quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Não dê Desculpas. Assuma!

Luis Marins mostra que as pessoas perdem oportunidades que teriam se fossem mais engajadas, envolvidas e comprometidas com o FAZER. Então ele faz algumas perguntas: Será que quem reclama é uma pessoa de ação?  Será que procuram todos os meios possíveis de cumprir suas obrigações? Não dão desculpa pelo fracasso ao invés de ter atitude, mudar, fazer e se comprometer? Não encontram Desculpas pela própria acomodação?

Com certeza o autor não quer ofender ninguém.  Ele se propôs a escrever um livro para auxiliar as pessoas a serem profissionais vencedores. E para ser vencedor, precisa vencer a si mesmo o tempo todo. Nos propomos a muitas ações e verificamos que voltamos a velhos hábitos.  Se não existe persistência,  a pessoa se acomoda ao velho hábito.  Se existe persistência,  a pessoa reconhece que voltou a um hábito que quer extirpar de sua vida e então segue tentando se moldar para vencer a si mesmo. Não é fácil,  mas certamente é recompensador.  Ninguem é perfeito, mas quem tenta é virtuoso.

Se eu pensar em minha vida, talvez tenha perdido muitas Boas oportunidades porque poderia ter me engajado mais e feito mais. Então a diferença está em se estou ou não reclamando.  Se estou contente em ter perdido as boas oportunidades, então não há problema. Mas se eu vivo reclamando da vida, então deveria ter tomado mais atitude. Deveria ter feito mais.

Vou usar como exemplo a Mary Kay, que é o motivo desse blog. Não estou reclamando de meus resultados,  pois sei o que tenho com uma hora de dedicação e tudo que posso dizer é que é excelente. Supondo que quisesse mais resultado e estivesse reclamando, então isso significa que deveria ter mais ações,  talvez dobrar a dedicação para duas horas diárias. Deveria então cumprir mais obrigações,  que seria agendar mais sessões.  Deveria mudar algumas ações,  me comprometer mais ao invés de reclamar, ao invés de dar Desculpas pela minha acomodação.

Felizmente tudo que temos é resultado dos nossos esforços. Só ganha sem esforço quem faz algo errado ou atingiu uma ótima performance a ponto de render em uma hora o que outro rende em oito horas, por exemplo. Eu acredito em mérito.  Eu acredito em esforço para ser um profissional vencedor. Eu acredito em alta performance, isso significa que a pessoa gastou tempo se aperfeiçoando para chegar nesse ponto. Ela afiou seu machado. Certo também é que um machado afiado corta muito mais rápido do que um machado cego. Um machado cego corta melhor que uma faca. Então existe ferramenta certa e ferramenta bem afiada. Só não existem Desculpas.  Não cortei essa árvore porque só tinha uma faca, ou porque meu machado estava cego (pobre de mim!). Assuma que tem uma faca e faça algo para conseguir um machado. Assuma que o machado está cego e faça algo para afia-lo.  Sem Desculpas,  sem  choro, sem aquela história de pobre de mim!!!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Domine sua vontade

O autor pede para que façamos perguntas a nós mesmos: Acredito nas pessoas e nas instituições?  Sinto-me cansado demais, tendo vontade de desistir a todo momento?  Termino as coisas que começo?  Quando erro, tento novamente até acertar ou fico paralisado no erro?

É bom este tempo para nós mesmos,  um tempo de auto conhecimento, um tempo dedicado para a pessoa que pode mudar seu mundo, que somos nós mesmos.  De maneira geral eu acredito nas pessoas e em instituições,  pois acredito que a maioria das pessoas são honestas. Só não podemos ser muito ingênuos a ponto de acreditar em todas as pessoas e todas as instituições.  Como sempre digo, não importa onde esteja haverá pessoas e pessoas. Nada é perfeito. Em Mary Kay também há vários tipos de pessoas, importa observar. Eu as vezes ouço reclamações de clientes que ficaram insatisfeitas com Consultoras. De Consultoras que ficaram insatisfeitas com Diretoras. Enfim, sempre haverá alguém insatisfeito.  Nem Jesus agradou e a todos, até Paulo foi preso e ouvido por várias pessoas. Cada um é cada um, eu costumo observar, e se não estiver de acordo com padrões de ética eu simplesmente entendo que uma pessoa não representa um todo. Aprendi muito com a regra de Pareto: 20/80. Na empresa Mary Kay tenho total confiança.  É muito sólida, tem mais de 50 anos no mercado mundial, no Brasil está há 17 anos. Tem muita seriedade, cumpre tudo que promete. Eu até hoje não fiquei decepcionada com a empresa. As regras são bem claras e explícitas para todos. Até agora minha nota para a empresa Mary Kay é 100 com muito louvor.

