"Simon não acreditava que se devesse continuar trabalhando em emprego que nos causasse infelicidade ou sofrimento. Citava Faukner, a fim de reforçar tal argumentação, tentando imitar o sotaque sulino do grande escritor: 'Um dos aspectos mais tristes da vida é que a única coisa que podemos fazer, por oito horas diárias, dia após dia, é trabalhar. Não podemos comer por 8 horas diárias, nem beber por 8 horas diárias, nem amar por 8 horas diárias... tudo que podemos fazer por 8 horas é trabalhar. E aí está o motivo pelo qual o homem traz infelicidade e sofrimento para si próprio e para os demais." Em seguida, a fim de resumir essa preleção, ele repetia sua observação que o trabalho que torna alguém infeliz deve ser abandonado."
Não é o primeiro autor que fala sobre as 8 horas diárias do trabalho. Mary Kay Ash também comenta em Milagres que Acontecem, livro que já foi objeto de reflexão nesse blog. Como será nossa programação mental sobre o trabalho? Que basta ser pago? Que não precisa ser prazeroso? Que programas instalaram em nossa mente e quais programas temos nós instalado? Pensamos que é bom ser sexta-feira e o domingo é um sofrimento? Não deveria ser assim de acordo com o personagem de Og.
Numa das sessões de coaching há a pergunta: "Qual o seu sentimento durante seu caminho para o trabalho?" Eu tenho um sentimento muito bom, estou bem feliz e ele fica melhor ainda porque vou caminhando, é perto. Em nenhum momento penso que é ruim, que não gostaria de chegar lá. Não foi sempre assim, não era por causa do trabalho em si, mas por causa da minha assediadora. Mudanças são boas. Não precisamos necessariamente trocar o tipo de trabalho, mas sempre temos escolhas, mesmo que elas demorem um pouco e tenhamos que nos preparar e planejar primeiro.
Infelizmente a programação mental de algumas pessoas é que trabalho é ruim e temos que aguentar qualquer situação, pois precisamos pagar as contas. Por que não mudar um pouco essa programação? Podemos ter um bom trabalho E podemos pagar a contas, uma coisa não exclui a outra. Se dissermos isso para nós mesmos estaremos focando em soluções. Se tivermos essa programação mental de trabalho ligado a felicidade, seremos muito mais felizes.
Talvez essa pessoa insatisfeita tenha que permanecer mais um tempo enquanto faz um curso, guarda uma economia, se prepara para uma nova etapa. Mas deve ter sempre em mente que pode fazer do inferno um céu se focar no que é positivo no local. Talvez goste do que faz, é apenas uma pessoa. Talvez tenha outros colegas que valem a pena. Não é a situação externa, mas como reagimos a ela, então sempre poderemos enxergar com bons olhos enquanto nos preparamos para uma etapa mais plena.
Ouvi uma entrevista de uma mulher que foi assediada pelo seu superior. Como ela amava o que fazia, simplesmente mudou de empresa. Requer coragem para sair da zona de conforto, mas que paz!!! Hoje ela vive uma vida plena. Plenitude é uma sensação muito boa. A habilidade de fazer do inferno um céu não faz com que sejamos acomodados. José fez do inferno da prisão um céu, mas saiu de lá, foi ser governador do Egito. Demorou um tempo, foi requerido que ele ficasse um tempo como escravo e outro tempo mais como prisioneiro, mas com certeza a posição que ele amou foi como governador. Nessa posição ele usou melhor as habilidades dele de forma plena. Nesta posição ele salvou o povo dele de morrer pela fome. Essa posição tinha um propósito.
Portanto, não importa a posição ou o salário, importa que consigamos enxergar o propósito e fazer com amor. Há uma estória de três pedreiros, um menino pergunta para o primeiro o que ele estava fazendo e ele diz que estava misturando massa. O segundo diz que estava construindo um muro. O terceiro disse com satisfação que estava construindo uma catedral. O terceiro vê um propósito no que faz e reconhece a importância dele no mundo, por isso está satisfeito. De novo, não é nada externo, mas como interpretamos o que temos.
sexta-feira, 9 de março de 2018
quinta-feira, 8 de março de 2018
Quais as escolhas que temos feito?
"Allen afirmou: 'O homem é feito ou desfeito por si mesmo; também modela as ferramentas com as quais constrói para si mansões celestiais de alegria, força e paz. Pela escolha certa e aplicação verdadeira do pensamento, o homem escala a perfeição divina.' Senhor Og, observe essas palavras, 'pela escolha certa'. Elas são a pedra fundamental de uma vida feliz e talvez, em alguma outra ocasião, permita que eu me estenda sobre elas."
No livro, Simon conversa com Og Mandino mostrando como o homem pode construir sua própria felicidade ou infelicidade pelas suas escolhas. É o pensamento que constrói armas que destroem a si próprio. O suicídio é um exemplo de como o homem destrói a si mesmo. Tudo começa no pensamento. O que um suicida teria escolhido instalar de programas em sua mente? Quando criança, não foi escolha, ele já veio com alguns programas instalados pelos pais, escola, sociedade em geral. A partir do momento que teve discernimento, coube a ele desinstalar alguns programas e instalar outros. Teria ele escolhido não desinstalar nada que fosse tóxico? Talvez existia alguns vírus na maquina dele. Poderia ter escolhido ter tirado esse vírus e ainda instalado um antivírus contra todo o programa destrutivo. Poderia ter escolhido instalar programas benéficos e significativos. Poderia ter feito trabalho voluntário, ajudado outras pessoas ao invés de se sentir inútil. Sei que não é tão simples assim. Mas com certeza as escolhas dele o destruiu. Poderia ter escolhido terapia. Poderia ter escolhido fazer uma auto reflexão profunda.
