sábado, 4 de outubro de 2014

Administrativo e financeiro

Logo na minha primeira sessão notei a necessidade de aceitar cartões de débito e principalmente crédito.  Tive que pegar uma máquina emprestada no início para atender a necessidade das clientes.  O cliente deve estar no centro de tudo. Ao fazer pesquisas, decidi por não abrir uma empresa como micro empresária.  Como funcionaria pública não era possível.  Portanto comecei a ver possibilidades como pessoa física.  Encontrei o aplicativo por celular, mas as taxas eram um pouco maiores e as clientes teriam que digitar o número do cartão,  com o que nem todas se sentem confortáveis.  Resolvi comprar a maquina do PAGSEGURO. As taxas também são um pouco mais altas, mas não precisa pagar mensalidade,  eles dividem em 12 vezes e ao final a maquina será minha.

Em seguida tive que abrir uma conta bancária,  pois os valores não são depositados nem em conta Salário nem em conta poupança.  Decidi dividir em três vezes para facilitar para as clientes e dar vale compras para próximas compras para aqueles que adquiriam a vista. O incentivo foi bacana, pois até agora não usei a máquina e minhas clientes tem ganhado descontos para usar nas próximas compras. Ao invés de ficar com as instituições financeiras a porcentagem vai para a cliente que assim preferir.

Meu irmão formou-se em contabilidade e ajudou-me com uma planilha de controle da pronta entrega e controle do fluxo do caixa. Ainda estamos trabalhando nisso, pois não é tão fácil conciliar meu horário com o dele.

Fico feliz que a cada dia meu empreendimento toma ares de empresa mesmo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Estudar não é tudo

Continuo a comentar sobre as sábias lições da guerreira. Ela disse que nunca brigou na escola, nunca deu trabalho, mas admite que não gostava de estudar e que o estudo não garante ninguém,  que são arrogantes as pessoas que acham que sabem mais que as outras. Concordo.

Apesar de amar estudar, sei que se isso fosse algum requisito para estabilidade financeira, professores seriam ricos, todos sabem que isso não garante ninguem.  Um professor da faculdade comentou que imagina os mestres em português,  como seriam abonados por serem profundos conhecedores da nossa língua. Mas todos sabemos que não garante relação entre conhecimento e ganhos.

O livro que me inspirou, Pai Pobre, Pai Rico, menciona várias vezes sobre como somos mal instruídos na escola, pois ela nos educa para o padrão de sermos assalariados, empregados de alguém e ficarmos para sempre no que chama de corrida de ratos. Poucos sairão desse padrão,  esses são os que considero os "fora da caixinha". Temos que sempre lembrar que pensar fora da caixinha pode ser bacana, já é um começo,  mas o negócio mesmo se constitui em AGIR, sair de fora da caixinha.

Esse mesmo livro ressalta que educação é importante se estudarmos certas matérias,  como finanças e vendas. Portanto, não se está falando em educação formal propriamente dita, mas algo além. 

Então por que estudei tanto? Primeiro porque gosto. Não disse que foi a formula do sucesso, mas sempre me impulsionou. Segundo porque me proporciona satisfação.  Ganhei mais com o CPE? Um pouquinho mais,  pois no CNA diziam que salário não se pede, se merece. Na Prefeitura não fez diferença.  Queria um salário maior com CPE? Claro que não.  Era satisfação pessoal apenas e minhas aulas ficariam melhores, eu fiquei mais feliz de proporcionar melhores aulas. 

E a pós graduação?  Não ganhei nada a mais com isso. Muito pelo contrário...

Mais mulheres guerreiras...

Mary Kay Ash montou um plano de negócios para enriquecer a vida das mulheres. Conheci outra pessoa de garra. Verdadeiramente essas pessoas me inspiram.

Ela contou-me que o marido a abandonou quando estava doente, mesmo assim lutou. Vendeu cosméticos,  fez caixas artesanais, fez croche,  bordado, enfim, trabalhou mesmo doente enquanto esperava para ser atendida. Superou a doença. Superou tudo. Ela disse que mesmo recebendo seguro desemprego e com algumas economias não deixou de trabalhar, ela prefere trabalhar. Ela também tinha perguntado da possibilidade de ser consultora.

