quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Você procura trabalhar sua ira, raiva, ansiedade, frustracao para proteger sua memória?

Essa é outra pergunta do autor no livro. Nem sempre nos damos conta de que nossa memória é afetada e prejudicada cada vez que passamos por situações estressantes. O assediador não imagina que está se agredindo e nem o quanto agride as pessoas ao redor.  Então essa conscientização tem que ser feita e devemos estar presentes para protegermos nossa memória.

Não podemos deixar que roubem nossa qualidade de vida. Esse é um dos maiores valores que o ser humano tem. O que fica registrado na memória muitas vezes deixa muitos traumas. As pessoas perdem a auto confiança,  a auto estima e até ficam depressivas porque não protegeram sua memória o suficiente.

Tantas situações conflitantes poderiam ser evitadas se todos ficassem conscientes e presentes para isso.

Campanha que vale a pena: proteger a memória!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Reeditar o filme do inconsciente com a técnica D.C.D.

O autor ensina a usar a técnica no foco de tensão.  Assim novas experiências são registradas no local em que as experiências doentias estavam armazenadas. Se a pessoa impulsiva que agride os íntimos por qualquer coisa duvidar do pensamento de que não consegue superar sua impulsividade, Criticar sua agressividade e compreender que ela fere quem ama e Determinar ser tolerante após três meses a pessoa vai reeditar o filme do inconsciente. A pessoa vai se tornar mais calma, dócil e mansa. As reações impulsivas serão menos intensas e frequentes. É possível mudar com treinamento, perseverança, meta e reeducação.

Assim, a qualidade de vida está a disposição tanto para os agredidos como para os agressores.  Basta querer.

Se foi agredido também pode duvidar de que isso possa afetar, Criticar esse comportamento que permite que outros controlem seu humor e Determinar que tudo mudará.  Determinar que não deixará terceiros controlarem e nem tirarem sua alegria de viver. Determine que ninguém tirará sua qualidade de vida. E assim pouco a pouco será possível reeditar o filme.

Talvez essa seja a explicação científica para os livros de motivação.  De alguma forma, você vai reeditando sua forma de pensar. "Os segredos da mente milionaria" é um livro que coloca novos padrões mentais nos antigos que te impediam de prosperar.  Muitos livros de motivação colocam outros pensamentos no lugar daqueles pensamentos de desânimo.  É poderoso para quem não apenas lê,  mas deixa que a mensagem penetre na sua mente. Eu tenho várias frases poderosas de motivação.  Elas reeditam pensamentos. Não temo mais o fracasso,  pois reeditei a maneira como o encaro.

Não temi a amiga do chefe nem ele, pois na minha mente estava que a luta pela minha defesa era mais importante.  Não tinha dívidas nem apego ao status ou ao meu salário.  Estava tentando minimizar e realmente vivo com pouco. Melhor o pouco com a alegria do que o abundante com a amargura e decepção.  Lia muito a Bíblia e os exemplos são vários de ataques. José sofreu, mas venceu. Minha inspiração era Neemias e essa palavra se encaixava exatamente na situação.  Derrubaram os muros? Não tem problema, eu reconstruo,  pois não tenho medo do trabalho nem quero pegar um atalho do jeito que a amiguinha estava pegando.

Tudo é questão de reeditar, de pensar diferente.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Reeditando o filme: Você tem plantado flores no secreto do seu ser ou acumulado entulhos?

Essa pergunta foi feita por Augusto Cury nesse livro que estou tomando como base. Ele explica que ideias,  pensamentos, reações ansiosas, momento de solidão,  período de insegurança é registrado na memória e fará parte da colcha de retalhos da existência.  Nós plantamos flores ou acumulamos lixo nos solos da memória.

Dessa forma os estímulos estressantes não podem ser encarados com raiva, ódio,  rejeitando-os ou reclamando deles.

O autor pede para entender. Eu escrevo muito sobre o que aconteceu no assédio moral porque isso me ajuda a refletir e entender.

Ele ensina a criticar. Nem sempre a aceitação calada é solução.  Podemos criticar o que não concordamos ou não aceitamos. Só assim haverá mudança e progresso.