Na maioria das vezes não é grave como um suicídio, a destruição pode ser psicológica ou física num grau mais suave. A pessoa que fuma ingere mais de 4 mil substâncias tóxicas. Que programa foi instalado na mente do fumante para ele se auto destruir? Como desinstalar esse programa e colocar outro que ao invés de prejudicar a saúde faça com que tenha mais saúde ainda? São escolhas. Talvez ele não tenha instalado na mente um programa que mostre o quão prejudicial é o fumo. Talvez não tenha um programa de bem estar e saúde instalado na mente. Mas ainda pode instalar.
É na mente que o homem modela ferramentas que constroem mansões. O homem pode construir alegria, força e paz. Há pessoas fantásticas que foram abusadas quando crianças, que foram miseráveis e experimentaram todo o tipo de dificuldade que jamais vamos experimentar em vida. O computador delas estavam cheios de vírus que estavam destruindo todo o sistema. E então, foi instalado um programa na mente dessas pessoas que as habilitou a modelar ferramentas. As ferramentas foram construindo uma nova vida. E então foram sendo deletados os vírus e instalados mais programas positivos que possibilitaram construir vida em abundância.
Ao contrário do suicida que procura a morte, essas pessoas fizeram escolhas por mais vida. Não uma semi vida, mas uma super vida, cheia de satisfação. Os pensamentos constroem cada vez mais vida boa para essas pessoas. Elas têm uma vida que muitos invejam e gostariam de ter, principalmente no que o dinheiro não pode comprar, pois são o mais valioso que temos, que a ferrugem não corrói e os ladrões não roubam. Muitos suicidas eram ricos e famosos, o que comprova que o pensamento destrói, a falta de paz destrói. E a escolha certa constrói.
Ao invés de drogas, substâncias nocivas ao corpo, essas pessoas com vida em abundância escolhem um estilo de vida saudável. Faz pouco tempo ouvi uma capitã do corpo de bombeiros, ela estava sendo entrevistada em virtude da comemoração do Dia internacional da mulher. Ela não come nada embalado. Que escolha! Ela não se intoxica com substâncias nocivas, valoriza muito o organismo dela. Concordo plenamente que corantes e conservantes e um tanto de outros químicos dos processados e super processados deveriam ser consumidos com cuidado. Minha meta do ano passado foi diminuir os processados e super processados, pois julgo ser uma escolha por vida, por saúde plena. Eu escolho ficar longe de tudo que é tóxico, artificial e que não foi dado pela natureza.
Que as mulheres saibam fazer escolhas que constroem, que possam instalar programas nas suas mentes que as habilite a modelar ferramentas para construir o melhor!!!
No livro, Simon conversa com Og Mandino mostrando como o homem pode construir sua própria felicidade ou infelicidade pelas suas escolhas. É o pensamento que constrói armas que destroem a si próprio. O suicídio é um exemplo de como o homem destrói a si mesmo. Tudo começa no pensamento. O que um suicida teria escolhido instalar de programas em sua mente? Quando criança, não foi escolha, ele já veio com alguns programas instalados pelos pais, escola, sociedade em geral. A partir do momento que teve discernimento, coube a ele desinstalar alguns programas e instalar outros. Teria ele escolhido não desinstalar nada que fosse tóxico? Talvez existia alguns vírus na maquina dele. Poderia ter escolhido ter tirado esse vírus e ainda instalado um antivírus contra todo o programa destrutivo. Poderia ter escolhido instalar programas benéficos e significativos. Poderia ter feito trabalho voluntário, ajudado outras pessoas ao invés de se sentir inútil. Sei que não é tão simples assim. Mas com certeza as escolhas dele o destruiu. Poderia ter escolhido terapia. Poderia ter escolhido fazer uma auto reflexão profunda.
Na maioria das vezes não é grave como um suicídio, a destruição pode ser psicológica ou física num grau mais suave. A pessoa que fuma ingere mais de 4 mil substâncias tóxicas. Que programa foi instalado na mente do fumante para ele se auto destruir? Como desinstalar esse programa e colocar outro que ao invés de prejudicar a saúde faça com que tenha mais saúde ainda? São escolhas. Talvez ele não tenha instalado na mente um programa que mostre o quão prejudicial é o fumo. Talvez não tenha um programa de bem estar e saúde instalado na mente. Mas ainda pode instalar.
É na mente que o homem modela ferramentas que constroem mansões. O homem pode construir alegria, força e paz. Há pessoas fantásticas que foram abusadas quando crianças, que foram miseráveis e experimentaram todo o tipo de dificuldade que jamais vamos experimentar em vida. O computador delas estavam cheios de vírus que estavam destruindo todo o sistema. E então, foi instalado um programa na mente dessas pessoas que as habilitou a modelar ferramentas. As ferramentas foram construindo uma nova vida. E então foram sendo deletados os vírus e instalados mais programas positivos que possibilitaram construir vida em abundância.
Ao contrário do suicida que procura a morte, essas pessoas fizeram escolhas por mais vida. Não uma semi vida, mas uma super vida, cheia de satisfação. Os pensamentos constroem cada vez mais vida boa para essas pessoas. Elas têm uma vida que muitos invejam e gostariam de ter, principalmente no que o dinheiro não pode comprar, pois são o mais valioso que temos, que a ferrugem não corrói e os ladrões não roubam. Muitos suicidas eram ricos e famosos, o que comprova que o pensamento destrói, a falta de paz destrói. E a escolha certa constrói.
