"A lei é simples. Jovem ou velho, indigente ou rei, branco ou negro, homem ou mulher... todos podem utilizar o segredo com vantagem, pois, de todas as regras e discursos e escrituras de êxito e como alcançá-lo, apenas um método jamais falhou... Quem quer que te obrigue a acompanhá-lo por uma milha... acompanhará por duas (...) O único meio certo de êxito é prestar mais e melhor serviço do que esperam de ti, não importa qual seja a tua tarefa. Este é um hábito seguido por todas as pessoas vitoriosas, desde o início dos tempos. Assim sendo, eu te mostro o caminho mais certo para te condenarem à mediocridade, qual seja, o de executares apenas o trabalho pelo qual foi pago."
Og ensina que o êxito chega para aqueles que fazem um pouco mais. Não podemos nos contentar com a mediocridade, que é estar na média, não é uma ofensa. Napoleon Hill ensinou o mesmo nas leis do triunfo. Todas as pessoas nascem com potencial, mas triunfam aquelas que saíram da média. Quando vemos um atleta olímpico, podemos ter certeza que ele andou mais uma milha. Nosso corpo também poderia chegar lá se tivéssemos andado essa milha a mais. Quando vemos um grande escritor como Og Mandino, com certeza ele andou uma milha a mais, saiu da mediocridade. Média não é o lugar de pessoas de êxito.
Se estamos na média, podemos ficar muito contentes de não estar abaixo da média. Tem muitas pessoas que fazem menos do que foi pago, dão um jeitinho de fazer menos, de levar vantagem. Esse comportamento não é de quem triunfa. Por isso, contentes, mas progredindo e saindo da média, andando só mais um passo...
Outra grande preocupação da Sra Drama era o fato de acharem o serviço da colega tão bom. Ela fazia visitas à sala da colega tentando descobrir. Tentava deixar o serviço mais "parado", achava que a solução era parar a colega. Assim, como achava que a solução diante de destaques da colega era fabricar uma má visão sobre ela. É por isso que podemos ficar muito contentes, estamos ampliando nossa visão. Muitas soluções que achamos Boas podem ser contraproducentes por nos trazer intranquilidade. Ela se irritava com a quantidade de relatórios da colega, isso era a milha a mais da colega, produtividade é bom. Ela se irritava por elogiarem e reconhecerem a colega e isso também mostra a milha a mais percorrida pela colega, mostra que não ficou na mediocridade e que dava um serviço a mais e melhor.
Então, tirava-lhe a paz a eficiência da colega. Isso é realmente um motivo para tirar a paz de alguém? A solução seria parar a colega ou difamar a colega? A colega era eficiente para irritá-la? Não. Eram os pensamentos dela acerca disso. Detectar esses pensamentos e nomeá-los como ervas daninhas no jardim da mente, ou como vírus na metáfora do computador já ajudariam muito. Não dar terreno e nem adubo para o crescimento das ervas daninhas
também. Esse tipo de pensamento tem que ser arrancado logo no inicio.
A intenção não é culpar alguém, nas mostrar novas alternativas. Nós sempre temos novas alternativas e opções. A solução era também dar essa milha a mais. Simples. Sem comparação. Não importa o quanto a colega produzia de relatórios e se eram elogiados ou não, bastava focar em dar a sua milha e sair do comum. Se alguém sai da mediocridade, não é solução agarrar-se aos pés da pessoa e puxá-la também para mediocridade e aproveitar para também empurrá-la um pouco mais para baixo, para ficar abaixo da média. A solução é também olhar para frente, caminhar. Se alguém conseguiu caminhar, qualquer um pode. Em princípio, se tivéssemos trabalhado nosso corpo e dado a milha a mais, também poderíamos ser atletas. E ninguém está atrasado, somente deve dar um passo exatamente de onde está.
Não tem idade, raça, condição econômica, gênero. Todos podem dar um passo hoje. Uma milha se conquista se dando pelo menos um passo. Se não dispusermos a dar esse passo, jamais chegaremos a uma milha.
terça-feira, 20 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
Você aceita e mostra tua raridade?
"Não escondas mais tua raridade na escuridão. Traze-a à luz. Mostra ao mundo. Esforça-te para não caminhar como teu irmão caminha, nem falar como teu líder fala, nem trabalhar como trabalha o medíocre. Jamais faças como o outro. Nunca imites. Pois não sabes se irá imitar o mal, e aquele que imita o mal sempre vai além do exemplo estabelecido, enquanto aquele que imita o bom sempre fica aquém disso. Não imites ninguém. Sê tu próprio. Mostra tua raridade ao mundo."
Atualmente com a globalização, temos vários modelos. Só ligar a televisão e temos Big Brother, novelas, filmes, celebridades, enfim, muitas pessoas a admirar e imitar. A imitação pode ser tanto consciente como inconsciente. E se não prestarmos atenção podemos imitar o mal sem perceber, achando que é bom, ou ainda pior, inconscientemente imitamos porque é o modelo que vemos repetidas vezes.
Todos estão sujeitos. Desde o nascimento temos modelos que aprendemos e imitamos. Desde a forma como fomos criados até o que incorporamos depois de adultos. Tudo isso formou a nossa programação mental, e com isso, nossa resposta ao mundo.
Pegando como modelo a Sra. Drama, não podemos simplesmente culpá-la por estar construindo caos, em vez de paz. Muito provavelmente ela imitou o que viu durante a vida e não pensou conscientemente sobre uma alternativa melhor, ela simplesmente foi dando vazão ao que sentia e podia imitar muito do que via pensando ser bom. Certamente não era. Se fosse bom, não tiraria a paz dela, não a deixaria infeliz e nunca satisfeita.
Quanto à traição, parecia bom ter uma pessoa que poderia fazer os desejos tornar realidade e lhe conferir poder. Mas inconscientemente isso trazia falta de paz e ela não sabia, achava que a paz dela era tirada por pessoas que nada tinham a ver com as atitudes dela. Jesus já tinha alertado no Sermão da Montanha que a traição começa no pensamento e deve ser arrancada nesse início. Ela via na TV e nas novelas a traição como algo comum e aparentemente causando felicidade. O Sermão da Montanha é um parâmetro sobre o bom e o mau. Como ela não tinha essa programação, deixou-se levar. Trouxe infelicidade e falta de paz para ela.
