Dolabela ensina que quem tem espaço de si estreito polariza-se em torno de absolutos e é dogmático e rígido. Quem tem o espaço de si amplo evolui em torno do contingente e é relativo e flexível.
Há diversas vantagens em ser flexível. Quem não é flexível não muda nem evolui, pois tem certeza que tem as respostas, não precisa mudar nada. E se não muda nada, não cresce, não encontra mais respostas e nem amplia seu mundo. Fica estagnado.
A primeira atitude de quem quer crescer e quer expandir é abrir-se a mudanças. É necessário estar disposto a mudar. É necessário querer mudar. É necessário ter consciência de que não tem todas as respostas e que achar que alguém tem uma verdade absoluta é um absurdo.
Até mesmo a Bíblia que muitos pensam que é absoluta e rígida não é assim, pois muitas vezes estamos lidando com a interpretação do homem. E em alguns aspectos alguns vêem de uma forma e outros de outra. Penso que até mesmo passagens literais podem trazer mensagens diferentes em contextos diferentes. Acredito também que alguns assuntos são unânimes e indiscutíveis, como aqueles que tratam da justiça, como não roubar. Mas a flexibilidade vem da mensagem de Jesus.
Ele foi bastante flexível perto da rigidez dos religiosos. Ele foi julgado por visitar a casa de um cobrador de imposto. A flexibilidade dele estava em amar o pecador, não o pecado. E o amor dele foi capaz de fazer com que esse cobrador de imposto se arrependesse e devolvesse o que recebeu indevidamente. Ele foi flexível com uma adúltera, amou a pecadora não o pecado, pedindo que quem não tivesse pecado atirasse a primeira pedra. Há diversos casos dessa flexibilidade de amor, ensinada por Jesus Cristo, uma vez que os religiosos eram inflexíveis.
Então podemos entender que o pecado em si é algo não aceito, mas sempre existirá a maneira flexível com que podemos lidar com o pecador para que vá e não peque mais.
Em relação à pessoas em geral e seus comportamentos, achar que somos absolutamente certos diminui nosso espaço de si. A medida que reconhecemos a relatividade podemos aumentar nosso espaço. Por exemplo, se eu acho que apenas as minhas respostas para uma questão são certas, eu diminuo o meu espaço, pois deixo de considerar muitas outras respostas que podem ser melhores que a minha. Eu leio muito e considero a opinião de diversos autores porque tenho a crença que há uma resposta melhor em algum lugar e eu vou encontrá-la para testá-la. E a medida que faço isso, meu espaço se amplia. Se eu não fizesse, meu espaço se estreitaria.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Seu pensamento é linear ou sistêmico?
O quadro indica que quem tem espaço de si estreito tem o pensamento linear, quem tem o espaço de si amplo favorece o pensamento sistêmico.
O pensamento linear constitui-se de causa e efeito. O pensamento sistêmico considera o todo. Vamos supor que a pessoa tem como meta emagrecer, então ela só admite estratégias como diminuir as calorias e queimar as calorias. É um pensamento linear de causa e efeito. Ainda o espaço de si é estreito.
Outra pessoa assume estratégias mais abrangentes. Claro que usa a diminuição de calorias e a queima de calorias, mas não pára por aí, considera que outros fatores devem ser considerados, então trata da ansiedade, emoções, bem como de outras áreas da vida que aparentemente tem pouca relação, como financeira. Essa pessoa tem o pensamento sistêmico e espaço de si amplo.
Quem ainda tem o espaço de si estreito pensará que estratégias abrangentes não tem relação, pois seu pensamento linear não consegue ver a conexão do todo. Então fica insistindo em estratégias lineares apenas.
Não penso que pensamento linear seja ruim, apenas acredito em ampliar o escopo. Assim, a pessoa poderá testar mais estratégias. E quanto mais testa diferentes métodos, mais probabilidades tem de ser bem sucedida e encontrar aquele que realmente estava impedindo de atingir a meta.
Muitas vezes a pessoa está engordando por causa de preocupação e ansiedade, portanto estratégia linear apenas não soluciona a longo prazo. Ou a pessoa possui alguma crença limitante e não descobriu ainda o que a faz adotar um hábito contrário à uma alimentação saudável e exercícios físicos.