Ao invés de drogas, substâncias nocivas ao corpo, essas pessoas com vida em abundância escolhem um estilo de vida saudável. Faz pouco tempo ouvi uma capitã do corpo de bombeiros, ela estava sendo entrevistada em virtude da comemoração do Dia internacional da mulher. Ela não come nada embalado. Que escolha! Ela não se intoxica com substâncias nocivas, valoriza muito o organismo dela. Concordo plenamente que corantes e conservantes e um tanto de outros químicos dos processados e super processados deveriam ser consumidos com cuidado. Minha meta do ano passado foi diminuir os processados e super processados, pois julgo ser uma escolha por vida, por saúde plena. Eu escolho ficar longe de tudo que é tóxico, artificial e que não foi dado pela natureza.
Que as mulheres saibam fazer escolhas que constroem, que possam instalar programas nas suas mentes que as habilite a modelar ferramentas para construir o melhor!!!
quarta-feira, 7 de março de 2018
Você escolhe o que coloca na sua mente?
"O homem está comparando a mente que tem a um computador, mas suas conclusões são as mesmas que Sêneca e outros. Os que trabalham com computadores têm uma expressão, na verdade um acrostico, LELS, 'lixo entra, lixo sai'. Se alguém puser informações defeituosos em um computador, resultarão respostas defeituosas. O mesmo acontece com nossas mentes... quer estejamos pensando em termos de um jardim ou de um computador sofisticado. É colocar material negativo... e será o que colheremos. Por outro lado, se programarmos, ou plantarmos, pensamentos belos, positivos e corretos, e idéias de qualidade, será o que colheremos. A coisa é simples, como vê. Podemos realmente tornarmos-nos o que estamos pensando. Aquilo que o homem pensa no coração, eis o que ele é."
Mais um trecho de Og Mandino. Este usa a metáfora do computador. Fazemos essa escolha de lixo entra, lixo sai? Sem dúvida, existe muito lixo por aí e precisamos proteger a memória. Estou na luta contra o assédio moral, porque muito lixo estraga a memória da pessoa. Pensa nos danos causados à memória de uma pessoa assediada constantemente. Sua auto estima vai embora, porque estão colocando nele uma programação ruim, que a pessoa não pode se expressar, que ela não tem valor, que pode ser assediada e tem que aceitar, por ter valor menor que outros. No começo, pode ser até que a pessoa consiga fazer o lixo sair, mas uma avalanche de programação para colocar a auto estima de alguém para baixo causa muito prejuízo à memória. E finalmente a pessoa fica programada a acreditar que não vale nada. Estraga toda a vida da pessoa, resvalando para outras áreas da vida.
Assim também somos desde nossa infância. Recebemos várias programações e agimos de acordo com elas. Crianças que cresceram em lares onde os pais brigavam entre si e com elas foram programadas para achar isso normal, vai repetir a programação ao longo da vida. Crianças que cresceram em lares saudáveis e amorosos vão repetir a programação, achando normal relações saudáveis e amorosas.
Não percebemos, mas nossa vida é essa programação que recebemos ao longo da vida. Esse programa roda sem que nos demos conta. Quem cresceu com incentivo dos pais, mostrando que são capazes, acreditam em seu potencial. Crianças que receberam a programação que eram burros e incapazes, agirão de acordo com esse pensamento.
Graças a Deus nosso cérebro apresenta neuroplastia, isto é, ele se modifica, sendo possível a nós mudarmos nossas programações. Se detectarmos qualquer pensamento inútil, não podemos nos culpar, porque esses pensamentos são automáticos, fruto da nossa vivência até então. No entanto, podemos colocar um programa melhor. Graças a Deus que nos fez à sua semelhança. Assim, podemos colocar os pensamentos corretos para o que temos como ideal de vida, não nos conformando com a programação anterior.
Eu gosto muito de ler a Bíblia porque Deus nos deu um modelo perfeito: Jesus. Minha meta para esse ano é entender a mente de Cristo. Com certeza ele nos ensina os programas perfeitos. Não é religiosidade, até a ciência se maravilha perante o "programa" que ele deixou. Augusto Cury, que é médico psiquiatra pós graduado em psicologia, ficou maravilhado. Ele era ateu quando começou a estudar Jesus, apenas como material de estudo. Depois de estudar, transformou-se em cristão. Ele estudou as reações de Jesus perante as situações, o que ele falou, o que ensinou e se rendeu. De fato é um "programa" que leva qualquer um a ter uma vida feliz e em paz. Ele lançou sementes que faz da terra árida um jardim florido.
Eu escolho a mente de Cristo e quero muito colocar as sementes dele no jardim da minha mente. Sei que ainda tenho ervas daninhas a tirar, mas vou aprendendo com ele. E o conhecimento do que ele ensinou é que estou colocando em minha mente. Considero uma das melhores metas que já coloquei para mim mesma. Estou investindo em minha mente.
Mais um trecho de Og Mandino. Este usa a metáfora do computador. Fazemos essa escolha de lixo entra, lixo sai? Sem dúvida, existe muito lixo por aí e precisamos proteger a memória. Estou na luta contra o assédio moral, porque muito lixo estraga a memória da pessoa. Pensa nos danos causados à memória de uma pessoa assediada constantemente. Sua auto estima vai embora, porque estão colocando nele uma programação ruim, que a pessoa não pode se expressar, que ela não tem valor, que pode ser assediada e tem que aceitar, por ter valor menor que outros. No começo, pode ser até que a pessoa consiga fazer o lixo sair, mas uma avalanche de programação para colocar a auto estima de alguém para baixo causa muito prejuízo à memória. E finalmente a pessoa fica programada a acreditar que não vale nada. Estraga toda a vida da pessoa, resvalando para outras áreas da vida.