Ele pede para enxergar multifocalmente. Por outros ângulos podemos aumentar nossa visão.  Nosso escopo muitas vezes é limitado.  A percepção diferencia-se de pessoa para pessoa.

Ele então prossegue aconselhando a usar como oportunidade para crescer. Depois desse fato que decidi mudar de vida, procurar independência financeira, ter mais de uma opção.  Esse fato ainda me deu um motivo para lutar: o assédio moral. Não defenderia essa bandeira se não tivesse sofrido com isso. Talvez até me simpatizasse com a causa, mas defender profundamente só depois de um sofrimento. O fato de eu não desistir diante de dificuldades na busca da independência financeira também é por causa disso. Fica muito mais difícil desistir quando o engajamento é profundo e mexe conosco profundamente. Você sabe exatamente o que quer e porque quer. Fator de motivação sem igual. Eu reescreveria o filme do inconsciente agradecendo essa oportunidade porque me fez crescer. Se não fosse por isso, talvez não teria a motivação suficiente para uma busca. Todos os que sofrem de assédio devem buscar sua independência financeira.

Enfim o autor pede para não ser escravo dos estímulos estressantes. Confesso ainda ser um pouco escrava desse estímulo estressante. Sei que estou me esforçando para que isso passe. Não me conformo mas também não é uma questão de ódio nem raiva. Podia responder na mesma moeda e reclamar meu direito pois chamar-me de louca é muito grave. Quando a fiz explicar direito o que queria dizer aí disse claramente que achava que eu deveria medicar-me.  A representação era tão cheia de indiretas como tudo que ela fala, tive que fazê-la falar claramente em vários aspectos. Ela estava fugindo de ser ouvida.  O mesmo se dá com o chefe, poderia reclamar o fato de ter escondido ser amigo íntimo dela. Nossa Corregedoria é respeitada e diria que 80% da instituição é séria e respeitável.  Não o fiz.  Transferi essa questão não para o pessoal, mas para as idéias e acredito bem mais em conscientização e educação.  Já fui professora e sempre tentei ser educadora acima de tudo.  No que concerne a mim, plantarei flores no solo do assédio.  Sempre que vir acontecer,  tentarei de alguma forma trazer a conscientização.  Vingança é entulho. Educação e conscientização são flores. Um presente a todos que sofrem e até mesmo a quem pratica.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Sétima lei da qualidade de vida - reeditar o filme do inconsciente

O autor de 12 Semanas para mudar uma vida ensina qie para dominarmos essa lei da qualidade de vida temos que saber como é o processo de registro, arquivamento e utilização da memória.  Que devemos compreender como se formam os traumas e conflitos inconscientes. Ele mostra que existem ferramentas capazes de reeditar o filme do inconsciente. Há ferramentas para proteger a memória e filtros para os estímulos estressantes. Que muitas vezes nós entulhamos a memória de lixo psíquico e social. Que devemos cultivar o solo onde nascem o mundo das idéias e das emoções.

Eu penso que muitas vezes damos pouca importância para o mais importante,  que são nossos pensamentos,  mesmo que inconscientes. Por isso,  a reflexão diária é um bom exercício de conhecer a nós mesmos e fundamental para nossa qualidade de vida. Saber que é possível mudar certos registros proporciona uma liberdade muito grande. Todos nós temos conflitos,  pois somos seres humanos. Saber como lidar com cada um deles muda uma vida. É difícil, mas com boa vontade podemos ser autores da nossa própria vida.

Eu tenho plena consciência que certas questões ainda são lixos que estão na minha memória. E lixo não pode ser conservado. Encara-lo e entendê-lo pode fazer com que ele seja reeditado. Não podemos deixar lixos no solo da nossa emoção.  Temos que reeditar para que possamos plantar flores ao invés de deixar permanecer lixo.