O método de coaching que sigo abrange todas as áreas da vida, pois tem bases no pensamento sistêmico. A pessoa não pode simplesmente fechar-se numa meta, mesmo que a longo prazo tenha que lidar para equilibrar todas as áreas. No início vale priorizar algumas metas mais urgentes, mas o que realmente traz consistência é o equilíbrio do todo.
Vida espiritual é uma das áreas que dou ênfase. Muitos podem achar que não tem relação com o que desejam, mas a própria Bíblia ensina a buscar o reino de Deus e sua justiça que todas as outras coisas serão acrescentadas. Não esquecer a vida espiritual é pensar de forma sistêmica, existe uma relação entre o que queremos e qualquer outra área de nossa vida que aparentemente não tem relação.
Outro exemplo é meu início em vendas. Quem tem o espaço de si estreito entende venda apenas como venda, não consegue enxergar de forma mais ampla, não consegue enxergar quantos objetivos mais amplos são alcançados se visto de forma sistêmica. Vendas ajuda em várias outras áreas da vida e em vários outros objetivos, não podemos enxergar apenas como causa e efeito, pois assim não estaremos com espaço de si amplo.
O pensamento linear constitui-se de causa e efeito. O pensamento sistêmico considera o todo. Vamos supor que a pessoa tem como meta emagrecer, então ela só admite estratégias como diminuir as calorias e queimar as calorias. É um pensamento linear de causa e efeito. Ainda o espaço de si é estreito.
Outra pessoa assume estratégias mais abrangentes. Claro que usa a diminuição de calorias e a queima de calorias, mas não pára por aí, considera que outros fatores devem ser considerados, então trata da ansiedade, emoções, bem como de outras áreas da vida que aparentemente tem pouca relação, como financeira. Essa pessoa tem o pensamento sistêmico e espaço de si amplo.
Quem ainda tem o espaço de si estreito pensará que estratégias abrangentes não tem relação, pois seu pensamento linear não consegue ver a conexão do todo. Então fica insistindo em estratégias lineares apenas.
Não penso que pensamento linear seja ruim, apenas acredito em ampliar o escopo. Assim, a pessoa poderá testar mais estratégias. E quanto mais testa diferentes métodos, mais probabilidades tem de ser bem sucedida e encontrar aquele que realmente estava impedindo de atingir a meta.
Muitas vezes a pessoa está engordando por causa de preocupação e ansiedade, portanto estratégia linear apenas não soluciona a longo prazo. Ou a pessoa possui alguma crença limitante e não descobriu ainda o que a faz adotar um hábito contrário à uma alimentação saudável e exercícios físicos.
O método de coaching que sigo abrange todas as áreas da vida, pois tem bases no pensamento sistêmico. A pessoa não pode simplesmente fechar-se numa meta, mesmo que a longo prazo tenha que lidar para equilibrar todas as áreas. No início vale priorizar algumas metas mais urgentes, mas o que realmente traz consistência é o equilíbrio do todo.
Vida espiritual é uma das áreas que dou ênfase. Muitos podem achar que não tem relação com o que desejam, mas a própria Bíblia ensina a buscar o reino de Deus e sua justiça que todas as outras coisas serão acrescentadas. Não esquecer a vida espiritual é pensar de forma sistêmica, existe uma relação entre o que queremos e qualquer outra área de nossa vida que aparentemente não tem relação.
Outro exemplo é meu início em vendas. Quem tem o espaço de si estreito entende venda apenas como venda, não consegue enxergar de forma mais ampla, não consegue enxergar quantos objetivos mais amplos são alcançados se visto de forma sistêmica. Vendas ajuda em várias outras áreas da vida e em vários outros objetivos, não podemos enxergar apenas como causa e efeito, pois assim não estaremos com espaço de si amplo.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Seu espaço de si é estreito ou amplo?
Continuando com o livro de Dolabela, há um quadro com o contraste entre o espaço de si estreito e amplo. Para começar, quem tem espaço de si estreito exerce pressões em direção à conformidade. Quem tem o espaço de si amplo encoraja a originalidade.