Assim também somos desde nossa infância. Recebemos várias programações e agimos de acordo com elas. Crianças que cresceram em lares onde os pais brigavam entre si e com elas foram programadas para achar isso normal, vai repetir a programação ao longo da vida. Crianças que cresceram em lares saudáveis e amorosos vão repetir a programação, achando normal relações saudáveis e amorosas.
Não percebemos, mas nossa vida é essa programação que recebemos ao longo da vida. Esse programa roda sem que nos demos conta. Quem cresceu com incentivo dos pais, mostrando que são capazes, acreditam em seu potencial. Crianças que receberam a programação que eram burros e incapazes, agirão de acordo com esse pensamento.
Graças a Deus nosso cérebro apresenta neuroplastia, isto é, ele se modifica, sendo possível a nós mudarmos nossas programações. Se detectarmos qualquer pensamento inútil, não podemos nos culpar, porque esses pensamentos são automáticos, fruto da nossa vivência até então. No entanto, podemos colocar um programa melhor. Graças a Deus que nos fez à sua semelhança. Assim, podemos colocar os pensamentos corretos para o que temos como ideal de vida, não nos conformando com a programação anterior.
Eu gosto muito de ler a Bíblia porque Deus nos deu um modelo perfeito: Jesus. Minha meta para esse ano é entender a mente de Cristo. Com certeza ele nos ensina os programas perfeitos. Não é religiosidade, até a ciência se maravilha perante o "programa" que ele deixou. Augusto Cury, que é médico psiquiatra pós graduado em psicologia, ficou maravilhado. Ele era ateu quando começou a estudar Jesus, apenas como material de estudo. Depois de estudar, transformou-se em cristão. Ele estudou as reações de Jesus perante as situações, o que ele falou, o que ensinou e se rendeu. De fato é um "programa" que leva qualquer um a ter uma vida feliz e em paz. Ele lançou sementes que faz da terra árida um jardim florido.
Eu escolho a mente de Cristo e quero muito colocar as sementes dele no jardim da minha mente. Sei que ainda tenho ervas daninhas a tirar, mas vou aprendendo com ele. E o conhecimento do que ele ensinou é que estou colocando em minha mente. Considero uma das melhores metas que já coloquei para mim mesma. Estou investindo em minha mente.
terça-feira, 6 de março de 2018
No jardim da sua mente tem flores ou ervas daninhas?
"Por séculos sem conta o homem comparou a sua mente a um jardim. Sêneca disse que a terra, por rica que fosse, não poderia ser produtiva sem o cultivo, e tampouco a nossa mente o poderia fazer. Sir Joshua Reynolds afirmou que nossa mente era, apenas, terreno estéril, logo esgotado e improdutivo, a menos que fosse constantemente adubada com novas idéias. E James Allen, em seu clássico monumental, Como um homem pensa, afirmou que a mente do homem era como um jardim que pode ser inteligentemente cultivado ou deixado às ervas, mas, quer cultivado ou negligenciado, produziria. Se nenhuma semente útil fosse plantada nesse caso uma abundância de ervas inúteis cairia na terra e os resultados seriam plantas erradas, inúteis, daninhas e impuras. Em outras palavras, tudo aquilo que deixarmos entrar em nossas mentes sempre dará fruto."
Esse trecho do livro de Mandino é sensacional. As flores na nossa mente são os pensamentos que nos beneficiam, que trazem paz de espírito. As ervas daninhas são os pensamentos que tiram nossa paz de espírito. Paz é algo que muitos procuram. Dinheiro nenhum no mundo compra a paz de espírito.
Portanto, achar que a paz está no mundo externo é um completo equívoco. Ninguém nos tira a paz. Nós é que deixamos nos perturbar porque o jardim da nossa mente está cheio de ervas daninhas. São os pensamentos acerca do existe no exterior que nos perturba. E podemos mudar isso, basta que arranquemos as ervas e plantem os flores. Isso significa substituir os pensamentos que nos perturbam por pensamentos que trazem paz.
É uma questão de cultivo, como ensina Sêneca. Deus nos deu um cérebro perfeito, o que planto nele é que determina minha felicidade. Cultivo exige tempo e dedicação. Estamos reservando um tempo para ter pensamentos-flor? Ou estamos no piloto automático e deixando crescer pensamentos erva daninha? James Allen disse que se negligenciamos cresceria ervas daninhas.
Reynolds ressalta que devemos adubar a mente com novas idéias. Temos feito isso ou nossa mente é estéril? Não tem crescido nada nesse terreno?
Então vamos ao exemplo do trânsito. Duas pessoas passam pela mesma situação, um estraga seu dia e o outro passa tranquilo. A situação externa foi a mesma, o que muda é o jardim onde esta situação vai parar.
No jardim daquele que brigou no trânsito tem ervas daninhas, pensamentos perturbadores, que o prejudicam. Ele briga, xinga, fica nervoso, faz mal para a própria saúde e perde a paz, que aliás não tem verdadeiramente. Depois ele chega nervoso no trabalho e desconta nos colegas. Tem um dia terrível e desconta na esposa e nos filhos. Fica revendo mentalmente a situação e não consegue dormir. Como dormiu mal a noite tem um novo dia de estresse em que perde a paciência por pequenas coisas e interpreta tudo como pessoal.