A Sra. Drama tinha uma colega de trabalho bem sucedida, ela tinha passado em 1o. Lugar num curso e ainda obteria horário especial. Ele bem que tentou disfarçar, mas a cólera cresceu no seu coração, uma cólera sem motivo, pois a colega não tinha culpa alguma da cólera dela, nem disputando com ela estava. Como ela não conseguiria apagar o feito da colega, jogou una indireta que a colega jogava com horários, a colega só quis esclarecer e pediu para ela ser mais clara. A Sra Drama sentiu-se lesada porque ao invés de a colega obedecer a ordem disfarçada em indireta resolveu esclarecer e manter o direito dela. Isso era uma afronta ao poder dela. A Sra Drama fez um escândalo, chorou copiosamente, falou que a colega não agradecia todo o bem que ela supostamente tinha feito. Colocou-se como vítima. De fato não apagou o feito da colega, mas o choro e o se fazer de vítima foi tão chocante que todos acharam que a colega era mesmo ingrata. Só que a colega não tinha nada a ganhar com uma "briga" naquele momento, só a perder. Ocorre que a colega aproveitou para dizer que encerrou-se o drama, que não queria mais ouvir seus outros dramas, com outras pessoas que ela dizia lesa-la e a faziam sofrer. A Sra Drama não teria ouvido essa verdade que se faz de vítima e faz drama se tivesse ouvido o sermão da montanha e não tivesse encolerizado com a colega sem causa.
Esse tipo de drama após feitos da colega ocorreu por mais duas situações. Tudo porque ela quis imitar o mal ao invés do bem. Ou porque não soube fazer diferente, era a única maneira que sabia. E em todas vezes ouviu alguma verdade inconveniente com a qual ela não soube lidar, trazendo mais mal ainda para ela. Porque os pensamentos a perturbavam, ouvir a verdade fazia mal para ela. E obviamente que a inversão, o opressor se fazer de vítima é algo que vemos com frequência em vários locais. Alguns gostam de imitar esse comportamento ou o fazem inconscientemente.
A Sra Drama com certeza tinha qualidades, não precisava ficar à sombra de ninguém tentando apagar os feitos dos outros. Tinha potencial para seus próprios feitos. Não precisava criticar todos aqueles que viam como ameaça. Essa foi uma receita para a infelicidade e falta de paz dela. Era como interpretava os feitos dos outros. Ao invés disso, ela poderia direcionar o olhar dela para seu interior e fazer uma auto avaliação. Ver que tinha qualidades diferentes e usar essa força com ética, sem imitar o mal. Com certeza sentiria paz ao apresentar seus próprios feitos, ao apresentar a raridade dela ao mundo. Ao usar seus pontos fortes.
Sentiria muita paz ao não se comparar. A comparação e a vontade de ser igual ou até superar os outros tem tirado a paz de muitos. Quando passamos a ver e agradecer por nossas qualidades, mudamos muito nossa percepção de mundo. A Sra Drama poderia competir consigo mesma, ser melhor do que foi ontem em 1% a cada manhã. Isso estimula, motiva e traz paz, pois não nos achamos impotentes, sabemos que somos capazes de melhorar 1% todo dia e tira nosso foco do outro. O que o outro faz ou deixa de fazer não é nosso problema, pois estamos focados em nós mesmos e no nosso progresso.
O 1% de cada dia nos faz comemorar todos os dias, nos faz acordar motivados para aprender coisas novas, para novos desafios. É bom, muito bom, acompanhar esse 1% diario. Como estamos felizes com nosso 1% diário, somos capazes de comemorar com nossos colegas. Grandes feitos dos colegas são motivo de comemoração, como Paulo de Tarso fez quando os corintios fizeram um grande feito. Em nenhum momento quis Paulo apagar esse feito, pois não se sentiu diminuído por ele, sentiu contente pelo feito do outro.
Podemos imitar o bom quando temos certeza que é o bem. Jesus pediu para sermos imitadores dele. Paulo pediu para o imitarem, pois ele imitava Jesus. Mas isso não tira nossa individualidade. Eu estou estudando a mente de Cristo. Não tenho pretensão de ser igual. Impossível, porque ele foi perfeito e sou imperfeita. Não quero pregar em sinagogas ou na montanha, pois sou introvertida e Jesus foi extrovertido. Nem creio que este seja meu dom. Devemos respeitar nossas características pessoais, embora possamos usar um bom modelo. Pena que vários modelos escolhidos hoje em dia estão ensinando o engano, traição, amor ao dinheiro e tantos outros parâmetros estranhos. Mas tudo é escolha e as pessoas são livres. Paulo dizia que podia fazer tudo, mas nem tudo convinha. Livre arbítrio. Será que nossos modelos tem feito coisas que convém? Prestamos atenção em quem estamos imitando? Imitamos alguém inconscientemente, só porque vemos esse comportamento repetidas vezes?
Atualmente com a globalização, temos vários modelos. Só ligar a televisão e temos Big Brother, novelas, filmes, celebridades, enfim, muitas pessoas a admirar e imitar. A imitação pode ser tanto consciente como inconsciente. E se não prestarmos atenção podemos imitar o mal sem perceber, achando que é bom, ou ainda pior, inconscientemente imitamos porque é o modelo que vemos repetidas vezes.
Todos estão sujeitos. Desde o nascimento temos modelos que aprendemos e imitamos. Desde a forma como fomos criados até o que incorporamos depois de adultos. Tudo isso formou a nossa programação mental, e com isso, nossa resposta ao mundo.
Pegando como modelo a Sra. Drama, não podemos simplesmente culpá-la por estar construindo caos, em vez de paz. Muito provavelmente ela imitou o que viu durante a vida e não pensou conscientemente sobre uma alternativa melhor, ela simplesmente foi dando vazão ao que sentia e podia imitar muito do que via pensando ser bom. Certamente não era. Se fosse bom, não tiraria a paz dela, não a deixaria infeliz e nunca satisfeita.
Quanto à traição, parecia bom ter uma pessoa que poderia fazer os desejos tornar realidade e lhe conferir poder. Mas inconscientemente isso trazia falta de paz e ela não sabia, achava que a paz dela era tirada por pessoas que nada tinham a ver com as atitudes dela. Jesus já tinha alertado no Sermão da Montanha que a traição começa no pensamento e deve ser arrancada nesse início. Ela via na TV e nas novelas a traição como algo comum e aparentemente causando felicidade. O Sermão da Montanha é um parâmetro sobre o bom e o mau. Como ela não tinha essa programação, deixou-se levar. Trouxe infelicidade e falta de paz para ela.