Fácil de falar,  difícil de executar. Se temos realmente como valor a qualidade de vida, e temos boa vontade, conseguiremos,  pois estamos fazendo por nós,  pela nossa qualidade de vida. E quanto mais consciente nossa vontade e determinação,  melhor. A única coisa que podemos controlar somos nós mesmos. Não podemos evitar que terceiros danifiquem nosso solo. Mas podemos limpar tudo e plantar flores.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Pense antes de reagir diante das ofensas

Essa dica do Augusto Cury vale ouro mas nós humanos somos tão suscetíveis... quanto mais me conscientizo da importância mais penso. Não que sempre fui exemplar. Sou humana. Mas é muito importante, principalmente para quem quer ser autor da sua história e não quer ser manipulado.

Falei bastante da amiguinha do chefe mas não falei como tudo iniciou. Talvez tenha contado algo o ano passado. É bom que o tempo passa porque distanciamos e melhor podemos organizar nossos pensamentos.

Tudo começou quando passei em primeiro lugar no vestibular da FATEC. Sem querer, isso trouxe destaque para mim. Como não achava que nem passaria, então fiz para manhã e tive que ajustar o horário.  Teria que entrar mais tarde e sair mais tarde. Nada que atrapalharia o serviço.  Muito pelo contrário,  eu rendia mais porque ela interrompia o dia todo para falar mal dos outros. Eu ouvia por educação mas não gostava desse tipo de conversa.   Enfim, ela logo disse que eu estava jogando com os horários.  Eu simplesmente pedi para que ela explicasse o que estava tentando dizer e aí começou o show. Não pensei que alguém se ofenderia assim só porque tinha que explicar a indireta. Ela negou tudo e o show pirotécnico foi tremendo, com direito a choro, escândalo e tudo.  Fiquei assustada e ela começou a dizer que eu era louca, que inventava coisas que não tinha dito. Brigou comigo e me tirou da sala dela.

No entanto,  não parou com as indiretas e eu novamente pedi para que explicasse o que queria dizer. Chorou de novo e fez novo show.  Disse novamente que estava inventando coisas e que era louca. Muito estranho e curioso.  Descobri duas coisas. Ela não poderia admitir que estava contra o curso porque configuraria assédio.  A cada show que fazia mais concediam as vontades dela. E por que impedir que alguém estude? Ela estava pleiteando um cargo de confiança.  O amigo dela queria dar, mais como se trata de algo público,  tinham que convencer também pessoas de São Paulo. Parece que não havia motivo para dar esse cargo. Porque demorou. Enfim, continuavam as indiretas e o assédio mas eu já sabia qual seria a reação.  Para não me estressar desisti do curso. Minhas notas eram excelentes. Tenho o histórico comigo como prova. Só desisti porque não queria continuar a resistência.  Mas essa resistência inicial ainda me custaria muito caro. Ela é do tipo que deu a indireta já tinham que obedecer,  estender o tapete vermelho e ainda beijar o chão que ela passava. E se alguém não fizesse isso de pronto pagaria caro.

Passou uns três anos. Enquanto o amigo íntimo dela não tinha poder de mando foi um paraíso.  Só me concentrei no meu trabalho.  E meu trabalho se destacou. Não ganharia nada com isso. Nem com o curso. Meu cargo não tem evolução por confiança nem nada disso é já era bem melhor do que o dela até se ela conseguisse o cargo. Aliás,  ela poderia prestar o mesmo concurso que o meu e passar. Acho que o meu hábito de estudar que me fez passar. Não foi um momento, foi o acúmulo do que fiz até aquele momento que passei. E continuei sendo a mesma pessoa que gosta de estudar. É da minha pessoa,  nada de competição com ela.

Enfim, o amigo dela finalmente assumiu. Aí começou meu inferno.  O estagiário que trabalhou por um ano pegou dois meses de férias e quando voltou estranhamente meu equipamento quebrou durante meu almoço.  Nem uma hora me ausentei. Antes disso ele tinha me dado um ebook.  Como deu problema no equipamento fui ler, fazer o que se não pude trabalhar me ocupei de ler e estranhamente era um livro que tratava de loucura. Achei estranhas as "coincidências" e perguntei o que tinha acontecido. Ele soltou sem querer que não tinha sido ele, foi um es... esquema? Que tipo de brincadeira sem graça. Não gostaria de ver aquilo se repetir mas não fiz nada. Nem queixa para os chefes fiz. Fiquei quieta. Brincadeira sem graça me chamando de louca, mas deixei passar.