Eu não me sinto muito cansada porque não coloco uma meta acima do que posso cumprir.  Não tenho vontade de desistir porque consigo ver as pequenas vitórias diárias: uma pessoa feliz após uma sessão,  uma pessoa que disse que passou a receber elogios depois que começou a usar os produtos,  uma mensagem dizendo que amou o resultado, uma anfitriã feliz em receber produtos com desconto ou totalmente grátis... enfim, é um trabalho compensador em vários sentidos.

Nem sempre acerto, procuro prestar atenção ao que faço para poder consertar eventuais erros. Ninguem é perfeito e que bom que seja assim, nós conseguimos evoluir com nossos erros. Vejo pessoas que fazem de tudo para cobrir um erro, eu já admiro quem o admite na hora, sem achar que um erro pode diminui-la.  Em minha visão,  quem domina sua vontade e corrige e admite um erro é muito mais virtuoso.

Para ser um profissional vencedor temos que dominar nossa vontade. Analisarmos a nós mesmos com muita frequência, pois não é nada externo que nos faz vencedores, somos nós mesmos. Nós não temos que vencer ninguém,  senão a nós mesmos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Não desista no meio do caminho

O profissional vencedor dá seguimento aos programas que começou.  Dedica energia, tempo e esforço aos seus projetos. Tem comprometimento. Tem paciência para esperar os resultados aparecerem.

O autor aconselha a não esmorecer para não desmerecer, dar continuidade ao que se propôs a fazer é acompanhar o processo. Ter calma, ler os relatórios e ser exemplo de participação e envolvimento.

Parece uma repetição de um conselho que Luiz Marins já tinha dado. Se ele repete é porque esse detalhe é um dos mais importantes. Meu projeto atual é a Mary Kay, portanto eu dedico energia a ele. Não posso esperar que tudo se faça sem energia alguma de minha parte.  Eu dedico tempo a ele. No meu caso é uma hora diária,  o importante é que essa hora é inegociável. Eu dedico esforço a ele. Não posso esperar resultado sem esforço.

Meu comprometimento vem exatamente disso: uma hora inegociável.  Se tivesse estabelecido mais tempo, teria eu o mesmo compromisso? Teria a energia para isso? Que tipo esforço teria que despender? Considerando que Mary Kay é minha segunda atividade, eu estabeleci uma meta que sei ser capaz de cumprir. Comprometi com o que sei que posso. Simples assim. Não adianta colocar uma meta difícil e não conseguir se comprometer com ela. Meta fácil.  Uma hora por dia. Hora que poderia estar gastando assistindo TV, dormindo, pensando na vida, focando da vida dos outros... enfim...

Tenho paciência de esperar os resultados pois sei que o longo prazo é melhor do que o curto prazo. Quem dedica uma hora tem que esperar oito vezes mais tempo do que quem dedica 8 horas.  Questão de números.  Claro que nada é impossível e haverá casos de pessoas que fazem mais em uma hora do que outras fazem em 8 horas. Estou falando de uma média.

O autor aconselha a ler os relatórios. Devemos ter tudo anotado para avaliar até que ponto as metas estão sendo atingidas. Se há espaço para melhoras,  para modificações.  Quem acompanha o processo sabe o que está bom ou ruim e pode trabalhar estrategicamente. Sabe avaliar melhor.  Muitas pessoas desistem no meio do caminho porque não tem nem anotação.  Não sabem se avançou ou não.  Não têm o que avaliar. Não se envolvem.

Como ter resultados de algo sem envolvimento? Muitas vezes desistimos por isso. Não participamos, não nos envolvemos, não comemoramos pequenas vitórias por estarmos focados demais em grandes resultados sem perceber que são pequenas detalhes no meio do caminho que nos estimulam a continuar.  O profissional vencedor agradece as pequenas vitórias e continua por causa delas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Decida com rapidez

Luiz Marins ensina que se tiver uma idéia boa, corra para implementá-la.  Se não tiver, observe e tome nota de tudo. Coloque essas notas em discussão e análise para possível implementação.  Só observar não funciona, tem que escrever e fazer uso real. Toda vez que se sentir surpreendido por um bom atendimento, for atraído por um bom merchandise,  ficar satisfeito com um produto, anote as observações.