A Sra. Drama tinha uma colega de trabalho bem sucedida, ela tinha passado em 1o. Lugar num curso e ainda obteria horário especial. Ele bem que tentou disfarçar, mas a cólera cresceu no seu coração, uma cólera sem motivo, pois a colega não tinha culpa alguma da cólera dela, nem disputando com ela estava. Como ela não conseguiria apagar o feito da colega, jogou una indireta que a colega jogava com horários, a colega só quis esclarecer e pediu para ela ser mais clara. A Sra Drama sentiu-se lesada porque ao invés de a colega obedecer a ordem disfarçada em indireta resolveu esclarecer e manter o direito dela. Isso era uma afronta ao poder dela. A Sra Drama fez um escândalo, chorou copiosamente, falou que a colega não agradecia todo o bem que ela supostamente tinha feito. Colocou-se como vítima. De fato não apagou o feito da colega, mas o choro e o se fazer de vítima foi tão chocante que todos acharam que a colega era mesmo ingrata. Só que a colega não tinha nada a ganhar com uma "briga" naquele momento, só a perder. Ocorre que a colega aproveitou para dizer que encerrou-se o drama, que não queria mais ouvir seus outros dramas, com outras pessoas que ela dizia lesa-la e a faziam sofrer. A Sra Drama não teria ouvido essa verdade que se faz de vítima e faz drama se tivesse ouvido o sermão da montanha e não tivesse encolerizado com a colega sem causa.
Esse tipo de drama após feitos da colega ocorreu por mais duas situações. Tudo porque ela quis imitar o mal ao invés do bem. Ou porque não soube fazer diferente, era a única maneira que sabia. E em todas vezes ouviu alguma verdade inconveniente com a qual ela não soube lidar, trazendo mais mal ainda para ela. Porque os pensamentos a perturbavam, ouvir a verdade fazia mal para ela. E obviamente que a inversão, o opressor se fazer de vítima é algo que vemos com frequência em vários locais. Alguns gostam de imitar esse comportamento ou o fazem inconscientemente.
A Sra Drama com certeza tinha qualidades, não precisava ficar à sombra de ninguém tentando apagar os feitos dos outros. Tinha potencial para seus próprios feitos. Não precisava criticar todos aqueles que viam como ameaça. Essa foi uma receita para a infelicidade e falta de paz dela. Era como interpretava os feitos dos outros. Ao invés disso, ela poderia direcionar o olhar dela para seu interior e fazer uma auto avaliação. Ver que tinha qualidades diferentes e usar essa força com ética, sem imitar o mal. Com certeza sentiria paz ao apresentar seus próprios feitos, ao apresentar a raridade dela ao mundo. Ao usar seus pontos fortes.
Sentiria muita paz ao não se comparar. A comparação e a vontade de ser igual ou até superar os outros tem tirado a paz de muitos. Quando passamos a ver e agradecer por nossas qualidades, mudamos muito nossa percepção de mundo. A Sra Drama poderia competir consigo mesma, ser melhor do que foi ontem em 1% a cada manhã. Isso estimula, motiva e traz paz, pois não nos achamos impotentes, sabemos que somos capazes de melhorar 1% todo dia e tira nosso foco do outro. O que o outro faz ou deixa de fazer não é nosso problema, pois estamos focados em nós mesmos e no nosso progresso.
O 1% de cada dia nos faz comemorar todos os dias, nos faz acordar motivados para aprender coisas novas, para novos desafios. É bom, muito bom, acompanhar esse 1% diario. Como estamos felizes com nosso 1% diário, somos capazes de comemorar com nossos colegas. Grandes feitos dos colegas são motivo de comemoração, como Paulo de Tarso fez quando os corintios fizeram um grande feito. Em nenhum momento quis Paulo apagar esse feito, pois não se sentiu diminuído por ele, sentiu contente pelo feito do outro.
Podemos imitar o bom quando temos certeza que é o bem. Jesus pediu para sermos imitadores dele. Paulo pediu para o imitarem, pois ele imitava Jesus. Mas isso não tira nossa individualidade. Eu estou estudando a mente de Cristo. Não tenho pretensão de ser igual. Impossível, porque ele foi perfeito e sou imperfeita. Não quero pregar em sinagogas ou na montanha, pois sou introvertida e Jesus foi extrovertido. Nem creio que este seja meu dom. Devemos respeitar nossas características pessoais, embora possamos usar um bom modelo. Pena que vários modelos escolhidos hoje em dia estão ensinando o engano, traição, amor ao dinheiro e tantos outros parâmetros estranhos. Mas tudo é escolha e as pessoas são livres. Paulo dizia que podia fazer tudo, mas nem tudo convinha. Livre arbítrio. Será que nossos modelos tem feito coisas que convém? Prestamos atenção em quem estamos imitando? Imitamos alguém inconscientemente, só porque vemos esse comportamento repetidas vezes?
sexta-feira, 16 de março de 2018
O que é ser pobre?
"E sê reconhecido pelas tuas lições aprendidas na pobreza. Pois não é pobre aquele que tem pouco, mas aquele que deseja muito... e a verdadeira segurança não está nas coisas que se possuem, mas nas coisas sem as quais não se pode viver."
Og continua filosofando sobre as lições da pobreza. Grande lição é aquela que nos transforma, que muda algo em nós. Fico muito feliz por ter a oportunidade de aprender muito com a pobreza. Fico muito feliz por ter dificuldades na vida e por ter aprendido a conquistar e não achar que o mundo me deve enquanto fico sentada esperando. Podemos ficar muito contentes porque cada dificuldade no caminho nos transformou em alguém mais forte e corajoso.
Essa definição de pobreza me fascina, pois não vem medida em quantidades, mas em necessidade. Novamente é algo interno, não externo. Eu necessito de acordo com meus valores, pensamentos, crenças... o quanto é suficiente? Depende de cada um, está dentro da pessoa esse conceito.
Então outra fórmula de infelicidade é desejar muito, jamais estar saciado. Lembra da pessoa exemplo de ontem? Daria um ótimo estudo de caso. Minha ideia não é criticá-la, mas sim pensar no milagre, o maior milagre do mundo para que pessoas como ela transformem as misérias delas em bênçãos e sejam muito felizes e contentes. Externamente parece que a pessoa tem tudo, que deveria estar muito contente e agradecida, mas internamente existe um caos, uma falta de paz que impressiona. Ela é pobre, pobre pessoa, extremamente pobre!!! Pobre porque tudo o que tem não é suficiente, não a contenta.
Lembra da Pollyana do livro? Vivia de doações, não tinha nada, mas era extremamente rica!!! Rica porque estava sempre contente. A pessoa de ontem é o extremo contrário da Pollyana.
A pessoa de ontem é extremamente insegura, precisa muito de aprovação social, extremamente preocupada com o que outros estão pensando. Ela tinha necessidade de ser adorada, por isso tentava "comprar" as pessoas com supostos favores feitos. "Se eu te compro, você me adora e me aprova. Você diz que eu sou o máximo. Então eu tenho que te convencer que você me deve, que o mundo me deve." Ela tinha segurança nas coisas que possuía e na adoração dos que estavam à volta. Essa não é a verdadeira segurança. É pobre.