Cada pessoa tem uma definição do que seja conformidade e originalidade. Conformidade com o que? Ser original em relação a que? Isso varia dependendo dos valores. E cada um sabe qual o seu valor.
Acredito em fidelidade a valores. Vamos colocar um exemplo de pessoa cujo valor maior é a família. Essa pessoa trabalha num local em que as pressões são grandes em direção à trabalho excessivo. Essa pessoa precisa e depende do trabalho. Mas também quer um equilíbrio para passar tempo com a família. Deveria se conformar com um serviço que toma o tempo da família e ultrapassa os limites do bom senso?
Claro que a resposta também é individual, cabe a cada um decidir. Alguém com espaço de si amplo não se conforma com esse desequilíbrio de prioridades. Pensará em uma forma criativa de atender às demandas do trabalho sem comprometer o seu valor. Não vai simplesmente se conformar porque aparentemente não há outra solução.
Alguém com espaço de si estreito vai sufocar os seus valores e se conformar com a situação, pois não terá a originalidade, simplesmente achará que não existe outra alternativa.
O mesmo ocorre com todos os outros valores. O espaço de si amplo encontra maneiras alternativas para atender os valores, não se conforma porque tem que conformar. Não é uma questão de não atender, é uma questão de uso da originalidade. Então para ampliar o espaço de si, temos que treinar a criatividade e a originalidade, temos que resolver problemas, pensar em soluções. Ampliar o leque de opções para ampliar o espaço de si.
Cada pessoa tem uma definição do que seja conformidade e originalidade. Conformidade com o que? Ser original em relação a que? Isso varia dependendo dos valores. E cada um sabe qual o seu valor.
Acredito em fidelidade a valores. Vamos colocar um exemplo de pessoa cujo valor maior é a família. Essa pessoa trabalha num local em que as pressões são grandes em direção à trabalho excessivo. Essa pessoa precisa e depende do trabalho. Mas também quer um equilíbrio para passar tempo com a família. Deveria se conformar com um serviço que toma o tempo da família e ultrapassa os limites do bom senso?
Claro que a resposta também é individual, cabe a cada um decidir. Alguém com espaço de si amplo não se conforma com esse desequilíbrio de prioridades. Pensará em uma forma criativa de atender às demandas do trabalho sem comprometer o seu valor. Não vai simplesmente se conformar porque aparentemente não há outra solução.
Alguém com espaço de si estreito vai sufocar os seus valores e se conformar com a situação, pois não terá a originalidade, simplesmente achará que não existe outra alternativa.
O mesmo ocorre com todos os outros valores. O espaço de si amplo encontra maneiras alternativas para atender os valores, não se conforma porque tem que conformar. Não é uma questão de não atender, é uma questão de uso da originalidade. Então para ampliar o espaço de si, temos que treinar a criatividade e a originalidade, temos que resolver problemas, pensar em soluções. Ampliar o leque de opções para ampliar o espaço de si.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Qual o seu conceito de si?
"A auto imagem, ou conceito de si, é a principal fonte de criação. As pessoas só realizam algo quando se julgam capazes de fazê-lo. É a forma segundo a qual a pessoa se vê. É a imagem que tem de si mesma. A auto imagem irá influenciar fortemente o desempenho de um indivíduo. No conceito de si estão contidos os valores de cada um, sua forma de ver o mundo, a motivação. Quase sempre, ele está vinculado a modelos, ou seja, as pessoas com as quais o indivíduo se identifica. O conceito de si muda em função do contexto em que o sujeito opera, ou seja, pode variar em função das relações que estabelece, do trabalho que desenvolve, da visão que constrói do mundo afetivo, suas conquistas e fracassos."
Essa citação do livro de Dolabela constitui-se numa boa forma de iniciar o ano, pensando no conceito de si. Qual a nossa auto imagem? Estamos feliz com ela? Estamos preocupados com os outros ou com o que pensamos de nós mesmos? A famosa frase de que estamos sempre certos, quer nos julguemos capazes ou incapazes relaciona-se com o conceito de si. Se eu me julgo capaz, eu posso. Se não me julgo capaz, então não posso. A importância de se julgar capaz é imensa, pois é ela que define se conseguirei ou não.
