chefe dizia.

Portanto, liderança é para todos. De uma boa liderança nasce soluções ou conflitos.  Em vez de tomar esse tipo de atitude de exigência que sua vontade seja feita a qualquer custo,  a pretende ao cargo de chefe deveria ter estudado liderança. Não precisaria ter levado o chefe para a casa dela. Mas talvez ela também não conhecesse outras alternativas.

E ele também,  se tivesse estudado liderança teria mais cuidado com a engenharia social e teria separado mais a vida privada.

Ela ganharia muito mais se tivesse um plano decente por escrito. Porque passou vergonha com o que deixou por escrito. Mostra um grande autoritarismo do estilo: "Estou tão certa que não preciso examinar os fatos". Pelo contrário,  precisava esconder os fatos.  O bom líder admite a possibilidade de estar errado. Ele examina muito bem os fatos antes de recorrer a ações punitivas e autoritárias.  O bom líder não força a "sua verdade" a todo custo. E ele é respeitado e amado, não é temido. Se as pessoas têm motivos para te temer,  então com certeza a liderança não é boa. Se as pessoas voluntariamente querem contribuir para a causa da instituição juntamente com você,  então há uma boa liderança.

Claro que nem todos precisam de liderança para ter sucesso profissional,  depende muito do objetivo.  Então cada um terá um plano diferente por escrito.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Você investe em educação permanente?

"Assuma o controle da sua educação permanente e do seu crescimento pessoal.  A cada seis meses,  atribua objetivos de aprendizado específicespecíficos a si mesmo e inclua-os no seu painel de desempenho.  Em seguida,  crie um plano para atingir cada objetivo.  Não se preocupe apenas em melhorar seus pontos negativos e invista nos seus pontos fortes.  Seus talentos naturais são um ativo valioso.  Reconheça-os e valorize o que você faz bem."

A educação deve ser permanente para o sucesso profissional.  Se pararmos, ficamos para trás,  pois tudo evolui. Portanto,  todos devem seguir estudando.  Parar é acomodar.  E acomodados dificilmente vão conseguir sucesso profissional.  Muito do que aprendemos também é esquecido,  por isso estar sempre estudando é um investimento em si mesmo.  Crescemos não somente profissionalmente,  mas existem efeitos colaterais positivos em todas as áreas de nossa vida.

Estudar amplia nossa visão.  Somos muito melhor preparados para resolver problemas se temos uma visão ampla, se conseguimos enxergar o que não está tão claro para todos. E essa habilidade de resolver problemas também é usada em todas áreas de nossa vida.

Novamente voltando ao estudo de caso, a pessoa era acomodada.  Para ela, quem tinha que dar todos os jeitos e pulos para conseguir a chefia dela no nível acima eram os chefes. Os comentários dela era que os chefes não se esforçavam suficiente para conseguir para ela. Ela colocava a responsabilidade e o esforço de conseguir para eles enquanto ela esperava sentada exigindo.  Ela não investia em educação permanente nem em crescimento.

O mínimo que deveria saber era direito administrativo e quando teve a oportunidade mostrou o quanto ignorava o assunto. O quanto era completamente contrária aos princípios da administração pública.  Por que não estudar o assunto já que queria ser chefe?  Por que demonstrar o contrário,  total ignorância?  Em seu plano de educação permanente deveria ter direito administrativo.  Era o que eu diria a ela como coach.

Por exemplo, no artigo 37 da Constituição Federal estão os princípios da administração pública.  O princípio da legalidade diz que o administrador público deve obedecer estritamente o que reza a lei, sem subjetividade.  Ele só pode fazer o que a lei diz. Havia alguma lei dizendo que ela era chefe ou tinha hierarquia sobre funcionários?  Não.  Então, errado o que foi feito. Contra a própria Constituição. Ela devia se desviar disso enquanto a lei não a colocasse como chefe.

O princípio da impessoalidade mostra que o fim é voltado ao interesse público.  Vetado o atendimento a vontades pessoais ou favoritismo. O que ela fez e deixou por escrito era totalmente vontade pessoal e favoritismo por parte do amigo íntimo dela.