Pollyana, apesar de ter apenas 11 anos, poderia viver sem coisas materiais e não pedia para ser adorada. Ela distribuía amor sem pedir retribuição alguma. A segurança dela não estava nessas coisas. Era rica.
O livro não se contradiz quando fala em potencial máximo que deve ser buscado. Usar seu potencial faz de você mais forte, corajoso, depura seu espírito. Usar potencial tem relação com transformação da pessoa, com ser, não ter. Você se transforma quando usa potencial.
Você não se transforma tendo mais ou menos posses materiais. Ter mais posses não te dá mais força e coragem, não te faz batalhador, resiliente, persistente, solucionador de problemas. Isso são características do ser, não do ter. Não te faz mais inteligente, não te dá mais conhecimento. Usar o potencial não compra nada. Riqueza compra. Mas o que a riqueza compra não transforma o interno. Não transforma maneira de ver o mundo nem medida de suficiência. Por isso riqueza não pode comprar contentamento, às vezes ocorre totalmente o contrário, nunca a pessoa se satisfaz. Riqueza externa, pobreza interna.
Og continua filosofando sobre as lições da pobreza. Grande lição é aquela que nos transforma, que muda algo em nós. Fico muito feliz por ter a oportunidade de aprender muito com a pobreza. Fico muito feliz por ter dificuldades na vida e por ter aprendido a conquistar e não achar que o mundo me deve enquanto fico sentada esperando. Podemos ficar muito contentes porque cada dificuldade no caminho nos transformou em alguém mais forte e corajoso.
Essa definição de pobreza me fascina, pois não vem medida em quantidades, mas em necessidade. Novamente é algo interno, não externo. Eu necessito de acordo com meus valores, pensamentos, crenças... o quanto é suficiente? Depende de cada um, está dentro da pessoa esse conceito.
Então outra fórmula de infelicidade é desejar muito, jamais estar saciado. Lembra da pessoa exemplo de ontem? Daria um ótimo estudo de caso. Minha ideia não é criticá-la, mas sim pensar no milagre, o maior milagre do mundo para que pessoas como ela transformem as misérias delas em bênçãos e sejam muito felizes e contentes. Externamente parece que a pessoa tem tudo, que deveria estar muito contente e agradecida, mas internamente existe um caos, uma falta de paz que impressiona. Ela é pobre, pobre pessoa, extremamente pobre!!! Pobre porque tudo o que tem não é suficiente, não a contenta.
Lembra da Pollyana do livro? Vivia de doações, não tinha nada, mas era extremamente rica!!! Rica porque estava sempre contente. A pessoa de ontem é o extremo contrário da Pollyana.
A pessoa de ontem é extremamente insegura, precisa muito de aprovação social, extremamente preocupada com o que outros estão pensando. Ela tinha necessidade de ser adorada, por isso tentava "comprar" as pessoas com supostos favores feitos. "Se eu te compro, você me adora e me aprova. Você diz que eu sou o máximo. Então eu tenho que te convencer que você me deve, que o mundo me deve." Ela tinha segurança nas coisas que possuía e na adoração dos que estavam à volta. Essa não é a verdadeira segurança. É pobre.
Pollyana, apesar de ter apenas 11 anos, poderia viver sem coisas materiais e não pedia para ser adorada. Ela distribuía amor sem pedir retribuição alguma. A segurança dela não estava nessas coisas. Era rica.
O livro não se contradiz quando fala em potencial máximo que deve ser buscado. Usar seu potencial faz de você mais forte, corajoso, depura seu espírito. Usar potencial tem relação com transformação da pessoa, com ser, não ter. Você se transforma quando usa potencial.
Você não se transforma tendo mais ou menos posses materiais. Ter mais posses não te dá mais força e coragem, não te faz batalhador, resiliente, persistente, solucionador de problemas. Isso são características do ser, não do ter. Não te faz mais inteligente, não te dá mais conhecimento. Usar o potencial não compra nada. Riqueza compra. Mas o que a riqueza compra não transforma o interno. Não transforma maneira de ver o mundo nem medida de suficiência. Por isso riqueza não pode comprar contentamento, às vezes ocorre totalmente o contrário, nunca a pessoa se satisfaz. Riqueza externa, pobreza interna.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Retribuição ou recompensa?
"Pois agora conheces o segredo do amor, que, para se receber deve ser dado sem qualquer idéia de retribuição. Amar para obter realização, satisfação ou orgulho não é amar. Amar é um bem pelo qual não se exige retribuição alguma. Agora sabes que amar sem egoísmo constitui sua própria recompensa. E mesmo que o amor não seja retribuído, não se perde, pois voltará a ti e abrandara e purificará seu coração."
Um grande milagre é não esperarmos retribuição, mas termos certeza da recompensa. Muitas pessoas encontraram a receita da frustração, esperar a retribuição. Expectativas que dependem do outro sempre causam frustração. O outro não vê como vemos, ele é uma outra pessoa, um outro indivíduo.
Deus amou o mundo de tal forma que deu seu filho unigenito para que o homem não pereça. E Deus não fez cobranças, não exigiu retribuição alguma. Alguns recompensam tamanho amor entregando suas vidas a Deus. Mas Deus sabe que não serão todos? Claro, ele não tem expectativas irreais. O problema é que nós humanos temos. Geralmente nossas expectativas são irreais e nos frustramos muito.
Conheci uma pessoa que descobriu essa fórmula da infelicidade. Ela tinha um marido que dava tudo para ela. Nunca estava contente. Nunca era suficiente, o que ele fazia não era bom o bastante. Inconformada, tinha um amante que também dava, mas não era bom o bastante, fazia as exigências mais descabidas. O amor para ela era uma troca. Fazia os mais diversos tipos de regime em troca do amor, pois mesmo com todos os regimes era uma mulher considerada forte e dizia que o amante reparava se alguém engordava e fazia comentários. Não estava satisfeita com o corpo e fez diversos tipos de cirurgias, como se cirurgia comprasse amor.
Comprava as pessoas com favores que supostamente fez para essa pessoas. Na realidade, ela sabia tanto utilizar o sistema límbico das pessoas que roubava a lógica delas. As pessoas eram convencidas que se ela saísse para almoçar com elas, ela estava fazendo um favor, mesmo que a outra pessoa pagasse o almoço dela, mas o favor deveria ser mais tarde retribuído. Mesmo que saísse para almoçar duas vezes, fazia parecer ser um hábito, todos os dias. O mesmo podia dizer-se de convites à casa dela. Se a pessoa fosse apenas duas vezes, mesmo que para presenteá-la, ela convencia a outra pessoa que fez um favor e que isso era frequente. E esse "favor" deveria ser retribuído mais tarde.