É preciso que as pessoas se julguem capazes. Não adianta que o mundo todo confie na capacidade de alguém, se esta pessoa não se julga capaz, ela não prosseguirá. Se ela se julga capaz, ela se esforçará. Se não tiver a habilidade no momento, vai lutar para conquistá-la. Se não tiver o conhecimento necessário, vai aprender o que é necessário. Julgar-se capaz não é achar que sabe tudo, mas que Deus deu a matéria prima necessária, basta buscar trabalhar o que já tem e aprender a buscar o que é necessário com o que tem no momento.
O conceito de si respeita acima de tudo os valores. Por exemplo, uma cegueira grupal geralmente ocorre com líderes inadequados. Quem não tem conceito de si, espera aprovação do grupo, vai seguir o líder inadequado. Quem tem conceito de si, vai pelos seus valores. Não importa o valor do grupo no qual se insere. Já contei várias vezes sobre um assédio moral que sofri. Não me importei com o valor deturpado da líder, segui os valores que tinha como corretos. Meu conceito de mim não muda se a pessoa não aprova. Afinal, prefiro mil vezes ter a aprovação de Deus a ter aprovação de uma pessoa com conceitos deturpados. O mesmo ocorre com adolescentes que tem um líder viciado e ensina aos outros que serão melhores se seguirem-no nos vícios. Obviamente que não ser senhor de si e deixar que um vício o controle é deturpado. Nós não somos melhores se todos se drogarem e se nos drogarmos também. Obviamente que seremos reprovados num grupo de drogados. Mas o conceito de si não nos subordina a esse grupo, assim podemos encontrar grupos melhores. Obviamente que esse modelo de grupo não é bom para quem não segue esses valores e o melhor é procurar outros grupos.
Se estamos num grupo onde o nosso modelo é inadequado, talvez não estamos errados, apenas no contexto errado. Talvez, porque se o grupo tem bons valores, talvez esteja na hora de mudar, para que nosso conceito também se eleve. Acredito que podemos fazer o que acreditamos ser necessário para que nosso conceito se eleve. Nós podemos mudar. Quando queremos de verdade e estamos dispostos, conseguimos muito. E à medida que conseguimos o conceito de si se eleva e isso é uma espiral que nos impulsiona a conseguir mais, porque nosso conceito vai se elevando à medida que conseguimos. E se eleva, e se eleva. É muito boa a sensação de acreditar em si.
Claro que devemos ter sempre o equilíbrio. Muito conceito de si também é ruim. O conceito de si elevado é bom se conseguimos também uma boa auto avaliação. E essa auto avaliação vai mostrar se está elevado demais e se é hora de baixar. Eu gosto muito de aprender sempre algo novo, nada como a consciência da ignorância para baixar o conceito de si. Eu leio a Bíblia várias vezes e a cada vez mais me sinto ignorante e pecadora. Sempre acho a Bíblia excelente na dosagem do conceito de si. Ela não nos deixa com um conceito baixo, porém somos sempre relembrados se nosso conceito se elevar demais. E quando o nosso conceito baixa demais, somos sempre lembrados de como Deus deu vitórias a pessoas que aparentemente eram insignificantes no seu tempo, que Deus escolheu a simplicidade para exaltar, então ganhamos novas forças. Perto do Natal lembramos de Jesus. Ele nasceu numa manjedoura, entrou na cidade montado num jumento, vestia-se de forma simples, foi a pedra rejeitada. Talvez tivesse de tudo para ter um baixo conceito de si, mas Deus não vê como vê o homem. E que bom sermos lembrados disso.
Essa citação do livro de Dolabela constitui-se numa boa forma de iniciar o ano, pensando no conceito de si. Qual a nossa auto imagem? Estamos feliz com ela? Estamos preocupados com os outros ou com o que pensamos de nós mesmos? A famosa frase de que estamos sempre certos, quer nos julguemos capazes ou incapazes relaciona-se com o conceito de si. Se eu me julgo capaz, eu posso. Se não me julgo capaz, então não posso. A importância de se julgar capaz é imensa, pois é ela que define se conseguirei ou não.