No jardim daquele que nem se abalou com o incidente no trânsito há flores. Ele logo pensa que não é pessoal. Chega até a imaginar porque o fecharam. Pode ser um iniciante sem experiência, ou essa pessoa pode estar distraída diante de uma problema sério. Quem tem flores na mente até agradece por não ter o mesmo problema daquele que o fechou no trânsito. Por que ele age assim? Porque andou plantando flores, adubando o jardim da mente com idéias de paz, não de mal.
Por que o estressado age assim? Porque não prestou atenção ao que vinha à mente e deixou as ervas daninhas proliferarem. Não as arrancou, pois nem percebeu. Nem percebeu que tipo de pensamentos vinha cultivando. Mas pode mudar isso. Pode iniciar a limpeza nesse jardim. Pode arrancar as ervas daninhas e plantar flores. Nunca é tarde demais. Um terreno muito mal cuidado exigirá certo esforço, levará algum tempo, mas se ele se focar no progresso, um dia as ervas daninhas vão embora e finalmente ele terá paz.
Que tenhamos o cuidado de arrancar as ervas daninhas da nossa mente, toda vez que ela insistir em aparecer no nosso jardim. Que tenhamos pensamentos de paz.
Esse trecho do livro de Mandino é sensacional. As flores na nossa mente são os pensamentos que nos beneficiam, que trazem paz de espírito. As ervas daninhas são os pensamentos que tiram nossa paz de espírito. Paz é algo que muitos procuram. Dinheiro nenhum no mundo compra a paz de espírito.
Portanto, achar que a paz está no mundo externo é um completo equívoco. Ninguém nos tira a paz. Nós é que deixamos nos perturbar porque o jardim da nossa mente está cheio de ervas daninhas. São os pensamentos acerca do existe no exterior que nos perturba. E podemos mudar isso, basta que arranquemos as ervas e plantem os flores. Isso significa substituir os pensamentos que nos perturbam por pensamentos que trazem paz.
É uma questão de cultivo, como ensina Sêneca. Deus nos deu um cérebro perfeito, o que planto nele é que determina minha felicidade. Cultivo exige tempo e dedicação. Estamos reservando um tempo para ter pensamentos-flor? Ou estamos no piloto automático e deixando crescer pensamentos erva daninha? James Allen disse que se negligenciamos cresceria ervas daninhas.
Reynolds ressalta que devemos adubar a mente com novas idéias. Temos feito isso ou nossa mente é estéril? Não tem crescido nada nesse terreno?
Então vamos ao exemplo do trânsito. Duas pessoas passam pela mesma situação, um estraga seu dia e o outro passa tranquilo. A situação externa foi a mesma, o que muda é o jardim onde esta situação vai parar.
No jardim daquele que brigou no trânsito tem ervas daninhas, pensamentos perturbadores, que o prejudicam. Ele briga, xinga, fica nervoso, faz mal para a própria saúde e perde a paz, que aliás não tem verdadeiramente. Depois ele chega nervoso no trabalho e desconta nos colegas. Tem um dia terrível e desconta na esposa e nos filhos. Fica revendo mentalmente a situação e não consegue dormir. Como dormiu mal a noite tem um novo dia de estresse em que perde a paciência por pequenas coisas e interpreta tudo como pessoal.
No jardim daquele que nem se abalou com o incidente no trânsito há flores. Ele logo pensa que não é pessoal. Chega até a imaginar porque o fecharam. Pode ser um iniciante sem experiência, ou essa pessoa pode estar distraída diante de uma problema sério. Quem tem flores na mente até agradece por não ter o mesmo problema daquele que o fechou no trânsito. Por que ele age assim? Porque andou plantando flores, adubando o jardim da mente com idéias de paz, não de mal.
Por que o estressado age assim? Porque não prestou atenção ao que vinha à mente e deixou as ervas daninhas proliferarem. Não as arrancou, pois nem percebeu. Nem percebeu que tipo de pensamentos vinha cultivando. Mas pode mudar isso. Pode iniciar a limpeza nesse jardim. Pode arrancar as ervas daninhas e plantar flores. Nunca é tarde demais. Um terreno muito mal cuidado exigirá certo esforço, levará algum tempo, mas se ele se focar no progresso, um dia as ervas daninhas vão embora e finalmente ele terá paz.
Que tenhamos o cuidado de arrancar as ervas daninhas da nossa mente, toda vez que ela insistir em aparecer no nosso jardim. Que tenhamos pensamentos de paz.
segunda-feira, 5 de março de 2018
Sua mente faz do céu um inferno ou um inferno do céu?
"O Dr. Karl Menniger escreveu que a mente humana é muito mais do que a bolsinha de truques do cérebro. Na verdade, é toda a personalidade, formada pelos instintos de um ser humano, seus hábitos, recordações, órgãos, músculos e sensações, tudo passando por um processo de mudança constante.
A mim agrada mais o que Milton escreveu sobre a mente. 'A mente é o seu próprio lugar, e em si pode fazer um céu do inferno e um inferno do céu'. Nossa mente é a maior criação na terra e pode gerar a felicidade mais sublime para seu possuidor... ou pode destruí-lo. No entanto, embora tenhamos recebido o segredo de como controlá-la, para nossa felicidade e benefício, continuamos a funcionar inteiramente ignorantes de seu potencial, como o mais estúpido dos animais."