O princípio da moralidade exclui convicções íntimas e subjetivas do agente público.  A chefia não tinha explicação lógica.  Feriu o princípio da moralidade.  Fazer o que foi feito para impedir a perícia, que foi a segunda crueldade,  feriu o princípio da moralidade. Aliás,  a perícia jogaria luz ao que estava obscuro e tiraria conclusões fora do núcleo de poder dela, por isso ela fez o que fez. Isso com a ajuda do amigo íntimo dela, pois ela só conseguiu porque quem fez era amigo do amigo íntimo dela.

O princípio da eficiência foi violado. Ela pega a funcionária eficiente e simplesmente a derruba. E o que foi feito, a segunda crueldade, pode até macular o trabalho da colega. Isso é eficiente para a instituição como um todo? Óbvio que não.  A colega continua eficiente,  mas jamais será como foi antes.

E como uma cereja no bolo da ignorância usa do processo administrativo sem que haja algo previsto em lei, força a barra. Todos que lerem o absurdo verão a forçada de barra. Não tem lei que prevê o que foi feito. Onde a legalidade?

A colega já trabalhou em outros núcleos e nunca viu isso. Ali era demais a falta de adequação aos princípios constitucionais.  Pena que só está escrito, muitos não cumprem e quem percebe o não cumprimento é massacrado.

Bom, pelo menos cada um mostrou de si. Ela mostrou o quanto desconhece e descumpre a lei maior. A colega mostrou que se esforça, contribui para a eficiência e para o cumprimento dos princípios da administração pública.  Aliás,  deveria ser dever cidadão clamar pelo cumprimento da constituição,  que não seja só uma lei que todos passam por cima. Mas clamar por isso pode custar caro.

A educação permanente também pode servir para escapar de situações como essa. A colega conseguiu ver as irregularidades e se defender pois estudou a lei, exigiu o curso, cumprimento e não tinha feito nada errado.  Quantos não são enganados,  abusados,  explorados por não saberem seus direitos e nem exigir o cumprimento ďeles? A colega só não entrou posteriormente com ação contra esse absurdo porque resolveu dar a outra face para ela bater.  Apesar de tudo, devemos ter compaixão de criaturas assim, pois Deus faz levantar o seu sol para injustos e justos. Que oremos para que os injustos se iluminem e vejam melhor, vejam a Deus que os perdoa se eles simplesmente se prostrarem diante dEle.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Você prioriza o importante?

"Dar prioridade às tarefas pode ajudar você a focalizar o que é mais importante.  Profissionais eficazes trabalham duro, mas também usam a inteligência.  Eles sabem escolher onde devem concentrar sua energia e seu tempo."

Parece que priorizar gestão de tempo é uma perda de tempo para quem já está ocupado.  Muito pelo contrário.  Parar é fundamental.  É necessário pausar no meio do caos e olhar o cenário para pensar em outras maneiras de fazer o mesmo de maneira mais eficaz.  Portanto,  aquela uma hora que paramos para estudar gestão do tempo pode nos trazer uma enorme economia de tempo no longo prazo.

O mesmo ocorre com um curso. Parece que aquela uma hora que o funcionário usou é uma perda de tempo. Isso para quem tem visão de curto prazo. No longo prazo é um investimento que pode render muitos frutos.  Poucos tem investido nas sementes que dão mais de cem frutos.  Preferem comer logo o fruto e não plantam as sementes que darão mais frutos ainda. O estudo de produtividade e gestão de tempo é essa semente que te dará muito tempo livre e de qualidade no longo prazo.

Qualquer outro curso ou conhecimento que deixamos para depois,  para quando sobrar tempo é essa semente desperdiçada.  Deixa-se de comer muitos frutos por não ter ideia de prioridades.

Trabalhar duro pode ser bom, mas há quem consegue o mesmo resultado trabalhando muito menos.  Esse sim é eficaz.  Se alguém consegue fazer o dobro do que você com muito menos esforço,  foi porque já priorizou antes.  E é exatamente isso que não entendia a pessoa do estudo de caso.