E foi aí que ela fez a representação contra mim. Usou o que aconteceu dizendo que eu não poderia dizer que foi proposital,  que era impossível alguém ter causado o problema, só se tivesse poderes divinos e que eu era louca. Chamou pessoas para dizer que era impossível acontecer e para reforçar a idéia que era louca. Foi aí que pedi para um psiquiatra dizer se ela era médica mesmo e se poderiam acreditar em tal barbaridade. Foi aí que pedi perícia, mesmo que indireta, com base em como foi consertado para mostrar se ela tinha mesmo razão quando jurava que era impossível ser provocado.  Foi trocada uma peça, era só danificar a peça.  E ela jurando que só se tivessem poderes divinos aquilo ocorreria... enfim boato e opinião.  Deixaram o psiquiatra falar mas não alguém que entendia do equipamento.

Enfim, eu mesma nem cheguei a fazer reclamação formal, eu que fui lesada. E é ela que fez... Como ela teria razão?  Só na mente do amigo íntimo dela. Duvidava que um terceiro imparcial achasse aquilo normal e digno de me condenar. Afinal lesão mesmo foi de um equipamento público.  Isso tem custo de mão de obra e da peça,  quem pagou? O contribuinte, não foi o amigo íntimo.  Eu fiquei sem trabalhar enquanto não consertou, quem ficou lesado? O interesse público.  O amigo íntimo estava fazendo de tudo para dar destaque para ela conseguir o cargo de confiança.  Quem paga ele querer recompensar pelas idas que fez a casa dela e as viagens que fez com ela? O pagador de imposto. Meu amigo, a gente sempre paga,  porque também sou contribuinte e estava trabalhando com seriedade.

Talvez caí nas provocações dela. Achei que sabia quando ela manipulava e eu mesma fui manipulada.  Esse foi um péssimo negócio mas não sei de deveria continuar deixando as brincadeiras, se elas piorariam.  Não tenho idéia.  Distância é que é bom quando a pessoa sabe usar a manipulação para fazer a pessoa agir como ela quer.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O mundo pode te abandonar, você nunca pode abandonar a a si mesmo

Nas horas em que pensar que foi abandonado pelo mundo pense que isso está ok. Esta solidão é curável.  Ela só será incurável quando você se abandonar. E pessoas que prezam pela sua qualidade de vida não podem deixar isso acontecer. Autores de sua própria vida não se abalam tão fácil.

Os casos de assédio moral são interessantes porque geralmente são feitos por quem tem poder. Ou realmente desfruta de poder por causa de um cargo ou desfrutam de poder não porque possuem um cargo, mas porque são amigas íntimas do chefe, por exemplo.

Então usam o poder mexendo com as emoções basicamente usando os seguintes meios:

-medo.  É o mais comum. As pessoas têm medo do que pode acontecer. Precisam do emprego. Tem dívidas para pagar. Tem medo de continuar e passar a sofrer perseguição.

-constrangimento. Embora sem medo ninguém quer fazer algo que desapontaria o chefe.  Todo mundo percebe o que ele quer ou quem ele quer que dê as cartas no lugar.

-vergonha. Isso ocorre principalmente para a vítima, que não aceita a idéia de estar sofrendo assédio. Melhor fingir que nada ocorre. Ela geralmente esconde isso. Por isso fica sozinha. Não é aconselhável.

- interesse. Há pessoas que aceitarão o assédio sabendo que terá algum privilégio.  Ajudam a praticar o assédio sabendo que ganharão algo com isso.