Og Mandino segue com o que Simon aprendeu de seus livros. Menniger ensina sobre a mente humana algo muito óbvio, mas que muitas vezes esquecemos, ou não damos conta na correria diária. Este é o segredo porque pessoas diferentes reagem de maneiras diferentes à mesma situação. Não é a situação diferente, é a mente do indivíduo. Um se estressa no trânsito, enquanto outro na mesma situação nem se abala. Um leva um mau humor do trânsito para seu dia inteiro, enquanto o outro permanece tranquilo. A mente de José, que foi vendido como escravo por seus irmãos, é muito diferente da maioria das pessoas. Permaneceu inalterado, foi correto e compensado como o segundo no Egito, só atrás do Faraó. Tinha poder para se vingar dos irmãos, mas não o fez. A personalidade dele, instinto, hábito, recordações, órgãos, músculos e sensações não é como a da maioria. Mas como a mente está sempre mudando, podemos modelar José, podemos aprender esse perdão, mesmo para atos tão cruéis.
Se José fosse pessimista, faria dessa situação um inferno, ficaria revoltado e Deus jamais poderia ter usado sua vida para abençoar tantas pessoas que foram salvas da fome por uma interpretação de sonho que José fez para o Faraó. Mesmo como escravo, José era otimista. Por recusar as tentativas de sedução da mulher do seu senhor, foi preso, pois ela foi dissimulada e o acusou de estar tentando assedia-la. Uma grande injustiça, poderia então se revoltar contra Deus, não o fez, continuou com seu comportamento impecável na prisão. Estava no inferno da prisão, mas fez dela um céu, interpretou um sonho que o fez lembrado depois. Ele gerou felicidade num momento de tormenta. Ele não deixou ser destruído por ter sido vendido como escravo por causa da inveja dos irmãos. Não deixou ser destruído por ter sido preso justamente por ser honesto.
Será que no fundo do seu ser José não se questionava sobre tamanha injustiça? Será que ele não quis gritar e amaldiçoar? Talvez. Ele foi humano como cada um de nós. E todos sabemos o quão difícil é passar por injustiça, tanto que passamos por muito menos do que José e falhamos em nos controlar. Quem nunca?
A diferença é que José soube manter a calma nas tormentas, controlou seus pensamentos para fazer do inferno um céu.
Milton menciona sobre o segredo de controlar a mente. Não são as situações externas que trazem felicidade ou nos destroem, é nossa capacidade de reação ao acontecimento, assim como reagiu José. Se não controlamos a nossa mente, somos iguais a um animal. De maneira alguma quero depreciar os animais. Trata-se da racionalidade do homem, do poder de analisar, decidir, ao invés de agir instintivamente. Quem não vai pelos instintos controla sua mente e assim faz do inferno um céu. Tudo é perspectiva, como eu enxergo a situação. Que Deus nos dê a visão de José. Não nos dê a visão dos murmuradores que andaram anos no Egito, procurando viver instintivamente ao invés de ver racionalmente que estavam rumando para uma Terra abundante de bênçãos.
A mim agrada mais o que Milton escreveu sobre a mente. 'A mente é o seu próprio lugar, e em si pode fazer um céu do inferno e um inferno do céu'. Nossa mente é a maior criação na terra e pode gerar a felicidade mais sublime para seu possuidor... ou pode destruí-lo. No entanto, embora tenhamos recebido o segredo de como controlá-la, para nossa felicidade e benefício, continuamos a funcionar inteiramente ignorantes de seu potencial, como o mais estúpido dos animais."
Og Mandino segue com o que Simon aprendeu de seus livros. Menniger ensina sobre a mente humana algo muito óbvio, mas que muitas vezes esquecemos, ou não damos conta na correria diária. Este é o segredo porque pessoas diferentes reagem de maneiras diferentes à mesma situação. Não é a situação diferente, é a mente do indivíduo. Um se estressa no trânsito, enquanto outro na mesma situação nem se abala. Um leva um mau humor do trânsito para seu dia inteiro, enquanto o outro permanece tranquilo. A mente de José, que foi vendido como escravo por seus irmãos, é muito diferente da maioria das pessoas. Permaneceu inalterado, foi correto e compensado como o segundo no Egito, só atrás do Faraó. Tinha poder para se vingar dos irmãos, mas não o fez. A personalidade dele, instinto, hábito, recordações, órgãos, músculos e sensações não é como a da maioria. Mas como a mente está sempre mudando, podemos modelar José, podemos aprender esse perdão, mesmo para atos tão cruéis.
Se José fosse pessimista, faria dessa situação um inferno, ficaria revoltado e Deus jamais poderia ter usado sua vida para abençoar tantas pessoas que foram salvas da fome por uma interpretação de sonho que José fez para o Faraó. Mesmo como escravo, José era otimista. Por recusar as tentativas de sedução da mulher do seu senhor, foi preso, pois ela foi dissimulada e o acusou de estar tentando assedia-la. Uma grande injustiça, poderia então se revoltar contra Deus, não o fez, continuou com seu comportamento impecável na prisão. Estava no inferno da prisão, mas fez dela um céu, interpretou um sonho que o fez lembrado depois. Ele gerou felicidade num momento de tormenta. Ele não deixou ser destruído por ter sido vendido como escravo por causa da inveja dos irmãos. Não deixou ser destruído por ter sido preso justamente por ser honesto.
Será que no fundo do seu ser José não se questionava sobre tamanha injustiça? Será que ele não quis gritar e amaldiçoar? Talvez. Ele foi humano como cada um de nós. E todos sabemos o quão difícil é passar por injustiça, tanto que passamos por muito menos do que José e falhamos em nos controlar. Quem nunca?
A diferença é que José soube manter a calma nas tormentas, controlou seus pensamentos para fazer do inferno um céu.