Ela gastava tempo e energia dela tentando difamar a colega que fazia curso e que tinha melhor salário que ela. Ela tentava a todo custo acabar com o curso da colega. Não estaria investindo melhor o tempo dela em atividades produtivas? 

Ela parava pelo menos umas oito vezes por dia para falar de um outro que ela não gostava. As críticas eram ácidas.  Dizia que ele atrapalhava o bom andamento do trabalho dela e que ela estava com muito serviço.  Usava de 15 a 30 minutos só para reclamar desse outro. A colega não dizia, mas pensava que o tempo e energia que ela usava criticando essa pessoa,  se usado para trabalhar,  já teria acabado com a pilha que se acumulava na mesa dela. Isso todo dia. Quando vinha visitas,  aproveitava para reclamar mais ainda dele. Quanto tempo gasto à toa. Isso quando não parava para falar da vida dos outros,  sempre criticando a maneira como cada um vivia. A colega achava que as pessoas viviam como queriam, cada um sabe o que faz e que ela perdia tempo, por isso a pilha se acumulava e ela não dava conta.  E, de quebra,  ela atrasava a colega.

Sem pausar para priorizar a pessoa pode entrar em confusão.  Por exemplo, a pessoa era absoluta no local onde trabalhava,  naquele núcleo ela era rainha. O amigo íntimo dela tinha dado todo o poder.  Tal poder que as pessoas ficaram psicoadaptadas.  Havia quatro chefes e apenas uma garagem no local. Quem colocava o carro na garagem única? Obviamente que era ela, todos os chefes deixavam na rua mesmo. Era uma rua tranquila e os seguranças ficavam olhando, mas dependendo da hora de chegada, tinha que estacionar meio para baixo, um pouco longe. E ela não teve a mínima humildade de insistir em não colocar seu carro lá.  Isso passava a mensagem para os outros chefes e para os funcionários.  Passava a mensagem do poder dela. Assim, é claro que na mente dela era uma afronta terrível a colega não ter obedecido a indireta dela e ainda ter perguntado o significado.

Então óbvio estava que perdia tempo querendo acabar com a colega ali. Ou acabar com o curso. Talvez na mente confusa dela o curso atrapalhava suas intenções de ganhar como chefe, pois o que apresentaria fora do núcleo de poder dela?  Apenas tempo de serviço? Talvez na confusão mental achou que quem decidiria sobre o dimdim compararia. A colega não pensava assim. Claro que não comparariam.  Quem decide estava longe. Nem sabia do curso da colega. Essa pessoa tinha que distinguir bem as esferas. No núcleo onde trabalha era um critério.  Um nível acima,  quem decidiria sobre o dinheiro veria outro critério. 

A pessoa tinha conseguido no núcleo dela. Embora não ético,  moral, etc, mas tinha conseguido.  Agora restava priorizar o nível acima que não se sugestionava com as visitas do chefe na casa dela.  Aliás,  se soubesse que o critério era esse, aí sim que ela não conseguiria a chefia. Então ela e o amigo íntimo dela esconderam, pois se trata de instituição com alta moral. Para eles, bom mesmo que a instituição nem desconfiasse que o critério de chefia era esse.

Assim, a prioridade dela deveria focalizar o nível acima. O que é importante para eles?  Essa deveria ser a pergunta dela. E não perder tempo e energia contra a colega.  Perdeu bastante tempo, diga-se de passagem. A cabeça dela deveria estar voltada ao que importava no nível acima. O núcleo dela já estava dominado, não era ali que estava a resposta. Muito menos em acabar com a colega que era considerada eficiente.




quarta-feira, 4 de abril de 2018

Você cria mini planos?

"No início de cada mês,  crie um mini plano operacional que mostre o que você precisará fazer para cumprir as metas mensais.  Organize-o de acordo com as prioridades.  Em seguida, elabore um cronograma e, por último,  crie uma lista detalhada de tarefas para a próxima semana.  Integre essa lista à sua agenda ou organizador pessoal sempre no mesmo lugar.  No domingo à noite,  crie uma lista detalhada para a semana."