Ele não é o primeiro a dizer que não podemos demorar para tomar decisões.  Devemos agir logo. Todo profissional vencedor tem senso de urgência.  Não é o tipo que fica protelando. Minha Diretora tem sempre uma boa ideia que compartilha com o grupo. Mary Kay é um trabalho de mentoria, pois as Diretoras nos ensinam muito nas reuniões de unidade. As pessoas que comparecem tem a tendência a crescer se realmente decidirem rapidamente implementarem as ideias sugeridas. O negócio é independente, então a decisão sobre conduzir o negócio é da Consultora. Portanto,  ela também é responsável pelo sucesso ou fracasso de seu negócio.  Geralmente quem decide fazer o que tem que ser feito tem um bom resultado. Quem vai um pouco mais tem excelentes resultados. Tudo depende do objetivo de cada um e da dedicação de cada um. Eu, por exemplo, não poderia esperar resultados iguais de quem se dedica integralmente ao negócio.  Fico muito satisfeita pelos resultados de uma hora diária de dedicação.

Minha uma hora de dedicação traz resultado satisfatório porque gosto de tomar decisões rápidas e implemenntar.  O blog surgiu de uma decisão.  Por que deixar para depois?  Depois veio o Facebook.  Já estou implementando outra ideia sugerida pela Diretora. E cada vez que tenho uma nova ideia,   vou rapidamente testar. Para que esperar?  Não é porque só faço uma hora que é inviável.  Meu segredo é fazer o melhor possível nessa uma hora e fazê-la render bem. Então se tem uma ideia,  logo implemento.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Adote um padrão com o qual se comparar

O profissional vencedor não inveja, ele admira. E a pessoa admirada é tomada como exemplo. O profissional vencedor observa as características de outro vencedor para descobrir o grande segredo daquela competência.

Ele tem que ser humilde a ponto de ouvir e ter a disposição de aprender coisas novas e comportamentos.

Assim, eu admiro muitas Diretoras e Diretoras Nacionais da Mary Kay. Elas são verdadeiros exemplos de garra e determinação para mim, desde que ajam com integridade. A maioria das pessoas são íntegras.  Então quando falo em tomar como exemplo e observar as características que fizeram do profissional um vencedor, estou falando de trabalho honesto. Não devemos tomar como exemplo algo desonesto e não importa onde estejamos, haverá pessoas e pessoas. Todos têm uma competência natural e outra que tem que desenvolver. Em que a pessoa exemplo é competente? Como essa competência o levou a ser um vencedor? Assim, podemos olhar as pessoas que admiramos sem inveja, porque se ela desenvolveu uma competência,  e se acreditamos em nosso potencial,  nós também poderemos desenvolver aquela competência.  Dá trabalho, leva tempo, mas isso é íntegro.  Geralmente quem não quer ter trabalho tem que adotar padrões não éticos.  E isso não pode ser exemplo. Nenhum padrão sem ética deve ser exemplo. Dizem que o mundo é dos espertos. Senti na pele por várias vezes que realmente os espertos se dão bem. No entanto, não quero ser vencedor dessa forma, acredito no trabalho e isso também dá certo. Quem trabalha, estuda e se esforça pode ser um grande vencedor. Depende de como escolhemos ser vencedores. E tenho dito que não considero vencedor alguém sem ética.  Para mim é uma farsa.

Então para ser vencedor com ética vai precisar aprender muito. Vai precisar ter muita disposição.  Vai ter que querer mudar a si mesmo e mudar comportamentos. Precisará sair de sua zona de conforto e experimentar fazer o que o exemplo vencedor está fazendo. Sim, estou falando de copiar um bom exemplo. Se ele acorda cedo,  então vou experimentar acordar cedo.  Se ele trabalha desse jeito, então vou experimentar trabalhar desse jeito. Enfim... questão de analisar e aprender com o modelo. O modelo será um verdadeiro mentor, não alguém a quem invejar.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Termine o que começar

O profissional vencedor termina o que começa.  Concordo que devemos saber a hora de parar e é sábio parar algo que não tem futuro, principalmente quando já foi feito todo o possível.

