segunda-feira, 20 de junho de 2016

O autor da própria história faz escolhas

Que beleza poder fazer escolhas. Um marco na qualidade de vida de uma pessoa. A pessoa que não pode fazer escolhas cedo ou tarde sofrerá algum dano emocional. A pessoa que não faz escolhas  vive segundo dá para viver.  Vai vivendo... Bom,  ruim, mais ou menos, não importa, vai sendo levada pelas circunstâncias,  não faz nada para mudar ou melhorar. Simplesmente vai indo... Se eu não fizesse escolhas até hoje estaria no meu primeiro emprego, não teria estudado além do que as pessoas do meu meio estudaram, não teria conquistado os sonhos que conquistei. Meus sonhos foram todos ligados a aprendizado, mas é escolha minha aprender, gosto de estudar. Veja como é escolha. E cada um tem uma inclinação diferente, gosta de coisas diferentes. Isso é escolha.


Meu primeiro emprego não foi bem uma escolha. Era o disponível.  Mas podia fazer uma escolha, estudei inglês,  pago com cartões vegetais que fazia. Em pouco tempo fui convidada a dar aulas. Ser professora de inglês foi uma escolha. Conciliava meu primeiro emprego com as aulas.

Participei de processos seletivos para outro emprego. Passei numa companhia aérea que me daria direito a viagens e também fui chamada para serviço temporário numa faculdade. Nada me garantia que continuaria lá,  mas a faculdade me daria uma bolsa de estudos. Fiz a escolha para o incerto, mas que me daria oportunidade de estudar, algo que amo fazer, por sinal. Foi escolha.

Depois escolhi minha faculdade.  Havia uma série de cursos mas já era professora de inglês e estava gostando. Escolhi Letras. Depois sai da faculdade e comecei a lecionar em várias escolas particulares e escola de idiomas.

Prestei concurso para prefeitura para professora de inglês.  Escolha. Desisti das outras escolas particulares pois eram longe da minha casa. Fiquei com a prefeitura e com a escola de idiomas. Escolha.

Quis prestar para outro concurso. Prestei, passei, não foi fácil.  Desisti das escolas. Escolhas.

Como sempre conciliei atividades, sento falta de atividades, decidi ver o que é ser uma Consultora de Beleza. Escolha, aprendi bastante, meus objetivos era apenas comprar os produtos mais barato, aprender o que é vendas e marketing na prática e me divertir, sair do estresse. Amei a escolha.  De fato aprendi muito, desestressei e aprendi. Gostei tanto que escolhi entrar na Polishop.  O objetivo é o mesmo da Mary Kay com adição de qualidade de vida.  Polishop para mim inclui um projeto de qualidade de vida. Escolha.

Nem todas nossas escolhas implicam em ganhos. Devemos ter a maturidade de aceitar perdas e ganhos.  Às vezes perdemos financeiramente e ganhamos em experiência. As vezes ganhamos tanto financeiramente quanto em experiência.   As vezes perdemos, mas duvido muito que perdemos experiência. E será que esse não é nosso maior bem? Que tanto medo de fazer uma escolha?

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Primeira lei da qualidade de vida - ser autor da sua história

Augusto Cury ensina leis para qualidade de vida. Ele cita vários tópicos sobre essa lei. Um dos que me chamou a atenção foi que devemos ser capazes de construir e seguir metas claras. Não ter uma vida sem direção.

Gosto da idéia de ter uma direção definida. Saber o que eu quero e não quero. Acredito que é exatamente isso que me faz ter personalidade,  não ser levada pela vida como uma marionete.  Eu sei exatamente onde quero chegar, tenho metas claras.

Não tenho pressa e nem saio atropelando nada. Por exemplo, algo que tenho certeza na vida é que quero combater o assédio moral, não importa onde o veja se manifestar.  Acho que todos devem trabalhar em paz. O bullying também é algo que não tolero. A partir desses princípios definidos, sei que não importa quão elaborada seja a história de alguém que queira que eu pratique bullying junto com ela. Eu não o farei. Nem que a pena seja eu sofrer bullying.

Outro princípio bem claro é a independência.  Não negocio minha independência.  Deve ser por isso que pessoas manipuladoras não tem êxito comigo. Eu mesma sou autora da minha história,  ninguém vai manipulá-la e escrever por mim.

Ser independente requer muitas metas na vida. Digamos que essa seja a grande meta. Então tenho que subdividi-la para que essa independência seja completa.  É simples. Mas não é tão rápido assim. Enquanto não atinjo minha independência completa, vou exercendo aos poucos no dia a dia. Nas situações em que posso. E ao mesmo tempo vou construindo meu caminho para ser completamente independente.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Teste de qualidade de vida por Augusto Cury

Nesses dias tão atarefados, muitas vezes esquecemos de parar para questionar se estamos ou não com qualidade de vida. Um dos motivos pelos quais refleti sobre a importância da Assertividade é porque ser assertivo contra assediadores também traz qualidade de vida. Ninguem vive bem com assédio moral. Esse mal traz diversos sintomas psíquicos que com o tempo pode até ser fatal para a pessoa.