Levine nos ensina a quebrar mais ainda as metas,  de forma que fique fácil cumprir.  No nosso estudo de caso,  a pessoa decide estudar gerenciamento de tempo, pois conclui que um pedido de chefia é melhor baseado se há exemplos concretos de resultados.  Claro que é hipotético, seria um bom caminho para nosso estudo de caso. Ela teria melhores resultados se usasse melhor seu tempo. Segundo foi informado, a chefia foi baseada em tempo de serviço.  Lógico que o avaliador achou estranho.  Se o critério fosse esse, todas as pessoas com bastante tempo de serviço deveriam ser chefes em todos os departamentos da instituição,  o que é inviável. O serviço público deve se pautar por igualdade e se ela merece, todos que estão com o mesmo tempo mereceriam.  Deve haver um critério melhor. Nos bastidores,  todos sabiam que o critério era ela ser amiga íntima do chefe,  viajar com ele e convidá-lo para casa dela. E pelo que ela dizia, ele frequentava sua casa. E todos sabiam.

Voltando a criterios melhores, precisamos ser antes de ter. Ela precisaria ser melhor usuária do tempo, antes de ter tempo para o importante.  E para SER é preciso um esforço.  O que é meta de virtude.

Se ela decidisse que no mês aumentaria sua eficiência em 10%, então teria que começar a entender a dinâmica de um uso melhor do tempo. Teria que usar um tempo para estudar gerenciamento de tempo. Poderia começar com o próprio site do Christian Barbosa.  Lá há vários textos e vídeos que ensinam sobre gerenciamento do tempo. Portanto, na sua agenda semanal, ela poderia colocar 1 hora diária para isso. Poderia usar 15 minutos por dia para leitura de textos,  15 minutos para assistir a vídeos, 30 minutos para planejar como colocar o que aprendeu em prática.

Essa prática é extremamente importante.  Não adianta conhecimento sem prática.  Pelo menos uma parte do nosso tempo deve ser dedicada a praticar.  E com certeza ela teria um melhor programação mental no que concerne a uso do tempo, o que a faria mais eficiente,  de modo que a eficiência dos colegas não a afetasse, porque ela também seria eficiente. Há espaço para todos no palco da vida. E todos podem brilhar à sua maneira.

Em alguns meses de prática ela já teria resultados, pois esses conhecimentos fariam dela uma melhor profissional. 

É simples, e a solução não é bater a cabeça com as mesmas práticas que não deram certo.  É preciso testar outras. 

terça-feira, 3 de abril de 2018

Você tem um plano que agrega valor?

"Todo ano, crie um plano pessoal que mostre o que você precisa fazer nos próximos 12 meses.  Certifique-se que o plano está em sincronia com os objetivos do seu painel e com as expectativas do seu chefe para a equipe.  Dívida os objetivos em metas de ação mensais.  Se a sua equipe estiver envolvida, peça a opinião de todos os membros ao definir essas metas."

Levine mostra que o profissional de sucesso tem um plano para o ano. Esse plano terá a satisfação pessoal,  que  são seus próprios objetivos, e também as expectativas do chefe para a equipe,  pois para ser bem sucedido profissionalmente é necessário satisfazer as metas da instituição. 

O plano anual deve ser divido em metas de ação mensal. Portanto,  para atingir o objetivo maior, você deve dividi-lo em partes menores.  Saber o que deverá acontecer a cada mês diminui a ansiedade de querer que um grande objetivo seja realizado em pouco tempo. Pois quem quer tudo muito rápido tem expectativas grandes demais. Precisa saber quebrar em partes menores e gerenciáveis. 

A opinião de todos é importante,  portanto não devemos nos impor.  Devemos ouvir sem julgamento.  Ouvir mesmo que contrarie nossas opiniões.

No exemplo que peguei como estudo de caso a pessoa queria um cargo de chefia e seu plano era aproximar-se do chefe até que ele conseguisse isso para ela.  Pode até funcionar. Mas fere vários valores e princípios.  E todos percebem a falta de esforço próprio,  embora ninguém vai dizer para não contrariar o chefe.