Na mente dela, ela só estaria contente se "os favores" fossem retribuídos, como se cada ação dela tivesse um preço a ser pago. E isso trazia muita frustração e tristeza quando a pessoa enxergava diferente. E não retribuía supostos favores. Isso tirava a paz dela.
Podemos ficar muito contentes que nossa mente não funciona assim. Que ninguém precisa retribuir nada que fazemos a elas. Podemos nos alegrar e regozijar que os presentes que demos não são cobrados, os almoços que pagamos também não. Se vier, será apenas uma recompensa. Se não vier, ficamos felizes mesmo assim. Se a pessoa não enxergar, está bom mesmo assim, pois somos bem aventurados e estamos em paz.
É uma bênção que ninguém precisa ver isso, mas Deus vê e grande será a recompensa. Deve ser por isso que muitos acreditam que o sermão da montanha é uma fórmula de felicidade. Jesus inicia com promessas, seremos recompensados. Não fazemos por retribuição, mas pelo amor a Deus e ele nos compensará. Mesmo porque depende muito de fé. Quem faz algo que não tem garantia no mundo material, que será obrigado a acreditar apenas na Palavra? Apenas quem tem fé e amor verdadeiro ao Criador. A retribuição não é garantida materialmente.
Assim, amar é fé na recompensa. Não de quem o amor foi dado, mas recompensa que abrandara e purificará nosso coração. Bem aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Podemos ficar muito contentes por estarmos purificando nosso coração. Podemos ficar muito contentes que a purificação é suficiente, não precisa retribuição.
Um grande milagre é não esperarmos retribuição, mas termos certeza da recompensa. Muitas pessoas encontraram a receita da frustração, esperar a retribuição. Expectativas que dependem do outro sempre causam frustração. O outro não vê como vemos, ele é uma outra pessoa, um outro indivíduo.
Deus amou o mundo de tal forma que deu seu filho unigenito para que o homem não pereça. E Deus não fez cobranças, não exigiu retribuição alguma. Alguns recompensam tamanho amor entregando suas vidas a Deus. Mas Deus sabe que não serão todos? Claro, ele não tem expectativas irreais. O problema é que nós humanos temos. Geralmente nossas expectativas são irreais e nos frustramos muito.
Conheci uma pessoa que descobriu essa fórmula da infelicidade. Ela tinha um marido que dava tudo para ela. Nunca estava contente. Nunca era suficiente, o que ele fazia não era bom o bastante. Inconformada, tinha um amante que também dava, mas não era bom o bastante, fazia as exigências mais descabidas. O amor para ela era uma troca. Fazia os mais diversos tipos de regime em troca do amor, pois mesmo com todos os regimes era uma mulher considerada forte e dizia que o amante reparava se alguém engordava e fazia comentários. Não estava satisfeita com o corpo e fez diversos tipos de cirurgias, como se cirurgia comprasse amor.
Comprava as pessoas com favores que supostamente fez para essa pessoas. Na realidade, ela sabia tanto utilizar o sistema límbico das pessoas que roubava a lógica delas. As pessoas eram convencidas que se ela saísse para almoçar com elas, ela estava fazendo um favor, mesmo que a outra pessoa pagasse o almoço dela, mas o favor deveria ser mais tarde retribuído. Mesmo que saísse para almoçar duas vezes, fazia parecer ser um hábito, todos os dias. O mesmo podia dizer-se de convites à casa dela. Se a pessoa fosse apenas duas vezes, mesmo que para presenteá-la, ela convencia a outra pessoa que fez um favor e que isso era frequente. E esse "favor" deveria ser retribuído mais tarde.
Na mente dela, ela só estaria contente se "os favores" fossem retribuídos, como se cada ação dela tivesse um preço a ser pago. E isso trazia muita frustração e tristeza quando a pessoa enxergava diferente. E não retribuía supostos favores. Isso tirava a paz dela.
Podemos ficar muito contentes que nossa mente não funciona assim. Que ninguém precisa retribuir nada que fazemos a elas. Podemos nos alegrar e regozijar que os presentes que demos não são cobrados, os almoços que pagamos também não. Se vier, será apenas uma recompensa. Se não vier, ficamos felizes mesmo assim. Se a pessoa não enxergar, está bom mesmo assim, pois somos bem aventurados e estamos em paz.
É uma bênção que ninguém precisa ver isso, mas Deus vê e grande será a recompensa. Deve ser por isso que muitos acreditam que o sermão da montanha é uma fórmula de felicidade. Jesus inicia com promessas, seremos recompensados. Não fazemos por retribuição, mas pelo amor a Deus e ele nos compensará. Mesmo porque depende muito de fé. Quem faz algo que não tem garantia no mundo material, que será obrigado a acreditar apenas na Palavra? Apenas quem tem fé e amor verdadeiro ao Criador. A retribuição não é garantida materialmente.
Assim, amar é fé na recompensa. Não de quem o amor foi dado, mas recompensa que abrandara e purificará nosso coração. Bem aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Podemos ficar muito contentes por estarmos purificando nosso coração. Podemos ficar muito contentes que a purificação é suficiente, não precisa retribuição.
quarta-feira, 14 de março de 2018
Por que não tentar mudar o mundo?
"Por que não ensinar os outros que podem executar um milagre em suas vidas? Que importância tem para o homem o ato de que ele não viva no centro do universo, desde que ele possa criar seu próprio mundo belo? Por que deveria o homem preocupar-se por descender do reino animal, depois de compreender que dispõe de poderes que nenhum outro animal possui? E por que haveria de preocupa-lo o fato de que alguns dos seus atos são desencadeados por situações juvenis sepultadas em sua mente subconsciente, quando ele ainda tem o poder de controlar a mente e, desse modo, estabelecer o seu destino supremo? Apenas o homem, cada qual a seu próprio modo, tem a decisão suprema de como sua vida é vivida."
Og Mandino começa esse trecho com a frase do título. Com certeza o autor tenta mudar vidas, quer que as pessoas façam o milagre em suas vidas. No meu caso ele tem me ajudado muito. Surpreendi-me ao usar uma roupa e me lembrar do que ele ensinou, que aquilo era uma forma de expressar ódio por mim mesma. Comecei a perceber que faço pequenos atos que são formas de expressão de ódio a mim mesma. São pequenas coisas que poderia mudar. Que milagre lindo, sem as palavras dele talvez jamais isso tivesse entrado em minha consciência. Por isso, agradeço muito por ele ter tentado mudar o mundo. E é por isso que sigo refletindo sobre os livros dele. Uma leitura não pode ser apenas uma leitura, temos que conseguir colocar em prática. Mesmo que seja reparando que a roupa não é muito adequada, que eu poderia prestar um pouco mais de atenção em mim. Orgulho-me de ser estudiosa e dou pouco atenção à aparência, esse pequeno vislumbre já é um milagre.