Milton menciona sobre o segredo de controlar a mente. Não são as situações externas que trazem felicidade ou nos destroem, é nossa capacidade de reação ao acontecimento, assim como reagiu José. Se não controlamos a nossa mente, somos iguais a um animal. De maneira alguma quero depreciar os animais. Trata-se da racionalidade do homem, do poder de analisar, decidir, ao invés de agir instintivamente. Quem não vai pelos instintos controla sua mente e assim faz do inferno um céu. Tudo é perspectiva, como eu enxergo a situação. Que Deus nos dê a visão de José. Não nos dê a visão dos murmuradores que andaram anos no Egito, procurando viver instintivamente ao invés de ver racionalmente que estavam rumando para uma Terra abundante de bênçãos.
sexta-feira, 2 de março de 2018
O que fazer pelo nosso amor próprio?
"Procuro os materiais desperdiçados da espécie humana, pessoas que foram descartadas pelas outras, ou até por si próprias, pessoas que ainda tem grande capacidade, mas perderam o amor próprio e o desejo de viverem melhor. Quando as encontro, procuro modificar-lhes a vida para um sentido melhor, dar-lhes nova sensação de sentido e direção, ajudo-as a voltarem de sua morte viva... o que, para mim, é o maior milagre do mundo. E, está claro, a sabedoria que recebi de meus livros de 'mão de Deus' ajudou-me imensamente no que, como vou dizer, é minha profissão."
Nesse livro Og Mandino coloca a si mesmo na estória, tendo interação com esse personagem que recicla pessoas, que dá novas esperanças às pessoas. Esse personagem tem como missão recuperar as pessoas que foram descartadas. Quantos não se sentem assim? Não vêem mais sentido na vida, foram descartadas. Tanto por si mesmas, como por outros. E desistiram de si mesmos. A vida nem sempre é bela, às vezes há muitos sofrimento e dificuldades. Geralmente as pessoas não saem falando, mas todos têm suas dores emocionais, seu passado com feridas ainda não curadas.
E isso afeta muito o amor próprio. A proposta dessa missão é mostrar que pessoas com grande capacidade deixaram de acreditar em si. Pessoas com grande capacidade deixaram de desejar uma vida maior. E por que, tendo tal capacidade, a pessoa não investe em aumentar esse amor próprio? Não investe em procurar um sentido para a vida? Por que a pessoa não tem sentido de esperança e direção?
Como você se vê daqui a cinco anos? Se sua visão é estar exatamente como está, então não há esperança de mudanças. Se conseguiu se ver num nível a mais, estão há esperança. Outro teste é verificar o que evoluiu nesses cinco anos. Desde março de 2013, o quanto evolui? Em que sua vida teve acréscimo em qualidade de vida? Se houve mudanças positivas, então está vivificado e com sentido de direção. Se não houve mudanças positiva e significativas, então não houve direção, então você chegou onde o acaso te levou, não onde quis chegar, não onde escolheu chegar.
Simon, o personagem, propõe ajudar as pessoas com livros que ele tinha lido. Sua casa era lotada de livros. Ele acreditava que esses autores eram usados por Deus para dar significado e direção à vida das pessoas. Esses livros ajudavam as pessoas a ver suas capacidades. As capacidades estavam bem na frente das pessoas, mas elas não enxergavam. Esses livros ajudavam a aumentar o amor próprio das pessoas.
Nós podemos fazer muito pelo nosso amor próprio. Cada um vai encontrar uma maneira. O personagem propôs aumentar o amor próprio pelo conhecimento. Como você pode aumentar o seu amor próprio? Como dizer às pessoas que o descartaram que você tem valor? Se foi você que se descartou, como se convencer do seu valor? Como não deixar que nada te desmereça?
Nesse livro Og Mandino coloca a si mesmo na estória, tendo interação com esse personagem que recicla pessoas, que dá novas esperanças às pessoas. Esse personagem tem como missão recuperar as pessoas que foram descartadas. Quantos não se sentem assim? Não vêem mais sentido na vida, foram descartadas. Tanto por si mesmas, como por outros. E desistiram de si mesmos. A vida nem sempre é bela, às vezes há muitos sofrimento e dificuldades. Geralmente as pessoas não saem falando, mas todos têm suas dores emocionais, seu passado com feridas ainda não curadas.
E isso afeta muito o amor próprio. A proposta dessa missão é mostrar que pessoas com grande capacidade deixaram de acreditar em si. Pessoas com grande capacidade deixaram de desejar uma vida maior. E por que, tendo tal capacidade, a pessoa não investe em aumentar esse amor próprio? Não investe em procurar um sentido para a vida? Por que a pessoa não tem sentido de esperança e direção?
Como você se vê daqui a cinco anos? Se sua visão é estar exatamente como está, então não há esperança de mudanças. Se conseguiu se ver num nível a mais, estão há esperança. Outro teste é verificar o que evoluiu nesses cinco anos. Desde março de 2013, o quanto evolui? Em que sua vida teve acréscimo em qualidade de vida? Se houve mudanças positivas, então está vivificado e com sentido de direção. Se não houve mudanças positiva e significativas, então não houve direção, então você chegou onde o acaso te levou, não onde quis chegar, não onde escolheu chegar.
Simon, o personagem, propõe ajudar as pessoas com livros que ele tinha lido. Sua casa era lotada de livros. Ele acreditava que esses autores eram usados por Deus para dar significado e direção à vida das pessoas. Esses livros ajudavam as pessoas a ver suas capacidades. As capacidades estavam bem na frente das pessoas, mas elas não enxergavam. Esses livros ajudavam a aumentar o amor próprio das pessoas.
Nós podemos fazer muito pelo nosso amor próprio. Cada um vai encontrar uma maneira. O personagem propôs aumentar o amor próprio pelo conhecimento. Como você pode aumentar o seu amor próprio? Como dizer às pessoas que o descartaram que você tem valor? Se foi você que se descartou, como se convencer do seu valor? Como não deixar que nada te desmereça?
quinta-feira, 1 de março de 2018
O que nos ensina o maior milagre do mundo?