É preciso que as pessoas se julguem capazes. Não adianta que o mundo todo confie na capacidade de alguém, se esta pessoa não se julga capaz, ela não prosseguirá. Se ela se julga capaz, ela se esforçará. Se não tiver a habilidade no momento, vai lutar para conquistá-la. Se não tiver o conhecimento necessário, vai aprender o que é necessário. Julgar-se capaz não é achar que sabe tudo, mas que Deus deu a matéria prima necessária, basta buscar trabalhar o que já tem e aprender a buscar o que é necessário com o que tem no momento.
O conceito de si respeita acima de tudo os valores. Por exemplo, uma cegueira grupal geralmente ocorre com líderes inadequados. Quem não tem conceito de si, espera aprovação do grupo, vai seguir o líder inadequado. Quem tem conceito de si, vai pelos seus valores. Não importa o valor do grupo no qual se insere. Já contei várias vezes sobre um assédio moral que sofri. Não me importei com o valor deturpado da líder, segui os valores que tinha como corretos. Meu conceito de mim não muda se a pessoa não aprova. Afinal, prefiro mil vezes ter a aprovação de Deus a ter aprovação de uma pessoa com conceitos deturpados. O mesmo ocorre com adolescentes que tem um líder viciado e ensina aos outros que serão melhores se seguirem-no nos vícios. Obviamente que não ser senhor de si e deixar que um vício o controle é deturpado. Nós não somos melhores se todos se drogarem e se nos drogarmos também. Obviamente que seremos reprovados num grupo de drogados. Mas o conceito de si não nos subordina a esse grupo, assim podemos encontrar grupos melhores. Obviamente que esse modelo de grupo não é bom para quem não segue esses valores e o melhor é procurar outros grupos.
Se estamos num grupo onde o nosso modelo é inadequado, talvez não estamos errados, apenas no contexto errado. Talvez, porque se o grupo tem bons valores, talvez esteja na hora de mudar, para que nosso conceito também se eleve. Acredito que podemos fazer o que acreditamos ser necessário para que nosso conceito se eleve. Nós podemos mudar. Quando queremos de verdade e estamos dispostos, conseguimos muito. E à medida que conseguimos o conceito de si se eleva e isso é uma espiral que nos impulsiona a conseguir mais, porque nosso conceito vai se elevando à medida que conseguimos. E se eleva, e se eleva. É muito boa a sensação de acreditar em si.
Claro que devemos ter sempre o equilíbrio. Muito conceito de si também é ruim. O conceito de si elevado é bom se conseguimos também uma boa auto avaliação. E essa auto avaliação vai mostrar se está elevado demais e se é hora de baixar. Eu gosto muito de aprender sempre algo novo, nada como a consciência da ignorância para baixar o conceito de si. Eu leio a Bíblia várias vezes e a cada vez mais me sinto ignorante e pecadora. Sempre acho a Bíblia excelente na dosagem do conceito de si. Ela não nos deixa com um conceito baixo, porém somos sempre relembrados se nosso conceito se elevar demais. E quando o nosso conceito baixa demais, somos sempre lembrados de como Deus deu vitórias a pessoas que aparentemente eram insignificantes no seu tempo, que Deus escolheu a simplicidade para exaltar, então ganhamos novas forças. Perto do Natal lembramos de Jesus. Ele nasceu numa manjedoura, entrou na cidade montado num jumento, vestia-se de forma simples, foi a pedra rejeitada. Talvez tivesse de tudo para ter um baixo conceito de si, mas Deus não vê como vê o homem. E que bom sermos lembrados disso.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Como fazer compras?
Sem dúvida, a maioria dos empreendedores precisam fazer compras. Então temos no quadro: característica - acuidade; competência - negociação, saber conter-se nos próprios limites, conhecer profundamente o tema e ter flexibilidade para permitir que todos ganhem; aprendizagens - diagnóstico do setor e pesquisa de compras.