Og quer que criemos nosso mundo belo. Mesmo no meio da tribulação e das maiores dificuldades podemos ter um mundo belo, porque somos nós que o criamos. Fico contente que ele tenha esse objetivo, que muitas pessoas criem seu mundo belo, apesar de tudo. É como Pollyana, uma menina que jogava o jogo do contente. Tudo na vida tem seu motivo para estarmos contentes, mesmo as situações mais difíceis. Vale muito a leitura de "Pollyana", esse livro está disponível gratuitamente para download no site golfinho.com.br. Não ganho nada com a divulgação, mas se pelo menos uma pessoa ler o livro e jogar o jogo do contente, será uma alegria para mim.
Deus quer nos ver sempre contentes, bem aventurados, mesmo nas dificuldades. E nos deu um cérebro diferente dos outros animais. Somos racionais e possuímos o livre arbítrio, a possibilidade de escolher. Por vezes agimos com nosso sistema límbico, somos meio reptilianos, mas somente por vezes, o que predomina mesmo é o nosso córtex pré frontal. Ei, podemos controlar nossa mente e por isso podemos ficar muito contentes!!! Comecei a jogar o jogo e espero persistir e poder jogar bem. Se eu persistir, isso se tornará um hábito e eu estarei jogando o jogo inconscientemente, terei a competência inconsciente. Pronto, estabeleci aqui mais uma meta. Colocar o jogo do contente na minha vida.
Fiquemos contentes porque podemos controlar a nossa mente e assim decidir pelas melhores ações. Por exemplo, quando sentimos raiva, somos dominados pelo sistema límbico, não é córtex pré frontal. E se conseguimos respirar, pausar, podemos voltar ao controle e decidir agir com calma e com mansidão. Bem aventurados os mansos, pois herdarão a terra. Jesus quer que façamos as melhores escolhas, não sermos dominados pelo sistema límbico, pois nos deu domínio sobre a mente.
O domínio sobre sobre a mente, se utilizado por cada ser humano, pode mudar o mundo, pode fazer um milagre em nossas vidas, pode criar o nosso próprio mundo belo. Pense nisso e faça escolhas que te beneficiem para ser um bem aventurado!!!
Og Mandino começa esse trecho com a frase do título. Com certeza o autor tenta mudar vidas, quer que as pessoas façam o milagre em suas vidas. No meu caso ele tem me ajudado muito. Surpreendi-me ao usar uma roupa e me lembrar do que ele ensinou, que aquilo era uma forma de expressar ódio por mim mesma. Comecei a perceber que faço pequenos atos que são formas de expressão de ódio a mim mesma. São pequenas coisas que poderia mudar. Que milagre lindo, sem as palavras dele talvez jamais isso tivesse entrado em minha consciência. Por isso, agradeço muito por ele ter tentado mudar o mundo. E é por isso que sigo refletindo sobre os livros dele. Uma leitura não pode ser apenas uma leitura, temos que conseguir colocar em prática. Mesmo que seja reparando que a roupa não é muito adequada, que eu poderia prestar um pouco mais de atenção em mim. Orgulho-me de ser estudiosa e dou pouco atenção à aparência, esse pequeno vislumbre já é um milagre.
Og quer que criemos nosso mundo belo. Mesmo no meio da tribulação e das maiores dificuldades podemos ter um mundo belo, porque somos nós que o criamos. Fico contente que ele tenha esse objetivo, que muitas pessoas criem seu mundo belo, apesar de tudo. É como Pollyana, uma menina que jogava o jogo do contente. Tudo na vida tem seu motivo para estarmos contentes, mesmo as situações mais difíceis. Vale muito a leitura de "Pollyana", esse livro está disponível gratuitamente para download no site golfinho.com.br. Não ganho nada com a divulgação, mas se pelo menos uma pessoa ler o livro e jogar o jogo do contente, será uma alegria para mim.
Deus quer nos ver sempre contentes, bem aventurados, mesmo nas dificuldades. E nos deu um cérebro diferente dos outros animais. Somos racionais e possuímos o livre arbítrio, a possibilidade de escolher. Por vezes agimos com nosso sistema límbico, somos meio reptilianos, mas somente por vezes, o que predomina mesmo é o nosso córtex pré frontal. Ei, podemos controlar nossa mente e por isso podemos ficar muito contentes!!! Comecei a jogar o jogo e espero persistir e poder jogar bem. Se eu persistir, isso se tornará um hábito e eu estarei jogando o jogo inconscientemente, terei a competência inconsciente. Pronto, estabeleci aqui mais uma meta. Colocar o jogo do contente na minha vida.
Fiquemos contentes porque podemos controlar a nossa mente e assim decidir pelas melhores ações. Por exemplo, quando sentimos raiva, somos dominados pelo sistema límbico, não é córtex pré frontal. E se conseguimos respirar, pausar, podemos voltar ao controle e decidir agir com calma e com mansidão. Bem aventurados os mansos, pois herdarão a terra. Jesus quer que façamos as melhores escolhas, não sermos dominados pelo sistema límbico, pois nos deu domínio sobre a mente.
O domínio sobre sobre a mente, se utilizado por cada ser humano, pode mudar o mundo, pode fazer um milagre em nossas vidas, pode criar o nosso próprio mundo belo. Pense nisso e faça escolhas que te beneficiem para ser um bem aventurado!!!
terça-feira, 13 de março de 2018
Conseguimos fazer crescer força da nossa fraqueza?
"Por que somos infelizes? Somos infelizes porque não temos mais o nosso amor próprio. Somos infelizes porque já não acreditamos que somos um milagre especial, uma criação especial de Deus. Nós nos tornamos gado, números, cartões perfurados, escravos, moradores de gueto. Olhamos em nossos espelhos e já não vemos as qualidades divinas que antes eram tão evidentes. Perdemos a fé em nós mesmos. Evoluímos, realmente, tornando-nos os macacos nus sobre que Desmond Morris escreveu. (...) Emerson escreveu: 'Nossa força cresce da nossa fraqueza. A indignação que se arma com forças secretas não desperta até que sejamos alfinetados, mordidos e fortemente acusados. Quando o homem é oprimido, atormentado, derrotado, tem a oportunidade de aprender alguma coisa; é obrigado a usar seus recursos de espírito, sua virilidade, adquire fatos, aprende sobre sua ignorância, cura-se da insanidade da soberba, obtém moderação e real capacidade.'"