O teste é muito simples. Basta contar quantos sintomas você apresenta atualmente. Foi retirado do livro "12 Semanas para mudar uma vida".

Sintomas psíquicos:
- cansaço exagerado
- pensamento acelerado
- insônia
-excesso de sono
- esquecimento
- desmotivação,  desânimo
- diminuição do prazer sexual
- baixa auto estima
- medo
- perda do prazer de viver
- tristeza ou humor deprimido
- falta de concentração
- angústia (ansiedade + aperto no peito)
- agressividade
- sentimento de culpa intenso
- solidão
- idéia de desistir da vida.

Sintomas psicossomáticos:
- dor de cabeça
-falta de ar
- tontura
- taquicardia
- nó na garganta
- dores musculares
- prurido (coceira)
- gastrite
- hipertensão quando está tenso
- diarréia quando está tenso
-aumento do apetite
- diminuição do apetite
- excesso de suor
- choro ou vontade de chorar
- mãos frias e úmidas
- queda de cabelo
- nenhum

Classificação da qualidade de vida:
Sem sintomas - qualidade de vida excelente
1 a 2 sintomas - qualidade de vida boa
3 a 4 sintomas - qualidade de vida regular
5 a 9 sintomas - qualidade de vida ruim
10 ou mais sintomas - qualidade de vida péssima.

Meu resultado deu qualidade de vida regular. E olha que se me perguntariam eu diria que está boa.  Já estive muito pior. Eu lutei sempre por uma melhor qualidade de vida e posso dizer que atualmente estou gostando muito. O que compartilhei sobre as pessoas intimidadoras faz parte do passado.  Hoje trabalho com líderes e valeu a pena ter lutado. Mudei meu destino. Se continuasse na zona de conforto com certeza estaria trabalhando com o primeiro intimidador.  Não me conformei. Me perguntei: o que posso fazer para mudar isso?

Ainda tenho muito a mudar. Mary KAY foi uma ótima oportunidade de mudança e com certeza aumentei muito minha qualidade de vida ao iniciar meu negócio. Tanto que agreguei mais um negócio e sou também empreendedora Polishop. Convido você a ser um empreendedor Polishop também.  Entre em contato comigo,  tenho certeza que sua qualidade de vida dará um salto com a Polishop.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Ser assertivo com foco no estado emocional da pessoa

Margarita cita o estudioso que aconselha decidir sentir empatia e compaixão.  Ele pede para imaginar que o intimidador está agindo dessa maneira porque está profundamente infeliz com algum aspecto da vida dele. Não tem relação com você.  O estudioso continua explicando que escolher pensar assim não significa tolerar comportamentos ruins, abusivos ou inaceitáveis.  É bom lembrar que você merece ter voz ao interagir com as pessoas.

Nem sempre é fácil pensar dessa forma. Concordo que é a melhor forma de pensar e faz todo sentido. Uma pessoa feliz e realizada não tem porque tratar os outros de forma intimidadora.  Ele consegue transmitir qualquer mensagem sem intimidar os outros e sem exigir dos outros atitudes que não são razoáveis. Ele sabe ouvir. É diferente ter um momento ruim, explosivo, de ter um comportamento repetidamente agressivo e abusivo. Momentos todos têm,  e conseguimos detectar abusadores quando não se trata de uma atitude isolada que depois você vê arrependimento. Todo ser humano é falho e devemos tolerar essa falha. Quando se torna repetitivo, então não é falha. Mesmo assim podemos escolher ver com compaixão.

Ainda que tendo compaixão, temos que saber diferenciar o limite. Eu tenho compaixão de pessoas assim, mas sei que existem limites e sei que não posso ser lesado por causa disso. Comportamentos ruins tem que ser cortados,  é como na criação de um filho. Os pais amam os filhos, mesmo assim cortam os comportamentos ruins. Comportamentos abusivos devem ser cortados. Eu posso ter muita compaixão de alguém,  no entanto não posso deixar essa pessoa abusar de mim. Comportamentos inaceitáveis são o que são: inaceitáveis.  

Esse equilíbrio parece ser bem difícil. Cabe a cada um saber o que tolera e quais são seus valores para decidir sobre seu direito de ter voz e ser assertivo. Voltando à primeira dica: Por mais compaixão que você tenha, ninguém tem o direito de fazer o outro ir contra os próprios valores.  Ninguém tem o direito de anular o outro, não importa o quão superior essa pessoa acha que é.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Ser assertivo pensando de maneira boba

Essa é a segunda vez que me deparo com essa técnica.  Margarita cita um estudioso que aconselha a interagir com um intimidador imaginando-o vestindo um nariz de palhaço ou um chapéu de bebê e fraldas.  Visualize essa imagem antes de interagir com o intimidador. Essa é uma boa ferramenta,  pois ninguém saberá o que você está imaginando.