E quem sofre o assédio é geralmente a pessoa que luta pelos seus princípios e valores e não se ajoelha diante de nenhum desses meios de demonstração de poder. Eu não tenho medo porque cumpro com o que devo fazer. Muitas vezes faço até demais por ser Caxias.  Então medo de que se não fiz nada errado? Eu não sofro constrangimento porque aprendi a lutar pelo que acredito.  Eu não tenho vergonha porque acho que quem deve ter vergonha é a pessoa que está usando o poder inadequadamente.  Eu não tenho interesse algum porque dispenso todo tipo de privilégio. Acho bem justas as condições.  Aliás,  nem dos meus direitos eu gozo.  Não pego todas  as abonadas, todo ano sobra. Não pego atestado, vou ao medico nas minhas horas livres.  Enfim, se nem meus direitos eu reinvidico,  para que privilégio?

Claro que você nunca vai agradar a um abusador se não está vulnerável a nenhum desses meios de demonstração de poder.  E é claro que ele terá aliados.  Mesmo quem enxerga o que está acontecendo vai fingir que não viu. Então será abandonado. Mas se não abandonar a si mesmo, se sabe que Deus também não te abandona, então saberá lutar pela sua defesa caso haja ataques. E geralmente vai ter. Como a representação da amiga do chefe. Ela bem que ameaçou e eu sabia que iniciaria na mão dele, mas se ele fosse cumprir direito iria se declarar suspeito. Então iria para a mão de outro chefe interno e depois para um  terceiro imparcial. Qual o medo?  Não tinha feito nada de errado. A representação se baseava em boato e opinião de pessoas leigas e que de alguma forma estava sob o domínio de um daqueles meios de mostra de poder.  Eu não me abandonei. Sabia que Deus não me abandonaria.  Não cedi a ameaça. Ceder a ameaça seria abandonar a mim mesma, não acreditar em mim mesma.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Não fuja das dores emocionais: enfrente- as, encare-as, repense-as

Todo ser humano tem dores emocionais e para superá-las é necessário encarar.  Quando comecei a pesquisar sobre o assédio moral e todos os malefícios e técnicas usadas pelos abusadores, uma das dicas que deram foi se fortalecer por meio de enfrentar.  Não digo enfrentar o abusador porque as consequências serão terríveis.  Estou falando de enfrentar a questão tal qual ela é.  O abusador vai querer te convencer que tudo é culpa sua. Saia desse ciclo. Nomeie o assédio.  Não pense que você é culpado por ser abusado.  Ninguem é culpado de abuso. Saia da neura de grupo.

Um caso semelhante é o abuso sexual. Muitas mulheres abusadas sentem vergonha de denunciar,  sentem-se culpadas. Não chamam pelo nome. É preciso ser corajosa para deixar claro para si e para os outros que foi abusada e dar nome a isso.  Enfrentar e encarar a situação.  Não pensar que é culpada por isso.  Os abusadores têm técnicas semelhantes. E muitos deles usam a emoção.  Ser dono das emoções e não escravo delas também é perceber quando alguém está manipulando as emoções para a pessoa sentir vergonha ou qualquer outro sentimento.  Ou está manipulando as emoções de quem está ao redor para que a vítima seja considerada a culpada. Tenho visto que os piores abusadores são os manipuladores e eles só conseguem isso porque destituem as pessoas da razão e faz imperar uma cortina de fumaça.  Tem tal astúcia que o grupo fica inteiramente cego nas mãos do manipulador.

Por isso,  geralmente a questão vai ser resolvida fora do grupo manipulado.  Quando temos a clareza que a cegueira de grupo sempre reina onde existe um bom manipulador,  o melhor a se fazer é levar a questão a terceiros não contaminados pelo manipulador.  Esse terceiro não está afetado pela emoção.  Ele consegue pensar com clareza,  com a razão.  Então a verdade aparece. Então fora do círculo do manipulador as coisas se resolvem. Mas tem que enfrentar, encarar. E claro que tudo será repensado fora do círculo do manipulador,  a razão falará então.  Por várias vezes procurei a razão fora da cegueira do grupo. Um grupo enganado pode fazer absurdos como foi o que Hitler conseguiu fazer.  Todos seus comandados acreditavam estar fazendo o certo. Cegueira de grupo. Foi preciso um olhar externo. Sempre é assim.