Nossa vida moderna trouxe muitas facilidades, mas ao mesmo tempo, tem criado pessoas ansiosas e depressivas. De algum modo a despersonalização e a auto suficiência do mundo moderno nos distancia do que é o primeiro mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas. Temos tantas coisas a nos distrair que achamos bobagem a conexão com o Criador. Isso traz infelicidade sem que a pessoa perceba. Ela acha que é feliz nas exterioridades e deixa de ver como está seu amor próprio. Não se sente mais uma criação de Deus. Existe muita insatisfação, as pessoas olham no espelho e dizem o que para si mesmas? Podemos nos olhar no espelho e nos orgulhar de quem somos? Podemos olhar no espelho e declararmos amor a nós mesmos? Amor próprio, olhar no espelho e dizer que se ama, apesar de tudo, porque ninguém é perfeito. Nós olhamos a nós mesmos, nosso interior, ou o exterior?
Olhamos no espelho e vemos alguém forte ou fraco? Podemos nos dizer para nós mesmos que nos orgulhamos de ter vencido tantas lutas, ou a luta de fato nos derrotou? Olhamos e vemos um perdedor, não um batalhador? Será que já não é hora de mudar esse ponto de vista?
Ao invés de olhar os obstáculos como barreiras que nos impedem e nos vencem, nos derrubam, por que não assumimos o ponto de vista de Emerson? Por que não enxergamos um vencedor? Aquele que ficou mais forte a cada batalha? Ao invés de reclamarmos dos desafios, por que não agradecer por que estamos nos fortalecendo? Por que não ver como o exercício que te fará mais forte?
O mesmo ensinou Jesus no Sermão da Montanha. Bem aventurados sois vós. São várias circunstâncias que o nosso mundo moderno pediria outra interpretação, pediria para reclamarmos e lamentarmos. Mas não o grande Mestre. Ele pediu para mudarmos o ponto de vista que qualquer daquelas situações nos enfraqueceriam. De maneira alguma situações difíceis enfraquecem alguém, são bênçãos futuras que nos fazem mais fortes e ainda mais merecedores do melhor. Elas só enfraquecem alguém que não consegue enxergar o quanto essas situações estão alargando nosso futuro.
Não queira nenhuma dificuldade e tenha um futuro estreito, murcho. Passe por todas as provações e tenha bênçãos incontáveis. Vale entender Mateus 5, versículos 3 a 12. Bem aventurados, nada de coitados, nada de vítimas. Jesus repele se fazer de vítimas. Jesus premia aqueles que tiram forças das fraquezas.
Nossa vida moderna trouxe muitas facilidades, mas ao mesmo tempo, tem criado pessoas ansiosas e depressivas. De algum modo a despersonalização e a auto suficiência do mundo moderno nos distancia do que é o primeiro mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas. Temos tantas coisas a nos distrair que achamos bobagem a conexão com o Criador. Isso traz infelicidade sem que a pessoa perceba. Ela acha que é feliz nas exterioridades e deixa de ver como está seu amor próprio. Não se sente mais uma criação de Deus. Existe muita insatisfação, as pessoas olham no espelho e dizem o que para si mesmas? Podemos nos olhar no espelho e nos orgulhar de quem somos? Podemos olhar no espelho e declararmos amor a nós mesmos? Amor próprio, olhar no espelho e dizer que se ama, apesar de tudo, porque ninguém é perfeito. Nós olhamos a nós mesmos, nosso interior, ou o exterior?
Olhamos no espelho e vemos alguém forte ou fraco? Podemos nos dizer para nós mesmos que nos orgulhamos de ter vencido tantas lutas, ou a luta de fato nos derrotou? Olhamos e vemos um perdedor, não um batalhador? Será que já não é hora de mudar esse ponto de vista?
Ao invés de olhar os obstáculos como barreiras que nos impedem e nos vencem, nos derrubam, por que não assumimos o ponto de vista de Emerson? Por que não enxergamos um vencedor? Aquele que ficou mais forte a cada batalha? Ao invés de reclamarmos dos desafios, por que não agradecer por que estamos nos fortalecendo? Por que não ver como o exercício que te fará mais forte?
O mesmo ensinou Jesus no Sermão da Montanha. Bem aventurados sois vós. São várias circunstâncias que o nosso mundo moderno pediria outra interpretação, pediria para reclamarmos e lamentarmos. Mas não o grande Mestre. Ele pediu para mudarmos o ponto de vista que qualquer daquelas situações nos enfraqueceriam. De maneira alguma situações difíceis enfraquecem alguém, são bênçãos futuras que nos fazem mais fortes e ainda mais merecedores do melhor. Elas só enfraquecem alguém que não consegue enxergar o quanto essas situações estão alargando nosso futuro.
Não queira nenhuma dificuldade e tenha um futuro estreito, murcho. Passe por todas as provações e tenha bênçãos incontáveis. Vale entender Mateus 5, versículos 3 a 12. Bem aventurados, nada de coitados, nada de vítimas. Jesus repele se fazer de vítimas. Jesus premia aqueles que tiram forças das fraquezas.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Achamos que podemos fazer melhor do que estamos fazendo agora?
"Porque todos nós sabemos que podemos ser melhores do que somos. Sim, é verdade que a maioria dos seres humanos não pode traduzir essa sensação oculta em palavras, mas houve alguma coisa implantada em cada ser humano, que o distancia por completo do reino animal. E este algo, quase uma segunda consciência, continua a nos fazer lembrar, nos momentos mais inesperados de nossa vida monótona que não estamos correspondendo ao nosso potencial. Mostra-se simplesmente lógico, portanto, que se sabemos que podemos fazer melhor, e não estamos fazendo melhor, se sabemos que podemos ganhar mais bem mundanos, e não os estamos ganhando, se sabemos que podemos ocupar um lugar mais difícil e de melhor salário, e não o ocupamos... Nesse caso não pensamos grande coisa sobre esse fracasso ambulante que leva o nosso nome. Pouco a pouco passamos a odiar essa pessoa."
O que Simon descreve nesse trecho do livro é falta de auto estima. Se achamos que podemos fazer melhor e não fazemos, é por falta de estima. Se não achamos que podemos fazer melhor, e por isso mesmo não fazemos, a auto estima está bem baixa mesmo, a pessoa nem acredita que poderia fazer melhor. É o tipo de pessoa que precisa realizar o maior milagre do mundo em si mesma.