Devemos aprender a desenvolver a acuidade. Ser precisos nos dados que precisamos nos ajuda a controlar melhor. É preciso saber exatamente onde é melhor comprar, qual o melhor produto em termos de custo/benefícios, qual o melhor fornecedor, como adquirir o produto, enfim, quanto mais conseguimos ser precisos no que estamos fazendo melhor.
Aprender a negociar é fundamental. Como comecei como aprendiz, aprendo muito com as próprias clientes. Algumas têm uma grande habilidade de negociação. Sabem conseguir prazos, sabem melhorar os preços sem desprestigiar o trabalho ou o produto. Eu observo muito, pois tenho mesmo que aprender. Algumas clientes são empreendedoras e por vezes as observo como fazem na negociação das mercadorias delas. É um grande aprendizado, pois nunca fui boa em negociação.
Conter-se nos limites é algo que para mim é fácil. Nunca comprei nada que estivesse acima do meu orçamento e facilmente aplico isso aos meus negócios. Compro apenas se posso e devo. Eu sei meu limite e não o ultrapasso. Nunca fiquei em apuros financeiros por causa disso. Acredito mesmo que essa competência ajuda muito.
Vejo nas clientes empreendedoras que elas conhecem muito bem o ramo delas. Estou pouco a pouco conhecendo o ramo no qual decidi atuar. Faço meus testes aqui e acolá. Vou aprendendo. E hoje que tenho mais experiência vejo o quanto poderia ter feito melhor. Não lamento o passado, apenas aprendi e cresci com minhas experiências e comprovei o quanto é importante conhecer o ramo.
Como compradores, também temos que ser respeitosos. Já recebi propostas de clientes que eram impossíveis. Talvez elas não calcularam, talvez desconheciam meu ramo, mas claro que ninguém paga para trabalhar. Sei que não tiveram intenção de ofender, mas a negociação tem que ser justa sempre. Aliás, eu desconfio do muito barato. Algo está estranho quando alguém consegue diminuir muito algum preço. Não é possível estabelecer relação custo/benefício em alguns casos.
Por isso, precisamos fazer um bom diagnóstico do setor e fazer pesquisas de compras. Afinal, só podemos oferecer as melhores condições para o cliente se conseguirmos ter feito uma boa compra. Caso contrário, no final das contas, alguém vai sair perdendo, ou o cliente ou o próprio empreendedor.
Devemos aprender a desenvolver a acuidade. Ser precisos nos dados que precisamos nos ajuda a controlar melhor. É preciso saber exatamente onde é melhor comprar, qual o melhor produto em termos de custo/benefícios, qual o melhor fornecedor, como adquirir o produto, enfim, quanto mais conseguimos ser precisos no que estamos fazendo melhor.
Aprender a negociar é fundamental. Como comecei como aprendiz, aprendo muito com as próprias clientes. Algumas têm uma grande habilidade de negociação. Sabem conseguir prazos, sabem melhorar os preços sem desprestigiar o trabalho ou o produto. Eu observo muito, pois tenho mesmo que aprender. Algumas clientes são empreendedoras e por vezes as observo como fazem na negociação das mercadorias delas. É um grande aprendizado, pois nunca fui boa em negociação.
Conter-se nos limites é algo que para mim é fácil. Nunca comprei nada que estivesse acima do meu orçamento e facilmente aplico isso aos meus negócios. Compro apenas se posso e devo. Eu sei meu limite e não o ultrapasso. Nunca fiquei em apuros financeiros por causa disso. Acredito mesmo que essa competência ajuda muito.
Vejo nas clientes empreendedoras que elas conhecem muito bem o ramo delas. Estou pouco a pouco conhecendo o ramo no qual decidi atuar. Faço meus testes aqui e acolá. Vou aprendendo. E hoje que tenho mais experiência vejo o quanto poderia ter feito melhor. Não lamento o passado, apenas aprendi e cresci com minhas experiências e comprovei o quanto é importante conhecer o ramo.
Como compradores, também temos que ser respeitosos. Já recebi propostas de clientes que eram impossíveis. Talvez elas não calcularam, talvez desconheciam meu ramo, mas claro que ninguém paga para trabalhar. Sei que não tiveram intenção de ofender, mas a negociação tem que ser justa sempre. Aliás, eu desconfio do muito barato. Algo está estranho quando alguém consegue diminuir muito algum preço. Não é possível estabelecer relação custo/benefício em alguns casos.