"A maioria dos seres humanos, em graus diversos, já está morta. De um modo ou de outro, perderam seus sonhos, desejos, vontade de alcançar uma vida melhor. Desistiram da luta pela auto estima e comprometeram o grande potencial de que são possuidores. Acomodaram-se a uma vida de mediocridade, dias de desesperança e noites de lágrimas. Não são mais que mortos-vivos confinados aos cemitérios de suas próprias escolhas. Mas não precisam permanecer nesse estado. Podem ressuscitar, sair de seu estado deplorável. Todos eles podem executar o maior milagre do mundo."
Esse trecho é de "O maior milagre do mundo" de Og Mandino. Gosto do trabalho de Mandino. Já refleti sobre "O maior vendedor do mundo" e tenho lido os pergaminhos todos os dias. Os pergaminhos ajudam-me contra minhas crenças limitantes. Ainda tenho muitas, mas com certeza os ensinamentos dos pergaminhos dão amplitude à nossa limitação.
O maior milagre do mundo é nos ressuscitarmos. É nascermos para uma vida cheia de sonhos e aspirações. Mesmo que todas as dificuldades que encontramos pelo caminho tenha nos tornado desesperançados. Há esperança, podemos fazer esse milagre com nossa vida. Podemos conquistar uma vida com motivação, em que acordamos todos os dias animados por mais um dia, cheios de vitalidade e com vontade de executar, de chegar mais perto das nossas aspirações.
Og Mandino fala em graus de morte. Alguns estão mais desanimados, outros estão tomados pela rotina, outros só estão ocupados longe de estarem produtivos, outros só se cansam e esperam o fim de semana, outros estão no piloto automático. Poucos, muito poucos estão buscando seus sonhos. Poucos, muito poucos estão agindo. Poucos estão dando seus passos rumo ao objetivo. Estudos falam em 5% da população. Se você está lendo esse texto, parabéns! Você é alguém que procura e busca. Está num grau diferente da maioria da população. Não é a toa que estamos em uma era de depressão e suicídios. As pessoas deixaram de sonhar, deixaram de enxergar um futuro brilhante. Como você vê o seu futuro? Com ansiedade ou com prazer?
E como está nossa auto estima? Acreditamos que qualquer um pode derrubá-la ou estamos mais fortes a cada obstáculo? Um obstáculo faz mal ou bem à sua auto estima? Você está acomodado, diz que está bom, mesmo lá no fundo sabendo que não está bom, que poderia estar melhor? Seria esse um indicador de grau de morte ou vida?
E suas escolhas até aqui? Onde te trouxeram? Estamos com a maioria que está confinada ao cemitério da nossa escolha? Ou estamos vivificados? Alegres com nossas escolhas sabendo que temos o melhor ou estamos rumando para o melhor da vida?
As reflexões sobre esse livro de Og podem fazer o maior milagre do mundo, nos colocar numa jornada rumo à melhor vida quiseremos viver. Você já está vivendo o seu melhor? Quer tomar esse caminho de vivificação?
Esse trecho é de "O maior milagre do mundo" de Og Mandino. Gosto do trabalho de Mandino. Já refleti sobre "O maior vendedor do mundo" e tenho lido os pergaminhos todos os dias. Os pergaminhos ajudam-me contra minhas crenças limitantes. Ainda tenho muitas, mas com certeza os ensinamentos dos pergaminhos dão amplitude à nossa limitação.
O maior milagre do mundo é nos ressuscitarmos. É nascermos para uma vida cheia de sonhos e aspirações. Mesmo que todas as dificuldades que encontramos pelo caminho tenha nos tornado desesperançados. Há esperança, podemos fazer esse milagre com nossa vida. Podemos conquistar uma vida com motivação, em que acordamos todos os dias animados por mais um dia, cheios de vitalidade e com vontade de executar, de chegar mais perto das nossas aspirações.
Og Mandino fala em graus de morte. Alguns estão mais desanimados, outros estão tomados pela rotina, outros só estão ocupados longe de estarem produtivos, outros só se cansam e esperam o fim de semana, outros estão no piloto automático. Poucos, muito poucos estão buscando seus sonhos. Poucos, muito poucos estão agindo. Poucos estão dando seus passos rumo ao objetivo. Estudos falam em 5% da população. Se você está lendo esse texto, parabéns! Você é alguém que procura e busca. Está num grau diferente da maioria da população. Não é a toa que estamos em uma era de depressão e suicídios. As pessoas deixaram de sonhar, deixaram de enxergar um futuro brilhante. Como você vê o seu futuro? Com ansiedade ou com prazer?
E como está nossa auto estima? Acreditamos que qualquer um pode derrubá-la ou estamos mais fortes a cada obstáculo? Um obstáculo faz mal ou bem à sua auto estima? Você está acomodado, diz que está bom, mesmo lá no fundo sabendo que não está bom, que poderia estar melhor? Seria esse um indicador de grau de morte ou vida?
E suas escolhas até aqui? Onde te trouxeram? Estamos com a maioria que está confinada ao cemitério da nossa escolha? Ou estamos vivificados? Alegres com nossas escolhas sabendo que temos o melhor ou estamos rumando para o melhor da vida?
As reflexões sobre esse livro de Og podem fazer o maior milagre do mundo, nos colocar numa jornada rumo à melhor vida quiseremos viver. Você já está vivendo o seu melhor? Quer tomar esse caminho de vivificação?
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