Eu particularmente ainda não consegui esse tipo de visualização.  Na hora da interação estamos um pouco nervosos e realmente concentrar-se em algo diferente é um pouco difícil.  Pode ser que consiga um dia. E realmente me parece uma boa técnica.  Alivia bem o estresse e até me parece suavizar a fúria com que os intimidadores nos abordam.

Até hoje não entendo a fonte de tanto estresse de alguns intimidadores.  Talvez seja uma loucura por poder,  talvez seja para esconder uma fraqueza ou o próprio sentimento de não ter uma boa auto imagem. Insegurança, talvez.  Talvez sejam mesmo uns bebês que precisam de algo que ainda não enxergamos.

Enfim, ser bobo ao imaginar os intimidadores assim pode ser mesmo a melhor de todas as dicas.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ser assertivo porque você é a razão para a pessoa ter esse emprego

Essa maneira de ser assertiva ensinada por Margarita pode até ser mal interpretada. Na verdade Trata-se de uma forma de você encarar a situação.  É uma questão de perspectiva para te ajudar a ser assertivo. Lembre-se que o título do texto dela é voltado para ajudá-lo a ser assertivo com pessoas que intimidam. Portanto,  não é ser assertivo sem razão alguma ou com pessoas razoáveis.  Estamos tratando aqui de pessoas não razoáveis e pessoas das quais você tem medo.  Pessoas autoritárias e que não deixam espaço para as outras serem,  porque apenas elas existem e são,  na cabeça delas. Pessoas que negam seu direito de ser e de se manifestar. E que mesmo assim te intimidam. Ou talvez te intimidam exatamente por causa disso.

Enfim, trata-se de uma estratégia.  Pense que a pessoa tem esse emprego porque você existe. Por exemplo, você é mal tratado numa repartição pública.  Essa pessoa tem o emprego porque seus impostos pagam. Você é lesado numa situação de consumo, o gerente ou quem te lesou existe porque você consome o produto dele. Você é lesado por um político corrupto; ele está no poder porque você o elegeu. Você é lesado por seu chefe; o salário dele também é pago porque existem  os funcionários que fazem a maquina girar...

Existem vários motivos que te ajudarão a entender que você tem voz, que você tem o direito de manifestar e as pessoas que intimidam não tem o direito de te lesar. É um exercício bem difícil ser assertivo e tudo é treino. Se treinarmos seremos empoderados,  termos voz em uma cultura onde nos ensinam a ser extremamente submissos.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Ser assertivo porque você não é "menos que"

Margarita cita o estudioso que lembra que todos merecem expor seus motivos. E isso deve ser considerado toda vez que se sentir "menos que". Não importa quem você seja, seu valor é igual a da pessoa que está interagindo com você,  e você merece ser ouvido.

Essa é a terceira maneira de ser assertivo. Lembrar que você não é menor, nem tem menos direitos que os outros é muito importante. Claro que há situações em que você está em posição hierarquicamente inferior, então de certa forma você é menos que alguém. Mas em um  sentido mais amplo, você é um ser humano que deve ser respeitado. Mesmo que a interação seja com seu chefe, seus pais,  ou alguém que a sociedade impõe como superior, você tem direito a pelo menos se manifestar.

Talvez você esteja errado,  então você aprenderá com essa interação.  Talvez você esteja certo, e então o fato de poder se manifestar mostrará que esse direito deveria ser mesmo concedido a você.

Como seres humanos,  ninguém tem o direito de se achar superior ao outro. Não importa que seja chefe, amiga de chefe, enfim.

Portanto, um ótimo exercício para ser assertivo é nunca se sentir inferior. Sempre lembrar que você não é menos do que os outros. Presencio muitas cenas em que as pessoas são humilhadas porque alguém se julga superior. Entretanto,  também não importa quem seja a outra pessoa, ela também tem limites quanto a seus direitos.  Também passei por uma situação em que fui humilhada. Tenho em mente que ser hierarquicamente superior não dá direito a humilhar o outro e fui assertiva. De maneira alguma confrontei ou desrespeitei a pessoa. Reconheço sua autoridade, mas no nível humano, realmente aquela atitude não podia ser tolerada. O cargo não dá direito àquele tipo de tratamento. Então existe limite sim. E delimitar bem é Assertividade.  Muitas pessoas não delimitam quando a pessoa é hierarquicamente superior por medo. E reconheço que há fundamento nesse medo, afinal a maioria das pessoas tem dívidas,  responsabilidades, necessitam muito do emprego. Então são obrigadas a não exercerem seu direito de serem respeitadas. Muito triste. Mas a realidade às vezes obriga.

Nesse caso, a Assertividade deve ser exercida com responsabilidade e cada um sabe onde o calo aperta.