Por isso, precisamos fazer um bom diagnóstico do setor e fazer pesquisas de compras. Afinal, só podemos oferecer as melhores condições para o cliente se conseguirmos ter feito uma boa compra. Caso contrário, no final das contas, alguém vai sair perdendo, ou o cliente ou o próprio empreendedor.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Como realizar visões?
De acordo com Dolabela, precisamos ter como características a diligência e a constância. Como competência, a ação. E as aprendizagens são saber obter informações para realizar reajustes contínuos, retroalimentacao.
A diligência é contrária à preguiça. O livro de Provérbios comenta constantemente sobre a diligência e sobre a vantagem que os diligentes tem na vida. A diligência é saber se virar ao invés de esperar que alguém traga tudo pronto. É o aprender a pescar a esperar que alguém nos traga o alimento na boca. Quem é diligente certamente terá muito mais na vida e o melhor, terá a satisfação de saber que conquistou. Se eu tenho uma visão e não sou diligente, será apenas um sonho distante. Com a diligência uma visão se transforma em realidade.
A constância ou tenacidade é fundamental para se chegar a um resultado. A tartaruga venceu a lebre por causa da constância. Não precisamos de grandes habilidades, podemos ir com o que temos, e chegaremos lá, independente de habilidade. A pessoa constante pode até chegar antes do habilidoso que não é diligente. Como no exemplo da lebre, ela tinha a habilidade nata da velocidade, mas sua falta de diligência a fez dormir. Assim, a tartaruga chegou antes dela que tinha tudo para vencer. Não estou incentivando a competição, mas essa história nos ensina que podemos nos dispor a fazer algo impossível se tivermos diligência e constância. Para a lógica, impossível a tartaruga vencer a lebre, mas as variáveis eram que a lebre não foi constante nem diligente.
Devemos ser competentes em agir para realizar visões. O exemplo da lebre e da tartaruga é bem adequado para o agir. Mesmo na sua baixa velocidade a tartaruga foi competente em agir. Não importa a velocidade, importa chegar, porque sem agir estaremos no mesmo lugar daqui a alguns anos. Agindo, mesmo com uma baixa velocidade, estamos avançando constantemente. Agindo, mesmo com pouca habilidade, avançamos.
E devemos aprender a fazer ajustes. Não precisa ser perfeito logo de início. Tudo na vida precisa de pequenos reparos ao longo do caminho. O mais difícil é saber parar e identificar quais são os reparos, por isso precisamos saber buscar essa informação. Por isso também não existe fracasso, existem aprendizados, momentos em que paramos e verificamos que é preciso fazer um ajuste. Faz parte, é normal. O anormal é uma perfeição.
A diligência é contrária à preguiça. O livro de Provérbios comenta constantemente sobre a diligência e sobre a vantagem que os diligentes tem na vida. A diligência é saber se virar ao invés de esperar que alguém traga tudo pronto. É o aprender a pescar a esperar que alguém nos traga o alimento na boca. Quem é diligente certamente terá muito mais na vida e o melhor, terá a satisfação de saber que conquistou. Se eu tenho uma visão e não sou diligente, será apenas um sonho distante. Com a diligência uma visão se transforma em realidade.
A constância ou tenacidade é fundamental para se chegar a um resultado. A tartaruga venceu a lebre por causa da constância. Não precisamos de grandes habilidades, podemos ir com o que temos, e chegaremos lá, independente de habilidade. A pessoa constante pode até chegar antes do habilidoso que não é diligente. Como no exemplo da lebre, ela tinha a habilidade nata da velocidade, mas sua falta de diligência a fez dormir. Assim, a tartaruga chegou antes dela que tinha tudo para vencer. Não estou incentivando a competição, mas essa história nos ensina que podemos nos dispor a fazer algo impossível se tivermos diligência e constância. Para a lógica, impossível a tartaruga vencer a lebre, mas as variáveis eram que a lebre não foi constante nem diligente.