Ela me ensinou muitas lições. Ela não está lendo o blog, eu passei para pouquíssimas pessoas e ela não tem contato com elas. Quando comentei que era professora na prefeitura e que resolvi sair, ela compreendeu o quanto é difícil ser professor hoje em dia, dando exemplos que realmente tinha vivenciado. Comentou que a filha arrumou uma briga na escola e ela a colocou de castigo e a ensinou a não brigar nunca. Mesmo estando certa ela faria a filha pedir desculpas porque o importante não é estar certo, mas ser feliz.

Realmente isso daria uma boa discussão. Foi bacana a atitude dela, ensinando a filha a conviver em paz. Não comentei nada, mas pensei sobre o assédio.  Será que devemos nos calar mesmo estando certos? Até que ponto isso alimenta o Bullying?  Realmente é difícil saber. Conversando com uma psicóloga,  e toda vez que vou lá aprendo mais um pouquinho, ela diz que devemos respeitar, mas também temos que ser respeitados, mesmo quando estamos servindo. Lembro-me de pedir desculpas para uma assediadora mesmo estando correta, pois assim aprendi em casa. Ela aproveitou-se da situação,  dizendo que eu pedi desculpas porque ela estava certa e o assédio nunca parou. Eu nunca tive boca para defender-me, ela era dominadora, enfim a linha tênue que separa até que ponto estamos nos defendendo quase se perde nestes casos. Mas vale a reflexão e tenho enriquecido minha vida com esses contatos que tenho feito nesta minha caminhada Mary Kay.

Ela comentou que nunca arrumou briga na escola, eu também não.  Mas na vida adulta foi necessário defender - me,  abrir a boca, protestar, discordar... Se eu fui feliz assim. Certamente. A PUC ensinou cidadania e o exercício dela. Devemos ser explorados e ficar calados?  Devemos deixar que nos acusem injustamente? Devemos achar que só pelo fato de a pessoa estar em cargo superior tenho que concordar com tudo? Não me arrependo de ter discordado que recebi aquele ofício.  Era somente para eu ouvir e sair calada, isto é,  era só para concordar que tinha recebido sim, desculpe me, vou passar fax dele e depois sair correndo atrás de algo que você nem sabia que existia, porque ninguém te falou, e passar, muito simples mesmo. Será esse cidadão passivo que queremos? Claro que não queremos cidadãos violentos. Mas será que passividade demais beneficia a sociedade? Realmente assunto que levaria a muitas discussões.  Nem acredito que haja certo ou errado, há muitas formas de pensar....

Depois tem a questão do limite. Até que ponto há um limite quando você não é capaz de estabelece-lo?  Talvez atualmente eu fosse mais flexível exatamente porque não sou a mesma que entrou. No início dava muito de mim. Pense no além da obrigação e multiplique por três.  Depois disso ainda dava alem, agora multiplique por dois. Atualmente sou apenas uma boa funcionaria. Uma só.  Não muitas, não super eficiente e se vierem fazer alguma injustiça comigo eu simplesmente deletarei e direi, sou somente uma funcionária.  Não ficarei indignada exatamente porque fazia por três.  Não acharei nada, mesmo porque me acostumei... Talvez seja assim que se mata excelentes funcionários públicos e seja exatamente por isso o funcionalismo público... Bom, nem preciso falar da fama que tem...


Ela me disse mais coisas sábias,  mas deixa para uma próxima.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Sobre o poder da paciência, um passo de cada vez...

Quem leu a minha história pode ter pensado que consegui realizar meus sonhos em pouco tempo, pois não mencionei quando consegui cada vitória.

