quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sinta coragem e avance

Marins ensina a olhar o novo como oportunidade de medir nossa capacidade de vencer obstáculos,  de criar, de inovar. Ele pede para não ficar paralisado frente a uma situação nova, tem que agir rápido. 

Eu concordo plenamente com o autor. O novo me fascina. Interessante como as pessoas são diferentes e cada um tem uma percepção diferente da situação.  De certa forma eu consigo ver as oportunidades como um desafio bom. E eu gosto de novos desafios. 

Quanto a agir rápido,  também acredito que seja fundamental. Concordo que devemos estudar qualquer projeto novo que queiramos desenvolver. Só que esperar muito não é bom. As pessoas perdem oportunidade por estarem sempre esperando. Calcule os riscos,  não devemos arriscar desnecessariamente. O risco deve ser calculado e devemos saber que os melhores negócios envolvem certo risco e certo investimento. Calcule e dê pelo menos o primeiro passo. 

Quem consegue dar esse primeiro passo está muito além de quem não consegue sair do lugar por estar paralisado com medo do risco. Um passo de cada vez não exige muito risco. Comece pequeno. O importante é pegar a oportunidade. Aos poucos vai avançando. Aos poucos vai vencendo os obstáculos,  quem começa pequeno também tem obstáculos menores e gerenciáveis. Aos poucos vá criando, inovando, acrescentando... e aos poucos o céu é o limite.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Escreva seus objetivos e metas

De acordo com Luiz Marins, o profissional vencedor escreve objetivos e metas, pois esse é um documento para o futuro. O autor ensina a guardar e reler de vez em quando. Ele também aconselha a estabelecer prazos, datas, valores e a ser o mais claro e direto possível.

Eu tenho objetivos de longo prazo e de curto prazo. Sei o que quero para o futuro distante e tenho a consciência de que terei que ser paciente e esperar, pois nada sólido se constrói de uma hora para outra, sem trabalho duro. Se alguém promete que é assim,  talvez tenha acontecido com ele, por circunstâncias especiais. Acredito que as pessoas comuns costumam levar mais tempo e mais trabalho. E eu sou uma pessoa comum, com nada de extraordinário.  Tudo que consegui na vida levou tempo e esforço. Não acho que exista uma fórmula mágica e sim planejamento.

Então para conseguir o que almejo no longo prazo vou fazendo o que tem que ser feito no dia a dia. Os resultados não se mostram assim tão rápido. Se eu somar esses pequenos resultados, eles já estão contribuindo para o objetivo de longo prazo.  Costumo comparar a uma caminhada.  O objetivo final está lá ao longe, mas se eu der uma  passo a cada dia, mais próxima estarei de chegar na linha de chegada. Se eu desistir no meio do caminho jamais vou chegar. Se eu persistir, chegarei de pouco em pouco.

O objetivo de longo prazo eu leio e vejo de vez em quando. O objetivo mensal vejo todo dia.  As atividades diárias são prioritárias e não deixo de fazer, pois sei que elas contribuirão com o objetivo mensal, e o mensal contribuirá para o objetivo de longo prazo.

Eu tenho prazo e isso geralmente dá certo comigo. Sei o que tenho que fazer todo dia, então o prazo é o dia, não deixo para o dia seguinte.   Sei minha meta mensal, então o prazo é o fim do mês, se não alcançar a meta, sei que tenho que me esforçar um pouco mais.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Imagine-se um vencedor

No livro Superdicas para ser um  profissional vencedor,  Luis Marins aconselha a se imaginar um vencedor. Quando você se vê como vencedor, todo o seu pensamento muda, você passa a acreditar no seu potencial,  acreditar que você encontrará os meios para ser melhor profissional a cada dia. E se imaginar um vencedor fará com que você faça juz a isso.  Trabalhando para realmente vencer.

Quem se imagina um vencedor não é arrogante, não se imagina melhor do que os outros, simplesmente tem uma mente que não o limita. Se imaginar um vencedor permite que todos a sua volta também sejam vencedores. Não é necessário que haja perdedores, melhor que seja uma super equipe, onde todos têm confiança na sua competência e no seu potencial. Um time de pessoas vencedoras e seguras.

Você não precisa ser vencedor para se imaginar um vencedor. Não importa sua posição,  se você se imagina já tem o potencial.  Potencial é algo importante, pois todos os talentos existem, mas estão adormecidos. Se imaginar um vencedor fará despertar todas as habilidades necessárias.