Não é necessário que o plano inclua um curso. Há outras maneiras de chegar ao mesmo objetivo.  Como coach,  eu teria percebido que faltava lidar com as emoções,  pois a pessoa não tem paz e detectou por escrito que queria paz. Ela também não faz gestão de tempo, gastando tempo e energia em ações que Christian Barbosa chamaria de circunstanciais.

Claro que como coach não podemos dizer o que a pessoa deve fazer. É ela que deve perceber e procurar meios para resolver suas questões ou alcançar suas metas.  Como se trata de pessoa inflexível e que acha que detém conhecimento até de psiquiatria, totalmente alheio à sua area,  esse é o tipo de pessoa que jamais procuraria um coach,  pelo contrário,  rechaçaria qualquer mudança.  Então é apenas um estudo de caso, pois sei que a pessoa se acha onisciente.

Se ela conseguisse detectar que a chefia dela seria melhor baseada em resultados,  teria priorizado a gestão de tempo e a gestão das emoções,  pois não adianta ser competente confundindo o que é pessoal com o que é profissional. Então não seria o coach que mostraria qual o caminho para conseguir gerir emoções ou tempo, pois há vários caminhos que ela  poderia escolher. Ninguém é obrigado a nada, ela mesma poderia concluir que faria gestão de emoção com terapia, ou Yoga,  ou espritualidade, ou meditação,  ou respiração,  ou tai chi,  ou seja lá o que ela mais gostasse,  importava ser livre dos pensamentos angustiantes. Então ela faria suas próprias pesquisas e chegaria a suas próprias conclusões,  pois o caminho de solução está na própria pessoa,  ninguém deve impor nada. Tudo que é imposto é mal recebido, principalmente para as pessoas inflexíveis e aversas à mudança.

Ela testou várias vezes e nunca conseguiu se libertar,  sempre convive com os fantasmas do passado. As estórias dela são tantas que é notável que não tem paz mesmo quando destrói e afugenta quem supostamente tira a paz dela. Por isso escolhe novo alvo, ela sempre tem um.  Isso porque a paz deve estar dentro da pessoa. E talvez de fato ela nunca enxergou que a paz dela nunca é alcançada,  não importa quantas pessoas destrói, porque o seu interior está em guerra.  Sempre haverá uma bola da vez, mais os fantasmas do passado, o que apenas aumentará o mal estar. Paz interior,  independente das situações externas seria um grande plano para ela. Pena que se continuar inflexível vai continuar sofrendo e achando que está no exterior o conflito. E vai continuar destruindo pessoas.  E seu conflito só aumentará.  Pessoas assim não podem ser ajudadas pois não depende de nós,  mas de uma descoberta interna, de ela mergulhar no seu próprio ser. É uma pena e merece nossa compaixão.

E como lição,  podemos aprender que devemos buscar a paz interior muito antes do problema crescer como o dela. Ao pequeno sinal de irritação,  que possamos perceber e nos recompor.  E buscar novamente a paz interior. E lutar muito para não perder nossa paz interior, não importa o que esteja acontecendo ao nosso redor. Perto do dela,  nosso problema com paz interior é pequeno, portanto está fácil e em tempo para todos nós.  Mas se deixarmos para depois, poderemos viver aflitos. E isso não é nada bom.


segunda-feira, 2 de abril de 2018

O seu feedback agrega valor?

"Se você discordar,  em vez de ficar na defensiva, diga: 'Obrigado por me dizer isso, prometo que vou pensar no assunto'. E faça isso realmente.  Muitas vezes é preciso se distanciar da questão para analisar o comentário com mais clareza.  De qualquer forma,  encerre o assunto deixando-o à vontade para fazer outros feedbacks no futuro."

O primeiro fundamento do sucesso profissional é agregar valor,  portanto quem está em busca do sucesso profissional deve focar em adicionar valor. No exemplo dado de feedback sem clareza, a pessoa diz: 'Você está jogando com os horários...',  após uma colega ter passado em 1o lugar no curso e precisar usar o horário de estudante. Isso significa que algo a respeito de horários incomoda quem fez o comentário.  Não necessariamente tem que significar algo ruim. Por isso,  não podemos inferir a intenção,  temos que perguntar.