Na verdade, temos que ter muita paciência,  precisamos ter sonhos e sobretudo acreditar em nós mesmos. Então guardem bem a formula: SABER ESPERAR, SONHAR, AGIR (acreditando que seremos capazes). Comecei a história a partir do momento em que lecionava. Antes disso, fui banconista em uma farmácia, logo a chefia simpatizou com meu serviço e passei ao caixa.  Minha querida amiga que será tenente  tinha emprestado seus livros de inglês para mim. Ela também me ajudou, pois comecei como autodidata. Terminei todos os livros, mas não tinha experiência em conversação.  Queria falar inglês e fui a escola de idiomas. Ela me indicou o dono da escola, que também era professor lá.  Ele fez os testes e consegui passar três estágios.  Durante o curso, ele disse-me que tinha potencial para ir mais rápido e fazer aulas particulares. As aulas eram muito caras, em turma era acessível.  Expliquei isso a ele, pois era balconista e ainda complementava a renda com cartões em papel vegetal que eu fazia e vendia. Ele concordou em fazer poucas aulas voltadas à conversação e dar um desconto. Logo chamou me para o treinamento de professores que era aos domingos. Sem ter terminado o curso, chamou-me para lecionar para crianças.  Enquanto fazia o curso comentei que queria o CPE de Cambridge. Ele explicou que era muito difícil.  Era meu sonho quase impossível enquanto era balconista e ao mesmo tempo professora de crianças.  Sabia que chegaria lá.  Demorou bastante. Comecei a faculdade, terminei faculdade, estudei na Cultura Inglesa... Ao fazer os testes na Cultura, pedi para fazer o preparatório para o FCE,  o mais simples, pois sabia que tinha que ser passo a passo... Disseram que eu já passaria neste. Inscreveram para o CAE .  De fato passei no FCE,  fui fazendo teste por teste até o CPE, que era o meu alvo.

O mesmo ocorreu com os concursos públicos.  Prestei alguns que não passei, mas sabia que eram passos necessários para chegar onde eu queria. Cada vez que estudava tinha matérias que se repetiam. Então eram revisões e eu aprendia cada vez mais. Não demorou tanto como para conseguir o CPE, mas foi uma conquista e tanto. Com certeza, o ritmo do CPE ajudou com os concursos. Neste em particular, a matéria também ajudou, pois inglês era uma delas.

Sinto que o mesmo pode ocorrer com Mary Kay. Nada me garante que serei bem sucedida, mas preciso seguir passo a passo. Melhorar a cada dia. Os resultados talvez venham progressivamente. Sinto que ainda são os primeiros passos. Estou ainda aprendendo a lidar com algo novo para mim. Um desafio e tanto... Preciso ir melhorando a cada mês.  Preciso conseguir divulgar que estou no ramo para que mais pessoas saibam. Preciso conseguir demonstrar para mais pessoas. A cada mês preciso apresentar resultados melhores. Como no inglês,  quando estudava e aprendia a cada dia. Como para o concurso, em que também acumulava conhecimento. Devemos aprender a começar pequenos, acumular experiência e pouco a pouco ir crescendo.

Algumas atitudes certamente tenho feito. Não é a primeira vez que me encontram e sabem que eu sou consultora Mary Kay. Alguns me param para esclarecer dúvidas. Enfim estou passo a passo tentando fazer meu negócio dar certo. Não é muito fácil,  mas devemos saber esperar, sonhar e agir. Aliás,  nada é fácil. Estou agindo e dando meus primeiros passos... Como me Sairei?  Nem tão cedo saberei.





Mulheres guerreiras

Faz dois meses que sou consultora, iniciei em 31 de julho e estou amando a oportunidade de conhecer mulheres admiráveis.  Elas têm espírito empreendedor e tenho aprendido muito com essa interação.  A princípio estranhei o serviço público porque de certa forma sempre trabalhei com metas e sempre fui muito ocupada, para mim era normal estar a mil e sempre com alguma atividade. Pois é,  senti-me muito deslocada, mas de repente encontrei mulheres sempre ocupadas, mulheres que ficam impacientes quando não estão fazendo nada, mulheres que conquistaram pelos próprios méritos.

Primeiramente essas mulheres batalhadoras que conheci foram as consultoras. Trata-se de um time incrível,  com força de vontade e com metas bem definidas.  Ninguem precisa motiva-las.  Se elas não fizerem nada, o negócio delas não prosperará,  portanto há o essencial: motivação interna. Não para mostrar para chefe, mas porque elas próprias querem que de certo, porque acreditam no que fazem. Aqui no serviço público não faço nada por chefe, não fico bajulando ninguém.  O serviço sai porque eu acredito numa sociedade melhor. A motivação sempre será  interna, porque se eu fosse ver tudo o que aconteceu comigo eu seria péssima funcionaria. Talvez tudo o que aconteceu comigo seja pelo fato de querer produzir demais... pelo costume que aprendi de casa e trouxe comigo.  Nunca pensei em queimar o filme de ninguém quando produzia muito, estava só sendo eu mesma e fazendo além da minha obrigação porque acreditava no que fazia.