Ser um vencedor é agir com integridade.  Sem integridade não existe um vencedor,  mas sim um trapaceiro. Trapaceiros podem dar a impressão de vitória,  mas a realidade é que não passam de farsas.

Pessoas que não se imaginam vencedoras, só falam, pensam e imaginam-se fracassadas não terão outra alternativa a não ser um fracasso.  Eu escolho imaginar - me como vencedora para despertar potencial dentro de mim, mesmo que as habilidades ainda não estejam visíveis.   Ou que ainda esteja afiando minhas ferramentas. O importante é que imaginar-me uma vencedora vai me fazer trabalhar para alcançar minhas metas com integridade.




segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Uma vida administrada de outra forma

Ricardo Semler escreveu o livro: "Voce está louco! Uma vida administrada de outra forma". Ele conta como administrou a empresa que herdou do pai e sobre outros empreendimentos em que se envolveu.

Muito interessante como ele teve várias experiências diferentes. Foi roqueiro,  administrador,  político,  educador,  escritor, professor de liderança e fez viagens a países inusitados e em condições que muitos não quereriam.

Ainda quando estudava teve experiências empreendedoras.  Apesar de não necessitar, desde jovem já sabia se virar e construir seu próprio negócio.  Como administrador chamou-me a atenção ter formado um time bem competente e ter comprado empresas falidas.  Ele ia mesmo na contra mão,  muito do que a maioria das pessoas evitariam,  ele tomava para si. Me pareceu que ele gostava de desafios, então quanto mais difícil e desafiador,  talvez fosse melhor. Suas empresas também tinham um padrão inusitado, em que o trabalhador ficava no centro e era consultado.

A leitura do livro dele me fez pensar que nem sempre precisamos seguir convenções,  que de vez em quando ser diferente e ir na contra mão,  ou pela estrada menos percorrida, pode ser muito compensador em vários sentidos. A vida dele foi administrada de outra forma e como leitora tive a impressão que valeu bem a pena, que ele gostou dessas experiências que teve. Por que não administrarmos nossas vidas de maneira não convencional?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Eu continuo, eu posso, eu sou capaz...

Essas palavras são antônimas ao que Og Mandino  aconselha tirar do vocabulário.  Portanto, ele também acredita que devemos tirar certas palavras como: desistir,  não posso,  incapaz, impossível,  fora de cogitação,  improvável,  fracasso, impraticável,  sem esperança e recuo.

Tirar do vocabulário é difícil,  tem que praticar mesmo e quando você menos esperar estará usando as palavras. Eu sei porque acredito que primeiro vem a consciência de algo, depois a prática e só por último que se torna automático.  É um músculo,  tem que praticar. Ontem mesmo, ri quando ao reler meu texto vi quantas vezes usei nunca. Eu estava praticando para não usar e sem querer usei a palavra. Vai acontecer por muitas vezes. Se eu tornar isso consciente e começar a praticar, tenho chances de diminuir bem do vocabulário até que enfim se tornará automático.  Se não praticar e não tornar consciente nem prestar mais atenção a isso, será apenas por um período até que voltarei a usar as palavras novamente sem me lembrar que um dia escrevi sobre prestar atenção às palavras que usamos,  porque elas podem modificar nossos pensamentos.

Se tirar palavras é difícil,  imagina viver essas palavras. Imagina lembrar que somos capazes, que podemos,  que iremos continuar, que não é impossível,  que temos esperança e não vamos recuar. Isso é mais difícil ainda e se fizermos disso um desafio, já estamos um passo a frente de quem não tem consciência disso. De quem se deixa levar pelas circunstâncias.

Então que tal entrarmos nesse desafio? Vamos tirar essas palavras nefastas do nosso vocabulário e da nossa vida essas idéias de incapacidade, pois todos podem, todos têm capacidade e são bons em diferentes áreas.  Cada um é bom em um aspecto.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Eu tenho a intenção, o objetivo...

Ao invés de falar que você vai tentar, fale que tem uma intenção,  um objetivo. Tentar é muito vago, parece que a pessoa já entra num projeto com o ânimo de fracasso. Agora uma intenção é mais forte, um objetivo é mais específico,  a pessoa sabe onde quer chegar. Denota que a pessoa realmente é decidida.

Outras palavras poderosas são:  eu farei ou eu não farei. É muito melhor do que dizer "talvez".  Novamente há decisão. Há força.  As pessoas do "talvez"  parecem não saber o que quer, parecem não ter força.  Ou evitam dizer claramente o que querem ou o que não querem.