Devemos ser competentes em agir para realizar visões. O exemplo da lebre e da tartaruga é bem adequado para o agir. Mesmo na sua baixa velocidade a tartaruga foi competente em agir. Não importa a velocidade, importa chegar, porque sem agir estaremos no mesmo lugar daqui a alguns anos. Agindo, mesmo com uma baixa velocidade, estamos avançando constantemente. Agindo, mesmo com pouca habilidade, avançamos.
E devemos aprender a fazer ajustes. Não precisa ser perfeito logo de início. Tudo na vida precisa de pequenos reparos ao longo do caminho. O mais difícil é saber parar e identificar quais são os reparos, por isso precisamos saber buscar essa informação. Por isso também não existe fracasso, existem aprendizados, momentos em que paramos e verificamos que é preciso fazer um ajuste. Faz parte, é normal. O anormal é uma perfeição.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Como tomar decisões?
No quadro do livro, quem toma decisões tem como característica julgamento e prudência. A competência é visão. As aprendizagens são obter informações e saber minimizar o risco.
Portanto, para se preparar para tomar decisões, precisamos melhorar o julgamento e ser prudentes. Essas características nem sempre são fáceis de se adquirir, porque por vezes ficamos na dúvida qual o tipo de julgamento é o certo, ou como ser prudente ao mesmo tempo que tomamos um risco.
Eu tenho como principal ensinamento para julgamento e prudência o livro de Provérbios da Bíblia Sagrada. Todos os dias leio um capítulo do livro de provérbios. Aprendi no livro "Salomao, o homem mais rico que existiu". De acordo com o autor, ele mesmo obteve bons resultados por causa dessa leitura de Provérbios. Eu acredito que os ensinamentos são ótimos, independente de religião. Outras partes da Bíblia são ensinamentos universais. Creio que se conseguíssemos seguir a Bíblia, a sociedade seria muito melhor. As pessoas teriam melhores julgamentos e prudência e tomariam decisões melhores.
Eu preciso da competência da visão para tomar decisão porque se não sei para onde quero ir, qualquer caminho serve. Por outro lado, se já tenho a visão do que quero, tomar a decisão será mais fácil, pois será algo que me leve mais próxima da visão. Eu tomo decisão com base no destino ao qual quero chegar.
Eu tenho que aprender a obter informações porque a decisão será embasada. Não adianta tomar decisão sem ter todas as informações necessárias, porque a probabilidade de ser uma decisão errada aumenta. Preciso aprender também a minimizar o risco. Assim, as decisões são tomadas de uma forma que os riscos são gerenciados e gerenciáveis.
Portanto, para se preparar para tomar decisões, precisamos melhorar o julgamento e ser prudentes. Essas características nem sempre são fáceis de se adquirir, porque por vezes ficamos na dúvida qual o tipo de julgamento é o certo, ou como ser prudente ao mesmo tempo que tomamos um risco.
Eu tenho como principal ensinamento para julgamento e prudência o livro de Provérbios da Bíblia Sagrada. Todos os dias leio um capítulo do livro de provérbios. Aprendi no livro "Salomao, o homem mais rico que existiu". De acordo com o autor, ele mesmo obteve bons resultados por causa dessa leitura de Provérbios. Eu acredito que os ensinamentos são ótimos, independente de religião. Outras partes da Bíblia são ensinamentos universais. Creio que se conseguíssemos seguir a Bíblia, a sociedade seria muito melhor. As pessoas teriam melhores julgamentos e prudência e tomariam decisões melhores.
Eu preciso da competência da visão para tomar decisão porque se não sei para onde quero ir, qualquer caminho serve. Por outro lado, se já tenho a visão do que quero, tomar a decisão será mais fácil, pois será algo que me leve mais próxima da visão. Eu tomo decisão com base no destino ao qual quero chegar.
Eu tenho que aprender a obter informações porque a decisão será embasada. Não adianta tomar decisão sem ter todas as informações necessárias, porque a probabilidade de ser uma decisão errada aumenta. Preciso aprender também a minimizar o risco. Assim, as decisões são tomadas de uma forma que os riscos são gerenciados e gerenciáveis.
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