Outras mulheres admiráveis são empreendoras de outros ramos. Elas cuidam de si, sabem quais produtos valorizam, como Mary Kay, e muitas delas comentaram que já venderam cosméticos.  Geralmente essas com mais características batalhadoras, sao as que mais tem empreendimento de sucesso. Muitas vezes estou aguardando para iniciar uma sessão facial, ou para entregar produtos e fico observando suas atitudes e como se comportam e de certa forma o que explica o sucesso delas só pode ser a atitude, como não ter medo de trabalho. Não,  elas não chegaram lá com emocionalismo de novela mexicana.  Tiveram que provar seu valor com RESULTADOS CONCRETOS,  sem subjetivismo e sem ser puxa saco.

Outra amiga daqui a algum tempo será tenente. Outra batalhadora. Trabalha, leciona e estuda. Sabe onde quer chegar e com certeza chegará lá,  pois tem atitude e luta por seus sonhos. Ela conhece bem os produtos e fez uma encomenda inusitada. Já fez seu estoque para os produtos queridos dela, sabe aqueles indispensáveis que não se vive um dia sem?

Outro dia conheci uma mulher de garra, líder mesmo. Pouco tempo conversando com ela foi suficiente para ver como se destaca de muitas. Mesmo aposentada, procurou outra atividade e ainda se interessou por ser consultora, pois não gosta de inatividade. Eu logo pensei, ainda bem que não sou a única,  há várias mulheres que gostam de estar sempre em atividade. Não é loucura, significa destacar-se do grupo e ser único.  Significa pensar fora da caixinha. Significa correr atrás de um sonho e acreditar nele. Significa acreditar em si mesma.

Por que será que se destacam tanto para mim? O que tem que ganharam minha admiração?  Talvez seja a semelhança comigo, a independência,  conseguir vencer por meios próprios, pelo trabalho, pela luta...

Tudo que consegui até agora são por meios próprios,  foi pelo meu trabalho. E orgulho-me muito disso. Tudo o que tenho vejo como conquistas verdadeiras, não como algo que outra pessoa conseguiu ou foi-me dado porque chorei e disse que era uma vítima coitada. A garra sim valoriza uma mulher, enriquece sua vida. O que outra pessoa conseguiu não teria graça para mim. Gosto de construir tijolo por tijolo e admiro essas mulheres que vejo conseguindo passo a passo. Pouco a pouco. São verdadeiras heroínas.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Prestação de serviço ou comércio?

As consultoras da Mary Kay prestam um serviço de consultoria, entretanto não são pagas por esse serviço,  seus rendimentos provém da venda dos produtos.

No programa "Além do Mais", ouvi um dos entrevistados falar que o ideal é ganhar dinheiro ajudando os outros. Muito interessante o comentário. Quando eu ainda não tinha decidido qual empreendimento seguir, fiquei pensando que se pudesse achar algum que se encaixasse nisso seria muito bom.

Assim, como consultoras, podemos seguir o conselho desse psiquiatra de idéias sensacionais. Gostei muito desse programa e acredito que estamos seguindo esse caminho. Precisamos de venda?  Claro que sim. No entanto, temos as nossas compensações por estar auxiliando pessoas.  Mary Kay Ash fundou a empresa para enriquecer a vida das mulheres em vários sentidos.

Desde que iniciei, revi velhas amigas. Muito queridas. Aumentei meu círculo de contatos. Definitivamente Mary Kay tem enriquecido minha vida. Estou trabalhando a timidez, enfim, são passos que dou a cada dia que me fazem progredir. Acredito firmemente que estou ajudando a enriquecer a vida das mulheres.

Minha irmã comentou que após usar o tratamento milagroso (3 em 1, solução diurna, hidratante redutor de linhas de expressão e solução noturna) uma pessoa disse que cada vez ela fica mais jovem. Ela nunca tinha usado a marca e também descobriu o que ela amava.

Minha mãe foi uma das primeiras a usar e recomendar, após eu tornar me consultora. Enfim, as pessoas tem gostado muito.