A autora do texto também recomenda "saber" ou "não saber" ao invés de "achar". Também me parece palavras de pessoas decididas. Que pesquisam bastante antes de emitir um parecer.  São pessoas que não dão muita opinião. Preferem fatos ou conhecimento.

Na minha pesquisa acerca de empreendedorismo aprendi muito sobre intenção. Quem determina o que quer e coloca claramente onde quer chegar, com objetivo e intenção bem claros tem muito mais chance de ser bem sucedido em uma empreitada. Quando entrei em Mary Kay foi uma tentativa, estava aberta tanto para dar certo quanto para dar errado. Vi como um curso de marketing para conhecer o mercado como um todo, para entender o que são vendas. Claro que havia outros motivos também,  amava os produtos. No entanto, depois que entrei fiz meu melhor para dar certo.  Tenho objetivo e intenção.  Não faço algo que seja mais ou menos, a não ser que seja obrigada por motivos fortes. O mesmo ocorreu quando prestei o concurso. Foi uma tentativa e uma vez que escolhia algum, tinha intenção e objetivos claros.  Sabia que faria o meu melhor. Claro que meu melhor ainda pode estar longe do melhor de outras pessoas, não podemos nos comparar.  Se pudermos ser melhores do que nós mesmos 1% a  cada dia, já está bom. Imagine cada um de nós melhorando 1% a mais do que ontem e todos os dias ocorrendo o mesmo... ao final teremos progredido bastante. Nunca concorro com ninguém.  Cada um tem que ter sua intenção e seu objetivo e não ficar olhando o desempenho dos outros.

O "talvez" nunca foi algo que me prejudicou,  pois não tenho muito essa palavra no meu vocabulário.  Sou a espécie de pessoa decidida.  Que quando falo que vou, vou. Quando falo que não vou, não vou. Eu não demoro muito para tomar decisão e se acho uma boa oportunidade, eu não deixo passar. Muitas pessoas deixam muitas Boas oportunidades passarem. Deus deve ter enviado muitas em minha vida que talvez não vi. As que detectei eu peguei.

Quanto ao "achar" tenho que admitir que uso bastante esta palavra e seus sinônimos.  Geralmente uso nos textos do blog para emitir minha visão acerca das questões levantadas. Eu penso que nunca sabemos tudo, por isso deixo claro que essa é minha opinião,  algo que acredito no momento. Talvez dependa do contexto, pois profissionalmente não gosto de opinião. Estudo com afinco a ficha dos produtos e informo as clientes de acordo com a ficha. Gosto de estudar tudo. Quando não tenho certeza prefiro dizer que não sei e vou verificar. Não gosto de gente que chuta nesse sentido. Nesse caso não podemos "achar", temos que ter fatos e saber realmente do que estamos falando.

E por que não colocar essa intenção de estudar a área que interessa?  E por que não colocar como objetivo saber ao invés de emitir opinião nesses casos que dependem de conhecimento técnico?  Conhecimento liberta.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Nunca ou sempre? Ou algumas vezes?

No mesmo texto em que vi sobre as palavras "escolher" e "querer" ao invés de "ser obrigado a algo", vi que também não é recomendado dizer "sempre" ou "nunca". Podemos escolher palavras como: às vezes,  geralmente, raramente.

Isso nos ensina que a maioria das coisas não é absoluta. "Sempre" ou "nunca" é muito forte. Isso também nos ensina flexibilidade. Não presto atenção se uso muito as palavras "sempre" ou "nunca" e acho que seria bom para mim começar a prestar atenção e entender que tudo é relativo e que não devemos ser muito dos extremos. Já fui mais extremista, por assim dizer, e cada vez mais tenho buscado a flexibilidade. Claro que de meus valores não abro mão,  eles são para mim e não obrigo ninguém a pensar como eu. Acredito mesmo no poder da escolha e na liberdade. O próprio Jesus não obrigava ninguém a nada, limitava- se a dizer que quem tivesse sede que viesse a ele. E as pessoas vão espontaneamente. Muito lindo isso. 

Outra palavra de poder é "e" ao invés de "mas". A ideia é que se adiciona algo, e não acrescenta uma ideia oposta.  Meus textos são cheios de "porém,  mas,  entretanto". Não sei se conseguirei tirar essas palavras do meu vocabulário com facilidade. De acordo com a autora do texto, essas palavras mudam nosso viver. E por que não tentar? Nossas palavras talvez até tenham o poder de mudar a maneira que pensamos, e se pensamos diferente, agimos diferente. Se agimos diferente, temos resultados diferentes. Isso para quem gosta de mudanças.  E eu gosto.