Terminar o que começar é dar continuidade a ideias. Quais ideias você começou e não terminou? Por que elas foram abandonadas? O motivo é muito importante. Sabermos o porquê nos ajuda a definirmos se simplesmente abandonamos por fraqueza ou se realmente a ideia não  valia a pena e foi uma decisão sábia.

Na maioria das vezes não terminamos o que começamos por lançarmos nossa ideia a própria sorte, sem planejamento e principalmente sem acompanhamento.  Falta Follow up. E Follow up é fundamental para quem começa e termina.

Muitos me dizem que conhecem Consultoras da Mary Kay que não deram certo como se o mesmo fosse acontecer comigo. Mary Kay Ash dizia que quem acredita que pode, está certo; quem acredita que não pode, também está certo. Então a história de cada um depende não apenas de sonho. Também de acreditar.  Quem acredita se planeja. Quem não acredita pode até se planejar. Acontece que nenhum planejamento que não é colocado em prática dá resultado. Pode ser lindo o planejamento, pode ter levado um tempo para se fazer, usando bastante tempo e energia. A pessoa pode até ter iniciado a cumprir o planejado. E aí pára.
Paramos por muitos motivos. Que bom se pudermos parar por motivos bons, e não porque não conseguimos acompanhar.  Tudo tem que ter acompanhamento e monitoramento.  Então se eu planejo fazer as 6 atividades mais importantes do dia e nem acompanhar se fiz ou não, será que terei resultados? Será que serei um profissional vencedor? Se eu planejo e não faço,  sou mesmo vencedor? E como posso esperar resultados de vencedores?  Tudo que precisamos é começar e terminar. Nem que tenhamos que fatiar em pedaços bem pequenos. Se eu tenho 6 atividades no dia, concentro - me em cada uma de uma vez. Começo uma e termino.   Quando termino a primeira sei que tenho mais 5, então me concentro na próxima.  E assim vai indo... começo e termino.

O planejamento de longo prazo não vai terminar tão cedo, tem que ter essa noção. Portanto o que tenho que fazer no pouco do dia a dia eu tenho capacidade de gerir. Eu tenho capacidade de terminar e tenho capacidade de acompanhar.  Posso então por meio do acompanhamento refazer as previsões,  refazer o planejamento das tarefas. Não é muito difícil quando a gente se organiza.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Passe do plano do choro ao plano de ação

Luis Marins, assim como tantas outras pessoas, ensina a não ter auto comiseração,  auto piedade, pois isso impede de enxergar as oportunidades.  A pessoa apenas se torna reativa. Ele incentiva a ação,  não ficar esperando, enxergar a oportunidade onde outros só vêem crise.

Então o profissional de sucesso não é aquele que vive dizendo pobre de mim. Muito pelo contrário,  é aquele que apesar de tudo que acontece continua a lutar, não se abate. Ao invés de se lamentar, consegue enxergar a grande oportunidade que se encontra onde todos vêem coisas ruins. Portanto, entendi que o bom profissional tem visão diferente dos demais. Um mesmo acontecimento pode ser visto de várias formas. O bom profissional escolhe ver o copo meio cheio. Se a maioria das pessoas enxergam o copo meio vazio,  o profissional de sucesso vê o copo meio cheio e não fica parado esperando. Ele trata de terminar de encher o copo.

Ele age, porque só enxergar o copo meio cheio não é de fato uma solução.  É uma forma de enxergar. Então precisa partir para a ação.  E se perguntar? Como poderei terminar de encher esse copo? O profissional de sucesso acredita que pode encher o copo, enquanto os outros se lamentam que o copo está meio vazio.

Usando essa metáfora,  onde em minha vida existe um copo meio cheio? Estou conseguindo enxergar que o copo está meio cheio ou estou me lamentando só conseguindo vê-lo meio vazio? O que estou fazendo para terminar de encher e quiçá conseguir outros copos para eu encher? Estou achando que as pessoas têm o dever de encher o meu copo ou estou trabalhando para enchê - lo?  Sim, não existe fórmula mágica,  muito do que acham sorte não foi sorte. As pessoas trabalharam para conseguir. As pessoas se esforçaram.  Estou me esforçando como aquele que supostamente deu "sorte" na vida?

Estou chorando ou estou agindo?