E os resultados em vendas? Isso é o que mais aguça a curiosidade das pessoas. Com clientes diretamente, tenho dedicado de 1 a 2 horas diárias durante a semana e umas 3 horas no Sábado.  As vezes falta-me tempo. Como são poucas horas não é nada extraordinário.  Mas é melhor do inicialmente tinha previsto.

Deve-se considerar que o período marca-se por retração de compras. Portanto, surpreendeu-me.

Um dos grandes conselhos foi dado por minha diretora Gicele.  Ela ensina que não devemos ver cifrões,  mas pessoas com necessidades a serem satisfeitas. A meta que inicialmente ela passou foi fazer pesquisas. Depois, 5 sessões (ou 30 faciais) e 10 entrevistas por mês.  A meta não se dá em vendas, mas em serviço.


Chegada da minha caixa...

Mary Kay surpreendeu-me ao entregar tão rápido minha encomenda. Não sou pessoa de grandes arroubos emocionais. Fiquei tão feliz... Já no elevador uma vizinha interessou-se. Disse que estava começando e assim que estivesse tudo certo a chamaria para experimentar os produtos. Ela gosta de Maquiagem e sabia da qualidade dos produtos.

Ao abrir as caixas foi uma felicidade indescritível.  Realmente difícil de acreditar,  pois sou extremamente contida. Todos produtos lá,  todos meus... Na verdade em breve eles teriam outros destinos, fariam outras mulheres felizes, mas até então eram todos meus e eu estava radiante. Quem diria... eu que também não sou Vaidosa.  No fundo, qualquer mulher ama cosméticos.  Todas amam Mary Kay, algumas ainda não descobriram isso... o slogan da empresa anuncia: "Descubra o que você ama". Concordo plenamente.

Liguei para minha iniciadora para avisar sobre a chegada dos produtos e perguntei quais seriam os próximos passos. Queria logo iniciar o trabalho, mas primeiro era necessário estudar. Havia o Guia da Consultora, um livro bem esclarecedor, e um DVD para assistir.

Comecei a estudar sobre os produtos para esclarecer eventuais dúvidas das clientes e poder fornecer o melhor serviço possível.  Afinal, pode-se dizer que Mary Kay não é comércio propriamente dito, sobretudo prestamos um serviço de consultoria personalizada. A venda constitui-se em uma consequência desse serviço.

Mary Kay também é doação.  Oferecemos nossos produtos para que outras mulheres tenham a oportunidade de descobrir o que elas amam. Muitas mulheres estranharam a política da empresa de doar... algumas desconfiam, outras acham que o produto pode ser ruim, enfim, é difícil aqui perceberem que exatamente por ter qualidade que não nos importamos que as pessoas experimentem antes da aquisição.  Pouco a pouco essa desconfiança tem acabado, mas lidei com mulheres que não souberam lidar com a doação.  Receber um peeling de cristal maravilhoso de graça estava longe do que elas estavam acostumadas. O mesmo ocorreu com as amostras grátis,  desconfiança.  As pessoas estão pouco acostumadas a receber, uma vez que somos tão explorados neste país.

Ainda assim tenho perseverado e descoberto que há também várias mulheres recebendo o belo presente dado por nós consultoras e descoberto o que elas amam. Elas têm ficado tão felizes que fidelizam a marca. Ocorre algo parecido com o que aconteceu comigo. Pouco a pouco elas querem trocar seus produtos por produtos Mary Kay. Tenho feito acompanhamento de quem adquiriu e todas amaram. Todas que fizeram o peeling de cristal também amaram. E a felicidade delas?  Nem todas compram na hora, mas só o fato de gostarem do produto me deixa feliz.

Segunda-feira  soube de uma pessoa que tinha feito o peeling e já tinha falado para as outras o quanto era bom. Fiquei muito feliz, porque ela não somente falou para mim, mas também para as amigas e fiquei sabendo disso pela amiga. São pequenas coisas, mas fez meu dia mais feliz... Muito satisfatorio saber que ficou feliz com o resultado e ter anunciado. Na verdade a conheci no dia da facial, portanto sua opinião foi muito sincera. Talvez ela nem sabe que a amiga me contou.

Ela não é a única e estou falando dessas pequenas alegrias quando digo que estou gostando de Mary Kay.