Qual valor agregado esconde-se no comentário?  Se há algum, a pessoa teria que se explicar ao invés de chorar copiosamente.  Explicado o motivo,  a outra pessoa tem todo o direito de discordar das razões.  E diante da discordância,  ambas as partes devem pensar no assunto.  Não é preciso que decisões sejam tomadas precipitadamente.

Se a decisão é chorar e ir à chefia com o propósito de prejudicar quem usará o horário,  qual o valor agregado dessa decisão? A pessoa talvez não perceba,  mas diz muito acerca de si mesma quando decide por essa via, pois dificilmente há um valor agregado.

A melhor decisão seria distanciar,  não ver como pessoal. Distanciando,  pode-se ver com mais clareza.  A primeira visão que a pessoa teria seria acerca de limites. Dentro da seara profissional,  qual o direito que se tem sobre o horário de outro funcionário? Seu cargo te capacita para isso ou a relação é horizontal,  vocês estão em mesma situação hierárquica?  Mesmo se você tivesse um cargo acima, qual seu direito sobre um  direito dado aos funcionários por lei?

Facilmente a pessoa chegaria à conclusão que isso não tem relação profissional.  Poderia ser um conselho de amiga, uma opinião.  E facilmente a pessoa distanciando-se veria que não seria necessário chorar a fim de não se explicar,  era só assumir que era algo fora da seara profissional, conselho como amiga. E assim não seria necessário retirar o que disse e depois dizer que não tinha dito isso.  Não seria necessário usar a imaginação para dizer que a outra pessoa diz que você falou frases nunca você disse.  Não seria necessário usar de ambiguidade exatamente para ficar fácil retirar o que disse. Os bons profissionais assumem o que dizem. Isso é responsabilidade.  E o dizem claramente e com objetividade.  Tão objetivo que nem é necessário pedir esclarecimentos.

Quando o profissional mistura as searas e quer punir o colega porque ele próprio não sabe se resolver emocionalmente, ele passa a mensagem de não ser bom profissional.  A chefia com certeza vai se perguntar o que aquilo tem a ver com ela e por que a chefia devia resolver um problema que a pessoa não soube gerenciar. Ao invés de agregar valor, a pessoa acaba trazendo problemas e mostrando uma fragilidade emocional e confusão.

E quando quer basear sua eficiência em cima de ação dos outros mostra uma grande fraqueza.  Trazer para a chefia opinião de que esse ou aquele horário é melhor não agrega valor. Pode até passar a mensagem de que ao invés de contribuir com um bom curso e aumentar seu valor em capital humano, você quer se aproveitar para se valorizar em cima dos outros,  sem esforço próprio,  boa vontade própria,  disciplina própria,  ganha-se rebaixando o outro. Isto é,  você não aumenta seu capital humano,  diminui o dos outros.  Portanto,  diminui o da instituição como um todo. Não tem visão de todo.

E certamente devemos ser humildes e reconhecer que as ações dos nossos colegas podem estar agregando valor,  mesmo que você queira trazer um feedback que não.  As pessoas com mente aberta da instituição podem ver o quanto a atitude não agregou valor, o quanto retirou o valor do outro.  Se o colega passou num concurso até mais complexo que o seu, ele desenvolveu habilidades tais para discernir bem. E não é tão difícil assim perceber, basta dar uma olhada no edital. Se foi exigido raciocínio lógico, isso quer dizer que as pessoas com cargo estratégico na instituição queriam essa habilidade.  Portanto,  qualquer curso que desenvolva raciocínio lógico agrega valor.

Por isso, distanciar-se e ouvir o outro é fundamental.  Evite a todo custo ficar na defensiva chateado porque não fizeram da maneira que você queria. Tudo tem uma razão,  precisamos buscar clareza para entendermos o que não conseguimos entender.  Precisamos estar abertos e flexíveis. E precisamos sobretudo ficar dentro da seara profissional,  não invadir a seara pessoal dos colegas,  não misturar pessoal com profissional.