Podemos estar melhor, não importa a area da vida escolhida, mesmo que seja uma pessoa sem ambição de bens mundanos. Minhas últimas metas tem sido inusitadas, mas com o sentido para o progresso de qualidade de vida e bem estar. Já tive a meta de respirar melhor e aprendi muito sobre respiração como a ensinada por Tony Robbins, em Poder sem Limites, como a respiração abdominal, pranayamas do Yoga. É mais fácil modificar a respiração do que minha mente e esta descoberta da fisiologia foi bem bacana, mude a respiração e mude sua mente. Mude a postura e mude sua mente, e há diversas outras formas em que algo físico reflete na mente. Já tive meta de diminuir o consumo desnecessário. Tive meta de diminuir o lixo que produzo, bem como os químicos que utilizo para deixar menos pegadas no planeta Terra. Tive meta de melhorar minha condição física consumindo menos agrotóxicos, aditivos, produtos químicos, corantes, conservantes e eliminando os remédios. Há várias maneiras de aperfeiçoamento e de sermos melhores do que somos no momento. Basta abrir a mente e a visão. E sabermos que não estamos prontos e podemos estar sempre motivados, sempre com uma novidade. Eu adquiri esses hábitos que foram metas e agora já estou com outras que facilmente se transformarão em hábitos se eu persistir.
Temos potencial ilimitado. Sei que Deus deu mais potencial para mim do que uso. Sei que ainda não estou correspondendo. Assim, continuo usando o que Deus me concedeu. É como um músculo, se não usamos, atrofia; se usamos, desenvolve. Seria uma ingratidão pelo presente lindo dado por Deus deixar atrofiar, deixar encostado como se nada valesse. Eu valorizo o que me foi concedido. E seria bom se mais pessoas valorizassem a bênção que foi dada.
O maior milagre do mundo é incentivar quem encostou esse presente de potencial. É motivar a pessoa que encostou seu potencial. Que pode até deixar atrofiar por não saber como usar todo seu potencial e fazer o melhor com ele. Respondendo sinceramente, a maioria das pessoas sabe que não usa seu potencial. Eu sou a primeira.
Como coach, tenho feito ofertas especiais para pessoas elaborarem um plano de ação para emagrecerem, ou para passarem em um concurso público. Sei que muitos poderiam fazê-lo e no fundo querem emagrecer, querem passar num concurso público, querem alcançar outras metas. Será que elas pensam que podem? Ou será que pensam que não podem? Elas acreditam que podem fazer melhor do que estão fazendo?
Infelizmente a maioria perdeu a auto estima. Querem passar num concurso público, principalmente numa época com tantos desempregados, querem ser concursados, afinal é um sonho de várias pessoas. Se quer e não tenta, o que teria na programação dessa pessoa? Ela recebeu programas do tipo: "Sou capaz, vou fazer o plano de ação e conseguir". Ou recebeu programa do tipo: "Nem vou tentar, sei que não vou conseguir, não tenho potencial para isso". Se recebeu o segundo tipo de programa, não está pensando grande coisa sobre si mesmo. E está odiando a si mesmo. Como resgatar essa auto estima? Como realizar esse milagre? Em primeiro lugar a pessoa tem que querer realizar o milagre em si. Tudo começa de um compromisso com a própria pessoa.
O que Simon descreve nesse trecho do livro é falta de auto estima. Se achamos que podemos fazer melhor e não fazemos, é por falta de estima. Se não achamos que podemos fazer melhor, e por isso mesmo não fazemos, a auto estima está bem baixa mesmo, a pessoa nem acredita que poderia fazer melhor. É o tipo de pessoa que precisa realizar o maior milagre do mundo em si mesma.
Podemos estar melhor, não importa a area da vida escolhida, mesmo que seja uma pessoa sem ambição de bens mundanos. Minhas últimas metas tem sido inusitadas, mas com o sentido para o progresso de qualidade de vida e bem estar. Já tive a meta de respirar melhor e aprendi muito sobre respiração como a ensinada por Tony Robbins, em Poder sem Limites, como a respiração abdominal, pranayamas do Yoga. É mais fácil modificar a respiração do que minha mente e esta descoberta da fisiologia foi bem bacana, mude a respiração e mude sua mente. Mude a postura e mude sua mente, e há diversas outras formas em que algo físico reflete na mente. Já tive meta de diminuir o consumo desnecessário. Tive meta de diminuir o lixo que produzo, bem como os químicos que utilizo para deixar menos pegadas no planeta Terra. Tive meta de melhorar minha condição física consumindo menos agrotóxicos, aditivos, produtos químicos, corantes, conservantes e eliminando os remédios. Há várias maneiras de aperfeiçoamento e de sermos melhores do que somos no momento. Basta abrir a mente e a visão. E sabermos que não estamos prontos e podemos estar sempre motivados, sempre com uma novidade. Eu adquiri esses hábitos que foram metas e agora já estou com outras que facilmente se transformarão em hábitos se eu persistir.
Temos potencial ilimitado. Sei que Deus deu mais potencial para mim do que uso. Sei que ainda não estou correspondendo. Assim, continuo usando o que Deus me concedeu. É como um músculo, se não usamos, atrofia; se usamos, desenvolve. Seria uma ingratidão pelo presente lindo dado por Deus deixar atrofiar, deixar encostado como se nada valesse. Eu valorizo o que me foi concedido. E seria bom se mais pessoas valorizassem a bênção que foi dada.
O maior milagre do mundo é incentivar quem encostou esse presente de potencial. É motivar a pessoa que encostou seu potencial. Que pode até deixar atrofiar por não saber como usar todo seu potencial e fazer o melhor com ele. Respondendo sinceramente, a maioria das pessoas sabe que não usa seu potencial. Eu sou a primeira.
Como coach, tenho feito ofertas especiais para pessoas elaborarem um plano de ação para emagrecerem, ou para passarem em um concurso público. Sei que muitos poderiam fazê-lo e no fundo querem emagrecer, querem passar num concurso público, querem alcançar outras metas. Será que elas pensam que podem? Ou será que pensam que não podem? Elas acreditam que podem fazer melhor do que estão fazendo?
Infelizmente a maioria perdeu a auto estima. Querem passar num concurso público, principalmente numa época com tantos desempregados, querem ser concursados, afinal é um sonho de várias pessoas. Se quer e não tenta, o que teria na programação dessa pessoa? Ela recebeu programas do tipo: "Sou capaz, vou fazer o plano de ação e conseguir". Ou recebeu programa do tipo: "Nem vou tentar, sei que não vou conseguir, não tenho potencial para isso". Se recebeu o segundo tipo de programa, não está pensando grande coisa sobre si mesmo. E está odiando a si mesmo. Como resgatar essa auto estima? Como realizar esse milagre? Em primeiro lugar a pessoa tem que querer realizar o milagre em si. Tudo começa de um compromisso com a própria pessoa.
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